Rejane, a crente puta, dando para o pastor.

Oi pessoal, meu nome é Rejane, sou crente e por um descuido desses da vida, num dia muito ruim para mim, acabei traindo meu marido pela primeira vez, e depois desse dia muitas transas foram acontecendo sem que eu procurasse, simplesmente aconteceram e eu me entregava. Minha consciência de mulher crente pesou e contei tudo para meu marido, pedindo seu perdão. Depois de um bom tempo ele me falou que relatou minhas histórias aqui para vocês.

Para quem não leu, vou me apresentar, sou morena, bonita, tenho 1,65m, cabelo preto, comprido e ondulado, cintura fina, bunda grande e arrebitada, coxas torneadas, seios volumosos e firmes, boceta carnuda apertada e fica molhada facilmente, tenho 40 anos, mas corpo de 25/27 anos, sou casada e temos duas filhas. No final dessa história vou colocar os links das historias que meu marido contou.

Depois de contar tudo para ele e pedir seu perdão ele acabou me perdoando. Mas, a carne é fraca e o gosto pelo prazer me fez pecar novamente.

Depois do perdão de meu marido, precisava do perdão do meu pastor. Marquei com ele na igreja em um dia que não tinha atividade para que eu pudesse contar tudo sem interrupção ou o risco de alguém ouvir. Fui para a igreja com uma roupa digna da ocasião, saia até o joelho, e uma blusa larguinha, roupas que não mostravam nada do meu corpo. Meu cabelo estava preso, só um batonzinho claro e um pozinho no rosto, e um perfume bem suave.

Ele já estava me esperando. É um homem alto, mulato, forte, trabalha como pedreiro, o que ajuda no físico, seus 50 e poucos anos. Gentilmente mandou que eu entrasse e me sentasse, ele se sentou de frente para mim, e pediu que eu começasse a relatar os fatos.

Expliquei a ele que tinha, num momento muito ruim do meu casamento, traído meu marido com um colega de trabalho que ficava dando em cima de mim. E que depois outras situações foram acontecendo e por mais que eu não quisesse, acabava cedendo e gostando, depois me arrependia, mas já tinha feito. Ele me pediu detalhes dos acontecimentos, em que situação aconteceu a primeira e as outras em consequência.

Ele me pediu que contasse como foi a primeira vez. Fiquei envergonhada, mas ele me disse que eu teria que abrir meu coração para poder ser perdoada.

Contei para ele que eu estava chorando por causa de uma briga com meu marido, meu colega chegou por traz me consolando, depois me abraçou se encostando forte em mim, senti que ele estava excitado, e deixei. Então ele me abraçou por completo, apertou meus seios, e rapidamente abriu minha roupa.

Então, o pastor me perguntou em que momento e de que forma ele me penetrou. Nesse momento senti que ele estava com tesão em mim, sua voz parecia tremula. Fiquei muito desconcertada, afinal ele é um pastor. Ele foi perguntado e eu respondendo, comecei a ficar melada, reparei que um volume se formou na calça dele. Então em um determinado momento, já a fim de foder com ele, pedi permissão para mostrar como foi que começou, a posição que fizemos, me levantei, pedi que ele se levantasse, mandei ele me abraçar por traz, ele não pensou duas vezes e me agarrou, encostei minha cabeça no peito musculoso dele peguei uma de suas mãos e coloquei em baixo da minha saia, e falei que foi assim que meu colega fez.

Me calei e deixei por conta dele. A mão cheia de calos dele foi subindo pelas minhas coxas que eu as abria lentamente, minha boceta carnuda e raspada estava melada e latejando, corria um melzinho pelas minhas pernas. Ele colocou a mãozona em cima de minha xana e ficou alisando. Abri minha blusa e soltei o sutiã, fazendo meus peitões duros e suculentos saltarem. A pica dele por baixo da calça parecia enorme. O coração do pastor parecia que ia saltar do peito, sua respiração ofegante era alta. Coloquei uma de minhas mãos entre nós e abria sua calça, colocando a mão dentro e segurando sua enorme rola, dura e quente, muito quente. Ele gemendo e me chamando de irmã me deixava louca.

A mão dele foi entrando na minha calcinha, gozei me melando toda, ele me sentiu quente e molhada e enfiou um dedo em mim, minhas pernas tremeram quase cai no chão, foi o segundo dedo e o terceiro. Eu tocava uma punheta nele, queria aquela vara na minha boca. Me ajoelhei e paguei um boquete que acho que ele nunca tinha recebido. A caceta áspera e cheia de veias dele latejava e lambuzava minha boca.

Ele me deitou no chão, abriu minhas pernas, se deitou por cima de mim, e com virilidade, mas com carinho, foi enfiando aquele pedaço de ferro dentro de minha boceta melada. Que delicia, quando senti o cabeção me arregaçando gozei de novo. Devia ter algum tempo que ele não transava, mal conseguiu entrar todo em mim, ele me esporrou feito um pônei no cio. Foi um mar de porra quente me inundando, senti meu útero encher, vazou pelos lados melando o chão.

Ele se levantou rapidamente assustado, parecia que ia correr, o segurei e disse que queria mais. Ele me chamou de pecadora, que eu exalava sexo, meu cheiro deixava ele de pau duro.

Sem que ele terminasse o discurso, abocanhei a vara dele e disse que ia leva-lo para o pecado comigo. A picona dele pulou e endureceu em minha boca. Dei um chupada maravilhosa, lambendo e colocando as bolas dele na boca, depois sugando o cabeção, o fazendo uivar de prazer. Agora foi a minha vez de deita-lo no chão e montar nele, segurei o cacete me ajeitei e fui descendo lentamente deixando a piroca entrar no meu bocetão que já estava aberto.

Fui cavalgando lentamente, e aumentando o ritmo aos poucos, já estava completamente nua, meus melões suculentos sacudiam e pulavam no mesmo tempo que eu cavalgava. Ele os agarrou parecendo que ia arrancar de mim.

Eu esguichava de prazer na rola dele, minha boceta latejava, piscava, eu gozava feito uma louca. Cada vez eu pulava mais com o pau do pastor atolado em minha xana. Me deitei sobre ele e falei muita sacanagem em seu ouvido. Ele puxava meu cabelo e me tratava como uma puta. Eu comia a caceta dele com a boceta esfomeadamente, até ele gritar que estava enchendo a boceta dessa puta de porra. Cavalguei até ele ficar totalmente mole, saiu porra para todos os lados, lambuzando o chão com nosso pecado.

A rola saiu de dentro de mim, me sentei em suas coxas, me tremia toda de prazer, de repente começou a esguichar meu gozo de dentro da minha boceta melando ele todo. Nunca tinha acontecido, foi demais.

Ele se levantou, pegou um pano para se limpar, limpou o chão da igreja e me pegou pelo braço toda lambuzada e nua e me expulsou de lá, me vesti rápido e fui embora. Achei que ia ser expulsa da igreja, mas ele também seria. Preferiu fazer de conta que nada daquilo aconteceu.

Depois outras coisas aconteceram que eu contarei com tempo para vocês.

Deixem seus comentários que eu vou adorar ler.

Leiam as histórias que meu marido contou para vocês:

Minha esposa crente, foi comida pelo colega de serviço.

Minha esposa crente, foi comida pelo diretor da escola.

Arrombaram minha esposa na suruba

Comeram minha esposa crente no trem

Um aluno fodeu a puta da minha esposa na escola

Minha esposa crente, cada vez mais puta.

Comi o traveco, e ele comeu minha noiva

Eu sempre tive vontade de participar de uma sacanagem total, e outra tara era de ver alguém foder minha noiva. Ela não topava nenhuma de minhas sondagens para isso.

Deixa eu me apresentar. Tenho 32 anos sou branco, olhos castanhos claros, 1,75m, físico atlético. Minha noivinha, Fabiana, tem 25 anos, 1,56m, lourinha, cabelinho curto, olhos verdes, peitinhos durinhos, rosadinhos apontando para o céu, coxas grossas, cintura fina e bunda grande, uma bocetinha minúscula, raspadinha e que fica melada logo, logo. Linda e muito deliciosa, todos mexem com ela na rua.

Um sábado a tarde fomos à casa de uma colega de trabalho tomar umas cervejas, minha noiva estava com um vestidinho curto, mostrando bem suas pernas maravilhosas e suas curvas estonteantes. Essa minha colega é lésbica e mora com uma menina deliciosa. Ficamos os quatro bebendo e conversando, mais tarde chegou uma amiga de minha colega, uma morena alta, linda, com um cabelão cacheado, peitos grandes, bundão, com uma bermuda de malha bem apertada, que logo notamos ser um travesti.

Não nos importamos e continuamos a nos divertir, bebendo e rindo bastante. Notei que minha colega sapata não tirava os olhos de Fabiana, que olhava para a traveca toda hora, parecia observar algo. A traveca também notou, em um determinado momento ela rindo perguntou para Fabiana se ela estava procurando o pau dela. Ela riu sem graça, a traveca disse que não tinha problema que era uma curiosidade de muitas pessoas, saber como eles escondiam o pau.

Fabiana confirmou a curiosidade de saber, e ela falou que mostraria se eu deixasse. Como a bebida já falava mais alto, as fantasias que eu costumava ter vieram na cabeça, concordei. A traveca tirou a bermuda mostrando uma bunda maravilhosa, melhor do que muita mulher, estava com uma calcinha de renda minúscula, não dava para ver o pau. Então ela abaixou a calcinha, se virou e mostrou para minha noiva. O casalzinho de lésbicas também se aproximou para ver, e eu não tirava os olhos do rabo da traveca, nunca tinha fodido uma, mas como ia fazer na frente da minha noiva? Só tinha um jeito, botar ela para rolo.

Comecei a dar corda para a sacanagem, pedi que a traveca tirasse o pau e prendesse de novo para todos verem como era. E ela fez. Quando tirou o pau, foi um espanto geral, era um puta cacetão, enorme, grosso e cabeçudo. Fabiana arregalou os olhos e riu, incentivei, perguntei se minha noiva podia segurar, e ela deixou. Fabiana pegou com vontade e deu uma punhetada, o cacete da traveca endureceu na hora. O meu também. Ela me olhava como que querendo minha permissão. Abaixei a calça, fiquei com o pau para fora, abracei a traveca por traz encostando o pau em seu rabão, peguei sua pica, segurei a nuca da minha noiva e coloquei a rola da traveca em sua boca. Ela arregalou os olhos, mandei ela chupar, e ela começou a mamar.

Arranquei minha roupa e a da traveca, as lésbicas ajudaram Fabiana a tirar a dela, ficamos todos nus. Eu me esfregava no rabo e apertava os peitos da traveca, minha noiva devorava a rola dela e as lésbicas, uma chupava os peitinhos de minha noiva e a outra sugava sua bocetinha. Delicia total.  Meu pau parecia que ia explodir. Ver minha noivinha linda chupando um travesti e sendo chupada por duas lésbicas era demais. Meu coração parecia que não ia aguentar. Fabiana delirava de prazer, seu corpo tremia de tesão, esguichava na boca da sapatona. Eu queria o cu da traveca. Coloquei a cabeça na entrada, ela se inclinou um pouco, abriu bem as pernas e me deixou penetrar. Que rabo gostoso, quente e piscava mordendo meu pau.

Comecei a foder aquele rabo, e em pouco tempo já dava estocadas violentas fazendo com que sua rola fosse ate a garganta da Fabiana. As duas sapatas se lambuzavam todas sugando minha noiva como duas vampiras. Gozei feito um cavalo, derramando porra quente no rabo dela. E cai sentado no chão.

As lésbicas abriram as pernas da minha noiva e mandaram a traveca meter a rola gigante na bocetinha dela que aquela altura já estava toda melada. O traveco montou nela, enfiou tudo na bocetinha e ficou metendo com força. Quase desmaiei de ver um travesti, de cabelão, peito e bunda fodendo minha noivinha que eu tirei o cabaço.  Ela gemia feito uma puta. Mandava meter mais forte. Minha colega veio me chupar me deixando preparado, mandou a mulherzinha dela montar em mim, e foder gostoso. Fique ali um bom tempo fodendo, mas queria mesmo o traveco. Sai de dentro dela e fui de novo no rabo do travesti que estava engatado em Fabiana. Enfiei tudo, enquanto eu  fodia ele, ele fodia minha noiva.

Esporrei com tudo no rabão dela, era tanta porra que saiu escorrendo pelo saco dele e melando a Fabiana , rapidamente o traveco encheu a bocetinha dela de muita porra gosmenta e quente, minha noiva ficou louca com aquilo. Caímos uns por cima dos outros de tanto prazer.

Descansamos um pouco, fui tomar um banho, minha colega foi atrás de mim, entrou no chuveiro comigo. Ficamos de sacanagem, meti um pouco nela sem gozar, e fui pra sala. Que cena maravilhosa, Fabiana ajoelhada em uma mesinha chupando a sapata que estava na mesa grande de perna aberta, a traveca de vara dura se preparando para meter na Fabiana, me viu chegando e falou para eu ver minha noivinha ser enrabada por um travesti.

Me ajoelhei por traz deles para ter a visão completa, a traveca melou a rola na boceta da Fabiana e empurrou tudo no cuzinho dela, de uma só vez, ela deu um gritinho e voltou a chupar a bocetinha. O traveco pegou ela pela cintura e levantou, mandou em me sentar de frente para ela e foi descendo Fabiana na minha vara, arreganhei bem ela e preenchi a sua boceta. Lá dentro dava para sentir a vara do traveco no cu dela. Fabiana parecia em transe, possuída, preenchida por duas varas. O travesti bombava muito nela, eu só parado deixando o balanço trazer e levar ela do meu cacete.

Quase que ao mesmo tempo enchemos os dois buracos da minha noivinha que eu tinha colocado para ser puta de traveco.

Flagrei o pastor fodendo minha mulher crente

Meu nome é Sebastião, tenho 49 anos e sou negro, tenho uma pequena firma de pedreiro e muitas vezes eu mesmo meto a mão a faço o serviço, isso me ajuda a ter um bom porte físico. Minha mulher, não vou dizer seu nome, tem 32 anos é uma negra de 1,65 m, bonita, bunda grande, peitos fartos, cabelo encaracolado, de uma família de crentes, frequenta a igreja desde que nasceu. Na nossa vida sexual temos sempre algumas divergências, pois ela diz que não pode fazer certas coisas por que é errado. Por exemplo, sexo anal, sexo oral, e outras brincadeiras.

Estava em casa num sábado de manhã e ela tinha ida à igreja. Recebi uma ligação de um cliente querendo um orçamento urgente. Quando ia saindo vi que ela tinha esquecido de levar a chave. Como ela demorava mais que o normal, para não me atrasar levei as chaves na igreja para ela.

A igreja parecia vazia, sem nenhum movimento, o portão estava fechado, mas não trancado. Entrei em silencio e fui para porta principal que estava trancada. Olhei pelo vidro e não tinha ninguém, mas a porta dos fundos estava aberta. Fui por lá. Entrei, ouvi um sussurro tipo um gemido, parecia alguém chorando. Achei que fosse alguém contando algum problema para o pastor. Para não atrapalhar andei bem devagar e olhei por uma janelinha para sala de onde vinham os choros.

Quase cai sentado, tive que me apoiar nas paredes para não cair. Minha mulher estava debruçada em uma mesinha apoiada pelos cotovelos, saia levantada com o bundão cor de chocolate para o alto, blusa toda aberta e o sutiã levantado, de pernas abertas e o pastor com a calça arriada até o chão metendo a rola nela.

Não sabia o que fazer, fiquei olhando, pensando numa atitude. Meu pau ficou duro. Resolvi olhar mais. Ele meteu a mão na boceta dela e tocou uma siririca enquanto socava com força. Os peitões dela que parecem dois ovos de páscoa deliciosos balançavam, roçando os bicos na mesa. Ela o mandava meter com mais força. A mesa parecia que ia quebrar. A única coisa que pensei em fazer foi colocar a pica para fora e tocar uma em homenagem a crente piranha da minha mulher.

Eu via o melado do prazer deles escorrer pelas pernas mulatas da minha mulher, a puta do pastor. Ela gemia igual uma gata no cio, rebolava e dava soco na mesa, ele a apertava pela cintura e força a mão no bocetão dela, a chamando de irmã gostosa.  Eu estava quase gozando. Ele empurrou a vara bem no fundo dela e urrou igual a um urso, esporrou as entranhas quente e deliciosa da minha mulher, enquanto o corno aqui esporrava na mão.

Quando ele sacou a rola pude ver como era grande a caceta do pastor, vermelha e grossa. Saiu um mar de porra branca escorrendo pelas pernas de ébano da minha nega, que ficou paradinha esperando descer tudo. Minha vontade era de chorar, ir lá acabar com a farra.  Depois ela ficou em pé, tirou a saia, se ajoelhou e abocanhou a rolona do pastor de uma só vez, minha piroca pulou na hora, preferi, como bom corno, continuar olhando. Ela chupava como nunca me chupou, parecia puta profissional, ele deve ter ensinado para ela. As vezes engolia tudo, as vezes vinha tirando deixando só a cabeça na boca sugando e lambendo para em seguida engolir tudo de novo, lambia e colocava as bolas dele na boca. Depois ela  deitou de costas na mesa, segurou as pernas em posição de frango assado e pediu para ele meter de novo. Ele não pensou duas vezes e empurrou dentro dela, rola na boceta e as mãos nos peitões. Eu estava adorando ver minha mulher santa, séria e recatada ser uma puta tremenda nas mãos daquele filho da puta, nãos mãos e na pica.  Ele tirava de dentro se ajoelhava e mamava a xana lambuzada dela que se tremia toda, tento espasmos de gozo. E ele subia e enfiava mais um pouco, tira de dentro, dava a volta e colocava ela para mamar mais, voltava e enfiava na gruta fervente dela. Até ela pedir para ele comer o cuzinho dela. Não acreditei no que ouvi, ela nunca me deu, dizia que era errado, que era coisa de homem com homem.

Ele segurou as pernas dela e as empurrou colando no peito, e sacou a tora e enfiou no cu da minha esposa. Foi direto, ela nem reclamou, não acreditei que foi fácil assim, quase fui lá conferir. Só acreditei quando ela disse que era uma delicia sentir ele dentro do rabo dela.

E ficaram ali, ele comendo minha mulher em posição de frango assado. Minha caceta latejava e explodi de prazer, esporrando mais uma vez na mão. Ela colocou os pés no peito dele e o empurrou o tirando do rabo, saiu da mesa, pegou duas cadeiras, colocou um joelho em cada uma ficando bem aberta, se apoiou na mesinha e mandou ele enfiar tudo. Num tranco só ele entrou novamente no rabo dela. Começou o vai e vem, cada vez mais forte e mais rápido. Gemidos fortes, tapas na bunda dela, o saco batendo nas coxas dela, que esfregava as mãos na boceta para aumentar o tesão. Era uma delicia ver aquilo. Ela gozava muito, ele sentindo um prazer enorme dentro dela, loucura total, até que mais um jorro de porra quente inundou minha mulher, dessa vez no rabo.

Ele tirou de dentro, ela continuou de quatro, dava para ver o cuzinho dela latejando e jogando muita porra para fora, escorrendo pelas pernas, a mão dela acariciava a xereca fazendo um esguicho de gozo sair de dentro dela. Ele pegou uns papeis toalhas a limpou a esporração que escorria dela, que pegou as roupas para se vestir. Corri para casa ainda de pau duro para esperar por ela e ver a história que a piranha iria me contar.

Adorei ver isso tudo e ficava imaginando se teria a sorte de ver uma cena dessa novamente.

O que vocês fariam no meu lugar?

O dia que eu fodi a mulher do pastor.

Oi pessoal, meu nome é Roberto e gosto muito de ler os contos desse blog, sempre que posso acompanho os casos, alguns reais outros nem tanto. Mas o que tomei coragem para relatar para vocês aconteceu realmente há alguns dias.

Tenho 28 anos, sou alto, branco, tenho um corpo normal sem grandes atrativos físicos, exceto meu cacete que é bem grande e grosso. Sou solteiro e moro com meus pais que são comerciantes e trabalhamos juntos na nossa loja.

Algumas ruas após a minha casa mora uma família de crentes, amigos de meus pais, o marido é pastor, a esposa é missionária e suas três filhas. A esposa, Bárbara, tem seus 38/39 anos, muito educada, elegante, se veste bem, bonita, branca, alta, cabelos pretos e longos, e apesar das roupas compridas e largas que usa dá para notar que tem um corpo bastante gostoso, principalmente a bunda que é grande.

Neste dia, meus pais tinham ido para loja e eu fiquei em casa e iria à tarde. Fazia muito calor, um sol tremendo, estava na piscina, de sunga apertada quando a campainha tocou. Fui atender e era Bárbara. Abri um pedaço do portão com o corpo atrás e a cumprimentei, ela disse que estava trazendo uma encomenda para minha mãe, e me perguntou se podia entrar e tomar um copo d’água pois o sol estava forte e ela não estava se sentindo bem. Abri o resto do portão, ela entrou seguindo na frente e eu atrás, não tinha me visto de sunga ainda.

Quando ela sentou é que viu que eu estava de sunga e ficou meio desconcertada, mas, discretamente olhou uma ou duas vezes para o volume na minha sunga. Fui pegar a água e me deu uma vontade enorme de foder aquela crente gostosa. Meu cacete ficou duro igual um cano de ferro. Coloquei de uma forma que o volume ficou muito maior. Levei a água e quando ela viu o volume arregalou os olhos, tentou disfarçar, mas eu vi.

Dei o copo para ela e me debrucei por cima dela com a desculpa que ia afastar uma madeira que a estava incomodando, dava para ver a respiração ofegante dela. O cheiro dela ela delicioso. Tinha que tomar coragem e atacar, ou ia dar merda ou ia comer aquela carne saborosa.

Ela se levantou rapidamente, colocou o copo na mesa e falou que estava indo, então entrei na frente dela e pedi que ficasse. Ela se assustou me afastou com as mãos e disse que estava indo. A segurei pelo braço, a reação dela foi me empurrar e perguntar o que eu estava fazendo que ela ia contar para meus pais.  Segurei com força e a joguei sentada na cadeira, botei o pau para fora, ela se desesperou, eu a segurei pela nuca, quando abriu a boca para gritar enfiei a rola toda em sua boca, foi quase até a garganta. Os olhos esbugalhados, se batendo para sair, forcei e coloquei um joelho  em suas pernas e a dominei. Ela me olhava desesperada, falei que era melhor ela aproveitar.

As lágrimas escorriam pelo seu rosto, mas, fui sentindo levemente ela me mamando, bem modestamente. Retirei um pouco da vara para ficar mais confortável para ela, que parecia gostar e chupava cada vez mais gostoso. Diminuí a força que fazia na nuca dela e passei a acariciar seus cabelos. Ela esfregava as pernas umas contra as outras cheia de tesão. Nos ajeitamos, ela abriu as pernas e eu entrei no meio, em pé de frente para ela, que puxava a saia aos poucos para cima com uma das mãos, começando a mostrar as pernas maravilhosas que tinha, com a outra mão segurava minha pica que latejava em sua boca gostosa e molhada, já conseguia ouvir seus gemidinhos.

Sua mão continuou a subir por entre suas pernas até começar a acariciar sua boceta por cima da calcinha. Logo, logo ela colocou a mão por dentro e tocou uma siririca, se tremendo toda.

Eu desabotoei sua blusa, soltei o sutiã e vi seus peitões pularem para fora, duros e bicudos, pediam para serem chupados.

A segurei pelos braços e delicadamente a levantei a levando para uma mesa onde a coloquei deitada de barriga para cima, ela já estava completamente submissa. Suspendi sua saia até a cintura e tirei lentamente sua calcinha, revelando um bocetão carnudo, molhado e peludo.

Caí de boca chupando aquela delicia, minhas mãos amassavam suas tetas duras, ela apertava minha nuca como que querendo enfiar minha cara toda pra dentro de seu bocetão. Não precisei muito esforço para fazê-la gozar aos jatos em minha boca. Ela gemia e chorava ao mesmo tempo.

Fiquei em pé, abri mais suas pernas e fui com minha caceta dura na direção da boceta ensopada dela, que implorava para eu não penetra-la. Fui acalmando ela, dizendo que ia só encostar, só esfregar, fui esfregando e colocando aos poucos, bem lentamente minha cabeça foi para dentro dela, que balançava a cabeça negativamente, mas abria cada vez mais as pernas.

Aproveitei cada centímetro de pau que coloquei dentro dela. Era um sonho, não acreditava que aquela mulher séria e recatada estava de pernas abertas em cima da mesa levando minha rola toda em seu buraco quente.

Tirei de vez sua saia, sua blusa e sutiã, a deixando completamente nua na mesa. Ela protegia os seios coma as mãos. Eu começava um vai e vem, um entra e sai em sua carnuda e latejante boceta. Inclinei meu corpo sobre o dela e delicadamente chupei seus melões, passando a língua por ele todo depois enfiando os bicos eriçados na boca. A intensidade das metidas ia aumentando.

Subi na mesa, beijei sua boca com muita fome e fui correspondido com um beijo de língua delicioso. A essa altura socava com toda força dentro dela, quase virando a mesa. O barulho de meu corpo batendo no dela e seus gemidos podiam ser ouvidos de longe. Senti meu corpo todo tremer, meu coração disparar e uma sensação maravilhosa de um gozo intenso e abundante, enchi minha puta crente de porra quente e grossa.

Ficamos deitados na mesa. Ela parecia ter desmaiado. Me levantei lentamente saindo de cima dela, que continuou de pernas abertas, deixando minha porra escorrer e melar toda a mesa. Seus braços caídos para os lados.

Ajudei a se levantar, peguei pelas mãos e fomos para o banheiro. Tomamos um banho, fomos para meu quarto e ela me pediu que pegasse suas roupas que estavam na varanda. Quando voltei ela estava deitada na cama com o bundão para cima, chorando. A abracei com carinho, minha pica endureceu na hora, perguntei se ela tinha gostado e medisse que sim mas que tinha cometido um pecado horrível.

Ficamos abraçados fazendo carinho, coloquei o pau em suas mãos que me tocou uma punheta gostosa. Direcionei sua cabeça para meu pau e ela logo abocanhou e mamou deliciosamente. Parecia mais solta, devolvi o prazer chupando sua boceta peluda. Eram esguichos de gozo em minha boca, seu corpo se estremecia por inteiro.

Depois de muita chupada deitei de barriga para cima e a coloquei por cima para cavalgar. Muito envergonhada, segurando os peitões ela foi montando e deixando meu caralho a preencher. Cavalgava devagar, e aos poucos foi aumentando o ritmo, puxei suas mãos as segurando para ver seus suculentos peitões balançarem conforme ela trepava.

Já enlouquecida, pulando literalmente na vara, jogando os cabelos longos para todos os lados, Bárbara gritava de prazer, falava que iria para o inferno, mas queria gozar muito antes.

Tirei-a de cima e a coloquei de quatro fodendo sua boceta toda esfolada de tanta vara. Pode finalmente apreciar aquele rabão que tanto desejei. Queria foder aquele cuzinho rosado. Deixei-a louca, depois tirei minha pica do seu buraco e comecei a enfiar no cuzinho. Ela entrou em pânico, falava que nunca tinha feito aquilo, que não queria que ia doer. Tive que domina-la e com carinho forcei meu cabeção nela. Não dava para imaginar que fosse entrar, era muito apertado e isso me deixava louco.

Forcei, forcei e ela chorava, pedia para parar, eu ia sentindo o cuzinho de Bárbara se rasgando e abrindo caminho, era muita força. Minhas pernas tremiam e as dela também. Passei meus braços em volta de sua cintura, falei para ela relaxar que eu pararia, senti seu corpo ficar mole, respirei fundo e atochei tudo de uma vez, foi um berro pavoroso, Bárbara estava enrabada.

Dei um tempo dentro, parado, para ela se acostumar e se acalmar. Depois comecei a bombar bem devagar, aumentando aos poucos até sentir que a tinha arrombado. Comecei a socar com força, arrancando gritinhos, gemidos e chorinhos. Minha mão achou o grelinho dela dando-lhe prazer que ela merecia. Sentia sua xereca latejar, seu mel escorrer feito cachoeira em minha mão. Que delicia, como Bárbara é maravilhosa, deliciosa e saborosa. Foi minha melhor mulher. Fiz ela gozar muito com meus dedos enquanto enfiava em seu cuzinho. Entre gemidos, gritos e estocadas, gozei feito um cavalo no rabo daquela mulher crente.

Desabei feito um morto por cima dela, que desmaiou de prazer. Ficamos engatados um tempo até eu conseguir pernas para me levantar. Bárbara tentou ir para o banheiro se lavar mas caiu de quatro. A ajudei, tomamos um banho e ela se foi, tropeçando nas pernas.

Depois disso todas as vezes que nos esbarramos ela desvia o olhar, abaixando ou olhando para os lados. Nunca mais tive outra chance com ela.

Espero que tenham gostado. Deixem seus comentários.

Traí meu marido de novo

Oi meu nome é Sheila, adoro os melhores contos eróticos, já contei aqui dois casos que aconteceram comigo. Para quem não leu, tenho 34 anos, 1,57m, loirinha, olhos castanho-claros, seios médios bem durinhos, barriguinha chapada, cintura fina e coxas grossas. Sou casada com um cara de 54 anos, temos uma vida sexual bem ativa, sempre fui fiel a ele, até realizar o sonho dele de ver outro macho dentro de mim.

Esse foi mais um caso real que aconteceu comigo. Estava resolvendo umas coisas em Botafogo-RJ, era a tarde e chovia muito, estava sem carro. Tudo resolvido,  corri para pegar um táxi. Nisso dei de frente com o Marcelo, um moreno, baixo, bem sarado e até bonito. Ele e a esposa são amigos meu e de meu marido.

Ele me convidou para tomarmos um vinho até a chuva passar. Pensei e aceitei não vi nenhum mal nisso, não achei que ele tivesse segundas intenções. Entramos no restaurante que estava vazio e fomos para o fundo, sentei e ele sentou-se ao meu lado.

Eu estava com uma saia curta e apertada, quando sentei ela subiu mais ainda. Marcelo não tirava os olhos delas. Ficamos conversando, tomando vinho e às vezes Marcelo colocava a mão nas minhas coxas.  Uma hora ele deu uma apertadinha. Achei que já era hora de ir, falei que ia pegar um táxi e ele me ofereceu uma carona. Fomos embora.

Conversamos normalmente no carro, sem nenhum, sinal de que ele queria algo. Ele tomou a direção do Mirante do Pasmado, um lugar em cima do túnel de Botafogo, um pouco deserto, com a chuva mais ainda. As pessoas costumam para lá de carro para namorar. Me assustei e perguntei o que ele estava fazendo, ele disse que queria conversar comigo. Falei que estava com presa, mas ele insistiu e foi mesmo eu não gostando da ideia.

Ao chegar lá, falou que era a fim de mim, me achava gostosa e tudo mais. Eu falei que a mulher dele era minha amiga, ele, amigo do meu marido, não tinha nada a ver. Ele insistiu, tentou me beijar, eu o afastei, falei que ia ficar chateada. Numa última tentativa ele colocou o pau duro para fora e falou que eu o tinha deixado daquele jeito, como ia ficar?

Arregalei os olhos, não esperava aquilo, eu o mandava guardar, mas não tirava os olhos do pau. Era uma pica curta, mas bem grossa e cabeçuda. Comecei a tremer, a senti tesão, ele insistindo eu dizendo não, ele falando que não podia voltar pra casa daquele jeito, até que falei que ia tocar uma punhetinha pra aliviar a situação.  Ele queria que eu chupasse, segurei e comecei a punhetar. Estava pegando fogo a pica dele, latejava na minha mão que suava e apertava.

Minha xereca começou a melar, um melzinho escorria de dentro de mim, a pica do Marcelo pulsava e se enchia de veias na minha mão. Não aguentei e cai de boca, chupando aquela pica grossa. Marcelo puxou minha saia para cima e acariciou minha bunda, eu abri um pouco as pernas e ele enfiou um dedo na minha xaninha meladinha. Que tesão.

Marcelo encheu minha boca de creme quente que eu tratei de saborear e engolir. O pau continuou duro, queria me comer ali dentro do carro, mas eu estava menstruada. A insistência foi tanta, os amassos e agarros que deixei ele me comer.

Ele deitou os bancos, eu me ajoelhei no do carona, me apoiei no encosto, levantei a saia, tirei a calcinha e o absorvente que estava bem ensopado, e ele meteu em mim por trás, foi uma delicia, minha boceta encharcada com meu mel e meu sangue, ele socando aquela rola grossa, abriu minha blusa e meu sutiã e acariciava meus peitinhos, com a outra mão me tocava uma siririca, eu gozava muito. Ele enfiava com vontade em mim, matando o desejo que tinha em me foder, o carro sacodia muito.

Gozou feito um cavalo dentro de mim, pedi que ele me avisasse quando fosse tirar o pau de dentro para eu não me sujar. Mas, de sacanagem ele puxou de dentro sem falar nada, me lambuzei toda de porra dele, minha e do meu sangue. Fiquei puta, sujou minha saia, minhas pernas e o banco do carro, ele rindo me deu um pano para me limpar.

Revirei minha bolsa toda e só tinha um OB, peguei me arreganhei toda dentro do carro e enfiei dentro de mim. O pau dele ficou duro na hora com a cena, mandei ele sossegar pois não tinha outro absorvente.

Mas, não resisti e cai de boca novamente no pau, ele queria me foder mais, falei que só se fosse no cuzinho,  ele topou na hora. La fui eu de novo de joelhos no banco, ele por trás me penetrando. Foi gostoso sentir ele no meu cuzinho. Mas o filho da puta puxou meu OB e tacou a rola na minha xereca ensanguentada. Até que foi delicioso, ficamos engatados metendo um bom tempo. Era louca aquela situação de foder dentro do carro com o marido da minha amiga.

Depois de muita socada ele me encheu de novo. Quando tirou foi outra sujeirada tremenda, sangue, porra, melzinho, desceu tudo pelas coxas. Tentei me limpar, mas não deu, usei a calcinha, mas como era muito pequena só serviu para ficar lambuzada também, sem condições de usar. Fomos embora, ele me deixou perto de casa. Como eu ia sair sem calcinha e com meu sangue descendo, foi uma correria danada até em casa.

Tomei um banho e meu marido quis me foder, ele parece que sente quando eu dou para outro.

Espero que gostem das minhas aventuras, quando tiver outra eu conto. By

Coroa gulosa dando no banheiro do bar

Meu nome é Lucimara, tenho 58 anos e sou fã de contos eróticos. Sou viúva há dez anos e desde então não sei o que é sexo.

Resolvi relatar uma loucura que fiz outro dia, apesar de não ser a modelo perfeita dos contos que vocês costumam ler. Tenho o perfil de uma mulher de 58 anos, rugas, celulite, estrias um pouco de barriga, mas já fui bonita e gostosa segundo os homens.

Tenho vivido para ajudar meus filhos e netos que sempre dependeram de mim e meu marido. Um dia desses resolvi sair sozinha para tomar um chope num barzinho de música ao vivo.

Comecei a sentir uma vontade estranha de chupar um homem, minha boca enchia d’água, minha bocetona começou a ficar molhada e a latejar, coisa que não acontecia há muito. Sentia meus pelos, que não raspo só aparo, ficarem ensopados.

Pensei em dar em cima de algum homem, mas estavam todos acompanhados, ou com mulher, ou amigos ou família. Tive a ideia maluca de entrar no banheiro dos homens. Levantei, tomei coragem e fui. Tinham três homens urinando. Olharam pra mim com o pau pra fora, um disse: aqui é o banheiro dos homens, titia. Eu disse: eu sei. Um deles riu e saiu. O outro veio na minha direção e perguntou o que eu queria, eu respondi que queria que ele gozasse na minha boca.

Fomos para o reservado, abaixei a tampa do vaso, sentei, levantei a saia, os dois entraram e fecharam a porta. Um era negro, com uma vara enorme e grossa, o outro branco, seu pau não era grande, mas era muito grosso com uma cabeçona vermelha.

Enfiei os dedos na boceta e comecei a chupar os dois, hora um, hora outro, me deliciando com duas rolas.

Eles me seguravam pela nuca e me punhetavam contra as picas. Achei que ia morrer do coração que estava disparado. Tremia, suava e gozava. Decidi derrubar o branco primeiro, ataquei com uma chupada forte até sentir a porra quente dele encher minha boca,  engoli tudo e parti pro negro. O que gozou saiu, e logo em seguida outro homem entrou no reservado. Adorei, outra pica pra mim. Era um mulato com uma pica tamanho regular, que enquanto eu saboreava minha rola preta, punhetava ele.

Dava umas chupadinhas nele pra manter dura e caia de boca no negro que agarrou minha nuca e puxou contra a vara que foi quase na garganta. Um mundo de porra quente encheu minha boca, e desceu garganta a baixo.

Ele se foi, e eu parti para o mulato, mamando descontrolada aquela altura das coisas. Enquanto isso um rapaz bem jovem entrou no reservado. Ele me olhava chupando, e eu segurei o pau dele e tocava uma.

Era jovem e bem forte, com a rola muito dura, que ficava latejando. Devorei logo o mulato por que queria o garoto.  Engoli mais um litro de porra quente.

O cara se foi e o garoto trancou a porta, me levantou, me colocou de costas pra ele com um pé no chão e outro no vaso, puxou minha calcinha para o lado e enfiou toda a piroca duríssima na minha bocetona velha. Fiquei completamente louca. Há anos não era preenchida por um caralho.

Ele socava cada vez mais forte,  eu tapava a boca pra não gemer alto. E toma vara pra dentro, as bolas dele batiam na minha bunda, minha cabeça batia na parede. Senti ele empurrar tudo e deixar , um mar de porra quente me inundou. Que delícia,  e ele começou a me comer de novo, seu pau ainda duro dentro de mim, ele latejava na minha xana quente e cheia de leite.

Mais socadas, ele colocou sua mão no meu grelo, e a outra nos meus peitões apertando como se fosse tirar leite. Gemia como se estivesse fodendo a mulher mais gostosa do mundo, aquilo enchia meu ego. Minhas pernas tremiam pela foda e pela posição. Fiquei de joelhos no vaso para aguentar o restante. Seu saco entrava entre minhas pernas, minha vista escureceu, dei a maior gozada que já dei em minha vida. Senti-me sendo enchida por um mar de porra quente, deliciosa.

Ela sacou sua rola de minha boceta completamente esporrada, sua porra grossa escorria pelas minhas pernas, me sentou e me mandou chupa-lo. Sua rola estava meio dura, tratei de coloca-la completamente dura. Quando isso aconteceu, ele me ajoelhou de novo no vaso e começou a preencher meu rabo com aquele mastro de nervo. Fazia tempo que não tomava no rabo.

Já estava completamente desnorteada, só queria ser fodida, tomei muito no rabo, os dedos dele entravam e saiam da minha bocetona, uma hora ele já enfiava toda a mão dentro de mim. Meus gemidos eram altos, não me importava que ouvissem. Meu cú estava em brasa, ardia doía, sentia prazer. A mão dele dentro de mim me fez perder os sentidos. Acordei com meu rabo sendo encharcado com a porra deliciosa daquele garotão.

Ele foi embora, tentei me recompor e sair dali, os homens olhavam para mim, minhas pernas não obedeciam meu comando, aos trancos fui ate o balcão, paguei minha conta e fui embora, passei dias sonhando com aqueles momentos de loucura.

Minha esposa deu para seis no churrasco

A história que vou relatar e verdadeira, eu presenciei sem que minha mulher visse.

Tenho 58 anos, sou um coroa normal, alto, um pouco de barriga, cabelos grisalhos. Minha mulher, que não direi o nome tem 46, não muito alta, peitos grandes e firmes, coxas grossas, lisas, sem estrias, um pouquinho de barriga. Uma mulher gostosa que gosta de uma boa foda. Nunca desconfiei de ela me trair. Tenho tara de vê-la com outro homem. Mas nunca tive coragem de falar com ela sobre isso.

Um dia desses estávamos em um churrasco com um grupo de amigos e várias outras pessoas que nunca vi, em um sítio com piscina, e notei que ela parecia agitada. Ela saía da área que estávamos, como se procurasse alguma coisa, e voltava. Comecei a acompanha-la com os olhos. Ela saiu novamente, olhou para um cara como se fizesse um sinal e foi para trás do sítio onde havia um depósito de coisas sem uso.

Disfarcei e fui ver onde ela estava indo. Ela entrou no depósito e o cara entrou logo em seguida, dei a volta e fiquei olhando por uma fresta na janela.

Ela estava só de biquíni, sentou de pernas abertas numa caixa, o cara ficou em pé entre suas pernas e de frente para ela, colocou a pica para fora, minha mulher segurou e colocou tudo na boca. Ela mamava como uma puta babando a cacetona do cara que a agarrava ela pelos cabelos, enfiou a mão dentro do biquíni colocando os melões dela para fora e amassando com vontade.  Às vezes tirava a caceta da boca dela e colocava no meio dos peitões.

Ele olhava para os lados vigiando, e ela chupando. Ele forçava a cabeça dela em direção ao pau punhetando. Logo ele esporrou na boca da minha mulher, era tanta porra que escorreu pelos lados. Ela se limpou e saíram um pra cada lado.

Voltei pro meu lugar, meu pau estava explodindo de tesão. Ela sentou ao meu lado como se nada tivesse acontecido. Fiquei olhando o cara que cochichava com outros dois, que olhavam pra ela e riam. Mais um tempinho e ela saiu novamente, os dois caras com quem o primeiro falou foram atrás. E eu como um corno fui ver a vaca da minha mulher me trair.

Olhei pelo mesmo lugar e lá estava ela sentada mamando a rola dos dois. Um deles a levantou e se sentou na caixa, puxou a calcinha dela para o lado e colocou o pau na boceta dela, enquanto o outro atolava a pica na sua boca. Ela cavalgada e mamava. Dava pra ver o cacete do sujeito entrando e saindo naquela boceta que eu achava que era só minha. O cara que comia ela desamarrou os dois lacinhos e arrancou a parte de baixo do biquíni, o outro tirou a parte de cima deixando-a completamente nua. Os dois amassavam os melões dela. Eu tocava uma punheta vendo minha mulher sendo fodida. Ela mamava cada vez mais  forte,  os olhos reviravam demonstrando muito prazer. O outro tirou a rola da boca e esporrou a cara dela toda, escorrendo porra pelos peitões. Um tranco do outro dentro dela mostrou que a bocetona da minha mulher tinha sido enchida de leite quente também.

Antes que ela pudesse se vestir chegaram mais dois caras. Os outros saíram e ela ficou.

Ela foi colocada de quatro por um negro com um pau gigante, que enfiou tudo na  boceta dela que estava lambuzada de porra. O outro cara se sentou na caixa, ela apoiou os cotovelos nas pernas dele e começou a mamar. Que puta insaciável.

A rola entrava e saia de dentro dela, Eu já estava na terceira punheta. O negro fodia ela com força as pernas e o saco dele batiam no rabão dela que engolia com vontade a rola do outro. O negro a agarrou pelos cabelos e inundou a boceta dela, quando ele puxou o cassetete, espirrou porra de dentro dela, o outro a virou rapidamente e enterrou a pica nela, que se segurou no negro. Enquanto era fodida de novo a vagabunda limpava com a boca a rola esporrada do negão.

Ela olha para trás e pede para o cara comer no cuzinho dela, o que ele fez de primeira. Ela gosta de dar o cú. Fiquei louco, aquele cara comendo o cuzinho dela, enquanto ela mamava outro.

Outro homem avisado pelos que saíram entrou no depósito. Foi colocando a rola pra fora e se ajoelhando de frente para ela. O cara que a enrabava a segurou pelos peitos e a suspendeu, o negro levantou as pernas dela e o cara ajoelhado enfiou a pica na boceta. Ela estava sendo empalada por dois machos e chupando um terceiro. Aquela altura ela era a carne principal do churrasco. Vários homens se saciaram dentro dela.

Um gozou no cuzinho dela, mas continuou a segurando até o outro gozar na boceta, e o negro esporrou a cara dela toda. Era muita porra, e ela já havia levado mais antes.

Sai correndo pro meu lugar, não sei como ela se virou para limpar aquele mar de esporração. Passou um tempinho e ela veio sentar ao meu lado, me beijou na boca, pude sentir o gosto de porra, ela me disse que tinha passado mal e ido ao banheiro. Fingi que acreditei, os caras que haviam fodido ela me olhavam sorrindo.

Eu ali sentado de braços dado com a puta da minha mulher que tinha levado porra de seis homens diferentes. Mal podia esperar para ver uma cena daquelas novamente.