Flagrei a crente dando, filmei, chantageei e comi.

Meu nome é Sebastião, sou mulato, 45 anos, altura média , magro, trabalho numa creche, sou porteiro.

Lá trabalha uma mulher crente, casada, chamada Regina, tem seus 47 anos, branca, baixa, cabelo castanho escuro comprido que ela sempre prende. Usa como uniforme uma calça de malha e uma camiseta comprida que tapa o bundão dela, tem os peitos grandes e a cintura fina, é bonita e gostosa, já toquei muita punheta pensando nela. Ela é tipo monitora das crianças, pra não fazerem bagunça.

Um dia desses eu vi ela chegando no pátio se ajeitando e olhando desconfiada para os lados, achei estranho, me lembrei que as vezes ela sumia uns vinte, trinta minutos, mas nunca estranhei , até aquele dia.

Marquei ela em cima, dois dias depois ela saiu do pátio olhando pros lados, disfarcei e fui atrás. Ela entrou no depósito, dei um tempinho, dei a volta e olhei por um buraco na janela, que cena linda, Regina ajoelhada no chão sem camiseta e sem sutiã chupando a vara de um zelador. Que peitões lindos, brancos, redondos, deliciosos. Ela mamava feito uma bezerra louca, enfiava tudo na boca, depois tirava deixando só a cabeça que ela sugava forte. Com as mãos, ela alisava as bolas, até o zelador encher a sua boca de porra. Deve ter sido muita porra, ela engolia aos goles, escorria porra pelos cantos da boca. Botei o pau pra fora e toquei uma até melar a parede. Depois ela ficou de pé, que peitos lindos, o zelador continuava de pau duro e todo babado pela mamada gostosa que a Regina deu.

Ele abraçou ela que encostou os peitões nele, que falava que queria fuder ela, que dizia que não, era só chupada, que não podia, era um pecado maior ainda. Ele insistiu, enfiou a mão dentro da calça dela e alisou a buceta dela. Ela olhou pros lados conferindo se tinha alguém, debruçou na mesa e abriu as pernas, o zelador abaixou a calça e a calcinha dela, deu pra ver a boceta peluda, ficou atrás e meteu a vara nela.

Conforme ele socava os peitões dela balançavam. Eu tinha que fuder aquela crente puta. Tive uma ideia, peguei o celular e filmei a foda.

Enquanto isso ele enfiava a piroca no bucetão cabeludo dela e eu tocava outra punheta. Ela gemia, se mexia, até ele encharcar a Regina de porra quente.

Ela limpou a porra que tinha na buceta, se vestiu e foram embora. E eu também.
Cheguei em casa dei uma foda na minha mulher pensando nos peitões e no bucetão cheio de porra da Regina.

Era uma sexta, passei o sábado e o domingo pensando nela. Segunda a creche estava vazia, só tinha a diretora e mais três pessoas em reunião, e eu e Regina no resto da creche.

Falei pra ela que ia mandar um vídeo legal pelo Zap. Quando ela viu arregalou os olhos, ficou branca, parecia que ia desmaiar. Perguntou o que era aquilo, eu falei que era ela fudendo. Ela chorou, pediu pelo amor de Deus pra eu apagar, se o marido visse largava ela , e ela seria expulsa da igreja e podia perder o emprego. Falei pra ela ficar tranquila que ninguém veria o vídeo. Mas tinha um preço, queria fuder ela. Ela disse que não, que não podia, pra eu não fazer isso com ela. E eu disse ou ela trepava comigo ou eu mandava o vídeo pro marido. Ela disse que me chupava até eu gozar, eu disse que queria enfiar na buceta dela.

De tanto chantagear ela cedeu. Fomos pro depósito, botei o cacete pra fora, ela se ajoelhou e mamou, tirei a camiseta dela, o sutiã e finalmente apertei aquelas mamas deliciosas que pareciam dois melões.

Levantei ela, deitei ela numa mesa, tirei a calça e a calcinha, abri as coxas maravilhosas dela, vi aquele bucetão peludo e melado, cai de língua, chupei até ela se tremer toda e gozar na minha boca.

Coloquei ela de pé, debruçada na mesa e soquei meu caralhão na xerecona da Regina, que crente de buceta quente.

Socava com toda força, ela gemia como puta. Os melões sacudiam , que delícia, eu olhava minha rola entrando e saindo dela.

Ela mastigava minha rola com a buceta, mandava parar mas estava gostando. Fazia ela rebolar na vara.

Não aguentei mais, deu um gemido alto e enchi a buceta da puta da Regina de muita porra quente. Deixei escorrer tudo dentro dela.

Botei a crente de cócoras, arreganhada, me chupando, minha porra escorria pelas pernas dela, agora queria o cu daquela crente gostosa.

Meu pau ficou duro, coloquei ela na posição de novo, ela falava que não queria mais, não dei ouvidos, enfiei tudo de uma vez na buceta lambuzada da Regina.

Soquei um pouco melando meu caralhão, tirei e coloquei na portinha do cu dela, ela tentou sair, reclamou, implorou pra não fuder o cuzinho dela, disse que era virgem, mas eu fui forçando, enfiando, parecia virgem mesmo, ela começou a chorar, sentia o rabo dela se rasgando na cabeçona da minha pica. De repente entrou de uma vez, ela gritou, as pernas dela tremiam, segurei ela pelos cabelos e deixei ir fundo, parei um pouco, ela relaxou e comecei a fuder seu cuzinho apertado, socava forte nela.

Enfiei os dedos no bucetão dela que apertava com força. Socava cada vez mais forte, apertava os peitões, mordia as costas, ela deu um suspiro forte e eu enchi o rabo apertado dele de leite quente.

Quando tirei o pau tinha um pouco de sangue, arregacei o cu da crente piranha. Ela se limpou de tanta porra que derramei nela, se tremendo toda.

Comi ela mais algumas vezes usando o vídeo como chantagem.

Depois pensei em passar o vídeo pra outro e ganhar alguma coisa com isso. Se conseguir eu conto para vocês.

Minha esposa crente, cada vez mais puta.

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A minha mulher tinha se tornado a puta mais fácil da terra, quem quisesse come-la era só abaixar a calcinha e enfiar, aonde quisesse. Não precisava cantar, pedir, conversar, nada, era só comer. E era isso que todos faziam, comiam. Continuar lendo “Minha esposa crente, cada vez mais puta.”

Um aluno fodeu a puta da minha esposa na escola

Duas semanas depois dos acontecimentos que transformaram minha mulher, Rejane, numa puta, fodida por seis machos diferentes na mesma semana, ela estava na escola, em um período que tinha poucos alunos, era semana de recuperação, estando só ela na cozinha. Sentada, aguardando alguma coisa para fazer, pensando na vida, nas coisas terríveis que tinha feito e sido obrigada a fazer, arrependida por ter gostado, jurando que nunca mais faria de novo. E assim as horas iam passando. Continuar lendo “Um aluno fodeu a puta da minha esposa na escola”

Bebi leite nos peitos da colega grávida.

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Meu nome é Eduardo, tenho 35 anos, branco, 1,80m, gosto de cuidar da aparência. Trabalho em um escritório de importação com mais cinco pessoas, entre elas Tatiana, 24 anos, 1,65 branquinha de cabelos pretos, grávida de 8 meses, mas que continua tendo um corpo bem desenhado, e seios que estão imensos, cheios de leite para o neném que está para nascer. Continuar lendo “Bebi leite nos peitos da colega grávida.”