Minha enteada virou minha putinha.

Olá, meu nome é Fernando e o relato que faço aqui aconteceu duas semanas antes de publicar no site. Tenho 41 anos sou branco, alto, forte, casado.

Minha esposa tem uma filha de outro relacionamento, que veio morar conosco com 4 anos de idade. Steffani, 18 anos, morena clara, 1,60m, cabelos castanhos escuros e compridos, uma bunda maravilhosa, redonda, grande e durinha, peitos deliciosos, grandes e firmes, muito suculentos.

Nos últimos meses Steffani engordou um pouquinho, ficando com uma barriguinha, e umas poucas celulites nas coxas, mas nada que a faça deixar de ser gostosa. Sou louco para comer ela desde os 8 aninhos de idade.

Estávamos em casa só eu e ela, a mãe tinha ido trabalhar e o irmão, meu filho, ido para escola, eu estava de folga e ela de férias. Eu estava na cozinha fazendo café para sair, quando Steffani entrou no banheiro, ouvi o chuveiro, estava tomando banho.

Uns minutos e a vejo sair do banheiro toda molhada e enrolada na toalha, entrar no quarto e deixar a porta aberta. Imaginei mil coisas, passei na frente da porta e ela estava completamente nua, na frente do espelho se enxugando.  Me viu e continuou a se enxugar, meu pau estalou de tesão quase resgando a bermuda, pensei, será que é hoje que vou foder a Steffani?

Ela jogou a toalha em cima da cama pegou um pote de creme e esticou a mão para mim, querendo que eu passasse creme nela. Peguei o creme, me encostei na bunda dela, lambuzei a mão e comecei a espalhar nela, fui direto nos melões, enchi a mão naquelas bolas deliciosas. Esfregava sem parar. Meu pau estava duro encostado na bundona dela.

Abri a bermuda e a arranquei, jogando no chão, agora era minha caceta que estava encostada no rabo quente dela. Desci minhas mãos passando creme na sua barriga, por cima da boceta raspadinha, quente e bem molhada. Steffani abriu as pernas para que eu passasse creme bem no meio da sua xana deliciosa.

Arranquei um gemido dela quando minha mão lambuzou seu grelinho de creme. Esfregava os dedos no grelinho e a pica na bunda dela, sentia escorrer por suas coxas um delicioso mel de prazer. Ela estava totalmente entregue, era levar para cama e foder a Steffani sem piedade.

Foi o que fiz, fomos abraçados até a cama onde a deitei de pernas abertas e cai de língua em seu delicioso bocetão raspado. Enquanto chupava acariciava seus melões que tinham sido meus sonhos de consumo por anos, com a outra mão enfiava o dedo devagarzinho em seu cuzinho.

Steffani se esporrava na minha boca, saia de dentro dela jorros de porra feminina, branca e grossa que escorria pelo meu queixo. O corpo dele tremia na cama, ela apertava minha cabeça entre as pernas dela com força. Não aguentava mais de vontade de enfiar nela. Abri bem suas coxas, fiquei em pé de frente para ela e fui metendo aos poucos minha piroca grossa e comprida na boceta quente dela, que revirava os olhos e mordia os lábios de tesão.

Eu enfiava com vontade nela, minha pica entrava e saia toda melada, ela mandava eu foder com força, rasgar a xereca dela, e eu metia com mais força ainda, apertava os melões dela que balançavam conforme eu socava. Ela gozava muito. Me joguei por cima dela, a abracei, beijei sua boca e deu um grito de prazer, gritei o nome dela e esporrei suas entranhas com um mundo de goza quente.

Fiquei deitado sobre ela um tempinho, me levantei e a deixei de pernas arreganhadas na cama, dava para ver minha porra escorrendo de dentro dela e lambuzando o lençol. Ela também se levantou e fomos tomar um banho. No chuveiro a sacanagem continuou, ela se ajoelhou e mamou minha caceta deliciosamente.

Fomos todos molhados para cama, a abracei pela cintura  e caímos na cama, eu por cima do rabão dela. Segurei minha caceta e coloquei a cabeça no cuzinho dela que não reclamou, fui empurrando e com bastante facilidade, devia estar acostumada a dar a bunda, entrei todo naquele cuzinho gostoso, apertadinho, e ela latejava apertando mais ainda.

A coloquei de quatro e fodi o rabo, os peitões dela balançavam numa dança erótica de prazer. Minhas mãos procuraram seu grelinho para aumentar o prazer, ela chorava dizendo que queria ser minha putinha, e eu dizia que dali em diante eu seria seu macho, seu corpo era só meu.

Dizendo isso senti meu  corpo estremecer e enchi seu rabo delicioso de porra. Apertava tudo para dentro dela e soltava jatos e jatos de leite quente.

Steffani passou a ser minha amante e putinha, como ela pelo menos dois dias na semana.

Aos 11 anos fui arrombada pelo titio.

Meu nome é Fabiana, tenho 30 anos, sou morena escura, bonita e sempre tive um corpo bem desenhado. Quando tinha 11 anos já tinha uns sinais de que ficaria com um corpinho bem gostoso, sempre tive cabelos cheios e cacheados, os garotos naquela época queriam ficar tocando em mim, mas eu não deixava.

Meu tio, irmão da minha mãe, na época com uns trinta e poucos anos, me adorava, viva me fazendo agrado, me dava presente, me colocava no colo. Eu inocente, sentava no colo dele e sentia um volume crescer na minha bundinha, mas não sabia o que era.

Às vezes ele passava a mão nas minhas coxas e ia subindo e parava. Um dia estava sentada no colo dele desenhando, ele começou a passar a mão nas minhas pernas, foi indo, passou por cima da minha calcinha, eu gelei, parei de desenhar e fiquei quietinha. Ele me olhava parecia querer  ver minha reação, e eu quieta. Senti sua mão entrando na minha calcinha, passou por cima da minha xaninha, e depois ficou alisando meu grelinho e a entradinha da xaninha. Eu sabia que era errado por que minha mãe dizia, mas deixei, estava gostoso.

Ele ficava conversando comigo, disfarçando, e me alisando, minha voz estava tremula, mas eu estava gostando. Abri um pouco as pernas e ele colocou a ponta do dedo um pouquinho para dentro de mim. O volume na minha bundinha era maior do que nunca. Senti um melzinho escorrer de mim, minhas pernas tremeram, nunca senti aquilo. Ele me levantou do colo dele, deu um tempo e foi embora.

Uns três dias depois minha mãe precisava passar o sábado todo fora e pediu que meu tio ficasse comigo na casa dele. Fomos cedo para lá. Eu estava querendo que ele fizesse aquilo de novo.

Minha mãe foi embora. Meu tio como sempre foi muito atencioso e bonzinho comigo. Me chamou para conversar, perguntou se eu tinha gostado do carinho que ele fez. Eu disse que sim. Ele disse que podia fazer muito mais e que seria bem mais gostoso, mas tinha que ser um segredo nosso. Eu concordei. Então perguntei para ele porque quando eu sentava no colo dele ficava um volume na minha bunda. Ele respondeu que quando um homem está com tesão em uma mulher ele fica assim. Quase desmaiei, senti um gelo no estômago, ele me chamando de mulher e que tinha tesão em mim.

Ele perguntou se eu queria ver o que era, eu acenei com a cabeça que sim. Ele colocou o pau para fora, era enorme, um cabeção vermelho, estava muito duro e ficava latejando, pulando. Fiquei meio assustada, olho arregalado, meu coraçãozinho disparado. Mandou chegar mais perto, cheguei, minhas mãos tremiam, queria segurar, ele notou, pegou minha mão e trouxe na direção do caralho dele. Eu peguei e fiquei apertando, era muito duro e quente, e pulsava na minha mão.

Ele tirou minha mão do pau, acho que ele ia gozar e não queria ainda. Disse que ia fazer muito carinho em mim, pela primeira vez me senti melada. Então ele me colocou deitada na cama, eu estava com uma sainha bem curtinha, calcinha e blusinha. Começou fazendo um carinho na minha cabeça, acariciando meus cabelos, minha respiração estava muito forte e ofegante. Mandava eu ficar calma, relaxar que ele ia cuidar de mim, nada de ruim iria me acontecer, eu me sentia segura, mas com medo e tesão. Então ele me deu um beijo delicioso na boca, enfiando a língua bem devagar dentro dela. Levantou e retirou minha blusa e começou a lamber com a ponta da língua meus peitinhos que estavam durinhos.

Depois de muito beijo na boca e chupadinhas nas minhas tetinhas ele desceu até os meus pés e os lambeu, foi subindo as mãos pelas minhas pernas, levantando bem devagar minha saia. Veio beijando meus pés, minhas coxas, aquela boca úmida e quente lambendo minhas coxas faziam escorrer muito melzinho da minha xaninha que latejava muito. Ficou lambendo as coxas muito tempo, enquanto suas mãos acariciavam minha xotinha melada.

Então ele foi tirando lentamente minha calcinha puxando pelas minhas pernas até tirar, eu me tremia toda. Depois tirou minha saia me deixando nuazinha. Ele que já estava sem camisa e com a bermuda aberta, ficou completamente nu. Carinhosamente, abriu minhas pernas, colocando sua cabeça no meio, lambendo minhas coxas vindo em direção da xaninha. Eu mordia os lábios, me apertava, me esfregava na boca do titio, senti sua língua passar levemente nela, carinhosamente ele lambia minha entradinha, minha grutinha estava inundada de mel.

Aos poucos a língua entrou toda em mim, começando a me chupar como se eu fosse uma mulher feita, pela primeira vez na vida eu gozei, foi maravilhoso e assustador, que sensação deliciosa, achei que fosse morrer. Eu via ele apertando o pau num desespero de quem estava louco para gozar.

Parou e conversou comigo, disse que estava com muita vontade de gozar, que quando isso acontecia ele soltava um liquido grosso e quente, e me pediu para chupar o pau dele, perguntou se podia soltar o liquido na minha boca, eu fiz com a cabeça que sim.

Então, com muito carinho, me colocou ajoelhada no tapete de frente para ele, colocou o pau na minha boca, acariciou meu cabelo, depois minha nuca enquanto me ensinava como chupar.  Estava muito nervosa, mas aprendi rápido, fiz do jeito que ele pediu e logo, logo ele avisou que ia gozar,me apertava com mais força e gemia alto, me chamava de gostosa, eu senti um mar de gosma grossa e quente sair do pinto dele e encher minha boca, não sabia o que fazer, ele me mandou ter calma e engolir. Era muita porra quente e deliciosa. Bebi tudo. E continuei chupando, limpando toda porra e deixando ele de pau duro novamente.

Ele gemia, se tremia e suava muito, eu estava tremendo de nervoso e tesão. Quando ele já estava bem duro, me deitou de barriga para cima e pernas abertas e mais uma vez chupou minha xerequinha, que delícia a língua dele passando em mim, eu gozava muito, sentia que ia desmaiar, jorrava muito líquido de dentro de mim na boca do meu tio, ele se deliciava com meu melzinho, lambia os lábios e me fazia gozar cada vez mais.

Ele parou de repente, olhou para mim, veio em cima do meu corpo se deitando e falou no meu ouvido que queria que fosse a mulher dele. Falou que iria colocar o pinto dele dentro da minha xaninha. Fiquei apavorada, eu era virgem, nem imaginava como era aquilo.

Ele falou que iria cuidar direitinho de mim e que ninguém poderia saber.

Então ele me beijou na boca, pegou seu cacete duro e grosso eu foi forçando na minha entradinha, conforme ele ia forçando ardia um pouquinho, eu chorava de nervoso mas logo sentia tesão. Forçou um pouco mais e senti seu cabeção entrar um pouco, parecia que estava me rasgando. Ele empurrava um pouco e puxava, eu estava toda melada e sentia ele me melar também, nesse vai e vem sentia minha bocetinha se abrir, se rasgar na caceta dele, os movimentos iam ficando mais fortes e mais intensos. Parecia que eu estava em transe, não via nada em volta, só sentia ele me arrombar.

Ele falou, agora, e deu uma estocada firme, senti uma mistura de dor, medo e prazer, e ele todo dentro de mim, tinha virado mulher, estava arrombada. Ele ficou parado para que eu me acostumasse com ele dentro depois começou a bombar, de leve, foi aumentando. Que prazer maravilhoso, não queria que acabasse, gozava descontrolada. Seu corpo ardia sobre o meu, seu suor me molhava toda. Socava cada vez com mais força e meu gozo era mais intenso.

Um urro dele e um jato imenso de porra quente dentro de mim, que coisa maravilhosa, ele gemia, me chamava de gostosa, falava que tinha me inundado de porra, que me amava. Fiquei toda mole, tremia dos pés a cabeça, queria ir ao banheiro, mas minhas pernas não aguentavam meu corpo. Consegui levantar, um mar de porra com um pouco de sangue escorriam pelas minhas coxas. Tomei um banho e voltei, queria mais.

Ficamos o dia todo na cama metendo gostoso. Mais tarde ele correu na farmácia, comprou um comprimido e me deu. A noite minha mãe veio me buscar. Foi para casa de pernas abertas de tanto levar vara.

Fiquei sendo a putinha do titio por muito tempo.

Espero que tenham gostado desse minha experiência, deixem seus comentários. Beijos.

Para ganhar um aumento, botei minha mãe na suruba.

Olá pessoal, me chamo Ricardo, tenho 21 anos, não tenho nenhum atrativo que mereça descrever. Moro com minha mãe, que é separada de meu pai, ela tem 41 anos, é bem branquinha, 1,70m mais ou menos, gosta de se cuidar para poder paquerar, cintura fina, bunda grande, peitão, coxa grossa, bonita, cabelos pretos e compridos, e geralmente é uma pessoa muito simpática com todos.

Um dia desses foram lá em casa o Antônio, meu chefe direto, Paulo Cesar, o chefe dele e dois colegas de setor, Zé Carlos e Celsinho, para tomarmos umas cervejas. Minha mãe preparou uns petiscos, levamos as cervejas e começamos a beber. Minha mãe nos acompanhou, ela gosta de tomar uma cerveja, estava com um vestidinho apertado, que delineava bem seus peitões e seu rabão, comprido e aberto do lado, que às vezes deixava suas pernas de fora. Muito simpática, conversava e brincava com todos, notei alguns olhares de tesão para ela, o que achei normal, eu mesmo morria de tesão por ela. Numa determinada hora, ela já meio alegrinha falou que ia dormir, pois já estava bem alta. Todos riram e ela se foi.

O pessoal falou que ela era legal, e bonita, um falou que ela era gostosa, que sem ela ali não tinha graça, fiquei meio puto com esses elogios. Vi que se ela desse mole eles comiam minha mãe.

Em um dado momento, com todos já bem levados pelo álcool, Antônio meu chefe falou que se comesse minha mãe me dava um aumento, o chefe dele, Paulo Cesar, falou que cobriria o aumento se eu arrumasse para ele comer minha mãe.

Minha cabeça imaginou mil coisas, pedi licença e fui lá em cima onde ficam os quartos. Devagar, abri a porta do quarto da minha mãe, ela estava com uma calcinha enfiada na bunda e uma camisetinha, deitada de bruços bem arreganhada, num sono pesado, roncava direto.

Perguntei para eles se era verdade a história do aumento e eles confirmaram. Então falei que ia arrumar as coisas naquele momento, eles não acreditaram. Fiz uma caipivodka bem forte, coloquei numa garrafinha pet e subi. Levantei a cabeça dela e a fiz tomar tudo para ficar bem bêbada. Ela gosta de caipivodka e já estava pra lá de alta, bebeu tudo e apagou de vez.

Chamei o pessoal. Entraram no quarto e viram ela deitada, não entenderam nada. Falei pra eles aproveitarem que ela não ia acordar tão cedo. Ninguém acreditou. Então, fui até ela e puxei a calcinha para o lado deixando seu bocetão aparecendo, abri mais suas pernas e chamei o Antônio, ele veio desconfiado, peguei a mão dele e coloquei na bunda dela que nem se mexeu.

Ele tomou coragem e enfiou os dedos nela, depois abriu mais um pouco a caiu de boca no bocetão dela. Os outros se aproximaram e tiraram a blusa e a calcinha deixando minha mãe pelada, coloquei o pau duro para fora e fiquei vendo tudo.

Zé Carlos colocou o pau na boca da mamãe, que começou a chupar instintivamente, o Paulo Cesar a virou de barriga para cima, ficou pelado, e montou nela, me aproximei e puder ver a rola dele penetrando a bocetona da minha mãe. Ele socou muito e com força nela enchendo sua buça de porra. Quando tirou vi a goza dele escorrer de dentro dela.

Agora era a vez do Antônio foder mamãe, mas, antes ele me fez pegar papel toalha e limpar a porra de dentro dela, eu enfiei os dedos com papel toalha no bocetão quente e melado dela e limpei tudo, eu já estava quase gozando, enquanto isso Zé Carlos e Celsinho gozaram enchendo sua boca e lambuzando a cara dela de porra.

Antônio a colocou de bruços pôs dois travesseiro embaixo dela montou e meteu por traz na boceta, ele suspendia ela pela cintura e socava a rola, eu queria gozar, não aguentava mais, ia esperar Antônio acabar para eu gozar dentro dela.

Depois de muita socada Antônio gozou muito no bocetão. Não aguentei mais, subi na minha mãe e enfiei a rola dura na boceta toda esporrada dela, foram duas ou três estocadas e gozei litros na mamãe. A galera queria mais, ela não tinha reação, só gemia.

Celsinho sentou na cama de pau duro para cima, o Zé Carlos e o Paulo Cesar a pegaram e a colocaram sentada no colo dele de frente com as pernas dobradas, ele meteu na boceta dela e a puxou para seu peito ficando os dois deitados e ela de bunda para cima. Zé Carlos se ajoelhou por trás e meteu no cu da minha mãe. Ficaram os dois enfiando nela até gozarem. A cama estava toda melada, aquela altura minha mãe já tinha levado seis esporradas.

Alguém foi pegar cerveja, e eu e Antônio demos uma arrumada nas coisas, tomamos uma para refrescar, e o PC a colocou para mamar deitada de bruços, não fiz por menos, deitei por cima e fodi aquele rabão que me fez ter mil sonhos eróticos por toda vida. Quanto mais pensava que estava fodendo minha mãe com mais força socava no rabo dela. Maravilhosos. Enchi o cu da minha mãe de porra quente.

Agora era a vez do PC  foder o cu dela, que estava imóvel, fazíamos o que queríamos com ela, era nossa escrava. Sempre tinha dois dentro dela, um na boceta e outro no cu, sem contar que as rolas não paravam de entrar na boca da mamãe.

Perdi as contas de quantas vezes cada um fodeu ela. Eu tinha dado três na minha mãe, acho que cada um deu três, quatro, acho que o Zé Carlos varou minha mãe cinco vezes.

Todos se foram deixando o quarto e minha mãe em petição de miséria, era porra para todo lado, lençol, fronha, tapete, tudo. Ela era um poço de porra, estava toda lambuzada, a boceta inchada e o cu todo arregaçado, o cheiro de porra e sexo era enorme. Já eram umas três horas da madrugada, ela não ia acordar tão cedo. Tinha que organizar tudo.

A peguei no colo e a coloquei dentro da banheira, eu continuava nu, e no auge de meus 21 anos três gozadas não era nada, meu pau estava completamente duro.  Dei banho nela, tinha que limpar ela toda, enfiava o dedo nela para tirar a porra e não aguentei, entrei na banheira e deu mais uma esporrada dentro dela. Consegui terminar o banho. Levei-a para o quarto, troquei as roupas de cama, deitei ela e quando ia vesti-la o pau subiu de novo, porra estava tudo limpinho e eu ia melar tudo. Meti no bocetão dela e fiquei lá dentro um tempão, socando devagar as vezes com força, mas sozinho era a paz que eu queria para comer minha mãe. Na hora de gozar tirei, coloquei em sua boca e jorrei tudo garganta abaixo.

A vesti e fui para meu quarto tomei um banho e deitei sem conseguir dormir o restinho de madrugada, não parava de pensar em tudo aquilo.

Pela manhã ela acordou reclamando de ressaca e de um gosto esquisito na boca. Não sei se ela sentiu a boceta e o cu doendo. Acho que não desconfiou de nada, agiu normalmente comigo.

O aumento? Os filhos da puta não me deram, mas foi a melhor sacanagem que fiz na vida.

Se você já passou por coisa parecida, conta aí nos comentários.

O dia que eu comi a titia

O relato que vou fazer aconteceu há algum tempo, quando eu tinha 16 anos.
Minha tia, irmã da minha mãe, que na época tinha uns 29 anos,  tinha acabado de separar do marido. Ela era muito bonita e gostosa.  Mulata alta, peitos volumosos e duros,  cintura fina, quadris e bunda grande, coxas grossas,  meus amigos eram doidos por ela,  e eu também.
Nesse dia minha mãe mandou levar umas coisas para ela, que morava em uma casa. O portão estava aberto,  dei a volta e entrei pelos fundos em silêncio. Quando cheguei na sala, minha tia estava nua, sentada na poltrona,  de pernas abertas, passando prestobarba no bocetão,  lambuzado de creme.
Fiquei estatelado, olhos arregalados, pau duro, sem conseguir me mexer.
Quando ela me viu sorriu e perguntou o que foi?
Eu sem ação,  só apertava o pau por cima da bermuda.
Ela mandou eu me aproximar e ajudar a raspar a boceta.
Me ajoelhei, peguei o prestobarba e comecei a raspar ela, tremia muito,  ela mandou ter cuidado para não corta-la.
De repente ela tirou o aparelho da minha mão e puxou a minha cabeça ao encontro dela, toda melada de creme.
Comecei a chupar a titia,  lamber, arrancar gemidinhos dela. O melzinho dela escorria pelo meu queixo,  uma delícia.
Depois de um tempo ela me colocou de pé e veio com seus lábios carnudos na direção da minha pica. Eu nunca tinha ficado com uma mulher.
Mal ela colocou a boca quente e molhada na cabeça eu despejei uma dose cavalar de leite quente no rosto dela,  que riu.
Aí ela me chupou bastante, eu estava alucinado de tesão.  Ela deitou no tapete abriu as coxas deliciosas e mandou que entrasse nela.
Comecei a foder minha tia, antes de meter a metade dei uma gozada forte, ainda com o pau muito duro, enfiei o resto. Socava com muita força,  era minha primeira vez. Ela era deliciosa, muito quente e bastante melada e apertada. Gozei de novo.
Ela me jogou de costas no tapete e montou em mim. Cavalgava cadenciadamente, seus melões suculentos subiam e desciam me deixando com muito tesão. Enchi, de novo,  a boceta quente da titia.
Ela ficou de pé, pegou um paninho no sofá e enfiou no bocetão, limpando toda sujeira que eu tinha feito lá dentro.
Depois me sentou no sofá e ajoelhada vez um boquete que nenhuma outra mulher fez melhor depois dela. Me deixou duro igual uma barra de ferro.
Pegou o creme que ela usava para se depilar, passou no meu pau,  ficou de quatro no tapete  e mando eu comer o cuzinho da titia.
Muito nervoso,  enfiei tudo de uma vez, arrancando um gritinho e uma risada dela, me chamando de guloso.
Eu fodia forte o cuzinho dela, apertava os peitões, alisava o grelinho dela que rebolava feito uma puta.
Fazia ela gozar como louca,  nunca encontrei mulher melhor que ela.
Depois de muita socada e com o pau todo esfolado,  gozei muito no cuzinho da titia.
Caímos quase desanimados no tapete. Depois de um tempo fomos tomar banho juntos,  ainda consegui forças para comer ela no chuveiro, e fui embora nas nuvens. Não acreditava que tinha comido a minha tia.
Fiquei quase um ano fodendo ela sem parar, até ela se mudar para outra cidade.

Meu padrinho me comeu no dia do casamento.

Todos que escrevem contos eróticos  sempre falam que essa história é verdadeira, mas a que vou contar é.

Eu estava noiva, meu pai morreu a muito tempo e meu padrinho, na época com 58 anos, melhor amigo do meu pai me levaria até o altar.

Eu tinha 23 anos, morena clara, cabelo e olhos castanho escuros , corpo todo desenhado,  cintura fina, seios pequenos e durinhos, bundinha arrebitada, e uma bocetinha bem apertadinha. Continuar lendo “Meu padrinho me comeu no dia do casamento.”

Mamãe, titia o cavalo e eu.

Olá pessoal, outro dia vim aqui contar um fato do meu passado, quando vi minha mãe e tia transando com um pônei.

Hoje vou continuar de onde parei.

Após o fato, não conseguia parar de pensar nas bocetas delas arreganhadas, com se me chamassem. Continuar lendo “Mamãe, titia o cavalo e eu.”

Mamãe, titia e o cavalo.

Hoje vou dividir com vocês uma história que aconteceu há alguns anos e me traumatizou muito.

Eu tinha 14 anos e morava em um sítio no interior com meu pai, minha mãe, meus 4 irmãos e minha tia, irmã da minha mãe.

Trabalhávamos de manhã e a tarde íamos para escola.

Uma vez por semana meu pai ia na cidade fazer compras. Duas vezes voltei pra casa mais cedo, meu pai na cidade, vi minha mãe e tia saindo da cocheira apressadas. Lá tinha um pônei. Continuar lendo “Mamãe, titia e o cavalo.”