Meu pai me deu como escrava sexual para o patrão, parte 2

Oi galera, voltei para continuar contando como virei escrava sexual de um homem nojento que me arrombou toda, com o consentimento dos meus pais.

Meu pai me deu como escrava sexual para o patrão

Para quem não leu a primeira parte, pode ler clicando no link acima, ela aconteceu há vinte anos quando eu tinha 13 aninhos. Eu sou bem morena, na época tinha cabelos cheios e bastante cacheados, peitinhos durinhos acabando de desabrochar, coxas já bem desenhadas e com pelinhos bem leves, e bundinha arrebitada, minha bocetinha era gordinha e com poucos pelinhos, e eu era virgem.

Naquele dia, depois de ter minha bocetinha arrombada e encharcada de porra quente pelo Seu Amadeo, patrão do meu pai, fui para o banheiro e não queria mais voltar para o quarto onde ele me esperava para me foder mais. Minha mãe, que havia se masturbado enquanto aquele homem me comia foi no banheiro me pegar. Me levou de volta para o quarto, Seu Amadeo estava com a rola mole e disse que queria mais.

Minha mãe me jogou na cama, meu pai subiu e me segurou por trás, pelos braços, o pau dele estava duro estava adorando ver a filhinha dele nua sendo fodida. Para meu espanto minha mãe chupou o pau do Seu Amadeo fazendo ficar duro, eu chorava a esperneava não querendo mais aquele lixo de homem dentro de mim. Minha mãe agarrou minhas pernas para que o velho me montasse.

Estava desesperada sentindo aquela rola grossa, meio mole meio dura entrando na minha boceta ardida de tanto levar vara um pouco antes. Sentia a pica dura do meu pai roçando nas minhas costas, ele me agarrou pelos cabelos e me fez chupar seu cacete, minha mãe pegou um tubo de desodorante e enfiou na boceta gozando feito uma puta.

Não demorou e meu pai encheu minha boca de leite quente, muito leite, tentei cuspir, mas ele tampou minha boca e nariz e tive que engolir. Então ouvi Seu Amadeo dizer que queria minha bunda. Já não tinha forças para fazer nada.

Meus pais me colocaram de bruços, meu pai colocou uns travesseiros em baixo de mim para empinar meu cuzinho, minha mãe espirrou um óleo na minha bunda e mandou o velho comer.

Estava desesperada, mas completamente imobilizada. Sentia a cabeçona do velho nojento arrombando meu rabinho, era como que várias giletes me cortassem, a dor era grande, mas o medo e a vergonha eram maiores. O nojo de ter meus pais participando, e o pior, gostando daquilo era muito grande. Só queria que acabasse logo.

Mais da metade da pica já estava dentro de mim, Seu Amadeo se ajoelhou na cama, me segurou pela cintura fazendo eu ficar de quatro, me segurou forte e enfiou o restando da caralha de uma vez. Tentei ir para frente, mas meu pai me escorou e eu levei toda rola no cu.

Enquanto ele socava forte no meu rabo, apertava meus peitinhos com as duas mãos parecendo que ia arrancá-los, sentia seu saco enorme bater entre minhas coxas arreganhadas.

Meu pai, que estava de frente para mim, me segurou pelos cabelos e me levou direto para seu cacete duro, fazendo eu pagar mais um boquete nele, até encher minha boca de porra quente.

Eu chorava, minhas pernas tremiam, minha bunda doía, aquilo não acabava. Minha mãe se aproximou e tocou uma siririca em mim. Confesso que mesmo sofrendo eu gozei várias vezes, o que me dava mais nojo ainda.

O velho nojento engatado no meu cuzinho deu um urro alucinante, me apertou com todas as forças daquelas mãos cheias de calo, e gritou que estava gozando, senti um mar que porra quente e grossa invadir minhas entranhas, escorrer por dentro de mim me alagando.

Ele caiu para o lado, extasiado de tanto me foder, quase sem forças, com as pernas tremendo muito, corri para o banheiro, sentei no vaso e deixei o mar de goza nojenta escorrer para fora de mim. Passei a mão e senti um túnel no meu cuzinho, todo arrombado, chorava sem parar.

Em breve vou voltar para contar mais coisas que aconteceram e no que essas coisas me transformaram.

Beijos.

Minha enteada virou minha putinha.

Olá, meu nome é Fernando e o relato que faço aqui aconteceu duas semanas antes de publicar no site. Tenho 41 anos sou branco, alto, forte, casado.

Minha esposa tem uma filha de outro relacionamento, que veio morar conosco com 4 anos de idade. Steffani, 18 anos, morena clara, 1,60m, cabelos castanhos escuros e compridos, uma bunda maravilhosa, redonda, grande e durinha, peitos deliciosos, grandes e firmes, muito suculentos.

Nos últimos meses Steffani engordou um pouquinho, ficando com uma barriguinha, e umas poucas celulites nas coxas, mas nada que a faça deixar de ser gostosa. Sou louco para comer ela desde os 8 aninhos de idade.

Estávamos em casa só eu e ela, a mãe tinha ido trabalhar e o irmão, meu filho, ido para escola, eu estava de folga e ela de férias. Eu estava na cozinha fazendo café para sair, quando Steffani entrou no banheiro, ouvi o chuveiro, estava tomando banho.

Uns minutos e a vejo sair do banheiro toda molhada e enrolada na toalha, entrar no quarto e deixar a porta aberta. Imaginei mil coisas, passei na frente da porta e ela estava completamente nua, na frente do espelho se enxugando.  Me viu e continuou a se enxugar, meu pau estalou de tesão quase resgando a bermuda, pensei, será que é hoje que vou foder a Steffani?

Ela jogou a toalha em cima da cama pegou um pote de creme e esticou a mão para mim, querendo que eu passasse creme nela. Peguei o creme, me encostei na bunda dela, lambuzei a mão e comecei a espalhar nela, fui direto nos melões, enchi a mão naquelas bolas deliciosas. Esfregava sem parar. Meu pau estava duro encostado na bundona dela.

Abri a bermuda e a arranquei, jogando no chão, agora era minha caceta que estava encostada no rabo quente dela. Desci minhas mãos passando creme na sua barriga, por cima da boceta raspadinha, quente e bem molhada. Steffani abriu as pernas para que eu passasse creme bem no meio da sua xana deliciosa.

Arranquei um gemido dela quando minha mão lambuzou seu grelinho de creme. Esfregava os dedos no grelinho e a pica na bunda dela, sentia escorrer por suas coxas um delicioso mel de prazer. Ela estava totalmente entregue, era levar para cama e foder a Steffani sem piedade.

Foi o que fiz, fomos abraçados até a cama onde a deitei de pernas abertas e cai de língua em seu delicioso bocetão raspado. Enquanto chupava acariciava seus melões que tinham sido meus sonhos de consumo por anos, com a outra mão enfiava o dedo devagarzinho em seu cuzinho.

Steffani se esporrava na minha boca, saia de dentro dela jorros de porra feminina, branca e grossa que escorria pelo meu queixo. O corpo dele tremia na cama, ela apertava minha cabeça entre as pernas dela com força. Não aguentava mais de vontade de enfiar nela. Abri bem suas coxas, fiquei em pé de frente para ela e fui metendo aos poucos minha piroca grossa e comprida na boceta quente dela, que revirava os olhos e mordia os lábios de tesão.

Eu enfiava com vontade nela, minha pica entrava e saia toda melada, ela mandava eu foder com força, rasgar a xereca dela, e eu metia com mais força ainda, apertava os melões dela que balançavam conforme eu socava. Ela gozava muito. Me joguei por cima dela, a abracei, beijei sua boca e deu um grito de prazer, gritei o nome dela e esporrei suas entranhas com um mundo de goza quente.

Fiquei deitado sobre ela um tempinho, me levantei e a deixei de pernas arreganhadas na cama, dava para ver minha porra escorrendo de dentro dela e lambuzando o lençol. Ela também se levantou e fomos tomar um banho. No chuveiro a sacanagem continuou, ela se ajoelhou e mamou minha caceta deliciosamente.

Fomos todos molhados para cama, a abracei pela cintura  e caímos na cama, eu por cima do rabão dela. Segurei minha caceta e coloquei a cabeça no cuzinho dela que não reclamou, fui empurrando e com bastante facilidade, devia estar acostumada a dar a bunda, entrei todo naquele cuzinho gostoso, apertadinho, e ela latejava apertando mais ainda.

A coloquei de quatro e fodi o rabo, os peitões dela balançavam numa dança erótica de prazer. Minhas mãos procuraram seu grelinho para aumentar o prazer, ela chorava dizendo que queria ser minha putinha, e eu dizia que dali em diante eu seria seu macho, seu corpo era só meu.

Dizendo isso senti meu  corpo estremecer e enchi seu rabo delicioso de porra. Apertava tudo para dentro dela e soltava jatos e jatos de leite quente.

Steffani passou a ser minha amante e putinha, como ela pelo menos dois dias na semana.

Aos 11 anos fui arrombada pelo titio.

Meu nome é Fabiana, tenho 30 anos, sou morena escura, bonita e sempre tive um corpo bem desenhado. Quando tinha 11 anos já tinha uns sinais de que ficaria com um corpinho bem gostoso, sempre tive cabelos cheios e cacheados, os garotos naquela época queriam ficar tocando em mim, mas eu não deixava.

Meu tio, irmão da minha mãe, na época com uns trinta e poucos anos, me adorava, viva me fazendo agrado, me dava presente, me colocava no colo. Eu inocente, sentava no colo dele e sentia um volume crescer na minha bundinha, mas não sabia o que era.

Às vezes ele passava a mão nas minhas coxas e ia subindo e parava. Um dia estava sentada no colo dele desenhando, ele começou a passar a mão nas minhas pernas, foi indo, passou por cima da minha calcinha, eu gelei, parei de desenhar e fiquei quietinha. Ele me olhava parecia querer  ver minha reação, e eu quieta. Senti sua mão entrando na minha calcinha, passou por cima da minha xaninha, e depois ficou alisando meu grelinho e a entradinha da xaninha. Eu sabia que era errado por que minha mãe dizia, mas deixei, estava gostoso.

Ele ficava conversando comigo, disfarçando, e me alisando, minha voz estava tremula, mas eu estava gostando. Abri um pouco as pernas e ele colocou a ponta do dedo um pouquinho para dentro de mim. O volume na minha bundinha era maior do que nunca. Senti um melzinho escorrer de mim, minhas pernas tremeram, nunca senti aquilo. Ele me levantou do colo dele, deu um tempo e foi embora.

Uns três dias depois minha mãe precisava passar o sábado todo fora e pediu que meu tio ficasse comigo na casa dele. Fomos cedo para lá. Eu estava querendo que ele fizesse aquilo de novo.

Minha mãe foi embora. Meu tio como sempre foi muito atencioso e bonzinho comigo. Me chamou para conversar, perguntou se eu tinha gostado do carinho que ele fez. Eu disse que sim. Ele disse que podia fazer muito mais e que seria bem mais gostoso, mas tinha que ser um segredo nosso. Eu concordei. Então perguntei para ele porque quando eu sentava no colo dele ficava um volume na minha bunda. Ele respondeu que quando um homem está com tesão em uma mulher ele fica assim. Quase desmaiei, senti um gelo no estômago, ele me chamando de mulher e que tinha tesão em mim.

Ele perguntou se eu queria ver o que era, eu acenei com a cabeça que sim. Ele colocou o pau para fora, era enorme, um cabeção vermelho, estava muito duro e ficava latejando, pulando. Fiquei meio assustada, olho arregalado, meu coraçãozinho disparado. Mandou chegar mais perto, cheguei, minhas mãos tremiam, queria segurar, ele notou, pegou minha mão e trouxe na direção do caralho dele. Eu peguei e fiquei apertando, era muito duro e quente, e pulsava na minha mão.

Ele tirou minha mão do pau, acho que ele ia gozar e não queria ainda. Disse que ia fazer muito carinho em mim, pela primeira vez me senti melada. Então ele me colocou deitada na cama, eu estava com uma sainha bem curtinha, calcinha e blusinha. Começou fazendo um carinho na minha cabeça, acariciando meus cabelos, minha respiração estava muito forte e ofegante. Mandava eu ficar calma, relaxar que ele ia cuidar de mim, nada de ruim iria me acontecer, eu me sentia segura, mas com medo e tesão. Então ele me deu um beijo delicioso na boca, enfiando a língua bem devagar dentro dela. Levantou e retirou minha blusa e começou a lamber com a ponta da língua meus peitinhos que estavam durinhos.

Depois de muito beijo na boca e chupadinhas nas minhas tetinhas ele desceu até os meus pés e os lambeu, foi subindo as mãos pelas minhas pernas, levantando bem devagar minha saia. Veio beijando meus pés, minhas coxas, aquela boca úmida e quente lambendo minhas coxas faziam escorrer muito melzinho da minha xaninha que latejava muito. Ficou lambendo as coxas muito tempo, enquanto suas mãos acariciavam minha xotinha melada.

Então ele foi tirando lentamente minha calcinha puxando pelas minhas pernas até tirar, eu me tremia toda. Depois tirou minha saia me deixando nuazinha. Ele que já estava sem camisa e com a bermuda aberta, ficou completamente nu. Carinhosamente, abriu minhas pernas, colocando sua cabeça no meio, lambendo minhas coxas vindo em direção da xaninha. Eu mordia os lábios, me apertava, me esfregava na boca do titio, senti sua língua passar levemente nela, carinhosamente ele lambia minha entradinha, minha grutinha estava inundada de mel.

Aos poucos a língua entrou toda em mim, começando a me chupar como se eu fosse uma mulher feita, pela primeira vez na vida eu gozei, foi maravilhoso e assustador, que sensação deliciosa, achei que fosse morrer. Eu via ele apertando o pau num desespero de quem estava louco para gozar.

Parou e conversou comigo, disse que estava com muita vontade de gozar, que quando isso acontecia ele soltava um liquido grosso e quente, e me pediu para chupar o pau dele, perguntou se podia soltar o liquido na minha boca, eu fiz com a cabeça que sim.

Então, com muito carinho, me colocou ajoelhada no tapete de frente para ele, colocou o pau na minha boca, acariciou meu cabelo, depois minha nuca enquanto me ensinava como chupar.  Estava muito nervosa, mas aprendi rápido, fiz do jeito que ele pediu e logo, logo ele avisou que ia gozar,me apertava com mais força e gemia alto, me chamava de gostosa, eu senti um mar de gosma grossa e quente sair do pinto dele e encher minha boca, não sabia o que fazer, ele me mandou ter calma e engolir. Era muita porra quente e deliciosa. Bebi tudo. E continuei chupando, limpando toda porra e deixando ele de pau duro novamente.

Ele gemia, se tremia e suava muito, eu estava tremendo de nervoso e tesão. Quando ele já estava bem duro, me deitou de barriga para cima e pernas abertas e mais uma vez chupou minha xerequinha, que delícia a língua dele passando em mim, eu gozava muito, sentia que ia desmaiar, jorrava muito líquido de dentro de mim na boca do meu tio, ele se deliciava com meu melzinho, lambia os lábios e me fazia gozar cada vez mais.

Ele parou de repente, olhou para mim, veio em cima do meu corpo se deitando e falou no meu ouvido que queria que fosse a mulher dele. Falou que iria colocar o pinto dele dentro da minha xaninha. Fiquei apavorada, eu era virgem, nem imaginava como era aquilo.

Ele falou que iria cuidar direitinho de mim e que ninguém poderia saber.

Então ele me beijou na boca, pegou seu cacete duro e grosso eu foi forçando na minha entradinha, conforme ele ia forçando ardia um pouquinho, eu chorava de nervoso mas logo sentia tesão. Forçou um pouco mais e senti seu cabeção entrar um pouco, parecia que estava me rasgando. Ele empurrava um pouco e puxava, eu estava toda melada e sentia ele me melar também, nesse vai e vem sentia minha bocetinha se abrir, se rasgar na caceta dele, os movimentos iam ficando mais fortes e mais intensos. Parecia que eu estava em transe, não via nada em volta, só sentia ele me arrombar.

Ele falou, agora, e deu uma estocada firme, senti uma mistura de dor, medo e prazer, e ele todo dentro de mim, tinha virado mulher, estava arrombada. Ele ficou parado para que eu me acostumasse com ele dentro depois começou a bombar, de leve, foi aumentando. Que prazer maravilhoso, não queria que acabasse, gozava descontrolada. Seu corpo ardia sobre o meu, seu suor me molhava toda. Socava cada vez com mais força e meu gozo era mais intenso.

Um urro dele e um jato imenso de porra quente dentro de mim, que coisa maravilhosa, ele gemia, me chamava de gostosa, falava que tinha me inundado de porra, que me amava. Fiquei toda mole, tremia dos pés a cabeça, queria ir ao banheiro, mas minhas pernas não aguentavam meu corpo. Consegui levantar, um mar de porra com um pouco de sangue escorriam pelas minhas coxas. Tomei um banho e voltei, queria mais.

Ficamos o dia todo na cama metendo gostoso. Mais tarde ele correu na farmácia, comprou um comprimido e me deu. A noite minha mãe veio me buscar. Foi para casa de pernas abertas de tanto levar vara.

Fiquei sendo a putinha do titio por muito tempo.

Espero que tenham gostado desse minha experiência, deixem seus comentários. Beijos.

Meu pai me deu como escrava sexual para o patrão

A história que vou relatar aconteceu há mais de vinte anos, na época eu tinha 13 anos, sou bem morena, tinha cabelos cheios e bastante cacheados, peitinhos durinhos acabando de desabrochar, coxas já bem desenhadas e com pelinhos bem leves, e bundinha arrebitada, minha bocetinha era gordinha e com poucos pelinhos. Era virgem, já sentia minha xerequinha latejar e escorrer um melzinho de vontade de brincar com ela, usar com outros garotos.

Despertava alguns olhares de meninos e de homens mais velhos, inclusive do patrão do meu pai, Seu Amadeo, dono de um mercadinho. Devia ter uns 60 anos na época, era gordo, fedia a suor e a bebida. As vezes mexia comigo, tentava fazer um carinho em mim, mas eu tinha nojo dele. Vivia pedindo ao meu pai para me deixar ir para casa dele, meu pai até concordava, mas minha mãe não. Eu tinha medo, sabia que ele queria me foder.

O mercadinho entrou em uma crise grande e vários funcionários foram demitidos. Seu Amadeo falou claramente com meu pai que para manter o emprego ele me queria, queria me levar para casa dele e me comer.

Meu pai concordou, mas tinha que falar com minha mãe. Seu Amadeo foi com ele falar com a mamãe que não gostou nada da ideia, acabaram discutindo e Seu Amadeo mandou meu pai embora do serviço.

Meu pai brigou muito, falou que iriamos passar fome, que nem ele nem minha mãe iam arrumar emprego e eu como a mais velha dos quatro filhos tinha que fazer esse sacrifício por todos. Minha mãe acabou cedendo, para o meu desespero, não conseguia imaginar aquele homem horrível, gordo e fedendo tirando meu cabacinho, metendo e gozando dentro de mim, não parava de chorar.

Minha mãe mandou meus irmãos irem para minha tia e esperou que Seu Amadeu voltasse para me levar. Para nossa surpresa ele disse que por causa da humilhação que minha mãe fez ele passar as coisas teriam outro preço. Ele queria me foder ali, em casa, na frente dos meus pais. Meu coração estava acelerado de medo, a hora de entrar na vara estava se aproximando.

Ele foi para o quarto dos meus pais, que era o único que tinha cama de casal, meu pai levou umas cervejas e minha mãe mandou que eu tomasse banho, e foi comigo para eu não demorar. Voltei enrolada só na toalha, ele estava de cueca. Me pegou pelos braços e tirou a toalha me deixando nua. Sentei na cama e tentei cobrir minha xereca e meus peitinhos com as mãos.

Estava morrendo de vergonha, olhei para o lado, minha mãe estava parada e meu pai apertava o pau por cima da calça, gostado de ver aquele lixo começar a foder a filha dele.

Ele tirou a cueca e eu vi uma rola muito grossa, mas curta, bem dura, ele era todo peludo, com uns pentelhos enormes, que nojo. Veio com a rola em minha direção e esfregou em meu rosto, eu tentava virar para outro lado, ele me segurou pelos cabelos e forçou a cabeça da pica na minha boca. Apertou minha nuca eu abri a boca e ele colocou a pica suja dentro. Tinha um gosto horrível, suja. Me obrigou a chupar.

Meu pai estava com a pica para fora se masturbando levemente e minha mãe com a mão por baixo da saia.

Enquanto eu chupava ele alisava meus peitinhos. Depois me jogou deitada na cama de pernas abertas e se ajoelhou para chupar minha xaninha. A língua dele era grossa e áspera, enchia minhas entranhas de saliva, eu chorava de nervoso e nojo, sentia um melzinho começar a escorrer de mim, me tremia toda. Não acreditava que iria perder a virgindade para aquele porco.

Depois de um tempo ele veio para cima de mim, lambendo minha barriga, meu umbigo, passando a língua entre meus peitinhos durinhos e eriçados. Caiu de boca neles, sugando minhas tetinhas, me fazendo ficar louca, justiça seja feita, ele sabia chupar.

Deitou aquele corpo cheio de pelos e suado sobre mim, me beijando na boca, chupando minha orelha e dizendo que ia me foder.

Eu estava toda arreganhada em baixo dele que colocou a mão entre nós dois, segurou a rola e começou a roçar na entrada da minha bocetinha. Esfregava mais e mais, começando a forçar a cabeça para dentro dela. Eu já estava mais que dominada, minha mãe e meu pai se extasiavam de tanto gozar me vendo ali.

A cabeçona começou a entrar, sentia minha bocetinha se abrir, se rasgar, parecia que ele enfiava varias giletes em mim. Ele pegou minhas pernas e colocou em volta de sua cintura para eu ficar mais aberta ainda.

Resolvi não lutar mais, relaxei e deixei a caceta dele me arrombar. Ia entrando em mim e eu me melando de uma mistura de pavor e prazer. Sentia cada pedacinho dele entrando. Seu Amadeo suava feito um porco me molhando toda, fedia a bebida e gemia feito um bicho.

A cabeça entrou toda, e a pica foi escorregando lentamente para dentro de mim. Os meus quadris estavam se dilatando, e ele enfiando. Senti uma dor aguda como uma agulhada, dei um gritinho, meu cabacinho tinha arrebentado. Ele deu um gemido dizendo que agora eu era a putinha dele.

Alguns segundos depois de me arrombar ele começou a tirar e botar o pau dentro de mim. No início eram movimentos lentos, mas foram aumentando até ele começar a socar com muita força. Lambia meu pescoço, gemia, suava, me chamava de delícia, putinha e socava a rola em mim.

Eu perdi o controle sobre meu corpinho que tremia de prazer de sentir aquele homem me comendo. Estava toda melada e gozava muito. Minha xerequinha piscava apertando o cacete do velho nojento, e isso fazia ele ir a loucura e socar mais forte e morder meu pescoço numa ânsia louca de prazer.

O nojo, o desespero, ver meus pais se gozarem todos assistindo eu ser comida me davam muito, mais muito tesão, eu gozava sem parar, não pensava em nada, só na pica entrando e saindo de mim.

De repente Seu Amadeo empurrou a piroca com vontade para dentro de mim e deixou no fundo, soltou um urro igual de um animal que me assustou, na mesma hora senti minha boceta se encher de uma gosma quente que não parava de sair, era ele me esporrando toda, era muita porra. Ele gemia e gritava que estava gozando, que estava enchendo minha boceta.

O corpo dele foi relaxando em cima de mim, ele foi ficando mole, sem reação, sussurrava no meu ouvido “gostosa”, e ficou parado, até rolar para o lado.

Levantei correndo, quase não consegui ficar em pé, minhas pernas estavam bambas, fui me arrastando para o banheiro, um mar de porra e sangue escorriam pelas minhas pernas. Entrei de baixo do chuveiro, conforme passava a mão sentia placas de porra sair, minha boceta estava um buraco, totalmente arrombada.

Chorava sem parar, sabia que a sacanagem estava apenas no começo. O dia ainda ia demorar muito para acabar.

Virei escrava sexual daquele homem.

Depois conto como continuei a ser fodida naquele dia com a ajuda dos meus pais.

Leia a segunda parte da história.

Meu pai me deu como escrava sexual para o patrão, parte 2

A menina dos chocolates do trem, minha melhor foda.

Oi galera, meu nome é Sergio, tenho 40 anos, tenho 1,80m e porte físico normal, nem magro nem gordo, sou branco de cabelos e olhos castanhos, mas vamos ao que interessa.

Trabalho no centro do Rio de Janeiro e moro na Zona Oeste, por questão de trânsito viajo de trem. Numa sexta-feira dessas voltava para casa bem tarde, era o último trem do dia. Umas três estações antes da minha passou no vagão, que já estava bem vazio, uma menina vendendo chocolate, morena, cabelos cheios e encaracolados, estava com uma calça comprida bem apertada que desenhava a bunda arrebitada, e uma blusinha com a barriguinha chapada aparecendo, o desenho dos seios pequenos e durinhos era nítido. Um rostinho lindo aparentava ter 16 ou 17 aninhos, mas ela me disse ter 20, Soraya seu nome.

A chamei para comprar chocolate e ela sentou do meu lado com ar de cansada e preocupada. Puxei conversa e ela me disse que estava desde cedo vendendo e que tinha pegado o trem errado, e pelo adiantado da hora não daria para ela voltar e pegar o trem que a levaria para casa.

Falei que morava em frente a uma estação, se ela quisesse poderia ir para minha casa, tomar um banho, jantar e descansar até a hora de voltar. Ela disse que não, perguntei como ela iria fazer, ela disse não saber.

Insisti para ir para minha casa, ela perguntou: “Moço o senhor quer me comer né?”. Dei um sorriso e falei para ela ficar despreocupada que não faria nada com ela. Ela foi para outros vagões continuar vendendo o chocolate e quando se aproximou da minha estação ela voltou:

“Jura que não vai me comer a força”?

“Juro”.

“Então vamos”.

Chegamos ao meu AP, dei uma camiseta, um short e uma toalha para ela e indiquei o banheiro para tomar um banho. Enquanto isso preparei algo para comermos. Não demorou muito e ela veio do banho só de camiseta que ficava grande nela, me devolveu o short, e perguntou se podia colocar a calcinha e o sutiã dela para secar atrás da geladeira. Ela estava somente com a camiseta em cima do corpo desnudo. Cheirosa, tinha me pedido para usar uns perfumes que estavam no banheiro.

As pernas lindas, lisinhas e grossas, bem torneadas, os peitinhos furando o pano, apontados para cima, a bunda arrebitada levantava a parte de trás da camiseta.  Estava difícil cumprir a promessa de não come-la.

Jantamos, ela ajudou a lavar a louça, preparei a cama dela na sala, tomei um banho e me deitei para ver um pouco de TV. Ela perguntou se podia ver TV comigo, deitou ao meu lado e encostou a cabeça no meu peito. Meu pau disparou na hora, ficando duro igual uma barra de ferro.

Ela se acomodou em meu peito, colocando a coxa sobre minhas pernas, na hora ela sentiu minha caceta. Sua respiração ficou um pouquinho mais ofegante.

A abracei acariciando suas costas com a mão, bem devagar fui puxando a camiseta dela para cima. A bunda linda e lisinha dela começou a aparecer. Continuei puxando, ela esticou os braços me deixando retirar por completo a camiseta. Seu rostinho encostado ao meu peito demonstrava um sinal de timidez.

Com sua ajuda retirei meu short, minha vara dura pulou e encostou-se às suas carnes quentes.

Nos beijamos na boca deliciosamente, um beijo doce e molhado. Minha mão entrou entre suas pernas e pude sentir os pelinhos que cobriam a boquinha da sua xereca todos lambuzados. Coloquei o dedo nela, já toda melada de tesão. Ela apertava meu pau e mordia meu peito toda vez que eu esfregava seu grelinho.

Lentamente a fui virando de barriga para cima, beijando sua orelha e lambendo seu pescoço. Seu corpo era simplesmente lindo, moreno, sem estria, nem celulite, nem marcas, só as marquinhas de sol nos peitinhos, na bundinha e na bocetinha.

Comecei a chupar aqueles peitinhos que pareciam duas perinhas suculentas e deliciosas, arrancando gemidinhos daquela menina deliciosa.

Percorri com a boca cada milímetro de seu corpinho, lambendo tudo. Gastei tempo na barriguinha de Soraya beijando e chupando cada espacinho. Abri suavemente suas coxas e lambi em volta da vagina completamente melada e já bastante gozada dela mesma. Ela implorava para chupar sua boceta. Fiz sua vontade, enfiei a língua lentamente dentro da bocetinha, trazia a língua e lambia o grelinho duro e eriçado. Isso a fazia se contorcer de tesão, apertar minha cabeça com as coxas, gemendo baixinho, quase miando. Esguichos de gozo saiam de dentro dela, estava no vigor do tesão.

Fui mudando de posição sem parar de chupar sua xaninha, direcionei minha piroca para sua boquinha que abriu e acolheu tudo. Que delicia, boquinha apertada, molhada e quente, ela chupava bem devagar fazendo eu me tremer dos pés a cabeça. Chupava lentamente a cabeça e depois engolia a vara toda. Não queria gozar ainda. Tirava o pau, respirava fundo e colocava de volta na sua boca.

Depois de muito tempo, subi nela, seu corpo estava quente, muito quente e não parava de tremer. Apesar de ser uma noite fresca, estávamos molhados de suor. Me coloquei entre suas pernas, segurei o caralho e esfreguei na entradinha dela. Senti ela se abrir lentamente, parecia me puxar. Empurrei aos poucos, senti a cabeça entrar, deslizando facilmente, apesar de bem apertada estava muito melada, fui entrando todo sem maiores problemas, até chegar ao fundo. Ela era quente, molhada, encharcada e muito apertadinha, sua xereca latejava, quase esmagando minha caceta, uma delícia sem palavras para descrever.

Comecei bombando devagar, fui aumentando o ritmo, os gemidos dela foram aumentando, o barulho de nossos corpos se chocando era cada vez maior, sua bocetinha latejava freneticamente, ela mandava eu foder ela muito. Eu enfiava com toda força, meu corpo tremia, o gemido dela virou gritos de prazer, nos agarramos com toda força, beijamos na boca como se fossemos nos engolir e gozamos alucinadamente, despejei jatos e mais jatos de porra quente e grossa dentro da deliciosa boceta da Soraya. Nossos corações quase pularam do peito. Caímos praticamente desacordados na cama. Tentei me levantar, as pernas bambearam, olhei para Soraya que estava estatelada na cama de olhos fechados e as pernas abertas, minha porra escorria como um rio de dentro de sua boceta.

Conseguimos ir tomar banho, a porra escoria pelas pernas dela até os pés, era muita esporra.

Voltamos para cama, depois de uma sacanagem no chuveiro  partimos para mais uma seção de foda.

Sentei na cama ela se ajoelhou no chão e fez um boquete maravilhoso, melhor que o primeiro.

Trocamos de posição, agora era eu ajoelhado no chão, ela arreganhada, com as pernas no meu ombro e minha língua lambendo seu sexo. A fazia gozar muito.

Deitei-me e Soraya montou em mim, cavalgando com minha vara em sua xana, como ela sabia mexer, toda a timidez tinha ido embora. Ela rebolava, subia, descia, fazia tudo. Seu gozo escorria pela minha pica. Seus peitinhos tremulavam enquanto ela pulava, eu os agarrava e acariciava como de fossem duas joias raras.

Muito depois, a coloquei de quatro e meti de uma vez em sua boceta, peguei-a pela cintura e enfiava tudo e trazia até quase sair e enfiava de novo.

Debrucei em suas costas, uma das mãos dedilhava seu grelinho, a outra amassava os peitinhos durinhos e delicados.

Ela me pedia para chama-la de minha putinha. Estava enlouquecido com aquela ninfeta.

Tirei o pau de dentro dela e coloquei na entradinha de seu cuzinho. Forcei a entrada, mas era muito pequenininho, não podia imaginar minha rola grossa naquele buraquinho. De início ela reclamou, mas, me deixou ir até o fim. Se a bocetinha era apertada, o cuzinho nem se fala, foi difícil, mas com calma e jeito, entrei todo, até minhas bolas baterem no rabinho dela.

Meu pau estava ardendo de tão apertado. Fomos nos acostumando e fui aumentando o entra e sai. Era gostoso demais. Agarrei-a pela cintura, nos levantamos com meu pau encaixado eu seu cuzinho, fui até a sala a coloquei em uma mesinha e detonei seu rabo. Soraya chorava de tanto levar no rabo. Dava soco na mesa. Ao mesmo tempo eu esfregava com a mão seu grelinho fazendo com que gozasse sem parar. A menina tinha orgasmos múltiplos. Seu corpo pegava fogo, parecia estar com febre.

Minha vista escureceu, soltei um urro como um animal no cio e gozei no cuzinho de Soraya, parecia que não iria mais parar de sair esporra do meu saco, era muita. Enchi o rabo dela literalmente.

Quando puxei a caceta, ela deu um gritinho e voou porra longe. Um rio escoria de dentro dela. Ela sangrava um pouquinho, cuidei dela e dormimos como nunca tínhamos dormido antes.

Pela manhã preparei um café da manhã para ela que já tinha perdido a hora de trabalhar. Saiu correndo para comprar mais chocolate para vender. Deu um dinheiro a ela para ajudar, mas, ela se recusou a receber, disse que não era puta. Perguntou antes de ir se podia voltar, então, toda sexta é meu dia de comer minha Soraya, a menina dos chocolates do trem.

Fiquei engatada pelo cu com meu dog.

Oi queridinhos, meu nome é Jeniffer e tenho 23 aninhos, sou moreninha clara, cabelos pretos compridos e ondulados. Tenho seios fartos e duros, cintura fina e bunda grande. Coxas grossas, tenho 1,57 m. Tenho muito tesão e quando estou sem namorado uso uns brinquedinhos que adoro para me saciar. Minha bocetinha e bem pequena, mas, como fico muito molhadinha acabo conseguindo engolir umas varas bem grossas.

O fato que vou contar aconteceu justamente em um período em que estava sem namorado. Estudando, trabalhando, ajudando meus pais em casa e na loja, minha vida estava uma loucura.

Um sábado cheguei em casa logo após o almoço, estava exausta e cheia de tesão, tinha um tempinho que não transava nem usava meus brinquedinhos. Tomei um banho quente bem demorado, como estava sozinha, vim pra sala só de calcinha e um topezinho, e me joguei no sofá.

Temos um cachorro enorme, um dinamarquês, se chama Thor. Deixei a porta da sala que dá para o quintal aberta e Thor entrou. Eu estava com as pernas esticadas com os pés no chão, Thor veio e deitou-se nos meus pés. Ele estava de lado, fiquei vendo o pirocão que ele tem. Grande e grosso, mesmo encapado. Conforme eu olhava ia ficando com mais tesão ainda, comecei a imaginar aquilo dentro de mim. Já me apertava de vontade.

Então, me ajoelhei ao lado dele e comecei a fazer carinho na picona dele, que logo foi saindo da capa. Era grande, grossa e brilhava de tão melada que estava. Peguei uma vasilha com água, um paninho e dei uma limpada nela. Conforme ia limpando ele parecia ficar excitado, fazia um movimento como que bombando uma cadela.

Não resisti, caí de boca, fui lambendo, lambendo até colocar tudo na boca e chupar com vontade, ele ia soltando um líquido aos jatos na minha boca. Enfiei os dedos na minha xaninha toda melada e toquei uma siririca deliciosa. Mais um pouco de chupada e ele jogou litros de porra quente, que eu engoli tudinho, tinha um sabor diferente da porra de homem, sei lá, era mais gostosa.

A essa altura eu já estava descontrolada, queria rola canina dentro de mim. Corri no quarto, peguei um par de meias grossas, e fita cola, li isso em um conto, coloquei as meias nas pata da frente do Thor e enrolei com fita, para ele não arranhar minhas costas. Sentei no sofá, tirei a calcinha que já estava toda encharcada, abri as pernas e chamei o totó. Thor começou a me lamber, que língua gostosa, eu me tremia toda, danei a gozar na língua dele, que quando sentiu meu cio ficou louco, queria montar em mim.

Me ajoelhei no chão, coloquei a barriga apoiada no sofá, e deixei ele me fazer de cadela. Ele subiu em mim, colocou as patas na minha cintura e começou a tentar enfiar em mim, sentia a ponta da caceta dele batendo em tudo que é lugar, batia nas minhas coxas, bunda, entrada da xereca, que desespero dele querendo furar a cadela.

Coloquei minha mão entre as pernas, segurei ele e ajudei, colocando na entrada, ele deu um tranco e enfiou tudo de uma vez na minha bocetinha, fui na lua e voltei. Minhas pernas tremiam, ele bombava com força, cada vez mais forte. Senti o leite dele escorrer dentro de mim, a piroca crescia, ficava mais dura e inchada, latejando muito nas minhas entranhas. Uma bola cresceu dentro de mim, fiquei nervosa, e ele me fazendo gozar como nunca tinha gozado na minha vida.

Era um mar de porra canina enchendo meu útero, eu gritava de prazer, que foda deliciosa. Até ele parar, ficou quieto, sentia muita porra escorrer. Ele passou a perna por cima de mim e ficou de costas, estávamos engatados. Fiquei muito nervosa, ele queria me arrastar, me agarrei no sofá, segurei ele pelas pernas e ficamos assim parados engatados em tempão. Uma hora ele puxou e a pica saiu, fez um estalo. Fiquei completamente arrombada pela bola dele.

Caí ali mesmo deitada quase desmaiada. Thor veio me lamber limpando toda porra que ele mesmo jogou dentro de mim. Aquilo me deixou louca, queria mais.

Fiquei de quatro de novo como se fosse a cadela dele e deixei ele a vontade. Montou imediatamente em mim e começou a me fuder. Eram pinceladas que entrava e saiam da minha xaninha. Até que numa dessas ele acertou meu cu, foi tudo dentro, que dor, dei um berro, me agarrei no sofá tentando tirar ele de dentro do meu rabo mas não deu, era relaxar e deixar ele me enrabar.

Enquanto ele estocava meu rabo eu me masturbava, era uma gozada atrás da outra, estava molinha de tanto gozar. Minhas coxas eram uma cachoeira de melzinho descendo.

Sentia meu cuzinho se encher de porra quente, era muita porra, aí a bola dele foi crescendo dentro. Fiquei apavorada, se na boceta foi aquele estrago, imagina no cu?

Não tinha jeito, era deixar ele esvaziar o saco dentro do meu rabo. Muitos jatos de porra depois, ele se virou de costas para mim e fiquei engatada pelo cu. Ele saiu me arrastando, tentei me segurar de novo, mas, não consegui, fui atrás dele feito uma cadela engatada. Ele foi na direção da porta, o desespero foi enorme, se ele me arrasta para o quintal e alguém me vê engatada nele. Não sabia o que fazer. Saímos porta a fora, eu pelada engatada pelo cu com um cachorro. Me ralei toda, até ele parar no meio do quintal, não conseguia sair, estava presa.

Passaram pessoas na calçada, mas para minha sorte não olharam pelo portão, o quintal eatava escuro com as luzes apagadas. Finalmente a pica dele saiu, meu arrombou o cu todo. Escorria muita porra de dentro de mim. Se eu me levantasse iam me ver. Fui rastejando até a varanda e entrei em casa, ninguém me viu. Limpei tudo aos trancos.

Tomei um banho, os rombos na frente e atrás eram muito grandes, estava ardendo e doendo, dava para colocar a mão. Fui para o quarto e desmaiei na cama até o dia seguinte, nem vi meus pais chegarem. De manhã olhei o Thor lembrando os momentos maravilhooosos e o susto que ele me deu.

Não conseguia mais me segurar de vontade de cruzar com ele, sempre corria para casa para ser a cadela do Thor, mas, passei a tomar cuidado de fechar a porta antes.

Deixem seus comentários que vou adorar ler.