Comi e fui comido pela traveca maravilhosa.

Oi pessoal hoje vou contar uma história verdadeira. Pensei muito antes de contar, tem gente que tem preconceito e não entende certas coisas.

Sou casado, pai de duas filhas, tenho uma boa aparência, 1,75m, 70 kg, moreno, e um pau um pouco maior que a média.

Numa sexta-feira dessas sai estressado do serviço e parei em um barzinho para tomar um chope antes de ir embora. Continuar lendo “Comi e fui comido pela traveca maravilhosa.”

Aos 11 anos fui arrombada pelo titio.

Meu nome é Fabiana, tenho 30 anos, sou morena escura, bonita e sempre tive um corpo bem desenhado. Quando tinha 11 anos já tinha uns sinais de que ficaria com um corpinho bem gostoso, sempre tive cabelos cheios e cacheados, os garotos naquela época queriam ficar tocando em mim, mas eu não deixava.

Meu tio, irmão da minha mãe, na época com uns trinta e poucos anos, me adorava, viva me fazendo agrado, me dava presente, me colocava no colo. Eu inocente, sentava no colo dele e sentia um volume crescer na minha bundinha, mas não sabia o que era.

Às vezes ele passava a mão nas minhas coxas e ia subindo e parava. Um dia estava sentada no colo dele desenhando, ele começou a passar a mão nas minhas pernas, foi indo, passou por cima da minha calcinha, eu gelei, parei de desenhar e fiquei quietinha. Ele me olhava parecia querer  ver minha reação, e eu quieta. Senti sua mão entrando na minha calcinha, passou por cima da minha xaninha, e depois ficou alisando meu grelinho e a entradinha da xaninha. Eu sabia que era errado por que minha mãe dizia, mas deixei, estava gostoso.

Ele ficava conversando comigo, disfarçando, e me alisando, minha voz estava tremula, mas eu estava gostando. Abri um pouco as pernas e ele colocou a ponta do dedo um pouquinho para dentro de mim. O volume na minha bundinha era maior do que nunca. Senti um melzinho escorrer de mim, minhas pernas tremeram, nunca senti aquilo. Ele me levantou do colo dele, deu um tempo e foi embora.

Uns três dias depois minha mãe precisava passar o sábado todo fora e pediu que meu tio ficasse comigo na casa dele. Fomos cedo para lá. Eu estava querendo que ele fizesse aquilo de novo.

Minha mãe foi embora. Meu tio como sempre foi muito atencioso e bonzinho comigo. Me chamou para conversar, perguntou se eu tinha gostado do carinho que ele fez. Eu disse que sim. Ele disse que podia fazer muito mais e que seria bem mais gostoso, mas tinha que ser um segredo nosso. Eu concordei. Então perguntei para ele porque quando eu sentava no colo dele ficava um volume na minha bunda. Ele respondeu que quando um homem está com tesão em uma mulher ele fica assim. Quase desmaiei, senti um gelo no estômago, ele me chamando de mulher e que tinha tesão em mim.

Ele perguntou se eu queria ver o que era, eu acenei com a cabeça que sim. Ele colocou o pau para fora, era enorme, um cabeção vermelho, estava muito duro e ficava latejando, pulando. Fiquei meio assustada, olho arregalado, meu coraçãozinho disparado. Mandou chegar mais perto, cheguei, minhas mãos tremiam, queria segurar, ele notou, pegou minha mão e trouxe na direção do caralho dele. Eu peguei e fiquei apertando, era muito duro e quente, e pulsava na minha mão.

Ele tirou minha mão do pau, acho que ele ia gozar e não queria ainda. Disse que ia fazer muito carinho em mim, pela primeira vez me senti melada. Então ele me colocou deitada na cama, eu estava com uma sainha bem curtinha, calcinha e blusinha. Começou fazendo um carinho na minha cabeça, acariciando meus cabelos, minha respiração estava muito forte e ofegante. Mandava eu ficar calma, relaxar que ele ia cuidar de mim, nada de ruim iria me acontecer, eu me sentia segura, mas com medo e tesão. Então ele me deu um beijo delicioso na boca, enfiando a língua bem devagar dentro dela. Levantou e retirou minha blusa e começou a lamber com a ponta da língua meus peitinhos que estavam durinhos.

Depois de muito beijo na boca e chupadinhas nas minhas tetinhas ele desceu até os meus pés e os lambeu, foi subindo as mãos pelas minhas pernas, levantando bem devagar minha saia. Veio beijando meus pés, minhas coxas, aquela boca úmida e quente lambendo minhas coxas faziam escorrer muito melzinho da minha xaninha que latejava muito. Ficou lambendo as coxas muito tempo, enquanto suas mãos acariciavam minha xotinha melada.

Então ele foi tirando lentamente minha calcinha puxando pelas minhas pernas até tirar, eu me tremia toda. Depois tirou minha saia me deixando nuazinha. Ele que já estava sem camisa e com a bermuda aberta, ficou completamente nu. Carinhosamente, abriu minhas pernas, colocando sua cabeça no meio, lambendo minhas coxas vindo em direção da xaninha. Eu mordia os lábios, me apertava, me esfregava na boca do titio, senti sua língua passar levemente nela, carinhosamente ele lambia minha entradinha, minha grutinha estava inundada de mel.

Aos poucos a língua entrou toda em mim, começando a me chupar como se eu fosse uma mulher feita, pela primeira vez na vida eu gozei, foi maravilhoso e assustador, que sensação deliciosa, achei que fosse morrer. Eu via ele apertando o pau num desespero de quem estava louco para gozar.

Parou e conversou comigo, disse que estava com muita vontade de gozar, que quando isso acontecia ele soltava um liquido grosso e quente, e me pediu para chupar o pau dele, perguntou se podia soltar o liquido na minha boca, eu fiz com a cabeça que sim.

Então, com muito carinho, me colocou ajoelhada no tapete de frente para ele, colocou o pau na minha boca, acariciou meu cabelo, depois minha nuca enquanto me ensinava como chupar.  Estava muito nervosa, mas aprendi rápido, fiz do jeito que ele pediu e logo, logo ele avisou que ia gozar,me apertava com mais força e gemia alto, me chamava de gostosa, eu senti um mar de gosma grossa e quente sair do pinto dele e encher minha boca, não sabia o que fazer, ele me mandou ter calma e engolir. Era muita porra quente e deliciosa. Bebi tudo. E continuei chupando, limpando toda porra e deixando ele de pau duro novamente.

Ele gemia, se tremia e suava muito, eu estava tremendo de nervoso e tesão. Quando ele já estava bem duro, me deitou de barriga para cima e pernas abertas e mais uma vez chupou minha xerequinha, que delícia a língua dele passando em mim, eu gozava muito, sentia que ia desmaiar, jorrava muito líquido de dentro de mim na boca do meu tio, ele se deliciava com meu melzinho, lambia os lábios e me fazia gozar cada vez mais.

Ele parou de repente, olhou para mim, veio em cima do meu corpo se deitando e falou no meu ouvido que queria que fosse a mulher dele. Falou que iria colocar o pinto dele dentro da minha xaninha. Fiquei apavorada, eu era virgem, nem imaginava como era aquilo.

Ele falou que iria cuidar direitinho de mim e que ninguém poderia saber.

Então ele me beijou na boca, pegou seu cacete duro e grosso eu foi forçando na minha entradinha, conforme ele ia forçando ardia um pouquinho, eu chorava de nervoso mas logo sentia tesão. Forçou um pouco mais e senti seu cabeção entrar um pouco, parecia que estava me rasgando. Ele empurrava um pouco e puxava, eu estava toda melada e sentia ele me melar também, nesse vai e vem sentia minha bocetinha se abrir, se rasgar na caceta dele, os movimentos iam ficando mais fortes e mais intensos. Parecia que eu estava em transe, não via nada em volta, só sentia ele me arrombar.

Ele falou, agora, e deu uma estocada firme, senti uma mistura de dor, medo e prazer, e ele todo dentro de mim, tinha virado mulher, estava arrombada. Ele ficou parado para que eu me acostumasse com ele dentro depois começou a bombar, de leve, foi aumentando. Que prazer maravilhoso, não queria que acabasse, gozava descontrolada. Seu corpo ardia sobre o meu, seu suor me molhava toda. Socava cada vez com mais força e meu gozo era mais intenso.

Um urro dele e um jato imenso de porra quente dentro de mim, que coisa maravilhosa, ele gemia, me chamava de gostosa, falava que tinha me inundado de porra, que me amava. Fiquei toda mole, tremia dos pés a cabeça, queria ir ao banheiro, mas minhas pernas não aguentavam meu corpo. Consegui levantar, um mar de porra com um pouco de sangue escorriam pelas minhas coxas. Tomei um banho e voltei, queria mais.

Ficamos o dia todo na cama metendo gostoso. Mais tarde ele correu na farmácia, comprou um comprimido e me deu. A noite minha mãe veio me buscar. Foi para casa de pernas abertas de tanto levar vara.

Fiquei sendo a putinha do titio por muito tempo.

Espero que tenham gostado desse minha experiência, deixem seus comentários. Beijos.

Minha mãe e a amiga gostosa se chupando.

Meu nome é José Carlos, mas todos me chamam de Zequinha, hoje estou com 25 anos, e história que vou contar aconteceu quando eu tinha 14 anos.

Minha mãe tinha 29 anos, morena clara, 1,70 m, cabelos lisos, castanhos, corpo bem desenhado, bunda pequena mas arrebitada, seios firmes e médios, coxas torneadas. Na época uma amiga dela, Sandra, ia muito lá em casa. Sandrinha era da mesma idade da mamãe, lourinha, cabelinho curto, peitos durinhos, uma bunda linda devia ter 1,64m mais ou menos.

As duas ficavam tomando banho na piscina, que ficava nos fundos. Sandrinha trocava de roupa no quarto da mamãe, que ficava no segundo andar, e deixava a roupa lá. A janela do banheiro da suíte dava para piscina. Quando elas chegavam na piscina eu dizia que ia na casa de um amigo, corria para o quarto para ver a Sandrinha de biquíni na piscina, me acabava na punheta. Um dia mexi nas coisas dela e achei sua calcinha, fui para o banheiro esfregar a calcinha na minha pica e depois gozar sentindo o cheirinho perfumado da bocetinha dela.

Era uma quarta feira, elas sempre tomavam banho de piscina dia de semana, meu pai trabalhava, Sandrinha chegou e como fazia sempre, trocou de roupa e desceu para piscina, eu avisei que estava saindo, corri para o quarto, peguei a calcinha dela e fui para o banheiro olhar pela janela.

Estavam nadando, minha mãe veio para beira da piscina apoiou os braços e encostou os peitos na beirada. Sandrinha veio por trás dela e se encostou, na hora não entendi, mas Sandrinha começou a fazer carinho na minha mãe e tirou a parte de cima do biquíni dela a deixando com os peitinhos a mostra. Sandrinha apertava os peitinhos de minha mãe com as duas mãos, minha mãe gostava e deitava a cabeça no ombro dela.

Sandrinha tirou a parte de cima de seu biquíni e esfregou os peitinhos deliciosos nas costas da mamãe. Não aguentei ver aquilo e enrolei a calcinha da Sandrinha na minha pica e pela primeira vez enchi ela de porra, mas era muita porra.

Minha mãe se virou de frente e as duas ficaram se esfregando e se beijando na boca. Sandrinha lentamente lambia o biquinho do peito da minha mãe, primeiro um e depois o outro, para em seguida chupar as tetas dela com muito tesão. Minha mãe retribuiu passando a língua bem devagar nos peitinhos da Sandrinha e mamando um por um arrancando gemidos que do segundo andar eu ouvia.

Naquela loucura, uma enfiou a mão dentro do biquíni da outra tocando uma siririca ao mesmo tempo em que chupavam seus peitinhos.

Mamãe sentou na beira da piscina e Sandrinha tirou a parte de baixo do biquíni dela, abriu suas pernas e enfiou a boca na xana dela, que colocou os braços para trás se apoiando e trançou as coxas em volta do pescoço da Sandrinha. Minha mãe se tremia toda na boca da amiga. Gozava feito uma puta lésbica.

Trocaram de posição, agora era Sandrinha de perna aberta e minha mãe a chupando. Ela colocou os pês no ombro da mamãe e gozava como uma louca. Era uma coisa deliciosa ver aquelas duas mulheres se lambendo e gozando uma na boca da outra. Aquela altura dos acontecimentos a calcinha da Sandrinha tinha virado um pano de chão de tanta porra que eu tinha jorrado nela.

A entrega delas era tanta que não resistiram e saíram as duas da piscina, deitaram no chão e se chuparam ao mesmo tempo. Era um sessenta e nove feminino maravilhoso. Elas se contorciam e rolavam pelo chão encaixadas com as bocetas na boca da outra. Dava para ver os corpos delas tremerem de tanto gozar.

Minha mãe se levantou, foi até a cadeira e pegou um frasco plástico, não deu para ver de que, mas era grosso e comprido, abriu as pernas da Sandrinha e enfiou nela, tirava e botava devagar, e foi aumentando até socar o tubo todo dentro e tirar, cada vez mais rápido. Sandrinha gritava de prazer.

Sandrinha tirou o tubo de dentro da boceta, dava para ver ele todo lambuzado com a esporra dela, e socou na mamãe, fez a mesma coisa, começou devagar até foder ela com muita força, arrancando gritos de tesão dela. Quando ela sacou o tubo da boceta da mamãe ela esguichava  gozo como se estivesse mijando, Sandrinha mantinha as pernas dela abertas para ver o gozo espirrar.

Logo em seguida as duas se chuparam, pareciam insaciáveis no prazer, não queriam parar de gozar, até caírem para o lado, quase desmaiadas de tanto êxtase.

Ficaram paradas um tempo, tinha acabado. Aí me dei conta da merda que tinha feito na calcinha, gozei umas seis ou sete vezes, sei lá, limpei, tentei secar, mas não deu. Coloquei no lugar toda molhada.

Elas colocaram os biquínis, Sandrinha subiu, trocou de roupa e notou que a calcinha estava melada, ela sabia que tinha sido eu, que eu tinha esporrado nela. Como eu sei disso? Bom, isso é outra história que vou contar depois.

Adoro chupar minha esposa esporrada por outro

Meu nome é Adriano, tenho 38 anos, sou mulato e um corpo normal. Minha esposa se chama Patrícia, tem 34 anos, morena 1,72m, falsa magra, comum corpo bem torneado, coxas roliças, peito pequeno e durinho, cabelos compridos e lisos. Uma bocetinha bem apertada e molhadinha, sempre depilada.

Somos casados há 6 anos e nunca tive nenhum motivo para desconfiar dela, sempre muito séria e recatada com os outros.

Um dia cheguei em casa bem mais cedo para fazer-lhe uma surpresa, queria dar uma boa trepada com ela, mas, ela não estava. Não dei importância. Passou algum tempo e ela chegou, fiquei empolgado, já estava de pau duro esperando por minha mulherzinha. Ela parecia meio desconcertada ao me ver em casa, agarrei ela e fomos para o quarto e ela insistindo muito que queria tomar banho, eu brincando a abraçando querendo meter nela e a insistência dela em tomar banho começou a me incomodar.

Joguei-a na cama, comecei a tirar sua roupa, e ela lutava para não deixar, fiquei furioso, arranquei a saia e a calcinha dela a força, ela trancava as pernas que eu tentava abrir para chupa-la.

Tinha alguma coisa estranha, abria suas coxas a força e caí de boca, sua boceta estava melada de porra, um gosto de macho tomou conta da minha boca. Fiquei furioso, perguntava o que tinha acontecido, ela muito nervosa, eu gritava e ela chorava.

Apesar de ter certeza que minha esposa tinha acabado de ser enchida de porra por outro homem, fiquei com muito tesão, abri suas pernas e chupei sua boceta encharcada de porra com uma vontade enorme, quanto mais gosto de macho eu sentia mais forte eu chupava. Ela gritava de prazer, chorava e gozava feito uma puta. Montei nela e enfiei o cacete na sua boceta melada como se ela fosse uma puta. Socava forte, arrancando gemidos de prazer e dor. Fazia aquela puta gozar como nunca. Enchi sua boceta de muita porra quente, como nunca.

Sai de cima dela, que se virou para o lado e caiu numa choradeira enorme. Me pedia perdão, dizia que tinha sido só aquela vez, que me amava. Eu saí do quarto para refletir, a raiva de ser traído por quem nunca imaginei me consumia, mas o tesão que senti por ela estar toda esporrada era inexplicável.

Voltei para o quarto um tempo depois e falei que a perdoaria com uma condição, que ao menos uma vez por semana ela chegaria em casa recheada de porra para eu chupar e foder ela. Ela se espantou, achou que era um teste, disse que não faria de novo, mas insisti. Queria uma vez por semana sentir gosto de porra de outro macho na boceta da minha esposa.

Passaram uns dez dias e nada, perguntei pra ela quando seria, e ela mandou eu esquecer aquilo, então eu a abracei fiz um carinho e disse que estava tudo bem, que eu queria, que tinha me dado um tesão que nunca tinha sentido. Depois de muita conversa ela aceitou, falou que no dia seguinte eu me preparasse.

No dia seguinte ela chegou da rua, me pegou pelo braço sem dizer nada, me levou para o quarto se deitou, tirou a calcinha e abriu as pernas, que visão maravilhosa, a boceta da minha esposinha cheia de gala de outro macho. Abri bem a bocetinha dela, fiquei um tempinho olhando e caí de boca, me deliciava com aquele gosto de porra. Meu pau latejava, pulava, eu chupava e engolia a esporra que outro macho tinha depositado nela. Depois de limpar tudo montei nela e a enchi de porra quente.

Uma vez por semana ela recheava a bocetinha pra eu me deliciar. Durante uns meses isso me dava um prazer maravilhoso, e a ela também.

Depois de um tempo eu queria mais, já não me contentava em sentir o gosto de um macho nela. Queria a ver sendo fodida, queria beber porra fresca que acabasse de ser entornada nas entranhas da minha esposa. Ela relutou em concordar, mas acabou aceitando.

No dia seguinte chegou em nossa casa o comedor dela, me cumprimentou com um sorriso de deboche e perguntou como seria. Falei para ele fazer tudo que estava acostumado a fazer, que depois eu limpava a bagunça.

Tirei a roupa, me sentei em uma cadeira e observei. Ele foi tirando a roupa dela e dele, beijava minha mulher no pescoço e depois na boca, tirou seu sutiã e apertou seus lindos peitos, tirou a calcinha dela e a sua sunga. Ele tinha um pau grande e grosso, esfregava nela que se revirava toda. Era excitante demais ver minha mulher nas mãos de outro.

Ele a colocou na cama de pernas abertas e chupou minha mulher. Depois de um tempo ela se sentou na cama, ele de pé colocou a rola na sua boca que engoliu de uma vez.

A colocou de quatro na beira da cama e a penetrou aos poucos, eu vi cada pedaço dele desaparecer dentro dela. Minha mulher era fodida cada vez mais forte, gemendo, socando a cama, puxando o lençol. Mandei ela deitar de barriga para cima para não escorrer nem uma gotinha de esporra de dentro dela. Mais umas socadas e ele gemeou e encheu a buça dela.

Puxei ele de cima dela, me ajoelhei e saboreei aquela porra ainda quente, que delícia, uma mistura da porra dele com o gozo dela dava um sabor maravilhoso. Tinha muita goza dentro dela. Engoli tudo, coloquei ela de quatro e enfiei tudo no rabo da minha puta. Mal entrei e já fui gozando. E ele assistindo aquilo ficou de pau duro. Joguei a puta de perna aberta na cama e mandei ele encher de novo.

Ele parecia um cavalo esporrando minha mulher, e lá fui eu de novo beber aquela porra quente. Nesse dia ele deu três gozadas nela que eu bebi todas.

Isso durou alguns meses, eu queria mais emoção. Mas, é assunto para outra hora.

Flagrei minha esposa dando, e acabei dando também.

Meu nome é Sergio e a história que vou contar é muito estranha, uma coisa que pretendo esquecer.  Tenho 33 anos e sou casado com Bárbara, 29 anos, morena de olhos azuis, 1,75 m, corpo de modelo, coxas lisas e bem definidas, seios tipo pera, bunda no tamanho ideal, nem grande nem pequena, uma bocetinha carnuda e muito molhadinha, um rosto lindo emoldurado por um cabelo preto, comprido e bem lisinho, uma mulher muito bonita e deliciosa.

Somos casados há 5 anos e como todo corno nunca desconfiei que Bárbara tivesse coragem de me trair. Tenho 1,70, sou branco, cabelos castanhos e um corpo bem cuidado.

Eu trabalho de segunda a sexta feira em horário comercial, e a Bárbara dia sim, dia não, pois é enfermeira. No dia fatídico, me aborreci no trabalho e voltei para casa um pouco antes do almoço, era o dia da Bárbara estar em casa. Cheguei, entrei no apartamento, e ouvi um gemido de mulher, a voz de um homem e um barulho de corpos se batendo numa foda. Quase morri do coração, não era possível o que estava pensando.

Fui direto para o quarto e a cena que vi me deixou sem chão. Minha Bárbara nua, de quatro na beirada da cama e um negro enorme, musculoso, em pé por trás dela enfiando a rola na minha esposa. Ele tinha uma das mãos na boceta dela e a outra a segurando pelos cabelos, ele me viu e continuou socando com força dentro dela, depois de uns segundos ela me viu, arregalou os olhos, se levantou, empurrou o seu macho, se desencaixando da rola dele e veio em minha direção.

Me abraçou e eu comecei a chorar, ela disse que me amava, mas sentia necessidade de ter um macho pirocudo para foder ela. Eu era o amor dela e o negão o macho que dava prazer. Eu só chorava e a abraçava. Então ela tirou minha roupa, e me colocou sentado em uma cadeira de frente para cama, se deitou e mandou o negão acabar de foder ela. Ele montou na minha esposa e enfiou um puta pedaço de ferro dentro dela. Era uma caralha preta, grande, grossa e com uma cabeça gigantesca.

O negão socava sem piedade na Bárbara que pedia mais, miava feito uma puta, dava soco nas costas do macho, trançava as coxas em volta dele, revirava os olhos e gritava que estava gozando. Eu me acabava na punheta vendo minha Bárbara trepar. Ele olhava pra mim e dizia que estava comendo minha mulher, depois me chamava de corno e que estava enchendo minha puta de porra quente. E encheu, quando ele sacou a vara era muita porra escorrendo da boceta da Bárbara.

Minha mulher continuava de pernas abertas, boceta arreganhada, deixando o leite escorrer. Me chamou para perto dela, e mandou que eu limpasse a sujeira que o negão tinha feito dentro dela. Fiquei atônito, ela insistiu e eu cai da língua na boceta dela, lambi tudo, sugava toda porra que escorria dela.

Então ela sentou na beirada da cama, me fez sentar na frente dela, passou suas pernas em volta da minha cintura, me abraçou por trás com uma das mãos e com a outra segurou forte meus cabelos. Chamou o macho dela que veio em minha direção com a pica preta, que já estava dura novamente. Ele me segurou pela cabeça com as duas mãos, Bárbara pedia que eu chupasse o macho dela, eu balançava a cabeça que não. Ele esfregava o cabeção na minha boca, que eu tentava manter fechada a todo custo. Ela me pedia, quase implorava que queria me ver chupando o homem dela, que a rola dele estava com o gosto dela.

Então, Bárbara tapou meu nariz, fiquei sem ar e acabei abrindo a boca e a piroca grossa do negro foi até minha garganta. Ele socava forte e eu sem saber o que fazer. Ele foi parando, tirou um pouco e eu comecei a mamar, meio sem jeito, mas fui me acostumando e passei a chupar igual uma puta, Bárbara me soltou, se ajoelhou e me fez um boquete delicioso, me chupava e me olhava chupando seu macho.

Tirei um pouco a boca e chupei com vontade a cabeça da pica até ele jorrar um litro de porra quente e deliciosa na minha boca, foi minha primeira vez. Assim que engoli tudo, Bárbara se deitou e me mandou foder ela. Subi na minha puta e enfiei com vontade. Virei ela de costas e coloquei no rabo dela, o negão entrou por baixo e ocupou por completo a buceta dela. Ficamos os dois metendo na minha mulher.

Gozei muito no cuzinho dela, puxei a pica do negro de dentro dela e mamei de novo. Depois mandei ele me comer. Queria sentir o que minha esposa sentia, a vara preta no rabo.

Foi uma sensação incrível, ele me preencheu todo por dentro. Depois de um pouco de dor o prazer foi o máximo, Barbara me chupava enquanto eu era enrabado.  Meu tesão estava no máximo. Ele me chamava de puta, de vadia e socava tudo dentro.

Senti um jorro de porra quente me enchendo, e soltei mais uma dose de porra na boca da puta da Bárbara.

Foi uma experiência incrível, mas que tento esquecer. Minha deliciosa mulher no mesmo dia me fez virar corno e viado.

Virei puta na academia. Primeira vez com outro homem.

Meu nome é Marcos e vou relatar uma experiência única que tive na vida.

Tenho 37 anos, sou casado com uma mulher deliciosa e temos duas filhas.

Eu malho muito na academia perto de casa. Eles ficam até 23 h. Uma sexta dessas cheguei as 22:15, já não tinha mais ninguém, só o professor, um moreno novo e sarado. Continuar lendo “Virei puta na academia. Primeira vez com outro homem.”

Fui comer a vizinha gostosa e acabei enrabado por ela.

Meu nome é Márcio, sou mulato, 35 anos, baixo, forte, faço academia, casado e pai de três filhas. Minha mulher é linda, mas não vou falar dela. Ao lado de nossa casa mora uma morena linda, Valéria, 1,65m, bunda empinada, seios não muito grandes, cabelo encaracolado, entra e sai de casa de carro, não fica no portão, mas é simpática, acena para todos, cumprimenta e só. Continuar lendo “Fui comer a vizinha gostosa e acabei enrabado por ela.”