Rejane, a crente puta, uma auto biografia (parte 1)

Uma autobiografia de como me tornei Rejane, a crente puta.

Oi pessoal, eu sou a Rejane, que meu ex-marido escreveu várias histórias minhas nesse site me apelidando de Rejane, a crente puta, histórias essas que eu contei para ele. Agora, resolvi eu mesma, com minhas próprias palavras contar para vocês essas minhas aventuras.

Na época tinha 40 anos, agora estou com 43, sou o que chamam de crente, sou morena clara, tenho 1,65 de altura, cabelos pretos, compridos e ondulados, todos acham meu rosto bem bonito, cintura fina, coxas bem desenhadas, bumbum grande, redondo e bem arrebitado, meus seios são grandes, redondos, firmes e com o biquinho apontando pra cima, costumam chamar a atenção de muitos homens. Os homens com quem me relacionei nesse período falaram que a minha vagina é deliciosa, é grande, carnuda, apertada, eu fico muito molhadinha quando me excito, gosto de me manter sempre bem raspadinha, não gosto de me depilar.

Fui durante muito tempo casada com o Paulo, 5 anos mais velho que eu. Não é que ele tenha sido mau, mas nunca foi o marido dos sonhos. As vezes era um pouco grosso, nunca foi violento, nunca foi bom de cama, com o tempo foi piorando, depois de várias experiencias vi que ele estava muito abaixo da média.

Como comecei a ser Rejane, a crente puta.

No dia que tive minha primeira transa fora do casamento, tivemos uma briga muito feia, uma discussão muito grande antes de sairmos para o trabalho. Eu era chefe de cozinha de uma escola, cheguei no trabalho muito nervosa e chateada, chorando as vezes escondida. Vários colegas notaram, me perguntaram o que aconteceu, mas preferi não falar.

Trabalhei o dia todo assim, na hora de ir embora era sempre eu que conferia tudo na cozinha, se estava tudo desligado, se tinha alguma comida para guardar, essas coisas.

Fui para o vestiário, tomei banho, troquei de roupa, nesse dia estava usando uma calça de malha azul caneta apertada, que valorizava bem meu corpo, e uma camiseta, eu gostava de camiseta larga e comprida quando colocava calça apertada, para cobrir meu bumbum e minha vagina, os homens ficavam reparando e mexendo, não gostava disso.

Tive a sensação ruim de que tinha deixado alguma coisa no fogo, corri na cozinha e vi que estava tudo certo, minha cabeça estava na nossa briga da manhã, podia ter cometido algum erro grave no trabalho. Me apoiei na pia e comecei a chorar.

Nesse momento Anderson, o zelador da escola, um moreno alto, forte, bem-educado, tinha 28 anos na ocasião, era sempre o último a sair para fechar as portas, se aproximou de mim, por trás:

– Que foi Re? O que houve, por que está chorando?

– Ai Anderson briguei mais uma vez com meu marido, foi uma briga feia, está passando dos limites.

Ele colocou a mão em minhas costas e fez um afago bem levinho, sem maldade.

– Calma Re, não fique assim, casamento é complicado mesmo. Quer conversar um pouco? Você pode contar comigo sempre que precisar, quando quiser desabafar pode contar comigo.

Enquanto falava, sua mão subiu para o meu pescoço, por baixo do meu cabelo, que estava solto, e me acariciou. Senti uma coisa estranha, não sei bem se foi desconforto ou se gostei, e não gostei de gostar.

Ele falava mais palavras de apoio e suas caricias começaram a ser mais fortes, fiquei congelada, não sabia se deixava ou se me afastava. Incentivado pelo fato de eu ficar sem reação, ele se encostou levemente no meu bumbum pelo lado, senti que ele estava excitado. Já não sabia mais o que fazer, era claro que ele queria se aproveitar da ocasião, mas continuei parada.

– Seu marido é um bobo, fica brigando com você, deveria aproveitar a mulher maravilhosa que tem.

Ele que já estava com o pênis duro encostado na minha perna, resolveu ousar mais, já que eu não tinha reclamado, e ajeitou o pênis duro no meio do meu bumbum.

Eu simplesmente deixei, queria ver no que aquilo ia dar, tremia de nervoso, nem pensava mais na briga.

Ele se movimentava de um lado para o outro se esfregando em mim, que comecei a fazer um movimento contrário ao dele, me esfregando nele também.

Quase desmaiei quando senti seus braços fortes e musculosos se envolverem fortemente em minha cintura. Apertou meu corpo contra o dele e pude sentir seu pênis duro e grande pressionar minhas nádegas.

Uma de suas mãos envolviam minha cintura, a outra lentamente foi entrando embaixo da minha camiseta, passou o dedo no meu umbigo, foi subindo e acariciando minha barriga, minhas pernas tremiam e senti minha vagina ficar meladinha, sua mão continuava subindo em direção a meus seios, segurei com força, mas com jeitinho ele conseguiu o que queria, segundo ele mesmo falou, que era segurar meus melões suculentos.

Primeiro por cima do sutiã, meus mamilos estavam bem eriçados, depois colocou a mãos direto nos meus seios, uma mão quente e viril. Enquanto isso ele beijava meu pescoço e minha nuca de forma instigante, estava prestes a me entregar, não me aguentava mais. Ele apertava meus seios como se estivesse me ordenhando.

– Re, eu sempre quis sentir esses peitões em minhas mãos e em minha boca, são firmes e macios.

Ainda tentava resistir com as forças que tinha, mas meu corpo queria ser invadido por ele.

– Anderson, não, por favor, isso é errado, eu sou casada, sou crente, não faz isso comigo.

Ele parecia não me ouvir, pegou minha mão e colocou para trás, entre nós dois, e colocou sobre o pênis dele, que já estava fora da calça. Era duro, grosso e quente, minha respiração estava ofegante demais, parecia que estava com asma, meu coração batia a 200 por minuto, quase saindo do peito. Apertei com força, assustada.

– Para Anderson, não posso. Ai meu Deus, é tão quente e duro, está latejando.

– Estou assim por você Re, não estou mais aguentando, há muito que te quero.

– Anderson por favor, se você gosta de mim para, não estou aguentando mais, estou tremendo, muito excitada.

Ele continuava me beijando na nuca, no pescoço, colocando a língua no meu ouvido, eu empurrava meu bumbum ao encontro do pênis dele, eu parecia que estava no cio, meu corpo pedia para ser comida por ele. Sabia que terminaria assim, ele dentro de mim.

O golpe de misericórdia foi quando Anderson começa a deslizar a mão que estava na minha cintura por dentro da minha calça, da calcinha até chegar sobre minha vagina, que a essa altura estava toda melada, sentia os dedos dele correr sobre os pelinhos começando a crescer desde a última vez que raspei. Ainda tentei segurar sua mão, mas deixei ele me tocar.

– Re, não acredito que estamos fazendo isso, é um sonho, que delícia de boceta que você tem, está toda molhada.

Ele esfregava meu clitóris enquanto falava. Acabou todo o pudor, tudo que aprendi esses anos como crente, como mulher séria que sempre fui.

Entra em cena Rejane, a crente puta

Então encostei a cabeça no peito dele, comecei a masturbar o pênis dele com vontade, abri mais as pernas para a mão dele trabalhar melhor e pedi:

– Faz assim, faz, esfrega, esfrega com força meu grelinho, me faz gozar na sua mão. Coloca seu dedo dentro de mim, que delícia seu dedo entrando e saindo. Estou me lambuzando toda. Isso é pecado.

Minha respiração cada vez mais ofegante parecia uma súplica para ser comida. Ele entendeu, Anderson foi abaixando minha calça e calcinha até embaixo, não tinha mais o que fazer, eu ia ser comida e estava querendo, pedia para ele não me comer só por pedir, mas era o que queria, ser comida, muito comida.

– Pelo amor de Deus Anderson, isso não, só carinho, não me come não Anderson, não me come não.

Sem atender minha súplica, e eu não queria que atendesse, Anderson foi me inclinando carinhosa e lentamente para frente fazendo com que me apoiasse na pia. Ele levantou minha blusa e abriu meu sutiã, deixando meus seios para fora, abriu mais ainda minhas pernas foi colocando o pênis dele vagarosamente dentro de mim. Fiz uma última súplica:

– Eu te imploro Anderson, para, não faz isso, por favor, para.

– Não dá mais Re, eu te quero muito, nós queremos isso, eu sei que você quer, fica calma, relaxa, está entrando, vou te dar o prazer que seu marido nunca deu. Re, você está muito melada, está entrando fácil nessa sua bocetona carnuda e molhada.

– Meu Deus, estou sentindo você, estou sentindo você me penetrar, Anderson eu sou casada. Aiii está entrando tudo.  Por favor, tira, não faz isso comigo.

– Aproveita Re, aproveita esse momento, sente minha rola toda dentro da sua boceta.

– Estou sentido Anderson, cada centímetro seu. É pecado. O que nós estamos fazendo? Você me transformou em puta. Agora me fode com força, mete tudo. Faz valer a pena, me faz gozar como nunca gozei.

– Estou todo dentro de você minha gostosa, sente meu caralho na boceta, goza tudo que você tem direito.

E eu gozei sei lá quantas vezes, quatro, cinco vezes, com Anderson me possuindo por trás, o pênis dele entrando e saindo de mim, sentia sua pica latejar nas minhas entranhas, meus seios balançavam batendo um no outro, ele dedilhava meu clitóris aumentando meu prazer, eu mal conseguia continuar em pé de tanto que as pernas tremiam. Não pensava em mais nada, só queria ficar ali gozando. Até que:

– Anderson, pelo amor de Deus não goza dentro de mim, eu não tomo remédio. Pelo amor de Deus.

– Aaaah Re, Re, Re, não dá mais, estou gozando, estou gozando tudo dentro desse bocetão carnudo e apertado, Re não deu para segurar, você e gostosa demais.

– Meu Deus, não acredito. Anderson quanta porra, estou cheia da sua porra quente!

Anderson gozou dentro de mim igual a um cavalo, era uma quantidade enorme de gozo quente, nunca tinha sentido tanta porra dentro de mim. Sentia ele latejando e me enchendo. Ficou dentro de mim como se estivesse relaxando.

Quando ele tirou o pênis da minha vagina fez um barulho, parecia de rolha, e escorreu um rio de gozo pelas minhas coxas, deixando minha calça e calcinha que estavam embaixo de mim todas lambuzadas de gozo.

Estava muito nervosa, me tremia toda, estava sentindo uma sensação de prazer e outra de culpa, de arrependimento por ter deixado acontecer. Pedi para o Anderson guardanapos ou papel toalha, limpei minhas roupas, minhas coxas e minha vagina que estava toda ensopada tanto com o leite dele quanto com meus orgasmos alucinantes que a encheram de melado. Me sentei em um banco com as pernas tremulas por transar em pé.

Anderson se aproximou de mim, já tinha tirado toda sua roupa, e acabou de tirar a minha blusa e sutiã, ficamos completamente nus na cozinha. Ele continuava com o pênis duro, fiquei admirada, depois de gozar tanto ainda estava assim? Veio com o pênis na direção do meu rosto, fiquei assustada, esfregou na minha boca, queria que eu chupasse. Virei o rosto para o lado. Ele dobrou um pouco as pernas e colocou o pênis entre meus seios, apertou os dois, um contra o outro com seu pênis no meio, e ficou fazendo um movimento como se estivesse comendo eles. Falava que meus peitões eram deliciosos.

Comecei a ficar melada de novo, ele coloca outra vez o pênis nos meus lábios, tentei resistir, mas acabei o colocando todo na boca. Enquanto eu chupava, o restinho de gozo que ainda tinha saia na minha boca, ele latejava, sentia suas veias pulsarem, era delicioso.

Então Anderson me levantou, me pegou no colo e me colocou deitada de barriga para cima em uma mesa. Finalmente ele matou seu desejo de devorar meus seios, ele chupava, mordia, lambia, me deixava loca. Abriu minhas pernas e ficou em pé entre elas.

Eu sabia que ele ia me comer de novo, e naquele momento era tudo que eu queria, ter o pênis delicioso dele em mim, mas dei uma de arrependida:

 

– Não Anderson de novo não. Foi um erro, não vamos repetir. Para Anderson. Ai, tá entrando em mim de novo. Seu puto, fingindo que era meu amigo, que queria me consolar, mas só queria me foder.

– Gostosa você queria isso tanto quanto eu, eu sei. Sinto seu corpo tremer todo de prazer, sua boceta espremer meu pau. Goza muito minha putinha.

As lágrimas rolaram pelo meu rosto quando ouvi ele me chamar de putinha, era isso que eu estava me transformando, na Rejane, a crente puta. E ele começou a me foder sem pena, enfiava e tirava aquela pica enorme de mim cada vez com mais velocidade. Apertava meus seios com muito tesão. Estava toda ardida e começando a ficar inchadinha, tinha algum tempo que eu não fazia sexo, e quando fazia era bem rápido.

De repente ele puxa o pênis de dentro de mim, me puxa pelos braços, senta numa cadeira e eu entendo o que ele quer, abro as pernas e monto no pênis dele de frente para ele, minha vagina, toda melada, engole de uma só vez todo volume de Anderson.

Cavalgo feita louca, gemendo, beijando, mordendo, pedindo para ele me chamar de putinha de novo. Anderson devora meus seios sem piedade, quase arrancando meus biquinhos. Já estava alucinada, me levantei rápido, me virei e sentei de costas para ele, de pernas bem abertas cavalgando muito, mostrando minha bunda remexendo para ele.

Anderson me segura pelos cabelos com uma das mãos e com a outra esfrega de forma frenética meu grelo que está enorme de tanto tesão, meios seios pulam conforme eu cavalgo, gozo muito.

– Estou gozando feito uma louca Anderson, nunca gozei tanto. Encharca minha boceta de porra quente. Era isso que você queria? Seu sonho era me foder e me encher de porra? Então vai, goza, me enche.

Ele atende ao meu pedido e jorra porra que não acaba mais dentro de mim me fazendo gritar de prazer quando me sinto inundada, me tremo dos pés a cabeça, Anderson me solta e eu caio de quatro no chão com a boceta toda encharcada. Perdi as forças para me levantar.

– Que é isso? Estou me tremendo toda, não consigo me levantar! Nunca senti isso antes.

Ao me ver ali de quatro, sem conseguir levantar e toda melada de nossos gozos, Anderson, que não sei como ainda conseguia estar de pau duro, (pensando nisso depois fiquei toda envaidecida, que tesão que esse cara teve por mim, me comeu muito e continuava de pau duro) não perde tempo, se ajoelhou atrás de mim, meteu na minha vagina melando o pênis todo, e começa a forçar a cabeçona em meu ânus virgem, nunca tinha feito sexo anal, juro.

– Anderson tá maluco, isso não Anderson, você conseguiu tudo que queria comigo, mas isso eu nunca fiz, para tá doendo, para, por favor, para.

– Relaxa Re, relaxa, eu sei o que estou fazendo, quero você por completo. Estou entrando em seu cuzinho, relaxa e aproveita, vai ser bom, você vai gostar. Só deixa eu fazer.

Eu estava totalmente dominada por ele que me segurava forte pela cintura, e pelo tesão, deixei que ele terminasse de me fazer totalmente de puta, e fodesse meu cuzinho.

Enquanto cada pedacinho dele rasgava meu ânus, me deixando ele bem arrombada, seus dedos mágicos dedilhavam mais uma vez meu grelinho, e apertavam minhas tetas que estavam inchadas de tanto serem apertadas, mordidas e chupadas. Nunca pensei que pudesse gozar tomando no cú.

Ficamos ali engatados, eu de quatro, ele por cima de mim, igual cães no cio, ele metendo deliciosamente em mim num frenético vai e vem que acabou com mais um banho de porra.

Ficamos jogados no chão, completamente sem forças, extasiados, minhas pernas não obedeciam a meus pensamentos que queria levantar e sair correndo dali.

Cambaleando e tremendo fui para o banheiro tomar banho, me arrumar e ir para casa, minha vagina estava muito inchada e ardendo muito, meu ânus estava tão arrombado que consegui colocar três dedos dentro dele, meus seios latejavam. Por mais que me ensaboasse no banho, o cheiro da porra do Anderson não saia de mim. Minha calça e minha calcinha ainda estavam molhadas pela porra que escorreu pelas minhas pernas na primeira gozada que o Anderson me deu.

Fui pela rua tremendo de prazer, arrependida de ter feito aquilo tudo. Fiz tudo que minha consciência dizia ser errado, mas já era, dali para frente eu seria Rejane, a crente puta.

Vou contando cada uma das minhas histórias aqui para vocês. Deixem seus comentários, eu vou adorar ler.

Aqui você a história cotada pelo meu ex-marido

Minha esposa crente, foi comida pelo colega de serviço.

 

 

Fui corno de mim mesmo no Dating (parte 2)

Olá galera, sou o Flávio, fiz um post recente, vou deixar abaixo o link dessa parte da história para quem não leu. Nesse post conto como seduzi minha esposa com um perfil fake, convenci ela a trepar e mandei um conhecido comer ela e filmar tudo, se vocês lerem a outra parte vão entender melhor.

Fui corno de mim mesmo no Dating

Minha esposa, Maria Regina é uma coroa que fez 49 anos agora, 1,67 m , branca, cabelos pretos e curto, seios bem  grandes e firmes, bundão,  cintura fina,  coxas grossas e bem lisas, tem uma barriguinha discreta e um pouco de estria e celulite normais para idade, uma buceta carnuda, apertada e fica melada facilmente, ainda está muito gostosa.

Ela e o negão foram de taxi para o motel, e mais tarde como eu havia pedido, o negão me enviou o vídeo com toda sacanagem que rolou naquele dia. Maria Regina chegou em casa muito desgastada, tomou um remédio para dormir e foi se deitar. Eu fui assistir o vídeo.

Tinha alertado para ele tomar cuidado na hora de filmar, se ela desconfiasse não ia deixar filmar ou não ia querer meter. Ele foi esperto, levou o celular na mochila, quando chegaram no motel colocou a mochila em cima de uma mesa bem posicionada, ficou de costas para ela e preparou o celular que ficou dentro da mochila entre aberta, mas com uma visão perfeita para filmar.

O vídeo que recebi começa com ele bem perto da câmera arrumando o celular na mochila, conversando com ela, não dava para ver a Maria Regina. Quando ele se afastou e foi em direção a cama vi que ela já estava só de calcinha e com o sutiã na mão sobre os seios mal conseguindo tapar os peitões. Fiquei chocado, sabia que ela estava ali para fuder, mas achei que teria um pouco de pudor em tirar a roupa na frente de um homem que ela nunca viu.

Ele se aproximou, tirou o sutiã da mão dela deixando os peitos de fora, a abraçou, beijou seu pescoço e meteu a mão no rabão dela. Ela apertou o pauzão dele por cima da calça, depois se afastou, abriu o cinto e tirou a calça dele, abaixou a sunga fazendo com que aquele pirocão pulasse para cima latejando com força, era enorme, brilhava de tão duro, tinha um cabeção roxo, era muito grosso e comprido.

Maria Regina se ajoelhou e tentou esfomeadamente engolir a vara, só conseguia comer a metade da lapa de pica. Chupava com vontade, lambia a cabeça, e engolia de novo. Enquanto isso ele apertava os melões da minha mulher com vontade.

Ele a jogou na cama, sentou na barriga dela e colocou a pica no meio dos peitões. Fazia uma espanhola deliciosa, colocou a mão para trás entra as pernas da minha esposa e enfiou os dedos na sua xana que estava mais suculenta que nunca, toda melada.

Depois se deitou por cima de Maria Regina e foi enfiando aquela anaconda no meio de suas pernas, ela fazia uma cara de assustada enquanto era comida por ele, não sei como, mas Maria Regina conseguiu receber toda aquela rola dentro de si. Ela colocou as pernas em volta da cintura do macho, que começou a socar com muita força dentro dela, ela gritava, arranhava as costas dele, puxava o lençol, gemia, gozava, se batia num desespero que eu nunca tinha visto. Ele dava chupões em seu pescoço e mamava como um bezerro suas tetas, de repente gritou que ia gozar e foi diminuindo os movimentos até ficar parado, enchendo Maria Regina de gala quente.

Quando ele puxou a pica ainda dura da buça da minha mulher, um rio de porra escorreu de dentro dela melando o lençol, ela estava imóvel com as coxas arreganhadas. Ele deitou de pica para cima e a puxou, Maria Regina estava toda mole, mas abriu as pernas, montou nele e começou a cavalgar, lentamente e aumentando a velocidade aos poucos. Os peitões dela subiam e desciam no ritmo da cavalgada, ele apertava os peitos dela. Maria Regina subia e descia feito uma louca, sacudia a cabeça, gemia, chamava ele de gostoso, que tinha uma pica deliciosa, ele mandava ela fuder com força, ela estava possuída, deitava de costa nas pernas dele, ia para frente colocar as tetonas na boca do macho, remexia os quadris de forma frenética até arrancar outra jorrada de porra pra dentro de sua buceta.

Ela caiu de lado extasiada de tanto gozar, esgotada de tanto cavalgar. O negão foi ao banheiro, voltou com a pica meia mole, meia dura, Regina estava quase desacordada, ele deitou e puxou ela e a colocou para chupar o cacetão até ficar duro.

Quando estava igual um pedaço de ferro ele a colocou de quatro, veio por trás e começou a entrar no cuzinho dela, a cara de espanto e dor dela era impressionante, ele colocou a mão na buceta dela e tocava uma siririca no grelo, enfiava os dedos dentro e fazia ela gozar enquanto o pau entrava todo. Tudo dentro do rabo ele começou a socar com vontade arrombando o rabo de Maria Regina sem piedade.

Ele a agarrou pelos seios e veio trazendo ela para trás deitando de costas e deixando ela sentada na pica, sem desencaixar. Ela passou a sentar com vontade no caralho preto, subia e descia, tinha as tetas enormes quase arrancadas pelo comedor. Ela jogava o corpo para frente, para trás, esfregava o grelo com as mãos, a ânsia dela por gozar era tanta que ela pegou o controle remoto da TV e esfregou no grelo. Não acreditei no que ela fez depois, com aquela vara gigante enfiada no cú, Regina começou a enfiar o controle remoto na buceta, foi aos poucos até sumir tudo dentro dela. Era uma loucura. Êxtase total. Com o controle remoto dentro da xereca, ela se curvou para frente, colocou as mãos nas pernas e remexeu os quadris igual uma prostituta até fazer seu macho largar outra dose cavalar de porra quente, dessa vez no seu cú que agora devia estar arrombado.

Era alucinante para mim assistir minha mulher fazendo aquilo tudo com outro macho.

Ele foi de novo no banheiro e ela ficou desmaiada na cama, ele voltou, ficou alisando a bunda grande e gostosa dela, enfiando o dedo no cuzinho da Regina e tocando uma punheta para fazer o pau ficar duro. Deitou por cima do rabão dela, ficou se esfregando, e foi colocando o pau outra vez no rabo dela, que parecia não aguentar mais.

Ficou fudendo lentamente o cuzinho dela, foi puxando ela para cima até a deixar de quatro, e massacrou a puta da minha mulher, ela parecia dizer que queria ir ao banheiro, ele não queria sair de dentro dela, ela parecia aflita, então ele pegou uma toalha de banho, dobrou bastante e deu para ela, ela pediu outra toalha, dobrou também e colocou uma no colchão entre as pernas, a outra apertou contra a buceta e mijou, não acreditava naquilo, ela de quatro mijando na toalha, escorria pelas mãos e caia na de baixo, enquanto ele não parava de fuder o cú dela. Jogou as toalhas no chão e continuaram engatados

O filme acabou, mas eu queria saber se param por ali, liguei pro negão que me falou que ele ainda fudeu ela mais duas vezes, que tinha arregaçado ela como eu tinha pedido, a buceta ficou tão inchada e esfolada que ela chorava enquanto ele metia, e o cú ficou tão arrombado que entrava quase a mão dentro.

Como eu disse no início, Maria Regina chegou esgotada tomou um calmante e foi dormir, fui no quarto, queria ver o estrago. Ela estava de barriga para cima, de pernas abetas, de camisola, dormia pesado. Cheguei bem devagar, primeiro abaixei as alças da camisola e vi os peitões dela cheio de chupão e marcas da dedos, depois abri mais as pernas dela e puxei a calcinha de lado, abri a buceta que estava muito inchada e em carne viva, não consegui nem meter o dedinho nela. Mas o cú deu para colocar três dedos dentro. Minha esposa estava realmente arrombada e arregaçada.

Sei que ele continua comendo ela toda semana, no dia que ela fode com ele eu fico sabendo e fodo ela a noite, ela quase chora quando meto em sua buceta esfolada, mas não fala nada e eu finjo que não sei a puta que ela virou.

 

 

Fui corno de mim mesmo no Dating

Olá,  meu nome é Flávio tenho 59 anos, sou casado com Maria Regina, uma coroa que fez 49 anos agora, 1,67 m , branca, cabelos pretos e curto, seios bem  grandes e firmes, bundão,  cintura fina,  coxas grossas e bem lisas, tem uma barriguinha discreta e um pouco de estria e celulite normais para idade, uma buceta carnuda, apertada e fica melada facilmente, ainda está muito gostosa.

Nossa vida sexual caiu na rotina pelo tempo, então resolvi entrar no Dating, um espaço de encontros no Facebook, mas não queria arrumar ninguém, só queria ver se conseguia algumas curtidas para satisfazer meu ego.

Para minha surpresa, acabei esbarrando com o perfil da minha esposa como sugestão de encontro. Será que ela queria arrumar alguém ou era só pra levantar o ego, receber curtidas?

Não curti o perfil dela, e tirei meu perfil do Dating rapidamente para ela não me ver.

Fiquei pensando o que fazer, não conseguia parar de pensar no que ela faria se alguém curtisse e tentasse entrar em contato com ela. Eu precisava saber.

Então tive uma ideia, tenho um conhecido que fala que é fudedor, um negão alto, forte, de 35 anos, que diz ter uma piroca gigante, deu mole ele come, gorda, magra, feia ou bonita não importa.

Falei para ele que queria brincar com uma mulher conhecida, queria criar um perfil fake com umas fotos dele e se a brincadeira desse certo ele é que comeria a buceta dela, não disse que era minha esposa. Ele topou. Maria Regina não conhecia esse negão.

Fiz o perfil fake, entrei no Dating, reduzi bem o filtro de preferencias para conseguir localizar Maria Regina. Levou uma semana, mas acabei achando ela, curti seu perfil e mandei mensagem que tinha gostado dela e queria conversar. Ela curtiu o fake, viu a mensagem, mas não respondeu.

No dia seguinte ela mandou só um “OI”. Começamos a conversar e ataquei logo, sem rodeios, estava ansioso para ver qual a intenção dela, se queria só conversar ou queria trepar.

Perguntei se já que no perfil ela estava como casada, se ela estava lá procurando uma aventura, respondeu que só queria conhecer pessoas.

Fui apertando a conversa, apimentando um pouco, falei umas sacanagens, ela ria, mas não falava nada. O excitante da história é que como ela não sabia que era eu, nós conversávamos em casa um do lado do outro e ela nem desconfiava. Às vezes, quando mandava sacanagem, ela lia e apertava os lábios demonstrando tesão, aquilo me deixava louco, toquei várias punhetas imaginando que minha mulher era uma puta.

Pedi para que ela me mandasse uma foto de corpo inteiro, passou 2 dias e ela mandou. Estava com uma calça de malha apertada que ela puxou bem para cima, entrando no bucetão que ficou bem marcado, estufado e dividido no meio e outra de costa, com a calça entrando na bunda, realçando o rabão, eu conhecia aquela calça, ela nunca usou assim, puxada tanto assim para cima. Estava com uma blusa, acho que pegou emprestada, decotada e apertada, com os peitões deliciosos quase pulando para fora. Ela estava se oferecendo como se fosse uma mercadoria.

Era hora do ataque final, ou ela se abria ou pulava fora. Falei que ela era muito gostosa e que eu tinha ficado louco com a xana dela dividida e inchada daquele jeito.

Ela visualizou o comentário e não respondeu. Passou um tempo e ela escreveu “olha o respeito”, eu disse que não era falta de respeito, que estava elogiando ela e que tinha tocado uma pensando nela. Nessa hora eu estava escrevendo e olhando a reação dela, que mordia os lábios e se contorcia toda, indo para o banheiro, acho que tocar uma siririca.

Ela me pediu uma foto de corpo inteiro, mandei uma do meu conhecido só de sunga, com um volume que mostrava que tinha um tremendo pirocão. Quando ela recebeu vi seus olhos arregalarem com o tamanho da rola que esperava por ela.

Pedi pra ela uma foto de calcinha e sutiã, ela riu sozinha quando leu, demorou um tempo e ela foi para o banheiro, um tempo depois recebi no perfil fake a foto dela com uma calcinha bem pequena e transparente, mostrando bem a buceta e um sutiã tipo meia taça, acho que é isso, que levantava os peitões e eles quase pulando por cima,  eu já não tinha mais dúvida que ela queria pica, queria fuder com o negão.

Fui mais fundo e pedi uma foto dos seios dela, ela disse que não, insisti, passou uns dias e ela mandou a foto dos peitões deliciosos, ela segurando por baixo com as mãos. Cada coisa que ela fazia era uma punheta que eu tocava.

Falei que não aguentava mais, queria fuder ela de qualquer maneira, ela dizia que não que era casada que queria só um namoro virtual. Mandei a foto de uma pica preta, dura e grossa para ela, dizendo que era assim que ela me deixava, que ela tinha que fazer alguma coisa, que eu queria colocar minha rola dentro dela. Isso tudo eu vendo a reação dela em tempo real, que parecia não se aguentar mais de tesão, se contorcia, se esfregava, estava para se entregar a qualquer momento.

Um tempo depois ela escreveu que queria me sentir dentro dela, mas tinha medo de não aguentar aquilo tudo, tinha medo de que eu empurrasse tudo de uma vez pra dentro dela, que sua bucetinha era apertada. Eu fiquei louco de tesão, minha esposa acabara de confessar que queria sentir a pica de outro nas entranhas dela, ela ia dar para um cara que ele nunca viu.

Falei que ela aguentava sim, que eu ia saber colocar dentro dela com carinho, ia empurrando bem devagar até ela engolir tudo, e fuder ela bem gostoso, ela ia gostar e querer mais. Que eu ia fazer ela gozar muito e nem ia sentir a piroca alargando sua bucetinha apertada.

Pedi uma foto da buceta dela pra ver como era e se ela conseguiria engolir minha pica, ela mandou foto sentada sem calcinha. Falei para ela arreganhar bem as pernas abrir a buceta e fotografar.

No dia seguinte quando eu estava no trabalho, recebi uma foto dela deitada na cama, barriga para cima, pernas bem arreganhadas, com uma das mãos abriu a xana e puxou o grelo pra fora, fotografou de frente pegando tudo até um pouco de dentro dela, e me mandou. Dava para ver que estava toda melada e com o grelo durinho.

Falei que queria fuder ela de qualquer maneira, ela dizia que ia tomar coragem, que nunca tinha traído, aquele papo de quem está fazendo joguinho para dar. Insisti e ela acabou topando. Falei que ia arrumar um hora de folga no serviço e marcava logo com ela, no dia seguinte.

Fui até o negão meu conhecido e contei tudo, falei que queria que ele fudesse minha mulher, mostrei as fotos,  inclusive da buceta e ele topou na hora, só tinha uma condição,  filmar tudo e me mostrar depois,  era pra arregaçar ela, fuder muito,  de todos os jeitos, deixar ela toda arrombada, numa posição que desse para filmar tudo, eu não queria perder nada. Mostrei todas as conversas que tivemos no chat para ele poder se passar por mim, não ficar perdido nas conversa que tivemos.

Marquei com a Maria Regina o dia, hora e lugar. E lá foi o negão arregaçar a minha esposa que, ou já era ou estava se tornando puta. Foi para o lugar de encontro e fiquei de longe escondido. Vi Maria Regina chegando, com uma roupa super apertada, peitões saltando, maquiada, salto alto, toda sexy. Se apresentaram, ela ria, parecia muito excitada, ansiosa olhando para os lados, parecendo querer ir logo para o abate. Conversaram um pouquinho e pegaram um taxi e foram fuder.

Fui para casa, umas horas depois ela chegou com outra roupa mais discreta, sandalinha rasteirinha  e sem maquiagem, muito abatida, nem parecia aquela puta toda produzida de horas antes. Deu uma desculpa esfarrapada que eu fingi acreditar. Logo, logo recebi o filme que o negão fez comendo minha mulher de todas as formas. seguiu a risca minhas orientações de arrombar de tudo que for forma a minha esposa.

Para essa postagem não ficar muito longa, vou fazer outra contando pra vocês a arregaçada que ele deu na Maria Regina.

Abaixo você pode ler a continuação dessa história.

Fui corno de mim mesmo no Dating (parte 2)

Minha esposa arrumou um comedor no trem (parte 2)

Oi galera, sou o Carlos, contei aqui como minha esposa deu mole para um cara dentro do trem e depois os dois descerem e foram para um motel, e eu de longe vi tudo.

Lembram que eu disse que a noite peguei o celular dela e encontrei um vídeo que o negão tinha feito deles trepando? Agora vou contar o que eu vi nesse vídeo que me deixou louco.

Para quem não lembra, minha esposa Regiana tem 45 anos, é branca, gordelicia, 1,65 m, bunda grande, cintura fina, seios fartos e duros, cabelo curto pintado de louro, uma boceta carnuda e apertada, um pouquinho de celulite nas coxas que a deixam mais gostosa.

O vídeo começa com ele ajustando o celular para filmar e ela timidamente em pé ao fundo, parecia não saber que estava sendo filmada.

Ele foi até ela, a abraçou, beijou sua boca, tirou a camiseta dele e dela a deixando de sutiã. Encheu a mão nos melões dela por cima da sutiã, a abraçou e sutilmente abriu o sutiã e o tirou deixando Regiana com os peitões a mostra, que ele tratou de mamar os dois de forma bem forte.

Ela colocou as duas mãos em torno do pescoço dele e jogou o corpo para trás, ficando com os melões suculentos para o alto facilitando que ele os chupassem gulosamente.

Depois ele a sentou na cama, colocou o cacetão preto para fora, duro igual uma barra de ferro, e foi na direção do seu rosto. Regiana parecia assustada e admirada com o tamanho e a grossura da pica que ela estava prestes a saborear.

Ele esfregou a pica no rosto dela, na boca, até que bem devagar ela foi abocanhando aos poucos até engolir quase tudo, mesmo com a boca bem aberta ainda sobrava pica de fora.

Ela mamava com vontade, engolia até a garganta, tirava e chupava a cabeça, depois colocava o saco na boca, o negro se tremia todo com o boquete da Regiana, a segurava pelos cabelos e a puxava ao seu encontro as vezes causando ânsia de vômito nela de tão fundo que a pica ia. Eu tocava uma punheta atrás da outra, já não tinha quase porra em meus ovos.

Não aguentando mais, a caralha dele latejava na boca da minha mulher, ele a deitou de barriga para cima, arrancou sua calça e a calcinha, abriu as pernas dela, se ajoelhou no chão a caiu de boca no bucetão dela. Ele devorava sua xana com muita fome.

Regiana delirava, gemia como uma puta safada, gritava que estava gozando toda hora, agarrava a cabeça do seu fudedor e apertava contra seu bucetão e o esfregava na boca do macho.

Enfim chegou a hora, ia ver minha mulher entrar na vara, ele se levantou, subiu nela que se ajeitou na cama, e enfiou a caceta de uma vez na buceta da Regiana que deu um gemido forte de prazer.  Com a buceta toda melada foi fácil engolir aquela cacetona preta.

Ele fodia minha mulher com gosto, socava sem piedade nela que gemia e mandava ele meter com mais força, mandava ele fuder com força a puta dele. Gritava pedindo para encher ela de porra quente, que delicia, eu estava adorando ver aquilo.

Não demorou muito e ele fez sua vontade esporrando muito dentro dela. Ficaram imóveis, engatados curtindo a foda que tinham dado. Ele saiu de cima dela e a picona preta parecia mais dura que antes. Escorria um rio de porra da xereca da Regiana que continuava com as pernas arreganhadas.

Ele a colocou de quatro com as pernas abertas, as palmas das mãos apoiadas no colchão, enfiou os dedos na buceta melada da minha mulher e lambuzava seu rabão num sinal que ela teria seu cu furado. ficou fazendo isso, metendo os dedos, tirando o gozo de dentro dela e lambuzando o rabão.

Depois colocou a cabeçona na entrada do cu dela, achei que seria um sacrifício para ele comer aquele cu, ela nunca tinha me dado, mas, para minha surpresa entrou fácil, ela devia estar dando o cu para outros por aí.

O negão foi fudendo ela cada vez com mais força, seus peitões balançavam no ritmo das socadas, quanto mais forte ele metia mais os melões balançavam, me deixando alucinado.

Eles urravam de prazer, depois de um tempo ele deitou na cama e ela sentou na pica de costas para ele e rebolou e cavalgou com o rabo engatado na rola preta com uma louca, ela tocava uma siririca enquanto tomava no rabo.

Ele gritou que ia gozar, ela estava num transe de prazer tão grande que quando ele esporrou o rabo dela, ela caiu da cama, ficou ajoelhada no chão com o peito na cama quase desmaiada.

Ele tinha filmado em várias etapas, foram 3 horas de muita foda e putaria. Regiana devia estar toda arrombada, dormindo em nossa cama. Dei um jeito de passar para meu celular os vídeos de minha mulher fudendo.

No dia seguinte vi bastante, cheguei em casa e dei a maior foda que eu já tinha dado na puta da Regiana.

Estou louco para contar pra ela que vi o vídeo e pedir para ela ou filmar suas transas para mim ou me levar junto para assistir ao vivo ela fudendo com outro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Minha esposa arrumou um comedor no trem

Oi galera, meu nome é Carlos e vou relatar uma coisa que aconteceu comigo.
Tenho 55 anos, minha esposa, Regiana tem 45 anos, é branca, gordelicia, 1,65 m, bunda grande, cintura fina, seios fartos e duros, cabelo curto pintado de louro, uma boceta carnuda e apertada, um pouquinho de celulite nas coxas que a deixam mais gostosa.
Somos casados há mais de 20 anos e nunca vi nada que me fizesse desconfiar dela.
No dia em questão saímos juntos para trabalhar, moramos na zona oeste do Rio de Janeiro , e usamos o trem. Estávamos a caminho da estação quando lembrei de um documento deixado em casa, tive que voltar, ela queria voltar comigo ou me esperar, não precisava, ela ia se atrasar também. Falei para ela ir que eu pegaria o próximo trem.
Voltei, peguei o documento e fui correndo para estação. Minha esposa estava no início da plataforma, vi o trem chegando, corri, mas não ia dar tempo de chegar até ela, entrei no mesmo vagão, umas 3 portas antes dela.
Regiana não me viu e não a chamei para não gritar no trem. De onde eu estava dava para vê-la, mas ela não conseguia me ver.
Ela estava com uma calça de malha cinza bem apertada no corpo, mostrando as curvas do seu rabão e o volume, dividido no meio de seu bocetão carnudo raspado, uma camiseta branca, comprida, mas que ela puxava pra cima deixando seu corpo a mostra.
O trem estava cheio, na estação seguinte encheu mais. Um negro alto e forte entrou e parou perto dela. Na estação seguinte encheu mais, o negro encostou nela que não demonstrou nenhuma reação. Com o tempo ele ficou totalmente atrás dela que não reagia. Achei que não estavam encostados, mas quando entraram mais pessoas e o empurra empurra fazia ele ir pra frente a pra trás e ela acompanhava o movimento dele, demonstrava que ele estava atochado no bundão dela. Aquilo me deixou inesperadamente cheio de tesão.
Pensei que ela não queria falar nada por medo ou vergonha. Mais a frente já estavam bem colados, ele se inclinou e falou alguma coisa no ouvido dela que o olhou de lado e sorriu, foi o suficiente para meu pau quase rasgar a calça, tinha sacanagem rolando.
As estações foram passando e eles conversavam discretamente, ele falava no ouvido da Regiana, que sorria e falava frases curtas.
Até um certo ponto estavam os dois com as mãos para cima, segurando no ferro do trem, depois de algumas estações ele desceu uma das mãos, logo mais a diante ela também desceu uma das mãos. De onde eu estava não dava pra ver, mas minha imaginação é que ele estava alisando o rabão da Regiana ou quem sabe até com a mão dentro da calça dela, e ela segurando a caceta do negão por cima da calça ou dentro da calça, senti um tesão enorme, estava tonto de ciúmes e de vontade de ver aquele negro metendo a bengala preta no bucetão apertado da Regiana.
Quando o trem passou da estação Deodoro ele começou a falar mais intensamente no ouvido dela que ria e balançava a cabeça que não, e ele insistia, ate que ela virou a cabeça para ele rindo e deu pra ver direitinho ela dizer SOU CASADA, e ria novamente, doida pra provar a rola preta.
Regiana vai sempre até a estação terminal da Central do Brasil, ela trabalha no Centro, mas quando o trem se aproximou da estação Madureira o negão se virou em direção a porta e parecia insistir para ela descer, ela ria e balançava a cabeça que não, quando o trem parou e abriu as portas ele colocou as mãos no ombro dela e foi para porta, ela desceu com ele.

Sai rápido do trem no meio das pessoas e me escondi, vi os dois andando, a calça da Regiane estava molhada de um lado da bunda, o filho da puta tinha gozado no rabo dela dentro do trem. Subiram as escadas, dei um tempo e subi também, eles já estavam quase no topo, dava pra ver ele com a mão na bunda dela.
Fiquei de longe, mas olhando para não perder eles de vista. Dei distância e fui atrás, eles atravessaram e eu também, sempre distante, bem a frente eles deram as mãos, andaram rápido e entraram num motel, eu parecia não querer acreditar mas não podia ser outra coisa, minha mulher desceu do trem bem antes da estação dela, só podia ser pra ir para o motel.
Fiquei num ponto de ônibus próximo ao motel sentado esperando, imaginando todas as sacanagens que eles estavam fazendo, na quantidade de porra que ela estava levando em seus buracos. Quase gozei na calça, só não toquei uma punheta porque estava no ponto de ônibus.
Ficaram 3 horas lá dentro, ela saiu com cabelo molhado e feliz da vida, foi para estação, fui atrás sem ela ver. Fiquei olhando aquela puta de longe, puta que achei que era só minha, foi muito fácil um desconhecido encostar nela e em menos de uma hora já estava fudendo ela. Quantos outros homens estavam enfiando na minha Regiana?
Passei o resto do dia no trabalho pensando em como foi fácil comerem minha mulher, toda hora ia no banheiro tocar uma.
Fui para casa, chegamos quase juntos, ela agia como se não tivesse acontecido nada. Jantamos, vimos tv e fomos dormir. Não consegui pegar no sono.
Lá pelas tantas quando ela estava num sono profundo, peguei seu celular e fui para sala tentar desbloquear, não foi difícil, fui direto no zap ver se tinha

mensagens e quase morri com o que achei. O fudedor tinha filmado e mandado o vídeo para ela.
Na próxima eu conto com detalhes o que vi no vídeo, vocês vão se deliciar.

Minha esposa botou um saco plástico na cara para foder com o sobrinho . (Com fotos)

Sempre gostei de ler histórias de cornos, caras que descobrem que as esposas fodem com outros e adoram isso, fico excitado, toco uma punheta lendo, mas, sempre achei que comigo não, se eu visse ou soubesse que minha esposa me traia eu não ia gostar nem um pouco.

Tenho 54 anos e minha esposa tem 48, vou colocar fotos dela no final. Trabalho por conta própria, e as vezes preciso fazer pequenas viagens saindo cedo e voltando a noite.

Tudo aconteceu num dia que precisei viajar cedo, saí e no caminho o cliente ligou remarcando a viagem. Voltei para casa, minha esposa não estava, achei que ela tivesse ido ao mercado ou coisa parecida, fui para meu escritório.

Depois de um tempo escutei a voz dela entrando na sala, e em seguida a voz de um rapaz, forcei o ouvido e identifiquei que era o sobrinho dela de 22 anos, filho da irmã. Não maldei, mas ela começou a rir de forma diferente e a fazer umas brincadeiras, falar bobagens, para ele. Achei a atitude muito estranha.

Eu estava no meu escritório que tem uma porta para sala e outra para nosso quarto, as duas geralmente ficam fechadas e ela nunca entra lá. Abri um pouquinho a porta da sala e fiquei olhando. Minha esposa estava próximo dele, se insinuando, rindo, passando a mão nele que estava meio sem graça. Então ela tirou a blusa ficando de sutiã, e mandou ele passar a mão nela. Ele exitou, ela segurou a mão dele e colocou nos peitos, ele deixou.

Depois ela tirou a saia e ficou de calcinha, meu pau parecia que ia arrebentar de tão duro.

Ela o segurou pela mão e foram para o quarto. Fechei a porta da sala e corri para do quarto, abri o suficiente para olhar. Ela se esfregava nele que mandava ela parar, que era tia, que não ia conseguir comer ela. Ela estava louca de tesão, queria comer o sobrinho de qualquer jeito. Botou o cacete dele para fora deu uma punhetada, sentou na cama a abocanhou tudo de uma vez, e era um puta cacete que brilhava e latejava mostrando que apesar de dizer não estava doido para varar a tia,

Ela mamava como uma puta, babando o pauzão do sobrinho todo. Ela botou os peitos para fora, deixando o sutiã por baixo para segurar as mamas. Tirou a calcinha, abriu as pernas e mandou ele foder. Ele falou que não ia conseguir, que estava com muito tesão, mas quando olhava para a cara dela desistia. Ela não pensou duas vezes, pegou uma bolsa plástica, dessas de mercado, e colocou na cara, arreganhou a boceta e mandou ele se esbaldar dentro dela.

Gozei na mesma hora de tanto tesão de ver minha esposa arreganhada com um saco na cara pedindo para ser comida. Peguei o celular, estava tão nervoso que não conseguia filmar, então tirei um monte de fotos.

Quando ele viu a tia de perna aberta com o saco na cara arrancou a roupa e montou nela enfiando o pau todo dentro dela de uma vez, ela estava tão melada que foi tudo, o tesão do moleque na xereca da tia era tanto que três ou quatro socadas ele encheu a bocetona da minha patroa de porra quente.

Ele, que parecia estar com a piroca mais dura ainda, se ajoelhou na cama, eu vi a piranha de perna aberta com o bocetão arreganhado jorrando leite de dentro, toquei outra punheta, ver a minha puta com um saco na cara e a boceta encharcada era uma delicia.

O sobrinho comedor virou a titia vagaba de bunda para cima e tacou a vara de novo. Aí o bicho pegou, ele socava sem pena, segurando a vaca pela cintura. Mesmo com o saco na cabeça dava para ouvir ela gemendo, mandando ele foder gostoso a titia, meter com força. Eu estava me deliciando e fotografando tudo.

Ela saiu da posição, colocou ele deitado e montou na pica, cavalgando como louca. Aquela situação de ver minha esposa fodendo já era suficiente para me deixar maravilhado, agora a situação esdruxula dela com um saco plástico na cara era demais.

Ele gozou muito de novo dentro dela, que se ajoelhou no chão, puxou o moleque pelas pernas, levantou um pouquinho o saco plástico da cabeça deixando a boca de fora e mamou a rolona enfiando tudo na boca. Estava arreganhada, com a boceta aberta, a esporra escorria e lambuzava o chão. Depois de muito boquete o sobrinho fodedor colocou a tia puta de quatro na cama, ajeitou o saco plástico de novo na cara dela e meteu no cu. Estavam de lado para porta do meu escritório, eu via a pica entrar e sair do rabo da minha mulher, os gemidos abafados dela me alucinavam, eu que quase não fodia mais por causa da idade, já estava indo para terceira gozada.

Ele apertava os peitos dela e empurrava a rola com força, ela empurrava a bunda para trás ao encontro da vara parecendo que queria tudo dentro do cuzão. Ele a puxava pelo cabelo que passava por baixo do saco. Os gemidos eram fortes, até ele encher o rabo da tia de gosma quente e grossa.

 

 

Para me vingar da minha esposa comi a mãe dela.

Sou um cara de 35 anos,  casado há 10 anos com uma mulher 3 anos mais nova que eu, linda e muito gostosa, por quem sempre fui muito fiel e apaixonado.

Há três anos atrás minha mulher me confessou que havia me traído, que tinha sido uma vez,  que não teve como evitar, essas desculpas esfarrapadas.

Aquilo não saia da minha cabeça, será que foi só uma vez? Com quem tinha sido? Ela não quis me dizer quem tinha fodido a boceta dela. Todos os homens conhecidos eram suspeitos de foder minha mulher.

Não tinha valido a pena ser fiel a ela todo tempo. Resolvi que toda chance de enfiar minha rola em alguém não iria desperdiçar. Foi aí que comecei a foder todas as mulheres que pude.

A primeira foi minha sogra,  mulher de seus 50 anos, alta, branca, cabelos pretos,  bunda e peitos grandes e duros,  essas coroas metidas a garotona,  frequentava academia, era uma mulher gostosa.

Logo após eu e minha esposa nos acertamos, mesmo sendo corno resolvi ficar com ela, minha sogra foi jantar conosco e dormir na nossa casa. Foi aí que arquitetei a primeira vingança.

Coloquei um remédio para dormir na bebida das duas, nada que fizesse mal, mas iam dormir igual pedra.

Não demorou nada e as duas foram se deitar   fiquei na sala dando tempo pra fazer efeito.

Fui no nosso quarto e minha mulher dormia profundamente. Fui onde minha sogra dormia, entrei e a balancei, ela nem se mexeu.

Ela estava deitada de barriga para cima só de camiseta e calcinha,  de pernas abertas, dava para ver o volume do bocetão cabeludo dela, e os peitões para cima.

Abri suas pernas  puxei a calcinha para o lado e enfiei a língua dentro dela. Com o tempo começou a ficar melada e com a respiração mais forte,  mas não acordou.

Tirei o shorte subi nela e enfiei a rola, fiquei enfiado na minha sogra um tempão,  que boceta quente e apertada.  Dei uma mega esporrada nas entranhas dela, me tremi todo.

Fui no banheiro,  peguei uma toalhinha pra limpar a boceta lambuzada dela, enfiava o dedo dentro para limpar bem, o que na deixou de pau duro.

Tirei a calcinha para não sujar, peguei um creme, virei ela de bruços e meti aos poucos no cu dela,  que cu apertado,  mais que o da filha.

Coloquei um travesseiro dobrado em baixo da barriga dela para empinar o rabo e comecei a socar.  Eu suava muito e nada de gozar. Achei que ia quebrar a cama de tão forte que eu metia nela.

Minha mão por baixo tocava uma siririca fazendo ela se molhar toda.

Gozei feito um cavalo no rabo da minha sogra. Limpei o que deu, coloquei a calcinha nela e fui para cama. Não consegui dormir. Voltei lá e dei mais uma enchida de porra na bocetona da coroa.

Aí sim consegui dormir.

No dia seguinte de manhã vi que ela andava como se estivesse assada, foi de tanto que eu fiquei na boceta e no cu dela.

Como meu plano deu certo,  fiquei arquitetando quem seria minha próxima vítima,  seria a sobrinha de vinte aninhos  da minha mulher, que costumava ir lá para casa, mas isso eu conto uma outra hora.