Minha esposa foi puta de estrada por uma noite

Olá galera, meu nome é Carlos Alberto, tenho 40 anos, branco, alto, cabelos grisalhos.

Sou casado há 15 anos com a Fabíola, uma delícia de mulher de 38 anos, branca, cabelos e olhos pretos, 1,68 m de altura, cintura fina, bunda grande e dura, coxas grossas e bem trabalhadas na academia, e dois peitos deliciosamente grandes e firmes.

Somos felizes no casamento, gostamos de sair para nos divertir, nos damos super bem.

Um dia desses fizemos uma curta viagem e voltamos umas 22 h. Estávamos com fome, paramos em um bar na beira da estrada. Era um bar de pouco movimento, não era essas paradas de ônibus que costumam ser movimentadas.

Havia dois homens em uma mesa bebendo, dois em outra e o dono do bar.

Pedi alguma coisa para comermos e uma cerveja, ficamos tranquilos conversando. Estava tocando uma música num rádio.  Minha esposa me chamou para dançar, ela estava com uma calça de malha azul colada no corpo, uma camiseta com a barriga de fora e uma camisa comprida aberta na frente, que ela tirou e colocou na cadeira, deixando seu rabão a mostra.

Fomos dançar, ela me agarrou e se estragava em mim, parecia querer provocar os homens que não tiravam os olhos dela.

Então ela me disse: “Amor, lembra que você dizia que queria me ver fodendo com vários homens? Então, você hoje vai ver”.

Fiquei sem reação, achei que ela estivesse brincando, às vezes falo isso quando transamos, mas era só fantasia.

Ela passou a se esfregar mais em mim, ia até o chão e voltava, se virou de costas encostando a bunda em mim, e de frente para os homens, passava a mão por cima da boceta e a outra apertava os seios. Em seguida colocou a mão dentro da calça como se se masturbasse, os caras foram à loucura.

Se levantaram e vieram em nossa direção,  dava para ver que estavam de pau duro. Fiquei parado, com medo. Minha esposa continuava dançando, se esfregando, indo até o chão com as pernas arreganhadas e subindo.

Os caras se aproximaram, ela esticou as mãos chamando-os, eles a puxaram e começou a sacanagem, eu pedi que tivessem cuidado com ela, sem violência, o dono do bar fechou as portas, nos deixando trancados ali, e foi participar da putaria, eram cinco pra pegar minha mulher, peguei a filmadora e passei a filmar tudo.

Eram muitos amassos, lambida, apertos e esfregação, logo estavam todos nus, minha mulher com os peitões, a bunda e a xereca depilada a mostra.

Eram cinco caralhos de todos os tamanhos prontos para entrar em minha esposa, coloquei o meu para fora antes que esporrasse na calça.

Ela se ajoelhou e começou a mamar todos eles, mamava um e tocava punheta em outros com as mãos,  os caras esfregavam as picas nela, apertavam seus suculentos melões, me deixando louco.

A colocaram sentada de perna aberta na beirada de uma cadeira, e enquanto ela chupava, eles iam se revezando em chupar sua deliciosa xana e seus peitões maravilhosos.

Um deles puxou uma mesa para perto, senti um gelo no estômago, iam começar a foder minha mulherzinha.

A jogaram deitada com o bocetão para cima, e arreganharam suas pernas, dava pra ver escorrendo mel pelas suas coxas, um mulato com uma pica grossa entrou entre suas pernas e foi enfiando tudo.

Tinha sempre um com a pica na boca dela e os outros mamando as tetonas.

O mulato socava cada vez mais forte, ela gemia alto e mandava ele foder forte, ele foi subindo na mesa,  deitou sobre ela e gritou que ia encher a boceta de porra, e encheu, ela gritava que estava gozando muito, quando ele tirou escorreu muita gala de dentro dela.

Estavam todos loucos pra encher a mãe dos meus filhos de goza quente. Eu estava adorando ser corno e ver minha esposa ser puta de vários homens.

O próximo era um cara alto com uma pica comprida e torta, colocou os braços por baixo das pernas dela, deixando ela como um frango assado, e meteu, não imaginava como aquela pica muito torta ficava dentro dela. Ele socava cadenciadamente arrancando gemidos dela que se contorcia, um dos caras não aguentou e esporrou a cara dela toda, era muita porra. Minha mulher passava o dedo na porra que estava em seu rosto e lambia, até limpar tudo.

O cara alto tirou a rola da sua boceta e foi enfiando no cu dela, achei que ele ia entortar o cuzinho dela, que aguentou até estar tudo dentro, ele socava e ela rebolava, fazendo ele ir ao delírio enchendo o rabo delicioso dela de creme de macho.

O restante da noite foi uma putaria sem parar, os caras metiam na boceta, no cu, na boca entre os melões, ela punhetava os caras que lambuzavam ela toda de porra quente, eu tocava punheta sem parar e filmava tudo. Ela não saia dali nem para mijar, trouxeram um balde para ela mijar ali mesmo.

Teve uma hora que um cara deitou na mesa, ela foi por cima dele, abriu as pernas e montou comendo a pica dele com o bocetão, outro veio por trás e com as mãos empinou o bundão dela penetrando de primeira, um terceiro colocou a pica em sua boca, e ela tinha uma caralha em cada mão. Cheguei bem perto com a câmera para não perder nem um ângulo, pedi que os cinco gozassem ao mesmo tempo, eles se esforçaram para atender o pedido do corno, foi uma enxurrada de porra na minha mulher, que fiquei até com o estomago embrulhado.

No fim de tudo ela ficou deitada na mesa, extasiada, sem forças para ficar em pé, tinha gozado como nunca na vida, e levado tanta porra que dava para encher umas duas garrafas pet. Os caras foram embora, o dono do bar me ajudou a dar um banho nela, e ainda comeu a boceta da minha mulher no chuveiro enquanto eu a segurava .

Ela colocou só a camisa que era comprida, nem a calcinha ela conseguiu botar de tão ardida que estava, foi dormindo até em casa, onde dormiu o dia todo.

Eu ainda assisti ao vídeo que fiz e toquei mais umas duas bronhas vendo minha esposa sendo puta de beira de estrada.

Mãe fodendo com os pedreiros e o filho vendo.

Quando eu tinha 16 anos, estava no auge da vontade de foder, era uma média de 4 a 5 punhetas por dia, não podia ver nada de mulher que lá ia eu para algum lugar tocar uma.

Nunca poderia imaginar que a vez que mais toquei punheta em minha vida foi por causa da minha mãe.

Minha mãe na época tinha uns 42 anos, mulata, baixa, bunda e peitos grandes, bonita, cabelos cheios e cacheados, nesse dia vi que ela que tinha um corpo bonito. Meu pai tinha uma oficina mecânica, era 10 anos mais velho que ela, e bebia muito, apesar de não ser violento, não ligava para ela que devia estar subindo pelas paredes de tesão.

Minha casa estava em obra, tinha um pedreiro e um ajudante trabalhando lá. Eu e minhas duas irmãs estudávamos a tarde. Nesse dia não tive aula, voltei para casa e mais tarde iria buscar minhas irmãs que ficaram na escola.

Eram por volta de umas 14 horas, tinha massa pronta no quintal, a porta estava aberta e os pedreiros não estavam. Entrei sem desconfiar de nada e fui direto para meu quarto. O quarto dos meus pais era depois do meu, a porta estava entre aberta e vinha um gemido de lá. Fiquei parado ouvindo, tinham outros barulhos. Olhei pela fresta da porta e vi que os pedreiros estavam lá dentro com minha mãe, mas não dava para ver o que faziam.

Sai devagar de casa, dei a volta correndo pela lateral, eu sabia que tinha um buraco na parede do quarto onde fixaram a janela nova, rezei para não terem fechado ainda, e lá estava ele aberto.

Olhei pelo buraco, não tinha como eles me verem. Estavam nus, o ajudante, que era um mulato forte e baixo, tinha uma pica pequena mais muito grossa. O pedreiro era um negro alto e bem forte também, tinha uma pica de cavalo, grande e grossa. Minha mãe estava completamente nua, sentada na cama de pernas abertas, dava para ver os peitões e o bocetão dela arreganhado. Na mesma hora coloquei a caceta para fora e sem fazer nada já gozei.

O ajudante se ajoelhou no chão de frente para ela, colocou as pernas da mamãe nos seus ombros e chupou sua boceta. O pedreiro colocou ela para chupar o cassetete preto, ele a segurava pelos cabelos a puxando ao encontro do caralho. Ela engolia tudo.

Depois trocaram de posição, na hora da troca vi que sua xana estava escorrendo mel. Me esporrei de novo.

O negro colocou minha mão de quatro na cama, e chapou a vara na sua boceta, enfiava nela como se fosse um cavalo fodendo uma égua, ela parecia estar se esbaldando de prazer, seus peitões balançavam para todos os lados. O mulato sentou de frente para ela e a puxou em direção a sua vara grossa, que ela engoliu totalmente, colocando seu saco na boca também.

O negro começou a fazer movimentos mais lentos enfiando a vara e deixando mais tempo no fundo e dava tapas na bunda dela. Gritava: “Vou encher sua boceta de porra sua puta”, ela com a boca cheia balançava a cabeça que sim. Ele encheu tanto a boceta da minha mãe que quando tirou o caralho caia placas de porra na cama. Gozei pela terceira vez.

O mulato veio para trás dela, pegou um pano, limpou a xana esporrada e meteu a vara, o negro sentou para ser chupado.  Ele socava com tanta força nela que a rola do negro ia até a garganta da minha mãe. Não demorou muito e ela estava com a boceta cheia de esporra grossa outra vez.  O negro gozou de novo, dessa vez na sua boca, era tanta goza que escorria pelo canto da boca e pelo queixo da puta da mamãe, lambuzando seios melões. E eu esporrava na parede sonhando com o bocetão dela.

Depois de engolir toda a porra que tinha na boca, ela ficou em pé, pegou uma toalhinha, abriu as pernas e se limpou. Os dois estavam sentados na cama relaxando, ela se ajoelhou e começou a mamar as cacetas deles, se revezando entre uma e outra, que logo estavam duras. O mulato, que só tinha gozado uma vez, resolveu empatar a sacanagem, a pegou e a colocou entre suas pernas, botando a rola no meio dos peitões dela e apertando, fazendo movimento como se estivesse fodendo. Foi esporra até na cara da mamãe, ela ficou toda lambuzada.

O negro a pegou pelos braços e mesmo toda esporrada a colocou para cavalgar na rola dele. Ela montou, engoliu a vara toda com a xereca e cavalgou, que tesão de ver minha mãe cavalgando com seus peitões melados de porra balançando. Queria muito foder aquela puta.

O mulato se ajoelhou por trás dela fazendo-a deitar no peito do negro e levantando bem sua bunda, e colocou a vara no cu dela. Estavam os dois fodendo minha mãe ao mesmo tempo. Era demais para mim. Achei que ia morrer de tanto tocar punheta.

Os dois estavam fazendo um sanduiche com ela, que rebolava feito louca, gemia, meus olhos não saiam dos peitões dela, eram lindos, grandes, suculentos. Quase que ao mesmo tempo eles gozaram, encheram os buracos dela de suco de pica. Saíram de dentro da minha mãe, deitaram ela de barriga para cima e cada um segurou por uma coxa, arreganhando ela toda, via escorrer um mar de porra dos buracos dela.

Minha mãe se levantou, colocou a mão entre as pernas, para não sujar o chão de porra, e correu para o banheiro. Os pedreiros voltaram para o trabalho, e eu, tremendo depois de tocar muita punheta, gozei oito vezes, entrei em casa tentando fazer de conta que não tinha acontecido nada.

Gritei para minha mãe que tinha chegado, ela saiu do banho e veio para sala. Não conseguia parar de pensar nela fodendo feito uma puta. Cada vez que a via lembrava de seus peitões balançando, da porra escorrendo neles, dos dois ao mesmo tempo enfiando nela, que doidera, nunca desejei tanto uma vadia, como desejava minha mãe. Os dias passavam e eu lembrava dela e me acabava na punheta. Tinha que arrumar uma forma de foder aquela puta que estava ali pertinho de mim.

E consegui, mas, isso eu conto depois.

Segurou a esposa para eu foder.

Pessoal esse fato ocorreu comigo  há pouco tempo, agora que passei a ler contos eróticos tomei coragem para contar.

Tenho 35 anos, 1,78m, 70 kg, moreno de cabelos preto e físico normal. Sou casado e nessa época procurei por um pedreiro conhecido para fazer um serviço lá em casa, era bastante serviço e daria uma grana.

Falei com o João, um pedreiro de seus 54 anos, bem forte, meio bronco, que já tinha feito serviço pra mim, e pedi um orçamento. Estava com pressa e liguei para ele que me pediu que passasse a tardinha em sua casa para combinarmos.

Chegando lá, falei que iria procurar por outros pedreiros para avaliar o melhor preço e daria uma resposta em breve, João queria de qualquer maneira a obra.

A esposa dele, Sofia, estava fazendo seus afazeres domésticos. Parecia ter uns trinta e poucos para quarente anos. Morena, cabelos compridos presos, bunda e peitos grande. Ela estava de saia, conforme ia trabalhando suas pernas as vezes ficavam um pouco a mostra. Apesar de não ter uma vida muito confortável era uma mulher gostosa e bonita. Fiquei olhando para ela tentando disfarçar, cheguei a ver até quase a calcinha dela.

João notou que eu disfarçava e olhava para mulher dele. Pediu que a esposa fosse comprar duas cervejas para bebermos, falei que não precisava, mas ele insistiu e ela foi.

Quando ela saiu ele disse que reparou que eu olhava para mulher dele, fiquei sem graça e ele disse: O Dr. gostou? Podemos fazer um acordo. O senhor come ela em troca da obra.

Achei que ele estava puto, me fiz de indignado, mas ele disse que estava tudo bem, que ela tinha que dar a cota dela de sacrifício para conseguir um trabalho para o sustento da casa. Então perguntei se ela concordaria, ele disse que achava que não, mas daria um jeito. Pediu que quando ela chegasse eu fosse ao banheiro e voltasse logo.

Aquela situação me deixou doido, de pica muito dura e latejando. Era uma situação muito estranha.

Quando ela voltou com as cervejas fui ao banheiro e deixei os dois na sala, voltei logo como ele me pediu. Ela estava sentada no sofá grande e não gostou nada da ideia. Fala que não, não, então cheguei e João mandou eu sentar. Ela tentou levantar para sair e ele a segurou. Tentou de novo e ele a jogou deitada no sofá e a segurou pelos pulsos, ela esperneava, se batia, enquanto João tentava levantar a saia dela e dizia deixa o Dr. te comer.

Então ele rasgou a saia dela, a blusa e arrebentou o sutiã, deixando-a só de calcinha e com os peitões de fora. Mandava em meter a vara nela. Que tesão, ela se esperneava e me pedia para não fazer. Não adiantou, tirei a calça, fui pra cima dela que começou a chorar, tirei a calcinha dela, e vi um bocetão bem peludo, com sinais que estava molhado, enfiei os dedos e depois meti a rola nela. Estava melada sim, João a segurava e mandava eu meter com força na égua dele. Mandava eu foder o bocetão dela. Encher a esposa dele de porra. João delirava com a cena.  Enquanto eu bombava na boceta, mamava os melões suculentos dela, que estava assustada e muito ofegante.

João a segurou com uma das mãos e com a outra botou a vara pra fora e começou a tocar uma punheta. Dizia que seu sonho era ver outro macho foder e encher de gala a xana da mulher dele. Depois de socar muito enchi as entranhas dela de porra quente numa gozada deliciosa. Sai de dentro dela e João esporrou a cara da esposa, a lavando com um banho de porra.

Ele a segurando pelos braços a fez se ajoelhar na minha frente que estava sentado no sofá, e a botou para mamar minha caceta. Mesmo forçada ela chupou com muita vontade. Meu pau pulou de novo.

João colocou a esposa debruçada no braço do sofá, de bunda para cima, sentou e a colocou para chupar sua rola, e mandou que eu enfiasse no cu dela. Cheguei por trás, abri as pernas e coloquei a cabeça, ela tentou sair, mas a segurei junto com João, enfiei até o talo na bundona dela. Comia aquele rabo com vontade.

João mandou que eu a levantasse pela cintura, e se sentou, eu engatado no rabo dela a levei até João que veio puxando na direção dele, eu fui para frente preso nela e desci até ela ficar sentada de frente com o marido que preencheu sua xana com o cacete dele. Sofia estava empalada pelas nossas rolas duras.

Eu socava no cuzinho, apertava os peitões dela, enquanto João mamava de socava na bocetona cabeluda de Sofia, que a essa altura tinha se entregado ao prazer e gozava feito uma puta. Puxei seu cabelo para trás e chupei seu pescoço deixando marcas do meu tesão em seu corpo.

Após um tempo nessa foda maravilhosa, eu e João encharcamos Sofia com nossa porra quente, deixando ela toda lambuzada, quando se levantou nossa porra escorria pelas pernas dela. Ela correu para o banheiro e eu e João fomos tomar nossa cerveja e fechar o negócio da obra.

Depois, por vontade dela fizemos a mesma sacanagem umas três vezes.

Flagrei minha esposa dando, e acabei dando também.

Meu nome é Sergio e a história que vou contar é muito estranha, uma coisa que pretendo esquecer.  Tenho 33 anos e sou casado com Bárbara, 29 anos, morena de olhos azuis, 1,75 m, corpo de modelo, coxas lisas e bem definidas, seios tipo pera, bunda no tamanho ideal, nem grande nem pequena, uma bocetinha carnuda e muito molhadinha, um rosto lindo emoldurado por um cabelo preto, comprido e bem lisinho, uma mulher muito bonita e deliciosa.

Somos casados há 5 anos e como todo corno nunca desconfiei que Bárbara tivesse coragem de me trair. Tenho 1,70, sou branco, cabelos castanhos e um corpo bem cuidado.

Eu trabalho de segunda a sexta feira em horário comercial, e a Bárbara dia sim, dia não, pois é enfermeira. No dia fatídico, me aborreci no trabalho e voltei para casa um pouco antes do almoço, era o dia da Bárbara estar em casa. Cheguei, entrei no apartamento, e ouvi um gemido de mulher, a voz de um homem e um barulho de corpos se batendo numa foda. Quase morri do coração, não era possível o que estava pensando.

Fui direto para o quarto e a cena que vi me deixou sem chão. Minha Bárbara nua, de quatro na beirada da cama e um negro enorme, musculoso, em pé por trás dela enfiando a rola na minha esposa. Ele tinha uma das mãos na boceta dela e a outra a segurando pelos cabelos, ele me viu e continuou socando com força dentro dela, depois de uns segundos ela me viu, arregalou os olhos, se levantou, empurrou o seu macho, se desencaixando da rola dele e veio em minha direção.

Me abraçou e eu comecei a chorar, ela disse que me amava, mas sentia necessidade de ter um macho pirocudo para foder ela. Eu era o amor dela e o negão o macho que dava prazer. Eu só chorava e a abraçava. Então ela tirou minha roupa, e me colocou sentado em uma cadeira de frente para cama, se deitou e mandou o negão acabar de foder ela. Ele montou na minha esposa e enfiou um puta pedaço de ferro dentro dela. Era uma caralha preta, grande, grossa e com uma cabeça gigantesca.

O negão socava sem piedade na Bárbara que pedia mais, miava feito uma puta, dava soco nas costas do macho, trançava as coxas em volta dele, revirava os olhos e gritava que estava gozando. Eu me acabava na punheta vendo minha Bárbara trepar. Ele olhava pra mim e dizia que estava comendo minha mulher, depois me chamava de corno e que estava enchendo minha puta de porra quente. E encheu, quando ele sacou a vara era muita porra escorrendo da boceta da Bárbara.

Minha mulher continuava de pernas abertas, boceta arreganhada, deixando o leite escorrer. Me chamou para perto dela, e mandou que eu limpasse a sujeira que o negão tinha feito dentro dela. Fiquei atônito, ela insistiu e eu cai da língua na boceta dela, lambi tudo, sugava toda porra que escorria dela.

Então ela sentou na beirada da cama, me fez sentar na frente dela, passou suas pernas em volta da minha cintura, me abraçou por trás com uma das mãos e com a outra segurou forte meus cabelos. Chamou o macho dela que veio em minha direção com a pica preta, que já estava dura novamente. Ele me segurou pela cabeça com as duas mãos, Bárbara pedia que eu chupasse o macho dela, eu balançava a cabeça que não. Ele esfregava o cabeção na minha boca, que eu tentava manter fechada a todo custo. Ela me pedia, quase implorava que queria me ver chupando o homem dela, que a rola dele estava com o gosto dela.

Então, Bárbara tapou meu nariz, fiquei sem ar e acabei abrindo a boca e a piroca grossa do negro foi até minha garganta. Ele socava forte e eu sem saber o que fazer. Ele foi parando, tirou um pouco e eu comecei a mamar, meio sem jeito, mas fui me acostumando e passei a chupar igual uma puta, Bárbara me soltou, se ajoelhou e me fez um boquete delicioso, me chupava e me olhava chupando seu macho.

Tirei um pouco a boca e chupei com vontade a cabeça da pica até ele jorrar um litro de porra quente e deliciosa na minha boca, foi minha primeira vez. Assim que engoli tudo, Bárbara se deitou e me mandou foder ela. Subi na minha puta e enfiei com vontade. Virei ela de costas e coloquei no rabo dela, o negão entrou por baixo e ocupou por completo a buceta dela. Ficamos os dois metendo na minha mulher.

Gozei muito no cuzinho dela, puxei a pica do negro de dentro dela e mamei de novo. Depois mandei ele me comer. Queria sentir o que minha esposa sentia, a vara preta no rabo.

Foi uma sensação incrível, ele me preencheu todo por dentro. Depois de um pouco de dor o prazer foi o máximo, Barbara me chupava enquanto eu era enrabado.  Meu tesão estava no máximo. Ele me chamava de puta, de vadia e socava tudo dentro.

Senti um jorro de porra quente me enchendo, e soltei mais uma dose de porra na boca da puta da Bárbara.

Foi uma experiência incrível, mas que tento esquecer. Minha deliciosa mulher no mesmo dia me fez virar corno e viado.

Fiquei engatada pelo cu com meu dog.

Oi queridinhos, meu nome é Jeniffer e tenho 23 aninhos, sou moreninha clara, cabelos pretos compridos e ondulados. Tenho seios fartos e duros, cintura fina e bunda grande. Coxas grossas, tenho 1,57 m. Tenho muito tesão e quando estou sem namorado uso uns brinquedinhos que adoro para me saciar. Minha bocetinha e bem pequena, mas, como fico muito molhadinha acabo conseguindo engolir umas varas bem grossas.

O fato que vou contar aconteceu justamente em um período em que estava sem namorado. Estudando, trabalhando, ajudando meus pais em casa e na loja, minha vida estava uma loucura.

Um sábado cheguei em casa logo após o almoço, estava exausta e cheia de tesão, tinha um tempinho que não transava nem usava meus brinquedinhos. Tomei um banho quente bem demorado, como estava sozinha, vim pra sala só de calcinha e um topezinho, e me joguei no sofá.

Temos um cachorro enorme, um dinamarquês, se chama Thor. Deixei a porta da sala que dá para o quintal aberta e Thor entrou. Eu estava com as pernas esticadas com os pés no chão, Thor veio e deitou-se nos meus pés. Ele estava de lado, fiquei vendo o pirocão que ele tem. Grande e grosso, mesmo encapado. Conforme eu olhava ia ficando com mais tesão ainda, comecei a imaginar aquilo dentro de mim. Já me apertava de vontade.

Então, me ajoelhei ao lado dele e comecei a fazer carinho na picona dele, que logo foi saindo da capa. Era grande, grossa e brilhava de tão melada que estava. Peguei uma vasilha com água, um paninho e dei uma limpada nela. Conforme ia limpando ele parecia ficar excitado, fazia um movimento como que bombando uma cadela.

Não resisti, caí de boca, fui lambendo, lambendo até colocar tudo na boca e chupar com vontade, ele ia soltando um líquido aos jatos na minha boca. Enfiei os dedos na minha xaninha toda melada e toquei uma siririca deliciosa. Mais um pouco de chupada e ele jogou litros de porra quente, que eu engoli tudinho, tinha um sabor diferente da porra de homem, sei lá, era mais gostosa.

A essa altura eu já estava descontrolada, queria rola canina dentro de mim. Corri no quarto, peguei um par de meias grossas, e fita cola, li isso em um conto, coloquei as meias nas pata da frente do Thor e enrolei com fita, para ele não arranhar minhas costas. Sentei no sofá, tirei a calcinha que já estava toda encharcada, abri as pernas e chamei o totó. Thor começou a me lamber, que língua gostosa, eu me tremia toda, danei a gozar na língua dele, que quando sentiu meu cio ficou louco, queria montar em mim.

Me ajoelhei no chão, coloquei a barriga apoiada no sofá, e deixei ele me fazer de cadela. Ele subiu em mim, colocou as patas na minha cintura e começou a tentar enfiar em mim, sentia a ponta da caceta dele batendo em tudo que é lugar, batia nas minhas coxas, bunda, entrada da xereca, que desespero dele querendo furar a cadela.

Coloquei minha mão entre as pernas, segurei ele e ajudei, colocando na entrada, ele deu um tranco e enfiou tudo de uma vez na minha bocetinha, fui na lua e voltei. Minhas pernas tremiam, ele bombava com força, cada vez mais forte. Senti o leite dele escorrer dentro de mim, a piroca crescia, ficava mais dura e inchada, latejando muito nas minhas entranhas. Uma bola cresceu dentro de mim, fiquei nervosa, e ele me fazendo gozar como nunca tinha gozado na minha vida.

Era um mar de porra canina enchendo meu útero, eu gritava de prazer, que foda deliciosa. Até ele parar, ficou quieto, sentia muita porra escorrer. Ele passou a perna por cima de mim e ficou de costas, estávamos engatados. Fiquei muito nervosa, ele queria me arrastar, me agarrei no sofá, segurei ele pelas pernas e ficamos assim parados engatados em tempão. Uma hora ele puxou e a pica saiu, fez um estalo. Fiquei completamente arrombada pela bola dele.

Caí ali mesmo deitada quase desmaiada. Thor veio me lamber limpando toda porra que ele mesmo jogou dentro de mim. Aquilo me deixou louca, queria mais.

Fiquei de quatro de novo como se fosse a cadela dele e deixei ele a vontade. Montou imediatamente em mim e começou a me fuder. Eram pinceladas que entrava e saiam da minha xaninha. Até que numa dessas ele acertou meu cu, foi tudo dentro, que dor, dei um berro, me agarrei no sofá tentando tirar ele de dentro do meu rabo mas não deu, era relaxar e deixar ele me enrabar.

Enquanto ele estocava meu rabo eu me masturbava, era uma gozada atrás da outra, estava molinha de tanto gozar. Minhas coxas eram uma cachoeira de melzinho descendo.

Sentia meu cuzinho se encher de porra quente, era muita porra, aí a bola dele foi crescendo dentro. Fiquei apavorada, se na boceta foi aquele estrago, imagina no cu?

Não tinha jeito, era deixar ele esvaziar o saco dentro do meu rabo. Muitos jatos de porra depois, ele se virou de costas para mim e fiquei engatada pelo cu. Ele saiu me arrastando, tentei me segurar de novo, mas, não consegui, fui atrás dele feito uma cadela engatada. Ele foi na direção da porta, o desespero foi enorme, se ele me arrasta para o quintal e alguém me vê engatada nele. Não sabia o que fazer. Saímos porta a fora, eu pelada engatada pelo cu com um cachorro. Me ralei toda, até ele parar no meio do quintal, não conseguia sair, estava presa.

Passaram pessoas na calçada, mas para minha sorte não olharam pelo portão, o quintal eatava escuro com as luzes apagadas. Finalmente a pica dele saiu, meu arrombou o cu todo. Escorria muita porra de dentro de mim. Se eu me levantasse iam me ver. Fui rastejando até a varanda e entrei em casa, ninguém me viu. Limpei tudo aos trancos.

Tomei um banho, os rombos na frente e atrás eram muito grandes, estava ardendo e doendo, dava para colocar a mão. Fui para o quarto e desmaiei na cama até o dia seguinte, nem vi meus pais chegarem. De manhã olhei o Thor lembrando os momentos maravilhooosos e o susto que ele me deu.

Não conseguia mais me segurar de vontade de cruzar com ele, sempre corria para casa para ser a cadela do Thor, mas, passei a tomar cuidado de fechar a porta antes.

Deixem seus comentários que vou adorar ler.

Para ganhar um aumento, botei minha mãe na suruba.

Olá pessoal, me chamo Ricardo, tenho 21 anos, não tenho nenhum atrativo que mereça descrever. Moro com minha mãe, que é separada de meu pai, ela tem 41 anos, é bem branquinha, 1,70m mais ou menos, gosta de se cuidar para poder paquerar, cintura fina, bunda grande, peitão, coxa grossa, bonita, cabelos pretos e compridos, e geralmente é uma pessoa muito simpática com todos.

Um dia desses foram lá em casa o Antônio, meu chefe direto, Paulo Cesar, o chefe dele e dois colegas de setor, Zé Carlos e Celsinho, para tomarmos umas cervejas. Minha mãe preparou uns petiscos, levamos as cervejas e começamos a beber. Minha mãe nos acompanhou, ela gosta de tomar uma cerveja, estava com um vestidinho apertado, que delineava bem seus peitões e seu rabão, comprido e aberto do lado, que às vezes deixava suas pernas de fora. Muito simpática, conversava e brincava com todos, notei alguns olhares de tesão para ela, o que achei normal, eu mesmo morria de tesão por ela. Numa determinada hora, ela já meio alegrinha falou que ia dormir, pois já estava bem alta. Todos riram e ela se foi.

O pessoal falou que ela era legal, e bonita, um falou que ela era gostosa, que sem ela ali não tinha graça, fiquei meio puto com esses elogios. Vi que se ela desse mole eles comiam minha mãe.

Em um dado momento, com todos já bem levados pelo álcool, Antônio meu chefe falou que se comesse minha mãe me dava um aumento, o chefe dele, Paulo Cesar, falou que cobriria o aumento se eu arrumasse para ele comer minha mãe.

Minha cabeça imaginou mil coisas, pedi licença e fui lá em cima onde ficam os quartos. Devagar, abri a porta do quarto da minha mãe, ela estava com uma calcinha enfiada na bunda e uma camisetinha, deitada de bruços bem arreganhada, num sono pesado, roncava direto.

Perguntei para eles se era verdade a história do aumento e eles confirmaram. Então falei que ia arrumar as coisas naquele momento, eles não acreditaram. Fiz uma caipivodka bem forte, coloquei numa garrafinha pet e subi. Levantei a cabeça dela e a fiz tomar tudo para ficar bem bêbada. Ela gosta de caipivodka e já estava pra lá de alta, bebeu tudo e apagou de vez.

Chamei o pessoal. Entraram no quarto e viram ela deitada, não entenderam nada. Falei pra eles aproveitarem que ela não ia acordar tão cedo. Ninguém acreditou. Então, fui até ela e puxei a calcinha para o lado deixando seu bocetão aparecendo, abri mais suas pernas e chamei o Antônio, ele veio desconfiado, peguei a mão dele e coloquei na bunda dela que nem se mexeu.

Ele tomou coragem e enfiou os dedos nela, depois abriu mais um pouco a caiu de boca no bocetão dela. Os outros se aproximaram e tiraram a blusa e a calcinha deixando minha mãe pelada, coloquei o pau duro para fora e fiquei vendo tudo.

Zé Carlos colocou o pau na boca da mamãe, que começou a chupar instintivamente, o Paulo Cesar a virou de barriga para cima, ficou pelado, e montou nela, me aproximei e puder ver a rola dele penetrando a bocetona da minha mãe. Ele socou muito e com força nela enchendo sua buça de porra. Quando tirou vi a goza dele escorrer de dentro dela.

Agora era a vez do Antônio foder mamãe, mas, antes ele me fez pegar papel toalha e limpar a porra de dentro dela, eu enfiei os dedos com papel toalha no bocetão quente e melado dela e limpei tudo, eu já estava quase gozando, enquanto isso Zé Carlos e Celsinho gozaram enchendo sua boca e lambuzando a cara dela de porra.

Antônio a colocou de bruços pôs dois travesseiro embaixo dela montou e meteu por traz na boceta, ele suspendia ela pela cintura e socava a rola, eu queria gozar, não aguentava mais, ia esperar Antônio acabar para eu gozar dentro dela.

Depois de muita socada Antônio gozou muito no bocetão. Não aguentei mais, subi na minha mãe e enfiei a rola dura na boceta toda esporrada dela, foram duas ou três estocadas e gozei litros na mamãe. A galera queria mais, ela não tinha reação, só gemia.

Celsinho sentou na cama de pau duro para cima, o Zé Carlos e o Paulo Cesar a pegaram e a colocaram sentada no colo dele de frente com as pernas dobradas, ele meteu na boceta dela e a puxou para seu peito ficando os dois deitados e ela de bunda para cima. Zé Carlos se ajoelhou por trás e meteu no cu da minha mãe. Ficaram os dois enfiando nela até gozarem. A cama estava toda melada, aquela altura minha mãe já tinha levado seis esporradas.

Alguém foi pegar cerveja, e eu e Antônio demos uma arrumada nas coisas, tomamos uma para refrescar, e o PC a colocou para mamar deitada de bruços, não fiz por menos, deitei por cima e fodi aquele rabão que me fez ter mil sonhos eróticos por toda vida. Quanto mais pensava que estava fodendo minha mãe com mais força socava no rabo dela. Maravilhosos. Enchi o cu da minha mãe de porra quente.

Agora era a vez do PC  foder o cu dela, que estava imóvel, fazíamos o que queríamos com ela, era nossa escrava. Sempre tinha dois dentro dela, um na boceta e outro no cu, sem contar que as rolas não paravam de entrar na boca da mamãe.

Perdi as contas de quantas vezes cada um fodeu ela. Eu tinha dado três na minha mãe, acho que cada um deu três, quatro, acho que o Zé Carlos varou minha mãe cinco vezes.

Todos se foram deixando o quarto e minha mãe em petição de miséria, era porra para todo lado, lençol, fronha, tapete, tudo. Ela era um poço de porra, estava toda lambuzada, a boceta inchada e o cu todo arregaçado, o cheiro de porra e sexo era enorme. Já eram umas três horas da madrugada, ela não ia acordar tão cedo. Tinha que organizar tudo.

A peguei no colo e a coloquei dentro da banheira, eu continuava nu, e no auge de meus 21 anos três gozadas não era nada, meu pau estava completamente duro.  Dei banho nela, tinha que limpar ela toda, enfiava o dedo nela para tirar a porra e não aguentei, entrei na banheira e deu mais uma esporrada dentro dela. Consegui terminar o banho. Levei-a para o quarto, troquei as roupas de cama, deitei ela e quando ia vesti-la o pau subiu de novo, porra estava tudo limpinho e eu ia melar tudo. Meti no bocetão dela e fiquei lá dentro um tempão, socando devagar as vezes com força, mas sozinho era a paz que eu queria para comer minha mãe. Na hora de gozar tirei, coloquei em sua boca e jorrei tudo garganta abaixo.

A vesti e fui para meu quarto tomei um banho e deitei sem conseguir dormir o restinho de madrugada, não parava de pensar em tudo aquilo.

Pela manhã ela acordou reclamando de ressaca e de um gosto esquisito na boca. Não sei se ela sentiu a boceta e o cu doendo. Acho que não desconfiou de nada, agiu normalmente comigo.

O aumento? Os filhos da puta não me deram, mas foi a melhor sacanagem que fiz na vida.

Se você já passou por coisa parecida, conta aí nos comentários.

Comi o traveco, e ele comeu minha noiva

Eu sempre tive vontade de participar de uma sacanagem total, e outra tara era de ver alguém foder minha noiva. Ela não topava nenhuma de minhas sondagens para isso.

Deixa eu me apresentar. Tenho 32 anos sou branco, olhos castanhos claros, 1,75m, físico atlético. Minha noivinha, Fabiana, tem 25 anos, 1,56m, lourinha, cabelinho curto, olhos verdes, peitinhos durinhos, rosadinhos apontando para o céu, coxas grossas, cintura fina e bunda grande, uma bocetinha minúscula, raspadinha e que fica melada logo, logo. Linda e muito deliciosa, todos mexem com ela na rua.

Um sábado a tarde fomos à casa de uma colega de trabalho tomar umas cervejas, minha noiva estava com um vestidinho curto, mostrando bem suas pernas maravilhosas e suas curvas estonteantes. Essa minha colega é lésbica e mora com uma menina deliciosa. Ficamos os quatro bebendo e conversando, mais tarde chegou uma amiga de minha colega, uma morena alta, linda, com um cabelão cacheado, peitos grandes, bundão, com uma bermuda de malha bem apertada, que logo notamos ser um travesti.

Não nos importamos e continuamos a nos divertir, bebendo e rindo bastante. Notei que minha colega sapata não tirava os olhos de Fabiana, que olhava para a traveca toda hora, parecia observar algo. A traveca também notou, em um determinado momento ela rindo perguntou para Fabiana se ela estava procurando o pau dela. Ela riu sem graça, a traveca disse que não tinha problema que era uma curiosidade de muitas pessoas, saber como eles escondiam o pau.

Fabiana confirmou a curiosidade de saber, e ela falou que mostraria se eu deixasse. Como a bebida já falava mais alto, as fantasias que eu costumava ter vieram na cabeça, concordei. A traveca tirou a bermuda mostrando uma bunda maravilhosa, melhor do que muita mulher, estava com uma calcinha de renda minúscula, não dava para ver o pau. Então ela abaixou a calcinha, se virou e mostrou para minha noiva. O casalzinho de lésbicas também se aproximou para ver, e eu não tirava os olhos do rabo da traveca, nunca tinha fodido uma, mas como ia fazer na frente da minha noiva? Só tinha um jeito, botar ela para rolo.

Comecei a dar corda para a sacanagem, pedi que a traveca tirasse o pau e prendesse de novo para todos verem como era. E ela fez. Quando tirou o pau, foi um espanto geral, era um puta cacetão, enorme, grosso e cabeçudo. Fabiana arregalou os olhos e riu, incentivei, perguntei se minha noiva podia segurar, e ela deixou. Fabiana pegou com vontade e deu uma punhetada, o cacete da traveca endureceu na hora. O meu também. Ela me olhava como que querendo minha permissão. Abaixei a calça, fiquei com o pau para fora, abracei a traveca por traz encostando o pau em seu rabão, peguei sua pica, segurei a nuca da minha noiva e coloquei a rola da traveca em sua boca. Ela arregalou os olhos, mandei ela chupar, e ela começou a mamar.

Arranquei minha roupa e a da traveca, as lésbicas ajudaram Fabiana a tirar a dela, ficamos todos nus. Eu me esfregava no rabo e apertava os peitos da traveca, minha noiva devorava a rola dela e as lésbicas, uma chupava os peitinhos de minha noiva e a outra sugava sua bocetinha. Delicia total.  Meu pau parecia que ia explodir. Ver minha noivinha linda chupando um travesti e sendo chupada por duas lésbicas era demais. Meu coração parecia que não ia aguentar. Fabiana delirava de prazer, seu corpo tremia de tesão, esguichava na boca da sapatona. Eu queria o cu da traveca. Coloquei a cabeça na entrada, ela se inclinou um pouco, abriu bem as pernas e me deixou penetrar. Que rabo gostoso, quente e piscava mordendo meu pau.

Comecei a foder aquele rabo, e em pouco tempo já dava estocadas violentas fazendo com que sua rola fosse ate a garganta da Fabiana. As duas sapatas se lambuzavam todas sugando minha noiva como duas vampiras. Gozei feito um cavalo, derramando porra quente no rabo dela. E cai sentado no chão.

As lésbicas abriram as pernas da minha noiva e mandaram a traveca meter a rola gigante na bocetinha dela que aquela altura já estava toda melada. O traveco montou nela, enfiou tudo na bocetinha e ficou metendo com força. Quase desmaiei de ver um travesti, de cabelão, peito e bunda fodendo minha noivinha que eu tirei o cabaço.  Ela gemia feito uma puta. Mandava meter mais forte. Minha colega veio me chupar me deixando preparado, mandou a mulherzinha dela montar em mim, e foder gostoso. Fique ali um bom tempo fodendo, mas queria mesmo o traveco. Sai de dentro dela e fui de novo no rabo do travesti que estava engatado em Fabiana. Enfiei tudo, enquanto eu  fodia ele, ele fodia minha noiva.

Esporrei com tudo no rabão dela, era tanta porra que saiu escorrendo pelo saco dele e melando a Fabiana , rapidamente o traveco encheu a bocetinha dela de muita porra gosmenta e quente, minha noiva ficou louca com aquilo. Caímos uns por cima dos outros de tanto prazer.

Descansamos um pouco, fui tomar um banho, minha colega foi atrás de mim, entrou no chuveiro comigo. Ficamos de sacanagem, meti um pouco nela sem gozar, e fui pra sala. Que cena maravilhosa, Fabiana ajoelhada em uma mesinha chupando a sapata que estava na mesa grande de perna aberta, a traveca de vara dura se preparando para meter na Fabiana, me viu chegando e falou para eu ver minha noivinha ser enrabada por um travesti.

Me ajoelhei por traz deles para ter a visão completa, a traveca melou a rola na boceta da Fabiana e empurrou tudo no cuzinho dela, de uma só vez, ela deu um gritinho e voltou a chupar a bocetinha. O traveco pegou ela pela cintura e levantou, mandou em me sentar de frente para ela e foi descendo Fabiana na minha vara, arreganhei bem ela e preenchi a sua boceta. Lá dentro dava para sentir a vara do traveco no cu dela. Fabiana parecia em transe, possuída, preenchida por duas varas. O travesti bombava muito nela, eu só parado deixando o balanço trazer e levar ela do meu cacete.

Quase que ao mesmo tempo enchemos os dois buracos da minha noivinha que eu tinha colocado para ser puta de traveco.