Para me vingar da minha esposa comi a mãe dela.

Sou um cara de 35 anos,  casado há 10 anos com uma mulher 3 anos mais nova que eu, linda e muito gostosa, por quem sempre fui muito fiel e apaixonado.

Há três anos atrás minha mulher me confessou que havia me traído, que tinha sido uma vez,  que não teve como evitar, essas desculpas esfarrapadas.

Aquilo não saia da minha cabeça, será que foi só uma vez? Com quem tinha sido? Ela não quis me dizer quem tinha fodido a boceta dela. Todos os homens conhecidos eram suspeitos de foder minha mulher.

Não tinha valido a pena ser fiel a ela todo tempo. Resolvi que toda chance de enfiar minha rola em alguém não iria desperdiçar. Foi aí que comecei a foder todas as mulheres que pude.

A primeira foi minha sogra,  mulher de seus 50 anos, alta, branca, cabelos pretos,  bunda e peitos grandes e duros,  essas coroas metidas a garotona,  frequentava academia, era uma mulher gostosa.

Logo após eu e minha esposa nos acertamos, mesmo sendo corno resolvi ficar com ela, minha sogra foi jantar conosco e dormir na nossa casa. Foi aí que arquitetei a primeira vingança.

Coloquei um remédio para dormir na bebida das duas, nada que fizesse mal, mas iam dormir igual pedra.

Não demorou nada e as duas foram se deitar   fiquei na sala dando tempo pra fazer efeito.

Fui no nosso quarto e minha mulher dormia profundamente. Fui onde minha sogra dormia, entrei e a balancei, ela nem se mexeu.

Ela estava deitada de barriga para cima só de camiseta e calcinha,  de pernas abertas, dava para ver o volume do bocetão cabeludo dela, e os peitões para cima.

Abri suas pernas  puxei a calcinha para o lado e enfiei a língua dentro dela. Com o tempo começou a ficar melada e com a respiração mais forte,  mas não acordou.

Tirei o shorte subi nela e enfiei a rola, fiquei enfiado na minha sogra um tempão,  que boceta quente e apertada.  Dei uma mega esporrada nas entranhas dela, me tremi todo.

Fui no banheiro,  peguei uma toalhinha pra limpar a boceta lambuzada dela, enfiava o dedo dentro para limpar bem, o que na deixou de pau duro.

Tirei a calcinha para não sujar, peguei um creme, virei ela de bruços e meti aos poucos no cu dela,  que cu apertado,  mais que o da filha.

Coloquei um travesseiro dobrado em baixo da barriga dela para empinar o rabo e comecei a socar.  Eu suava muito e nada de gozar. Achei que ia quebrar a cama de tão forte que eu metia nela.

Minha mão por baixo tocava uma siririca fazendo ela se molhar toda.

Gozei feito um cavalo no rabo da minha sogra. Limpei o que deu, coloquei a calcinha nela e fui para cama. Não consegui dormir. Voltei lá e dei mais uma enchida de porra na bocetona da coroa.

Aí sim consegui dormir.

No dia seguinte de manhã vi que ela andava como se estivesse assada, foi de tanto que eu fiquei na boceta e no cu dela.

Como meu plano deu certo,  fiquei arquitetando quem seria minha próxima vítima,  seria a sobrinha de vinte aninhos  da minha mulher, que costumava ir lá para casa, mas isso eu conto uma outra hora.

Rejane, a crente puta, se entrega mais uma vez

Oi pessoal, eu sou a Rejane, que infelizmente vocês conhecem como a crente puta.  Vocês devem ter lido algumas de minhas histórias aqui nesse site. Quem acompanha sabe que eu nunca procuro por sexo, as coisas acontecem e eu acabo deixando acontecer. Continuar lendo “Rejane, a crente puta, se entrega mais uma vez”

Minha esposa foi puta de estrada por uma noite

Olá galera, meu nome é Carlos Alberto, tenho 40 anos, branco, alto, cabelos grisalhos.

Sou casado há 15 anos com a Fabíola, uma delícia de mulher de 38 anos, branca, cabelos e olhos pretos, 1,68 m de altura, cintura fina, bunda grande e dura, coxas grossas e bem trabalhadas na academia, e dois peitos deliciosamente grandes e firmes.

Somos felizes no casamento, gostamos de sair para nos divertir, nos damos super bem.

Um dia desses fizemos uma curta viagem e voltamos umas 22 h. Estávamos com fome, paramos em um bar na beira da estrada. Era um bar de pouco movimento, não era essas paradas de ônibus que costumam ser movimentadas.

Havia dois homens em uma mesa bebendo, dois em outra e o dono do bar.

Pedi alguma coisa para comermos e uma cerveja, ficamos tranquilos conversando. Estava tocando uma música num rádio.  Minha esposa me chamou para dançar, ela estava com uma calça de malha azul colada no corpo, uma camiseta com a barriga de fora e uma camisa comprida aberta na frente, que ela tirou e colocou na cadeira, deixando seu rabão a mostra.

Fomos dançar, ela me agarrou e se estragava em mim, parecia querer provocar os homens que não tiravam os olhos dela.

Então ela me disse: “Amor, lembra que você dizia que queria me ver fodendo com vários homens? Então, você hoje vai ver”.

Fiquei sem reação, achei que ela estivesse brincando, às vezes falo isso quando transamos, mas era só fantasia.

Ela passou a se esfregar mais em mim, ia até o chão e voltava, se virou de costas encostando a bunda em mim, e de frente para os homens, passava a mão por cima da boceta e a outra apertava os seios. Em seguida colocou a mão dentro da calça como se se masturbasse, os caras foram à loucura.

Se levantaram e vieram em nossa direção,  dava para ver que estavam de pau duro. Fiquei parado, com medo. Minha esposa continuava dançando, se esfregando, indo até o chão com as pernas arreganhadas e subindo.

Os caras se aproximaram, ela esticou as mãos chamando-os, eles a puxaram e começou a sacanagem, eu pedi que tivessem cuidado com ela, sem violência, o dono do bar fechou as portas, nos deixando trancados ali, e foi participar da putaria, eram cinco pra pegar minha mulher, peguei a filmadora e passei a filmar tudo.

Eram muitos amassos, lambida, apertos e esfregação, logo estavam todos nus, minha mulher com os peitões, a bunda e a xereca depilada a mostra.

Eram cinco caralhos de todos os tamanhos prontos para entrar em minha esposa, coloquei o meu para fora antes que esporrasse na calça.

Ela se ajoelhou e começou a mamar todos eles, mamava um e tocava punheta em outros com as mãos,  os caras esfregavam as picas nela, apertavam seus suculentos melões, me deixando louco.

A colocaram sentada de perna aberta na beirada de uma cadeira, e enquanto ela chupava, eles iam se revezando em chupar sua deliciosa xana e seus peitões maravilhosos.

Um deles puxou uma mesa para perto, senti um gelo no estômago, iam começar a foder minha mulherzinha.

A jogaram deitada com o bocetão para cima, e arreganharam suas pernas, dava pra ver escorrendo mel pelas suas coxas, um mulato com uma pica grossa entrou entre suas pernas e foi enfiando tudo.

Tinha sempre um com a pica na boca dela e os outros mamando as tetonas.

O mulato socava cada vez mais forte, ela gemia alto e mandava ele foder forte, ele foi subindo na mesa,  deitou sobre ela e gritou que ia encher a boceta de porra, e encheu, ela gritava que estava gozando muito, quando ele tirou escorreu muita gala de dentro dela.

Estavam todos loucos pra encher a mãe dos meus filhos de goza quente. Eu estava adorando ser corno e ver minha esposa ser puta de vários homens.

O próximo era um cara alto com uma pica comprida e torta, colocou os braços por baixo das pernas dela, deixando ela como um frango assado, e meteu, não imaginava como aquela pica muito torta ficava dentro dela. Ele socava cadenciadamente arrancando gemidos dela que se contorcia, um dos caras não aguentou e esporrou a cara dela toda, era muita porra. Minha mulher passava o dedo na porra que estava em seu rosto e lambia, até limpar tudo.

O cara alto tirou a rola da sua boceta e foi enfiando no cu dela, achei que ele ia entortar o cuzinho dela, que aguentou até estar tudo dentro, ele socava e ela rebolava, fazendo ele ir ao delírio enchendo o rabo delicioso dela de creme de macho.

O restante da noite foi uma putaria sem parar, os caras metiam na boceta, no cu, na boca entre os melões, ela punhetava os caras que lambuzavam ela toda de porra quente, eu tocava punheta sem parar e filmava tudo. Ela não saia dali nem para mijar, trouxeram um balde para ela mijar ali mesmo.

Teve uma hora que um cara deitou na mesa, ela foi por cima dele, abriu as pernas e montou comendo a pica dele com o bocetão, outro veio por trás e com as mãos empinou o bundão dela penetrando de primeira, um terceiro colocou a pica em sua boca, e ela tinha uma caralha em cada mão. Cheguei bem perto com a câmera para não perder nem um ângulo, pedi que os cinco gozassem ao mesmo tempo, eles se esforçaram para atender o pedido do corno, foi uma enxurrada de porra na minha mulher, que fiquei até com o estomago embrulhado.

No fim de tudo ela ficou deitada na mesa, extasiada, sem forças para ficar em pé, tinha gozado como nunca na vida, e levado tanta porra que dava para encher umas duas garrafas pet. Os caras foram embora, o dono do bar me ajudou a dar um banho nela, e ainda comeu a boceta da minha mulher no chuveiro enquanto eu a segurava .

Ela colocou só a camisa que era comprida, nem a calcinha ela conseguiu botar de tão ardida que estava, foi dormindo até em casa, onde dormiu o dia todo.

Eu ainda assisti ao vídeo que fiz e toquei mais umas duas bronhas vendo minha esposa sendo puta de beira de estrada.

Minha enteada virou minha putinha.

Olá, meu nome é Fernando e o relato que faço aqui aconteceu duas semanas antes de publicar no site. Tenho 41 anos sou branco, alto, forte, casado.

Minha esposa tem uma filha de outro relacionamento, que veio morar conosco com 4 anos de idade. Steffani, 18 anos, morena clara, 1,60m, cabelos castanhos escuros e compridos, uma bunda maravilhosa, redonda, grande e durinha, peitos deliciosos, grandes e firmes, muito suculentos.

Nos últimos meses Steffani engordou um pouquinho, ficando com uma barriguinha, e umas poucas celulites nas coxas, mas nada que a faça deixar de ser gostosa. Sou louco para comer ela desde os 8 aninhos de idade.

Estávamos em casa só eu e ela, a mãe tinha ido trabalhar e o irmão, meu filho, ido para escola, eu estava de folga e ela de férias. Eu estava na cozinha fazendo café para sair, quando Steffani entrou no banheiro, ouvi o chuveiro, estava tomando banho.

Uns minutos e a vejo sair do banheiro toda molhada e enrolada na toalha, entrar no quarto e deixar a porta aberta. Imaginei mil coisas, passei na frente da porta e ela estava completamente nua, na frente do espelho se enxugando.  Me viu e continuou a se enxugar, meu pau estalou de tesão quase resgando a bermuda, pensei, será que é hoje que vou foder a Steffani?

Ela jogou a toalha em cima da cama pegou um pote de creme e esticou a mão para mim, querendo que eu passasse creme nela. Peguei o creme, me encostei na bunda dela, lambuzei a mão e comecei a espalhar nela, fui direto nos melões, enchi a mão naquelas bolas deliciosas. Esfregava sem parar. Meu pau estava duro encostado na bundona dela.

Abri a bermuda e a arranquei, jogando no chão, agora era minha caceta que estava encostada no rabo quente dela. Desci minhas mãos passando creme na sua barriga, por cima da boceta raspadinha, quente e bem molhada. Steffani abriu as pernas para que eu passasse creme bem no meio da sua xana deliciosa.

Arranquei um gemido dela quando minha mão lambuzou seu grelinho de creme. Esfregava os dedos no grelinho e a pica na bunda dela, sentia escorrer por suas coxas um delicioso mel de prazer. Ela estava totalmente entregue, era levar para cama e foder a Steffani sem piedade.

Foi o que fiz, fomos abraçados até a cama onde a deitei de pernas abertas e cai de língua em seu delicioso bocetão raspado. Enquanto chupava acariciava seus melões que tinham sido meus sonhos de consumo por anos, com a outra mão enfiava o dedo devagarzinho em seu cuzinho.

Steffani se esporrava na minha boca, saia de dentro dela jorros de porra feminina, branca e grossa que escorria pelo meu queixo. O corpo dele tremia na cama, ela apertava minha cabeça entre as pernas dela com força. Não aguentava mais de vontade de enfiar nela. Abri bem suas coxas, fiquei em pé de frente para ela e fui metendo aos poucos minha piroca grossa e comprida na boceta quente dela, que revirava os olhos e mordia os lábios de tesão.

Eu enfiava com vontade nela, minha pica entrava e saia toda melada, ela mandava eu foder com força, rasgar a xereca dela, e eu metia com mais força ainda, apertava os melões dela que balançavam conforme eu socava. Ela gozava muito. Me joguei por cima dela, a abracei, beijei sua boca e deu um grito de prazer, gritei o nome dela e esporrei suas entranhas com um mundo de goza quente.

Fiquei deitado sobre ela um tempinho, me levantei e a deixei de pernas arreganhadas na cama, dava para ver minha porra escorrendo de dentro dela e lambuzando o lençol. Ela também se levantou e fomos tomar um banho. No chuveiro a sacanagem continuou, ela se ajoelhou e mamou minha caceta deliciosamente.

Fomos todos molhados para cama, a abracei pela cintura  e caímos na cama, eu por cima do rabão dela. Segurei minha caceta e coloquei a cabeça no cuzinho dela que não reclamou, fui empurrando e com bastante facilidade, devia estar acostumada a dar a bunda, entrei todo naquele cuzinho gostoso, apertadinho, e ela latejava apertando mais ainda.

A coloquei de quatro e fodi o rabo, os peitões dela balançavam numa dança erótica de prazer. Minhas mãos procuraram seu grelinho para aumentar o prazer, ela chorava dizendo que queria ser minha putinha, e eu dizia que dali em diante eu seria seu macho, seu corpo era só meu.

Dizendo isso senti meu  corpo estremecer e enchi seu rabo delicioso de porra. Apertava tudo para dentro dela e soltava jatos e jatos de leite quente.

Steffani passou a ser minha amante e putinha, como ela pelo menos dois dias na semana.

Esposa crente trai o marido pela primeira vez.

Oi pessoal, meu nome é Bárbara, sou crente, tenho 1,75, morena clara, cabelos pretos, lisos e compridos até a cintura, olhos azuis, tenho 32 anos e um corpo perfeito, coxas torneadas, peitos redondos no tamanho ideal, bunda levemente arrebitada, sou casada e tenho dois filhos.

O que vou relatar aqui aconteceu de verdade e nunca tive coragem de contar para ninguém, por isso resolvi entrar num site de contos eróticos para desabafar.

Meu comportamento sempre foi de uma mulher crente e casada, me dei ao respeito, uso roupas discretas, mas, mesmo assim arranco muitos olhares e piadinhas dos homens.

Sexo com meu marido é normal, sem grandes aventuras, ele me procura, tem relações comigo, as vezes gozo outras ele vai tão rápido que não consigo gozar, mas fico satisfeita em dar prazer para ele. Ele nunca fez sexo oral em mim nem eu nele, sexo anal nem pensar.

Sempre escuto as colegas de trabalho contar suas experiências sexuais e fico imaginando se aquilo é verdade, elas falam de gozadas alucinantes, múltiplas, gozadas anais, e tudo mais. As vezes fico excitada, chego a ficar molhadinha de ouvir aquelas besteiras.

Uma colega mais próxima de mim, com quem conto algumas coisas da minha vida, vive me falando para eu experimentar um dia sair com outro homem para ver o que realmente é prazer. Fico me sentindo uma pecadora só de pensar.

Nas três últimas vezes que meu marido me procurou eu não consegui gozar com ele. Ele subiu em mim, me penetrou, gozou e foi para o banheiro me deixando toda lambuzada e cheia de vontade. Na última vez fui para o banheiro depois dele e me masturbei, me senti super mal.

A vontade de provar um homem que me fizesse subir pelas paredes, gozar várias vezes sem parar não saia da minha cabeça. Fazia de tudo para não pensar nisso.

Numa quarta feira fui ao ginecologista e ele me deu o dia, então fui resolver umas coisas, sai do consultório um pouco tremula e bastante envergonhada comigo mesma, pela primeira vez durante o exame fiquei mexida, excitada. O médico foi muito profissional, mas ele mexer em mim me balançou.

Parei para almoçar, estava em uma mesa e um homem na mesa de frente não tirava os olhos de mim, fiquei até pensando que ele tinha notado que estava excitada. Era um homem elegante, alto, forte, cabelos grisalhos e de terno.

Antes que a comida chegasse ele veio até a mim pediu licença e perguntou se poderia almoçar comigo, disse que odiava almoçar sozinho, ele foi tão educado e com um olhar tão gentil que permiti. Nos apresentamos e conversamos um pouco, rapidamente ele me deixou bem a vontade, tinha uma conversa inteligente e muito tranquila, bem educada.

Me disse que tinha se separado recentemente, e que aquilo o tinha abalado muito, falei que meu casamento não ia muito bem, mas sem entrar em detalhes. Mudamos de assunto, falei que estava estudando para um concurso, ele disse que conhecia bem a matéria específica e me convidou para ir ao apartamento dele pegar material de estudo, o que eu não aceitei. Ele fez mil juras que era um homem sério, que poderia confiar, e acabei cedendo, não sei bem se confiei nele ou se no fundo queria dar pra ele.

Chegamos ao apartamento, fiquei com um pouquinho de medo, entramos, me sentei no sofá, ele tirou o paletó e a gravata, pegou suco para mim e pegou livros e apostilas sobre o concurso, e começou a me dar uma mini aula, fiquei bem tranquila.

Um momento, olhei e ele estava me olhando, me disse que eu era uma mulher muito bonita e que tinha um olhar de quem estava muito triste e precisando de atenção e carinho, e fez um leve com os movimento com os dedos tirando o cabelo de meu rosto. Me tremi toda, mas deixei ele me acariciar, sabia que ele ia tentar me comer e eu não iria resistir, no fundo queria ser comida por aquele homem gentil.

Sentindo que deixei, ele me acariciou mais pelo rosto, fechei os olhos e inclinei minha cabeça em direção ao seu ombro. Senti sua respiração próxima de mim. Logo seus lábios colaram nos meus e demos um beijo gostoso, tranquilo. Suas mãos acariciavam meus braços, descendo ate colocar sobre minas coxa. Enquanto nos beijávamos sua mão foi entrando por baixo da minha saia alisando minhas pernas que se abriam levemente.

Ele beijava meu pescoço, meu ouvido. Minhas pernas se abriam cada vez mais, ele começou a alisar minha xaninha, que já estava toda molhadinha, aos poucos foi colocando seus dedos dentro de minha calcinha e em seguida enfiando dentro de mim. Estava cheia de tesão, segurei seu pau por cima da calça e apertei. Tranquilamente, ele abriu a calça e colocou o pau para fora, era muito grande, grosso e estava duro, latejando. Gentilmente ele me segurou pela nuca e me direcionou para seu pau, encostei os lábios, ele me deixou a vontade, não me obrigou. Comecei beijando, lambendo até colocar tudo na boca, era a primeira vez que tinha um cacete na boca. Estava louca de tesão, chupei como se soubesse bem o que fazia, arrancava gemidos dele, que tirou minha blusa, meu sutiã e lambeu meus seios, me deixando alucinada. Chupei muito ele, que retirou minha saia, abriu minhas pernas, se ajoelhou no chão e chupou minha boceta. Gozei loucamente em sua boca. Já estava totalmente nua, nunca tinha estado com outro homem, fomos para o quarto, deitamos na cama, ele se deitou sobre mim e senti seu cacete ir entrando lentamente em mim, enquanto ele me beijava.

Já todo dentro de mim seus movimentos foram aumentando, compassadamente, mais forte, mais forte, eu gemia e me debatia toda, nossas respirações ofegantes, nossos gemidos altos, ele me beijava, me chamava de gostosa, eu gozava como nunca, uma vez atrás da outra, ele gemeu que ia gozar, que ia me encher de porra quente, e encheu, senti um mar de porra quente me inundando, gozei muito forte junto com ele, foi demais.

Relaxamos, tomamos um banho, eu ainda meio tímida, voltamos para cama, queríamos mais. Ele, delicadamente, como sempre, chupou minha boceta me fazendo querer muito foder outra vez, chupei o deixando completamente duro.

Muitas carícias após ele se deitou de cacete para cima e me trouxe, sempre delicado, e me fez subir nele. Montei e cavalguei como uma puta, estava me sentindo uma vadia, mas estava adorando.

Cavalguei muito, gozei muito, então ele me colocou de quatro e me possuiu igual a uma cadela. Segurava meu braço para trás e meus cabelos. Socava com violência, mas estava gostoso, não me machucava. Apertava meus seios com carinho, mordia minhas costas, sua mão dedilhava meu grelinho, me fazendo provar pela primeira vez do orgasmo múltiplo. Sentia seu cacetão latejar dentro de mim, meus ombros encostados no colchão, minha bunda para cima senti que seu gozo estava perto. Ele me inundou de novo com muita porra quente e grossa, enquanto gozava ele socava fazendo sua porra escorrer pelas minhas pernas que tremiam muito.

Desabei na cama, tremia de nervoso e prazer, ele se deitou, me deitei em seu peito procurando proteção. Ele foi maravilhoso, carinhoso o tempo todo, atencioso, me tratou como uma mulher gosta.

Fiquei ali bastante tempo, depois tomei banho, me arrumei e fui para casa. Mais tarde meu marido chegou, me fez cumprir minhas obrigações de esposa, abrir as pernas e deixar ele gozar. Fiquei com medo dele notar alguma coisa, mas, que nada, meteu, gozou e foi para o banheiro. Me senti uma puta, mas ele merecia isso.

O que vocês acharam? De sua opinião. Devo continuar a trair meu marido? Vou gostar de saber a opinião de vocês.

Minha mãe e a amiga gostosa se chupando.

Meu nome é José Carlos, mas todos me chamam de Zequinha, hoje estou com 25 anos, e história que vou contar aconteceu quando eu tinha 14 anos.

Minha mãe tinha 29 anos, morena clara, 1,70 m, cabelos lisos, castanhos, corpo bem desenhado, bunda pequena mas arrebitada, seios firmes e médios, coxas torneadas. Na época uma amiga dela, Sandra, ia muito lá em casa. Sandrinha era da mesma idade da mamãe, lourinha, cabelinho curto, peitos durinhos, uma bunda linda devia ter 1,64m mais ou menos.

As duas ficavam tomando banho na piscina, que ficava nos fundos. Sandrinha trocava de roupa no quarto da mamãe, que ficava no segundo andar, e deixava a roupa lá. A janela do banheiro da suíte dava para piscina. Quando elas chegavam na piscina eu dizia que ia na casa de um amigo, corria para o quarto para ver a Sandrinha de biquíni na piscina, me acabava na punheta. Um dia mexi nas coisas dela e achei sua calcinha, fui para o banheiro esfregar a calcinha na minha pica e depois gozar sentindo o cheirinho perfumado da bocetinha dela.

Era uma quarta feira, elas sempre tomavam banho de piscina dia de semana, meu pai trabalhava, Sandrinha chegou e como fazia sempre, trocou de roupa e desceu para piscina, eu avisei que estava saindo, corri para o quarto, peguei a calcinha dela e fui para o banheiro olhar pela janela.

Estavam nadando, minha mãe veio para beira da piscina apoiou os braços e encostou os peitos na beirada. Sandrinha veio por trás dela e se encostou, na hora não entendi, mas Sandrinha começou a fazer carinho na minha mãe e tirou a parte de cima do biquíni dela a deixando com os peitinhos a mostra. Sandrinha apertava os peitinhos de minha mãe com as duas mãos, minha mãe gostava e deitava a cabeça no ombro dela.

Sandrinha tirou a parte de cima de seu biquíni e esfregou os peitinhos deliciosos nas costas da mamãe. Não aguentei ver aquilo e enrolei a calcinha da Sandrinha na minha pica e pela primeira vez enchi ela de porra, mas era muita porra.

Minha mãe se virou de frente e as duas ficaram se esfregando e se beijando na boca. Sandrinha lentamente lambia o biquinho do peito da minha mãe, primeiro um e depois o outro, para em seguida chupar as tetas dela com muito tesão. Minha mãe retribuiu passando a língua bem devagar nos peitinhos da Sandrinha e mamando um por um arrancando gemidos que do segundo andar eu ouvia.

Naquela loucura, uma enfiou a mão dentro do biquíni da outra tocando uma siririca ao mesmo tempo em que chupavam seus peitinhos.

Mamãe sentou na beira da piscina e Sandrinha tirou a parte de baixo do biquíni dela, abriu suas pernas e enfiou a boca na xana dela, que colocou os braços para trás se apoiando e trançou as coxas em volta do pescoço da Sandrinha. Minha mãe se tremia toda na boca da amiga. Gozava feito uma puta lésbica.

Trocaram de posição, agora era Sandrinha de perna aberta e minha mãe a chupando. Ela colocou os pês no ombro da mamãe e gozava como uma louca. Era uma coisa deliciosa ver aquelas duas mulheres se lambendo e gozando uma na boca da outra. Aquela altura dos acontecimentos a calcinha da Sandrinha tinha virado um pano de chão de tanta porra que eu tinha jorrado nela.

A entrega delas era tanta que não resistiram e saíram as duas da piscina, deitaram no chão e se chuparam ao mesmo tempo. Era um sessenta e nove feminino maravilhoso. Elas se contorciam e rolavam pelo chão encaixadas com as bocetas na boca da outra. Dava para ver os corpos delas tremerem de tanto gozar.

Minha mãe se levantou, foi até a cadeira e pegou um frasco plástico, não deu para ver de que, mas era grosso e comprido, abriu as pernas da Sandrinha e enfiou nela, tirava e botava devagar, e foi aumentando até socar o tubo todo dentro e tirar, cada vez mais rápido. Sandrinha gritava de prazer.

Sandrinha tirou o tubo de dentro da boceta, dava para ver ele todo lambuzado com a esporra dela, e socou na mamãe, fez a mesma coisa, começou devagar até foder ela com muita força, arrancando gritos de tesão dela. Quando ela sacou o tubo da boceta da mamãe ela esguichava  gozo como se estivesse mijando, Sandrinha mantinha as pernas dela abertas para ver o gozo espirrar.

Logo em seguida as duas se chuparam, pareciam insaciáveis no prazer, não queriam parar de gozar, até caírem para o lado, quase desmaiadas de tanto êxtase.

Ficaram paradas um tempo, tinha acabado. Aí me dei conta da merda que tinha feito na calcinha, gozei umas seis ou sete vezes, sei lá, limpei, tentei secar, mas não deu. Coloquei no lugar toda molhada.

Elas colocaram os biquínis, Sandrinha subiu, trocou de roupa e notou que a calcinha estava melada, ela sabia que tinha sido eu, que eu tinha esporrado nela. Como eu sei disso? Bom, isso é outra história que vou contar depois.

Mamei nos peitos da mãezinha na van

Um dia desses estava voltando para casa em uma van, que faz transporte alternativo. Ao meu lado tinha uma jovem mãe com uma criança de uns dois anos no colo, mulatinha, bonita, estava de saia de um tecido fino, que subia a todo movimento da menina, deixando umas coxas gostosas aparecendo.

Eu sou branco, magro, tenho 48 anos e boa aparência.

A viagem era um pouco longa, estávamos no último banco, que tinha três lugares, ela estava na janela, eu no meio e uma senhora no corredor.

Era noite, as luzes estavam apagadas, ficando acesa só uma perto do motorista, que clareava levemente a van. Mais para frente a senhora desceu e eu cheguei para o corredor deixando a mãe mais a vontade.

A van foi esvaziando e ainda tinha muito chão pela frente. A mãe pegou um pacote de biscoito e uma garrafinha e deu para menininha, que era boazinha, toda hora batia no meu braço me oferecendo as coisas. Eu ria, agradecia, e continuava mexendo no celular.

Uma hora ela bateu no meu braço, quando olhei ela estava mamando no peito da mãe, tirou a boca, segurou o peito e me ofereceu. Fiquei de olho arregalado, sem ação.  A mãe sorriu e disse: “Criança tem cada ideia.” Eu sorri sem graça e tirei os olhos por respeito, mas, confesso que não parava de pensar naquele peitão redondo, moreno cheio de veias, escorrendo leite.

Depois de mamar, a garotinha dormiu a mãe a deitou no banco próximo a janela e veio par o do meio, ao meu lado. Começou a puxar assunto comigo, que entrei na conversa, sempre olhando os melões dela. Ela viu que eu estava olhando e ficou me encarando, gelei quando notei. Ela falou simplesmente: “Gostou”? eu balancei a cabeça que sim. Então, sem dizer nada ela colocou o peitão para fora e me olhou, fiquei sem ação, quando me refiz coloquei a mão e fiz um carinho, o peito dela estava duro de tanto leite e quente, meu pau quase estourou a calça. Ela fechou os olhos encostando a cabeça no meu ombro. Eu apertava o peito que espirrava leite, parecia estar ordenhando uma vaca.

Não resisti e cai de boca naqueles melões redondos que pareciam ovos de páscoa que jorravam leite. Mamava nos dois, o leite escorria pela barriga dela, molhando sua roupa. Ela primeiro apertou meu pau por cima da calça, depois a abriu e colocou minha caceta dura para fora e punhetou, sua mão quente e úmida me levava à loucura. Só tínhamos nós e o motorista.

Sua saia era de um tecido leve o que facilitou para eu colocar a mão em suas coxas e ir subindo até chegar em seu bocetão carnudo e quente, alisei por cima da calcinha que estava ensopada, depois coloquei a mão por dentro e esfreguei carinhosamente seu grelo que estava bem duro.

Senti ela gozar em meus dedos que os enfiei dentro dela. Sua boceta apertava meus dedos e quanto mais eu esfregava mais sentia jatos de gozo saindo dela. Seus tetões em minha boca eram sugados até a exaustão. Chegava me engasgar de tanto leite que ela soltava.

Já muito cheia de tesão, ela caiu de boca na minha rola, chupando com vontade. Sugava a cabeça e depois deixava entrar toda até a garganta, voltando para cabeça. Enquanto mamava ela esfregava os peitões em minha calça, me melando todo de leite, e eu trabalhando sua xana melada.

Não demorou muito naquela chupada e eu enchi sua boca de muita porra quente. Há muito tempo eu não esporrava tanto em uma vadia. Segurei ela pela nuca e a forcei para baixo, esporrando em sua garganta, que engoliu tudo.

Ela pegou uma toalhinha na bolsa, limpou os cantos da boca lambuzados de porra, limpou os peitões molhados de leite, ajeitou a blusa, a calcinha, a saia, pegou a filha que dormia ao lado e desceu.

Não tive tempo de saber seu nome, nem trocar telefone ou zap, nunca mais vi a gostosa dos peitões cheios de leite.