Rejane, a crente puta, dando para o pastor.

Oi pessoal, meu nome é Rejane, sou crente e por um descuido desses da vida, num dia muito ruim para mim, acabei traindo meu marido pela primeira vez, e depois desse dia muitas transas foram acontecendo sem que eu procurasse, simplesmente aconteceram e eu me entregava. Minha consciência de mulher crente pesou e contei tudo para meu marido, pedindo seu perdão. Depois de um bom tempo ele me falou que relatou minhas histórias aqui para vocês.

Para quem não leu, vou me apresentar, sou morena, bonita, tenho 1,65m, cabelo preto, comprido e ondulado, cintura fina, bunda grande e arrebitada, coxas torneadas, seios volumosos e firmes, boceta carnuda apertada e fica molhada facilmente, tenho 40 anos, mas corpo de 25/27 anos, sou casada e temos duas filhas. No final dessa história vou colocar os links das historias que meu marido contou.

Depois de contar tudo para ele e pedir seu perdão ele acabou me perdoando. Mas, a carne é fraca e o gosto pelo prazer me fez pecar novamente.

Depois do perdão de meu marido, precisava do perdão do meu pastor. Marquei com ele na igreja em um dia que não tinha atividade para que eu pudesse contar tudo sem interrupção ou o risco de alguém ouvir. Fui para a igreja com uma roupa digna da ocasião, saia até o joelho, e uma blusa larguinha, roupas que não mostravam nada do meu corpo. Meu cabelo estava preso, só um batonzinho claro e um pozinho no rosto, e um perfume bem suave.

Ele já estava me esperando. É um homem alto, mulato, forte, trabalha como pedreiro, o que ajuda no físico, seus 50 e poucos anos. Gentilmente mandou que eu entrasse e me sentasse, ele se sentou de frente para mim, e pediu que eu começasse a relatar os fatos.

Expliquei a ele que tinha, num momento muito ruim do meu casamento, traído meu marido com um colega de trabalho que ficava dando em cima de mim. E que depois outras situações foram acontecendo e por mais que eu não quisesse, acabava cedendo e gostando, depois me arrependia, mas já tinha feito. Ele me pediu detalhes dos acontecimentos, em que situação aconteceu a primeira e as outras em consequência.

Ele me pediu que contasse como foi a primeira vez. Fiquei envergonhada, mas ele me disse que eu teria que abrir meu coração para poder ser perdoada.

Contei para ele que eu estava chorando por causa de uma briga com meu marido, meu colega chegou por traz me consolando, depois me abraçou se encostando forte em mim, senti que ele estava excitado, e deixei. Então ele me abraçou por completo, apertou meus seios, e rapidamente abriu minha roupa.

Então, o pastor me perguntou em que momento e de que forma ele me penetrou. Nesse momento senti que ele estava com tesão em mim, sua voz parecia tremula. Fiquei muito desconcertada, afinal ele é um pastor. Ele foi perguntado e eu respondendo, comecei a ficar melada, reparei que um volume se formou na calça dele. Então em um determinado momento, já a fim de foder com ele, pedi permissão para mostrar como foi que começou, a posição que fizemos, me levantei, pedi que ele se levantasse, mandei ele me abraçar por traz, ele não pensou duas vezes e me agarrou, encostei minha cabeça no peito musculoso dele peguei uma de suas mãos e coloquei em baixo da minha saia, e falei que foi assim que meu colega fez.

Me calei e deixei por conta dele. A mão cheia de calos dele foi subindo pelas minhas coxas que eu as abria lentamente, minha boceta carnuda e raspada estava melada e latejando, corria um melzinho pelas minhas pernas. Ele colocou a mãozona em cima de minha xana e ficou alisando. Abri minha blusa e soltei o sutiã, fazendo meus peitões duros e suculentos saltarem. A pica dele por baixo da calça parecia enorme. O coração do pastor parecia que ia saltar do peito, sua respiração ofegante era alta. Coloquei uma de minhas mãos entre nós e abria sua calça, colocando a mão dentro e segurando sua enorme rola, dura e quente, muito quente. Ele gemendo e me chamando de irmã me deixava louca.

A mão dele foi entrando na minha calcinha, gozei me melando toda, ele me sentiu quente e molhada e enfiou um dedo em mim, minhas pernas tremeram quase cai no chão, foi o segundo dedo e o terceiro. Eu tocava uma punheta nele, queria aquela vara na minha boca. Me ajoelhei e paguei um boquete que acho que ele nunca tinha recebido. A caceta áspera e cheia de veias dele latejava e lambuzava minha boca.

Ele me deitou no chão, abriu minhas pernas, se deitou por cima de mim, e com virilidade, mas com carinho, foi enfiando aquele pedaço de ferro dentro de minha boceta melada. Que delicia, quando senti o cabeção me arregaçando gozei de novo. Devia ter algum tempo que ele não transava, mal conseguiu entrar todo em mim, ele me esporrou feito um pônei no cio. Foi um mar de porra quente me inundando, senti meu útero encher, vazou pelos lados melando o chão.

Ele se levantou rapidamente assustado, parecia que ia correr, o segurei e disse que queria mais. Ele me chamou de pecadora, que eu exalava sexo, meu cheiro deixava ele de pau duro.

Sem que ele terminasse o discurso, abocanhei a vara dele e disse que ia leva-lo para o pecado comigo. A picona dele pulou e endureceu em minha boca. Dei um chupada maravilhosa, lambendo e colocando as bolas dele na boca, depois sugando o cabeção, o fazendo uivar de prazer. Agora foi a minha vez de deita-lo no chão e montar nele, segurei o cacete me ajeitei e fui descendo lentamente deixando a piroca entrar no meu bocetão que já estava aberto.

Fui cavalgando lentamente, e aumentando o ritmo aos poucos, já estava completamente nua, meus melões suculentos sacudiam e pulavam no mesmo tempo que eu cavalgava. Ele os agarrou parecendo que ia arrancar de mim.

Eu esguichava de prazer na rola dele, minha boceta latejava, piscava, eu gozava feito uma louca. Cada vez eu pulava mais com o pau do pastor atolado em minha xana. Me deitei sobre ele e falei muita sacanagem em seu ouvido. Ele puxava meu cabelo e me tratava como uma puta. Eu comia a caceta dele com a boceta esfomeadamente, até ele gritar que estava enchendo a boceta dessa puta de porra. Cavalguei até ele ficar totalmente mole, saiu porra para todos os lados, lambuzando o chão com nosso pecado.

A rola saiu de dentro de mim, me sentei em suas coxas, me tremia toda de prazer, de repente começou a esguichar meu gozo de dentro da minha boceta melando ele todo. Nunca tinha acontecido, foi demais.

Ele se levantou, pegou um pano para se limpar, limpou o chão da igreja e me pegou pelo braço toda lambuzada e nua e me expulsou de lá, me vesti rápido e fui embora. Achei que ia ser expulsa da igreja, mas ele também seria. Preferiu fazer de conta que nada daquilo aconteceu.

Depois outras coisas aconteceram que eu contarei com tempo para vocês.

Deixem seus comentários que eu vou adorar ler.

Leiam as histórias que meu marido contou para vocês:

Minha esposa crente, foi comida pelo colega de serviço.

Minha esposa crente, foi comida pelo diretor da escola.

Arrombaram minha esposa na suruba

Comeram minha esposa crente no trem

Um aluno fodeu a puta da minha esposa na escola

Minha esposa crente, cada vez mais puta.

Flagrei o pastor fodendo minha mulher crente

Meu nome é Sebastião, tenho 49 anos e sou negro, tenho uma pequena firma de pedreiro e muitas vezes eu mesmo meto a mão a faço o serviço, isso me ajuda a ter um bom porte físico. Minha mulher, não vou dizer seu nome, tem 32 anos é uma negra de 1,65 m, bonita, bunda grande, peitos fartos, cabelo encaracolado, de uma família de crentes, frequenta a igreja desde que nasceu. Na nossa vida sexual temos sempre algumas divergências, pois ela diz que não pode fazer certas coisas por que é errado. Por exemplo, sexo anal, sexo oral, e outras brincadeiras.

Estava em casa num sábado de manhã e ela tinha ida à igreja. Recebi uma ligação de um cliente querendo um orçamento urgente. Quando ia saindo vi que ela tinha esquecido de levar a chave. Como ela demorava mais que o normal, para não me atrasar levei as chaves na igreja para ela.

A igreja parecia vazia, sem nenhum movimento, o portão estava fechado, mas não trancado. Entrei em silencio e fui para porta principal que estava trancada. Olhei pelo vidro e não tinha ninguém, mas a porta dos fundos estava aberta. Fui por lá. Entrei, ouvi um sussurro tipo um gemido, parecia alguém chorando. Achei que fosse alguém contando algum problema para o pastor. Para não atrapalhar andei bem devagar e olhei por uma janelinha para sala de onde vinham os choros.

Quase cai sentado, tive que me apoiar nas paredes para não cair. Minha mulher estava debruçada em uma mesinha apoiada pelos cotovelos, saia levantada com o bundão cor de chocolate para o alto, blusa toda aberta e o sutiã levantado, de pernas abertas e o pastor com a calça arriada até o chão metendo a rola nela.

Não sabia o que fazer, fiquei olhando, pensando numa atitude. Meu pau ficou duro. Resolvi olhar mais. Ele meteu a mão na boceta dela e tocou uma siririca enquanto socava com força. Os peitões dela que parecem dois ovos de páscoa deliciosos balançavam, roçando os bicos na mesa. Ela o mandava meter com mais força. A mesa parecia que ia quebrar. A única coisa que pensei em fazer foi colocar a pica para fora e tocar uma em homenagem a crente piranha da minha mulher.

Eu via o melado do prazer deles escorrer pelas pernas mulatas da minha mulher, a puta do pastor. Ela gemia igual uma gata no cio, rebolava e dava soco na mesa, ele a apertava pela cintura e força a mão no bocetão dela, a chamando de irmã gostosa.  Eu estava quase gozando. Ele empurrou a vara bem no fundo dela e urrou igual a um urso, esporrou as entranhas quente e deliciosa da minha mulher, enquanto o corno aqui esporrava na mão.

Quando ele sacou a rola pude ver como era grande a caceta do pastor, vermelha e grossa. Saiu um mar de porra branca escorrendo pelas pernas de ébano da minha nega, que ficou paradinha esperando descer tudo. Minha vontade era de chorar, ir lá acabar com a farra.  Depois ela ficou em pé, tirou a saia, se ajoelhou e abocanhou a rolona do pastor de uma só vez, minha piroca pulou na hora, preferi, como bom corno, continuar olhando. Ela chupava como nunca me chupou, parecia puta profissional, ele deve ter ensinado para ela. As vezes engolia tudo, as vezes vinha tirando deixando só a cabeça na boca sugando e lambendo para em seguida engolir tudo de novo, lambia e colocava as bolas dele na boca. Depois ela  deitou de costas na mesa, segurou as pernas em posição de frango assado e pediu para ele meter de novo. Ele não pensou duas vezes e empurrou dentro dela, rola na boceta e as mãos nos peitões. Eu estava adorando ver minha mulher santa, séria e recatada ser uma puta tremenda nas mãos daquele filho da puta, nãos mãos e na pica.  Ele tirava de dentro se ajoelhava e mamava a xana lambuzada dela que se tremia toda, tento espasmos de gozo. E ele subia e enfiava mais um pouco, tira de dentro, dava a volta e colocava ela para mamar mais, voltava e enfiava na gruta fervente dela. Até ela pedir para ele comer o cuzinho dela. Não acreditei no que ouvi, ela nunca me deu, dizia que era errado, que era coisa de homem com homem.

Ele segurou as pernas dela e as empurrou colando no peito, e sacou a tora e enfiou no cu da minha esposa. Foi direto, ela nem reclamou, não acreditei que foi fácil assim, quase fui lá conferir. Só acreditei quando ela disse que era uma delicia sentir ele dentro do rabo dela.

E ficaram ali, ele comendo minha mulher em posição de frango assado. Minha caceta latejava e explodi de prazer, esporrando mais uma vez na mão. Ela colocou os pés no peito dele e o empurrou o tirando do rabo, saiu da mesa, pegou duas cadeiras, colocou um joelho em cada uma ficando bem aberta, se apoiou na mesinha e mandou ele enfiar tudo. Num tranco só ele entrou novamente no rabo dela. Começou o vai e vem, cada vez mais forte e mais rápido. Gemidos fortes, tapas na bunda dela, o saco batendo nas coxas dela, que esfregava as mãos na boceta para aumentar o tesão. Era uma delicia ver aquilo. Ela gozava muito, ele sentindo um prazer enorme dentro dela, loucura total, até que mais um jorro de porra quente inundou minha mulher, dessa vez no rabo.

Ele tirou de dentro, ela continuou de quatro, dava para ver o cuzinho dela latejando e jogando muita porra para fora, escorrendo pelas pernas, a mão dela acariciava a xereca fazendo um esguicho de gozo sair de dentro dela. Ele pegou uns papeis toalhas a limpou a esporração que escorria dela, que pegou as roupas para se vestir. Corri para casa ainda de pau duro para esperar por ela e ver a história que a piranha iria me contar.

Adorei ver isso tudo e ficava imaginando se teria a sorte de ver uma cena dessa novamente.

O que vocês fariam no meu lugar?

Traí meu marido de novo

Oi meu nome é Sheila, adoro os melhores contos eróticos, já contei aqui dois casos que aconteceram comigo. Para quem não leu, tenho 34 anos, 1,57m, loirinha, olhos castanho-claros, seios médios bem durinhos, barriguinha chapada, cintura fina e coxas grossas. Sou casada com um cara de 54 anos, temos uma vida sexual bem ativa, sempre fui fiel a ele, até realizar o sonho dele de ver outro macho dentro de mim.

Esse foi mais um caso real que aconteceu comigo. Estava resolvendo umas coisas em Botafogo-RJ, era a tarde e chovia muito, estava sem carro. Tudo resolvido,  corri para pegar um táxi. Nisso dei de frente com o Marcelo, um moreno, baixo, bem sarado e até bonito. Ele e a esposa são amigos meu e de meu marido.

Ele me convidou para tomarmos um vinho até a chuva passar. Pensei e aceitei não vi nenhum mal nisso, não achei que ele tivesse segundas intenções. Entramos no restaurante que estava vazio e fomos para o fundo, sentei e ele sentou-se ao meu lado.

Eu estava com uma saia curta e apertada, quando sentei ela subiu mais ainda. Marcelo não tirava os olhos delas. Ficamos conversando, tomando vinho e às vezes Marcelo colocava a mão nas minhas coxas.  Uma hora ele deu uma apertadinha. Achei que já era hora de ir, falei que ia pegar um táxi e ele me ofereceu uma carona. Fomos embora.

Conversamos normalmente no carro, sem nenhum, sinal de que ele queria algo. Ele tomou a direção do Mirante do Pasmado, um lugar em cima do túnel de Botafogo, um pouco deserto, com a chuva mais ainda. As pessoas costumam para lá de carro para namorar. Me assustei e perguntei o que ele estava fazendo, ele disse que queria conversar comigo. Falei que estava com presa, mas ele insistiu e foi mesmo eu não gostando da ideia.

Ao chegar lá, falou que era a fim de mim, me achava gostosa e tudo mais. Eu falei que a mulher dele era minha amiga, ele, amigo do meu marido, não tinha nada a ver. Ele insistiu, tentou me beijar, eu o afastei, falei que ia ficar chateada. Numa última tentativa ele colocou o pau duro para fora e falou que eu o tinha deixado daquele jeito, como ia ficar?

Arregalei os olhos, não esperava aquilo, eu o mandava guardar, mas não tirava os olhos do pau. Era uma pica curta, mas bem grossa e cabeçuda. Comecei a tremer, a senti tesão, ele insistindo eu dizendo não, ele falando que não podia voltar pra casa daquele jeito, até que falei que ia tocar uma punhetinha pra aliviar a situação.  Ele queria que eu chupasse, segurei e comecei a punhetar. Estava pegando fogo a pica dele, latejava na minha mão que suava e apertava.

Minha xereca começou a melar, um melzinho escorria de dentro de mim, a pica do Marcelo pulsava e se enchia de veias na minha mão. Não aguentei e cai de boca, chupando aquela pica grossa. Marcelo puxou minha saia para cima e acariciou minha bunda, eu abri um pouco as pernas e ele enfiou um dedo na minha xaninha meladinha. Que tesão.

Marcelo encheu minha boca de creme quente que eu tratei de saborear e engolir. O pau continuou duro, queria me comer ali dentro do carro, mas eu estava menstruada. A insistência foi tanta, os amassos e agarros que deixei ele me comer.

Ele deitou os bancos, eu me ajoelhei no do carona, me apoiei no encosto, levantei a saia, tirei a calcinha e o absorvente que estava bem ensopado, e ele meteu em mim por trás, foi uma delicia, minha boceta encharcada com meu mel e meu sangue, ele socando aquela rola grossa, abriu minha blusa e meu sutiã e acariciava meus peitinhos, com a outra mão me tocava uma siririca, eu gozava muito. Ele enfiava com vontade em mim, matando o desejo que tinha em me foder, o carro sacodia muito.

Gozou feito um cavalo dentro de mim, pedi que ele me avisasse quando fosse tirar o pau de dentro para eu não me sujar. Mas, de sacanagem ele puxou de dentro sem falar nada, me lambuzei toda de porra dele, minha e do meu sangue. Fiquei puta, sujou minha saia, minhas pernas e o banco do carro, ele rindo me deu um pano para me limpar.

Revirei minha bolsa toda e só tinha um OB, peguei me arreganhei toda dentro do carro e enfiei dentro de mim. O pau dele ficou duro na hora com a cena, mandei ele sossegar pois não tinha outro absorvente.

Mas, não resisti e cai de boca novamente no pau, ele queria me foder mais, falei que só se fosse no cuzinho,  ele topou na hora. La fui eu de novo de joelhos no banco, ele por trás me penetrando. Foi gostoso sentir ele no meu cuzinho. Mas o filho da puta puxou meu OB e tacou a rola na minha xereca ensanguentada. Até que foi delicioso, ficamos engatados metendo um bom tempo. Era louca aquela situação de foder dentro do carro com o marido da minha amiga.

Depois de muita socada ele me encheu de novo. Quando tirou foi outra sujeirada tremenda, sangue, porra, melzinho, desceu tudo pelas coxas. Tentei me limpar, mas não deu, usei a calcinha, mas como era muito pequena só serviu para ficar lambuzada também, sem condições de usar. Fomos embora, ele me deixou perto de casa. Como eu ia sair sem calcinha e com meu sangue descendo, foi uma correria danada até em casa.

Tomei um banho e meu marido quis me foder, ele parece que sente quando eu dou para outro.

Espero que gostem das minhas aventuras, quando tiver outra eu conto. By

Minha esposa deu para seis no churrasco

A história que vou relatar e verdadeira, eu presenciei sem que minha mulher visse.

Tenho 58 anos, sou um coroa normal, alto, um pouco de barriga, cabelos grisalhos. Minha mulher, que não direi o nome tem 46, não muito alta, peitos grandes e firmes, coxas grossas, lisas, sem estrias, um pouquinho de barriga. Uma mulher gostosa que gosta de uma boa foda. Nunca desconfiei de ela me trair. Tenho tara de vê-la com outro homem. Mas nunca tive coragem de falar com ela sobre isso.

Um dia desses estávamos em um churrasco com um grupo de amigos e várias outras pessoas que nunca vi, em um sítio com piscina, e notei que ela parecia agitada. Ela saía da área que estávamos, como se procurasse alguma coisa, e voltava. Comecei a acompanha-la com os olhos. Ela saiu novamente, olhou para um cara como se fizesse um sinal e foi para trás do sítio onde havia um depósito de coisas sem uso.

Disfarcei e fui ver onde ela estava indo. Ela entrou no depósito e o cara entrou logo em seguida, dei a volta e fiquei olhando por uma fresta na janela.

Ela estava só de biquíni, sentou de pernas abertas numa caixa, o cara ficou em pé entre suas pernas e de frente para ela, colocou a pica para fora, minha mulher segurou e colocou tudo na boca. Ela mamava como uma puta babando a cacetona do cara que a agarrava ela pelos cabelos, enfiou a mão dentro do biquíni colocando os melões dela para fora e amassando com vontade.  Às vezes tirava a caceta da boca dela e colocava no meio dos peitões.

Ele olhava para os lados vigiando, e ela chupando. Ele forçava a cabeça dela em direção ao pau punhetando. Logo ele esporrou na boca da minha mulher, era tanta porra que escorreu pelos lados. Ela se limpou e saíram um pra cada lado.

Voltei pro meu lugar, meu pau estava explodindo de tesão. Ela sentou ao meu lado como se nada tivesse acontecido. Fiquei olhando o cara que cochichava com outros dois, que olhavam pra ela e riam. Mais um tempinho e ela saiu novamente, os dois caras com quem o primeiro falou foram atrás. E eu como um corno fui ver a vaca da minha mulher me trair.

Olhei pelo mesmo lugar e lá estava ela sentada mamando a rola dos dois. Um deles a levantou e se sentou na caixa, puxou a calcinha dela para o lado e colocou o pau na boceta dela, enquanto o outro atolava a pica na sua boca. Ela cavalgada e mamava. Dava pra ver o cacete do sujeito entrando e saindo naquela boceta que eu achava que era só minha. O cara que comia ela desamarrou os dois lacinhos e arrancou a parte de baixo do biquíni, o outro tirou a parte de cima deixando-a completamente nua. Os dois amassavam os melões dela. Eu tocava uma punheta vendo minha mulher sendo fodida. Ela mamava cada vez mais  forte,  os olhos reviravam demonstrando muito prazer. O outro tirou a rola da boca e esporrou a cara dela toda, escorrendo porra pelos peitões. Um tranco do outro dentro dela mostrou que a bocetona da minha mulher tinha sido enchida de leite quente também.

Antes que ela pudesse se vestir chegaram mais dois caras. Os outros saíram e ela ficou.

Ela foi colocada de quatro por um negro com um pau gigante, que enfiou tudo na  boceta dela que estava lambuzada de porra. O outro cara se sentou na caixa, ela apoiou os cotovelos nas pernas dele e começou a mamar. Que puta insaciável.

A rola entrava e saia de dentro dela, Eu já estava na terceira punheta. O negro fodia ela com força as pernas e o saco dele batiam no rabão dela que engolia com vontade a rola do outro. O negro a agarrou pelos cabelos e inundou a boceta dela, quando ele puxou o cassetete, espirrou porra de dentro dela, o outro a virou rapidamente e enterrou a pica nela, que se segurou no negro. Enquanto era fodida de novo a vagabunda limpava com a boca a rola esporrada do negão.

Ela olha para trás e pede para o cara comer no cuzinho dela, o que ele fez de primeira. Ela gosta de dar o cú. Fiquei louco, aquele cara comendo o cuzinho dela, enquanto ela mamava outro.

Outro homem avisado pelos que saíram entrou no depósito. Foi colocando a rola pra fora e se ajoelhando de frente para ela. O cara que a enrabava a segurou pelos peitos e a suspendeu, o negro levantou as pernas dela e o cara ajoelhado enfiou a pica na boceta. Ela estava sendo empalada por dois machos e chupando um terceiro. Aquela altura ela era a carne principal do churrasco. Vários homens se saciaram dentro dela.

Um gozou no cuzinho dela, mas continuou a segurando até o outro gozar na boceta, e o negro esporrou a cara dela toda. Era muita porra, e ela já havia levado mais antes.

Sai correndo pro meu lugar, não sei como ela se virou para limpar aquele mar de esporração. Passou um tempinho e ela veio sentar ao meu lado, me beijou na boca, pude sentir o gosto de porra, ela me disse que tinha passado mal e ido ao banheiro. Fingi que acreditei, os caras que haviam fodido ela me olhavam sorrindo.

Eu ali sentado de braços dado com a puta da minha mulher que tinha levado porra de seis homens diferentes. Mal podia esperar para ver uma cena daquelas novamente.

Armei para foderem minha mulher

Meu nome é Jéferson, tenho 58 anos,  sou casado com Ana Claudia de 40, loura, 1,70, peitos grandes, cintura fina, bunda grande, coxas torneadas, muito fogosa que adora foder. Eu já não tenho pique para acompanhar o tesão dela.

Outro dia cheguei em casa e paguei Aninha, como eu a chamo, com um frasco de desodorante enfiado no bocetão carnudo, gozando feito louca. Ela ficou desconcertada, claro. Mas era minha culpa, eu não tenho conseguido dar o que ela precisa. Fiquei muito chateado com aquilo. Então resolvi dar a ela um pouco de prazer.

No meu trabalho tem um rapaz, seus vinte e poucos anos, alto, moreno, sarado de academia. Chamei ele pra tomar uma cerveja e no meio do papo perguntei o que ele achava da minha mulher. Ele a elogiou discretamente. Fui mais fundo, perguntei se ele a achava gostosa,  sem graça ele acenou com a cabeça que sim. Tomei coragem e perguntei se ele topava comer ela. Ele, claro se assustou,  tratei de tranquiliza-lo, e expliquei tudo.

Combinamos como seria. Eu queria ver, mas não podia estar presente. Ela nunca faria na minha frente, nem sabia se ela cederia e daria para ele.

Instalei câmeras minúsculas estrategicamente no quarto,  pegando vários ângulos. Elas iriam transmitir em tempo real pro meu notebook,  eu ficaria no quartinho dos fundos.

Tudo combinado,  saí  para o trabalho, avisei a Ana  que um colega iria levar uns livros pra mim, era uma caixa pesada e ele deveria deixar no quarto, e fui escondido  pro quartinho.

Me posicionei, ele chegou com uma caixa enorme, uma bermuda de malha super apertada,  deixando o volume do pauzão dele amostra,  e uma camiseta curta e apertada mostrando seus músculos. Minha esposa, que estava de saia larga e um pouco curta e blusa,  atendeu a porta, mandou ele entrar e levar a caixa para o quarto, e foi junto.

Vi os dois entrando no quarto. Como combinado, ele deixou os livros todos caírem no chão. Ele começou a pegar,  eu via tudo, nessa hora torci pra não acontecer nada, mas a sorte estava lançada.

Conforme ele se movia,  ela olhava discretamente para a caceta dele que parecia estar dura.

Quando ele se virava, ela passava a mão na xereca, como se estivesse no cio.

Em um momento em que ele olhava para outro lado, ela colocou a mão por baixo da saia, se esfregando, revirando os olhos,  não ia dar pra segurar, ela queria dar para ele.

Ela se aproximou pra ajudar a arrumar os livros e encostou a bunda na pica dele. Naquele momento me arrependi de ter armado aquilo, mas queria ver até o fim.

Ele a segurou pela cintura e beijou a nuca. Aninha encostou a cabeça no peito dele e se entregou.

Enquanto se esfregava  na bunda dela,  ia enfiando uma das mãos por dentro da blusa e a outra por baixo da saia.

Ia ver minha mulher ser fodida em tempo real, meu pau parecia uma barra de ferro.

Ela sentou na cama, abriu bem as pernas,  levantou a saia  e começou a esfregar a boceta por cima da calcinha, que estava a mostra, com a outra mão apertava o pau dele por cima da bermuda. Ele colocou o pirocão pra fora esfregando no rosto dela que abocanhou de uma só vez.

Aninha chupava e punhetava, a outra mão dentro da calcinha esfregava o grelo cada vez mais.

Ele tirou a blusa dela, depois o sutiã fazendo seus suculentos melões saltarem para fora, e os amassou com as duas mãos, as vezes tirava a rola e colocava no meio das tetas,  ela se masturbava como louca.

Ele se ajoelhou, tirou a calcinha e a saia dela, abriu mais suas pernas, e chupou o bocetão raspado da minha mulher. Aninha se contorcia de tesão. Ele a fazia gozar feito louca na sua boca.

Rapidamente, ele montou na minha mulher e enfiou o cacete todo nela, Aninha estava levando vara. Começou com movimentos leves que foram aumentando. Ela trançou as pernas em volta da cintura dele. o ângulo era perfeito, eu via a piroca entrar e sair de dentro dela.

As socadas foram aumentando e os gemidos de Ana Claudia também, que arranhava e batia nas costas do seu comedor, gozando como uma puta descarada.

Ele metia com muita força, de repente empurra tudo e deixa no fundo se contorcendo todo e soltando um gemido forte, entendi que minha deliciosa mulherzinha tinha sido encharcada de porra quente de outro macho.

Ele rolou para o lado, deixando Aninha de pernas arreganhadas, dando para ver a porra escorrendo de dentro dela.

Ana Claudia respirou fundo e caiu de boca na pica lambuzada e meio dura dele, pagando um boquete desesperado e guloso, querendo mais vara dentro dela.

Quando ela o deixou duro de novo, montou nele engolindo toda a pica com seu bocetão melado. Ela, agora por cima, dirigia a foda, cavalgando cada vez com mais vontade.  Cavalgava forte,  fazendo seus melões subirem e descerem no ritmo da foda.

Ele a puxou pelo pescoço dando um delicioso beijo na boca, e a deixando de rabo para cima. Foi enfiando  o dedo no cuzinho que ela nunca tinha me dado, mas deixava ele abrir o caminho para dar pra ele. Ia levar pau naquele cú.

Não deu outra, ele a colocou de quatro,  meteu muito no bocetão inchado e melado e depois começou a foder seu cuzinho, Aninha dizia que nunca tinha feito aquilo, mas deixou ele enfiar até o fim.

Minha rola não aguentava mais gozar. Ela tomando no cú e eu gozando.

As socadas eram violentas ela gritava e mandava ele rasgar o cú dela. Depois de muito tempo engatados ele encheu o rabo da minha esposinha de porra. Eu chorava feito criança e gozava aos litros.

Depois de um tempinho para se recomporem, ele fodeu minha mulher mais uma vez, arrancando gozadas e gritos dela. Após mais uma seção de porra dentro dela, foram tomar banho, ela precisou ser ajudada por ele, não sei se suas pernas tremiam ou era frescura daquela puta. Pelo tempo ele a comeu mais um pouco no chuveiro.

Ele foi embora e  ela ficou deitada, extasiada de tanto levar pau.

Gravei tudo e toda hora revejo as cenas de minha Aninha entrando na rola como uma puta e toco maravilhosas punhetas.

Ela nunca soube que eu vi tudo.

 

 

Fui consolar um viúvo e entrei na vara.

Oi gente, meu nome é Sheila, sou casada, e já contei para vocês como foi minha primeira transa fora do casamento.

Essa aconteceu um tempinho depois.

Um grande amigo da família, seu Amadeu, ficou viúvo, ele estava com seus 60 e poucos anos . Continuar lendo “Fui consolar um viúvo e entrei na vara.”

Meu padrinho me comeu no dia do casamento.

Todos que escrevem contos eróticos  sempre falam que essa história é verdadeira, mas a que vou contar é.

Eu estava noiva, meu pai morreu a muito tempo e meu padrinho, na época com 58 anos, melhor amigo do meu pai me levaria até o altar.

Eu tinha 23 anos, morena clara, cabelo e olhos castanho escuros , corpo todo desenhado,  cintura fina, seios pequenos e durinhos, bundinha arrebitada, e uma bocetinha bem apertadinha. Continuar lendo “Meu padrinho me comeu no dia do casamento.”