Minha esposa botou um saco plástico na cara para foder com o sobrinho . (Com fotos)

Sempre gostei de ler histórias de cornos, caras que descobrem que as esposas fodem com outros e adoram isso, fico excitado, toco uma punheta lendo, mas, sempre achei que comigo não, se eu visse ou soubesse que minha esposa me traia eu não ia gostar nem um pouco.

Tenho 54 anos e minha esposa tem 48, vou colocar fotos dela no final. Trabalho por conta própria, e as vezes preciso fazer pequenas viagens saindo cedo e voltando a noite.

Tudo aconteceu num dia que precisei viajar cedo, saí e no caminho o cliente ligou remarcando a viagem. Voltei para casa, minha esposa não estava, achei que ela tivesse ido ao mercado ou coisa parecida, fui para meu escritório.

Depois de um tempo escutei a voz dela entrando na sala, e em seguida a voz de um rapaz, forcei o ouvido e identifiquei que era o sobrinho dela de 22 anos, filho da irmã. Não maldei, mas ela começou a rir de forma diferente e a fazer umas brincadeiras, falar bobagens, para ele. Achei a atitude muito estranha.

Eu estava no meu escritório que tem uma porta para sala e outra para nosso quarto, as duas geralmente ficam fechadas e ela nunca entra lá. Abri um pouquinho a porta da sala e fiquei olhando. Minha esposa estava próximo dele, se insinuando, rindo, passando a mão nele que estava meio sem graça. Então ela tirou a blusa ficando de sutiã, e mandou ele passar a mão nela. Ele exitou, ela segurou a mão dele e colocou nos peitos, ele deixou.

Depois ela tirou a saia e ficou de calcinha, meu pau parecia que ia arrebentar de tão duro.

Ela o segurou pela mão e foram para o quarto. Fechei a porta da sala e corri para do quarto, abri o suficiente para olhar. Ela se esfregava nele que mandava ela parar, que era tia, que não ia conseguir comer ela. Ela estava louca de tesão, queria comer o sobrinho de qualquer jeito. Botou o cacete dele para fora deu uma punhetada, sentou na cama a abocanhou tudo de uma vez, e era um puta cacete que brilhava e latejava mostrando que apesar de dizer não estava doido para varar a tia,

Ela mamava como uma puta, babando o pauzão do sobrinho todo. Ela botou os peitos para fora, deixando o sutiã por baixo para segurar as mamas. Tirou a calcinha, abriu as pernas e mandou ele foder. Ele falou que não ia conseguir, que estava com muito tesão, mas quando olhava para a cara dela desistia. Ela não pensou duas vezes, pegou uma bolsa plástica, dessas de mercado, e colocou na cara, arreganhou a boceta e mandou ele se esbaldar dentro dela.

Gozei na mesma hora de tanto tesão de ver minha esposa arreganhada com um saco na cara pedindo para ser comida. Peguei o celular, estava tão nervoso que não conseguia filmar, então tirei um monte de fotos.

Quando ele viu a tia de perna aberta com o saco na cara arrancou a roupa e montou nela enfiando o pau todo dentro dela de uma vez, ela estava tão melada que foi tudo, o tesão do moleque na xereca da tia era tanto que três ou quatro socadas ele encheu a bocetona da minha patroa de porra quente.

Ele, que parecia estar com a piroca mais dura ainda, se ajoelhou na cama, eu vi a piranha de perna aberta com o bocetão arreganhado jorrando leite de dentro, toquei outra punheta, ver a minha puta com um saco na cara e a boceta encharcada era uma delicia.

O sobrinho comedor virou a titia vagaba de bunda para cima e tacou a vara de novo. Aí o bicho pegou, ele socava sem pena, segurando a vaca pela cintura. Mesmo com o saco na cabeça dava para ouvir ela gemendo, mandando ele foder gostoso a titia, meter com força. Eu estava me deliciando e fotografando tudo.

Ela saiu da posição, colocou ele deitado e montou na pica, cavalgando como louca. Aquela situação de ver minha esposa fodendo já era suficiente para me deixar maravilhado, agora a situação esdruxula dela com um saco plástico na cara era demais.

Ele gozou muito de novo dentro dela, que se ajoelhou no chão, puxou o moleque pelas pernas, levantou um pouquinho o saco plástico da cabeça deixando a boca de fora e mamou a rolona enfiando tudo na boca. Estava arreganhada, com a boceta aberta, a esporra escorria e lambuzava o chão. Depois de muito boquete o sobrinho fodedor colocou a tia puta de quatro na cama, ajeitou o saco plástico de novo na cara dela e meteu no cu. Estavam de lado para porta do meu escritório, eu via a pica entrar e sair do rabo da minha mulher, os gemidos abafados dela me alucinavam, eu que quase não fodia mais por causa da idade, já estava indo para terceira gozada.

Ele apertava os peitos dela e empurrava a rola com força, ela empurrava a bunda para trás ao encontro da vara parecendo que queria tudo dentro do cuzão. Ele a puxava pelo cabelo que passava por baixo do saco. Os gemidos eram fortes, até ele encher o rabo da tia de gosma quente e grossa.

 

 

Para me vingar da minha esposa comi a mãe dela.

Sou um cara de 35 anos,  casado há 10 anos com uma mulher 3 anos mais nova que eu, linda e muito gostosa, por quem sempre fui muito fiel e apaixonado.

Há três anos atrás minha mulher me confessou que havia me traído, que tinha sido uma vez,  que não teve como evitar, essas desculpas esfarrapadas.

Aquilo não saia da minha cabeça, será que foi só uma vez? Com quem tinha sido? Ela não quis me dizer quem tinha fodido a boceta dela. Todos os homens conhecidos eram suspeitos de foder minha mulher.

Não tinha valido a pena ser fiel a ela todo tempo. Resolvi que toda chance de enfiar minha rola em alguém não iria desperdiçar. Foi aí que comecei a foder todas as mulheres que pude.

A primeira foi minha sogra,  mulher de seus 50 anos, alta, branca, cabelos pretos,  bunda e peitos grandes e duros,  essas coroas metidas a garotona,  frequentava academia, era uma mulher gostosa.

Logo após eu e minha esposa nos acertamos, mesmo sendo corno resolvi ficar com ela, minha sogra foi jantar conosco e dormir na nossa casa. Foi aí que arquitetei a primeira vingança.

Coloquei um remédio para dormir na bebida das duas, nada que fizesse mal, mas iam dormir igual pedra.

Não demorou nada e as duas foram se deitar   fiquei na sala dando tempo pra fazer efeito.

Fui no nosso quarto e minha mulher dormia profundamente. Fui onde minha sogra dormia, entrei e a balancei, ela nem se mexeu.

Ela estava deitada de barriga para cima só de camiseta e calcinha,  de pernas abertas, dava para ver o volume do bocetão cabeludo dela, e os peitões para cima.

Abri suas pernas  puxei a calcinha para o lado e enfiei a língua dentro dela. Com o tempo começou a ficar melada e com a respiração mais forte,  mas não acordou.

Tirei o shorte subi nela e enfiei a rola, fiquei enfiado na minha sogra um tempão,  que boceta quente e apertada.  Dei uma mega esporrada nas entranhas dela, me tremi todo.

Fui no banheiro,  peguei uma toalhinha pra limpar a boceta lambuzada dela, enfiava o dedo dentro para limpar bem, o que na deixou de pau duro.

Tirei a calcinha para não sujar, peguei um creme, virei ela de bruços e meti aos poucos no cu dela,  que cu apertado,  mais que o da filha.

Coloquei um travesseiro dobrado em baixo da barriga dela para empinar o rabo e comecei a socar.  Eu suava muito e nada de gozar. Achei que ia quebrar a cama de tão forte que eu metia nela.

Minha mão por baixo tocava uma siririca fazendo ela se molhar toda.

Gozei feito um cavalo no rabo da minha sogra. Limpei o que deu, coloquei a calcinha nela e fui para cama. Não consegui dormir. Voltei lá e dei mais uma enchida de porra na bocetona da coroa.

Aí sim consegui dormir.

No dia seguinte de manhã vi que ela andava como se estivesse assada, foi de tanto que eu fiquei na boceta e no cu dela.

Como meu plano deu certo,  fiquei arquitetando quem seria minha próxima vítima,  seria a sobrinha de vinte aninhos  da minha mulher, que costumava ir lá para casa, mas isso eu conto uma outra hora.

Rejane, a crente puta, se entrega mais uma vez

Oi pessoal, eu sou a Rejane, que infelizmente vocês conhecem como a crente puta.  Vocês devem ter lido algumas de minhas histórias aqui nesse site. Quem acompanha sabe que eu nunca procuro por sexo, as coisas acontecem e eu acabo deixando acontecer. Continuar lendo “Rejane, a crente puta, se entrega mais uma vez”

Minha esposa foi puta de estrada por uma noite

Olá galera, meu nome é Carlos Alberto, tenho 40 anos, branco, alto, cabelos grisalhos.

Sou casado há 15 anos com a Fabíola, uma delícia de mulher de 38 anos, branca, cabelos e olhos pretos, 1,68 m de altura, cintura fina, bunda grande e dura, coxas grossas e bem trabalhadas na academia, e dois peitos deliciosamente grandes e firmes.

Somos felizes no casamento, gostamos de sair para nos divertir, nos damos super bem.

Um dia desses fizemos uma curta viagem e voltamos umas 22 h. Estávamos com fome, paramos em um bar na beira da estrada. Era um bar de pouco movimento, não era essas paradas de ônibus que costumam ser movimentadas.

Havia dois homens em uma mesa bebendo, dois em outra e o dono do bar.

Pedi alguma coisa para comermos e uma cerveja, ficamos tranquilos conversando. Estava tocando uma música num rádio.  Minha esposa me chamou para dançar, ela estava com uma calça de malha azul colada no corpo, uma camiseta com a barriga de fora e uma camisa comprida aberta na frente, que ela tirou e colocou na cadeira, deixando seu rabão a mostra.

Fomos dançar, ela me agarrou e se estragava em mim, parecia querer provocar os homens que não tiravam os olhos dela.

Então ela me disse: “Amor, lembra que você dizia que queria me ver fodendo com vários homens? Então, você hoje vai ver”.

Fiquei sem reação, achei que ela estivesse brincando, às vezes falo isso quando transamos, mas era só fantasia.

Ela passou a se esfregar mais em mim, ia até o chão e voltava, se virou de costas encostando a bunda em mim, e de frente para os homens, passava a mão por cima da boceta e a outra apertava os seios. Em seguida colocou a mão dentro da calça como se se masturbasse, os caras foram à loucura.

Se levantaram e vieram em nossa direção,  dava para ver que estavam de pau duro. Fiquei parado, com medo. Minha esposa continuava dançando, se esfregando, indo até o chão com as pernas arreganhadas e subindo.

Os caras se aproximaram, ela esticou as mãos chamando-os, eles a puxaram e começou a sacanagem, eu pedi que tivessem cuidado com ela, sem violência, o dono do bar fechou as portas, nos deixando trancados ali, e foi participar da putaria, eram cinco pra pegar minha mulher, peguei a filmadora e passei a filmar tudo.

Eram muitos amassos, lambida, apertos e esfregação, logo estavam todos nus, minha mulher com os peitões, a bunda e a xereca depilada a mostra.

Eram cinco caralhos de todos os tamanhos prontos para entrar em minha esposa, coloquei o meu para fora antes que esporrasse na calça.

Ela se ajoelhou e começou a mamar todos eles, mamava um e tocava punheta em outros com as mãos,  os caras esfregavam as picas nela, apertavam seus suculentos melões, me deixando louco.

A colocaram sentada de perna aberta na beirada de uma cadeira, e enquanto ela chupava, eles iam se revezando em chupar sua deliciosa xana e seus peitões maravilhosos.

Um deles puxou uma mesa para perto, senti um gelo no estômago, iam começar a foder minha mulherzinha.

A jogaram deitada com o bocetão para cima, e arreganharam suas pernas, dava pra ver escorrendo mel pelas suas coxas, um mulato com uma pica grossa entrou entre suas pernas e foi enfiando tudo.

Tinha sempre um com a pica na boca dela e os outros mamando as tetonas.

O mulato socava cada vez mais forte, ela gemia alto e mandava ele foder forte, ele foi subindo na mesa,  deitou sobre ela e gritou que ia encher a boceta de porra, e encheu, ela gritava que estava gozando muito, quando ele tirou escorreu muita gala de dentro dela.

Estavam todos loucos pra encher a mãe dos meus filhos de goza quente. Eu estava adorando ser corno e ver minha esposa ser puta de vários homens.

O próximo era um cara alto com uma pica comprida e torta, colocou os braços por baixo das pernas dela, deixando ela como um frango assado, e meteu, não imaginava como aquela pica muito torta ficava dentro dela. Ele socava cadenciadamente arrancando gemidos dela que se contorcia, um dos caras não aguentou e esporrou a cara dela toda, era muita porra. Minha mulher passava o dedo na porra que estava em seu rosto e lambia, até limpar tudo.

O cara alto tirou a rola da sua boceta e foi enfiando no cu dela, achei que ele ia entortar o cuzinho dela, que aguentou até estar tudo dentro, ele socava e ela rebolava, fazendo ele ir ao delírio enchendo o rabo delicioso dela de creme de macho.

O restante da noite foi uma putaria sem parar, os caras metiam na boceta, no cu, na boca entre os melões, ela punhetava os caras que lambuzavam ela toda de porra quente, eu tocava punheta sem parar e filmava tudo. Ela não saia dali nem para mijar, trouxeram um balde para ela mijar ali mesmo.

Teve uma hora que um cara deitou na mesa, ela foi por cima dele, abriu as pernas e montou comendo a pica dele com o bocetão, outro veio por trás e com as mãos empinou o bundão dela penetrando de primeira, um terceiro colocou a pica em sua boca, e ela tinha uma caralha em cada mão. Cheguei bem perto com a câmera para não perder nem um ângulo, pedi que os cinco gozassem ao mesmo tempo, eles se esforçaram para atender o pedido do corno, foi uma enxurrada de porra na minha mulher, que fiquei até com o estomago embrulhado.

No fim de tudo ela ficou deitada na mesa, extasiada, sem forças para ficar em pé, tinha gozado como nunca na vida, e levado tanta porra que dava para encher umas duas garrafas pet. Os caras foram embora, o dono do bar me ajudou a dar um banho nela, e ainda comeu a boceta da minha mulher no chuveiro enquanto eu a segurava .

Ela colocou só a camisa que era comprida, nem a calcinha ela conseguiu botar de tão ardida que estava, foi dormindo até em casa, onde dormiu o dia todo.

Eu ainda assisti ao vídeo que fiz e toquei mais umas duas bronhas vendo minha esposa sendo puta de beira de estrada.

Meu pai me deu como escrava sexual para o patrão

A história que vou relatar aconteceu há mais de vinte anos, na época eu tinha 13 anos, sou bem morena, tinha cabelos cheios e bastante cacheados, peitinhos durinhos acabando de desabrochar, coxas já bem desenhadas e com pelinhos bem leves, e bundinha arrebitada, minha bocetinha era gordinha e com poucos pelinhos. Era virgem, já sentia minha xerequinha latejar e escorrer um melzinho de vontade de brincar com ela, usar com outros garotos.

Despertava alguns olhares de meninos e de homens mais velhos, inclusive do patrão do meu pai, Seu Amadeo, dono de um mercadinho. Devia ter uns 60 anos na época, era gordo, fedia a suor e a bebida. As vezes mexia comigo, tentava fazer um carinho em mim, mas eu tinha nojo dele. Vivia pedindo ao meu pai para me deixar ir para casa dele, meu pai até concordava, mas minha mãe não. Eu tinha medo, sabia que ele queria me foder.

O mercadinho entrou em uma crise grande e vários funcionários foram demitidos. Seu Amadeo falou claramente com meu pai que para manter o emprego ele me queria, queria me levar para casa dele e me comer.

Meu pai concordou, mas tinha que falar com minha mãe. Seu Amadeo foi com ele falar com a mamãe que não gostou nada da ideia, acabaram discutindo e Seu Amadeo mandou meu pai embora do serviço.

Meu pai brigou muito, falou que iriamos passar fome, que nem ele nem minha mãe iam arrumar emprego e eu como a mais velha dos quatro filhos tinha que fazer esse sacrifício por todos. Minha mãe acabou cedendo, para o meu desespero, não conseguia imaginar aquele homem horrível, gordo e fedendo tirando meu cabacinho, metendo e gozando dentro de mim, não parava de chorar.

Minha mãe mandou meus irmãos irem para minha tia e esperou que Seu Amadeu voltasse para me levar. Para nossa surpresa ele disse que por causa da humilhação que minha mãe fez ele passar as coisas teriam outro preço. Ele queria me foder ali, em casa, na frente dos meus pais. Meu coração estava acelerado de medo, a hora de entrar na vara estava se aproximando.

Ele foi para o quarto dos meus pais, que era o único que tinha cama de casal, meu pai levou umas cervejas e minha mãe mandou que eu tomasse banho, e foi comigo para eu não demorar. Voltei enrolada só na toalha, ele estava de cueca. Me pegou pelos braços e tirou a toalha me deixando nua. Sentei na cama e tentei cobrir minha xereca e meus peitinhos com as mãos.

Estava morrendo de vergonha, olhei para o lado, minha mãe estava parada e meu pai apertava o pau por cima da calça, gostado de ver aquele lixo começar a foder a filha dele.

Ele tirou a cueca e eu vi uma rola muito grossa, mas curta, bem dura, ele era todo peludo, com uns pentelhos enormes, que nojo. Veio com a rola em minha direção e esfregou em meu rosto, eu tentava virar para outro lado, ele me segurou pelos cabelos e forçou a cabeça da pica na minha boca. Apertou minha nuca eu abri a boca e ele colocou a pica suja dentro. Tinha um gosto horrível, suja. Me obrigou a chupar.

Meu pai estava com a pica para fora se masturbando levemente e minha mãe com a mão por baixo da saia.

Enquanto eu chupava ele alisava meus peitinhos. Depois me jogou deitada na cama de pernas abertas e se ajoelhou para chupar minha xaninha. A língua dele era grossa e áspera, enchia minhas entranhas de saliva, eu chorava de nervoso e nojo, sentia um melzinho começar a escorrer de mim, me tremia toda. Não acreditava que iria perder a virgindade para aquele porco.

Depois de um tempo ele veio para cima de mim, lambendo minha barriga, meu umbigo, passando a língua entre meus peitinhos durinhos e eriçados. Caiu de boca neles, sugando minhas tetinhas, me fazendo ficar louca, justiça seja feita, ele sabia chupar.

Deitou aquele corpo cheio de pelos e suado sobre mim, me beijando na boca, chupando minha orelha e dizendo que ia me foder.

Eu estava toda arreganhada em baixo dele que colocou a mão entre nós dois, segurou a rola e começou a roçar na entrada da minha bocetinha. Esfregava mais e mais, começando a forçar a cabeça para dentro dela. Eu já estava mais que dominada, minha mãe e meu pai se extasiavam de tanto gozar me vendo ali.

A cabeçona começou a entrar, sentia minha bocetinha se abrir, se rasgar, parecia que ele enfiava varias giletes em mim. Ele pegou minhas pernas e colocou em volta de sua cintura para eu ficar mais aberta ainda.

Resolvi não lutar mais, relaxei e deixei a caceta dele me arrombar. Ia entrando em mim e eu me melando de uma mistura de pavor e prazer. Sentia cada pedacinho dele entrando. Seu Amadeo suava feito um porco me molhando toda, fedia a bebida e gemia feito um bicho.

A cabeça entrou toda, e a pica foi escorregando lentamente para dentro de mim. Os meus quadris estavam se dilatando, e ele enfiando. Senti uma dor aguda como uma agulhada, dei um gritinho, meu cabacinho tinha arrebentado. Ele deu um gemido dizendo que agora eu era a putinha dele.

Alguns segundos depois de me arrombar ele começou a tirar e botar o pau dentro de mim. No início eram movimentos lentos, mas foram aumentando até ele começar a socar com muita força. Lambia meu pescoço, gemia, suava, me chamava de delícia, putinha e socava a rola em mim.

Eu perdi o controle sobre meu corpinho que tremia de prazer de sentir aquele homem me comendo. Estava toda melada e gozava muito. Minha xerequinha piscava apertando o cacete do velho nojento, e isso fazia ele ir a loucura e socar mais forte e morder meu pescoço numa ânsia louca de prazer.

O nojo, o desespero, ver meus pais se gozarem todos assistindo eu ser comida me davam muito, mais muito tesão, eu gozava sem parar, não pensava em nada, só na pica entrando e saindo de mim.

De repente Seu Amadeo empurrou a piroca com vontade para dentro de mim e deixou no fundo, soltou um urro igual de um animal que me assustou, na mesma hora senti minha boceta se encher de uma gosma quente que não parava de sair, era ele me esporrando toda, era muita porra. Ele gemia e gritava que estava gozando, que estava enchendo minha boceta.

O corpo dele foi relaxando em cima de mim, ele foi ficando mole, sem reação, sussurrava no meu ouvido “gostosa”, e ficou parado, até rolar para o lado.

Levantei correndo, quase não consegui ficar em pé, minhas pernas estavam bambas, fui me arrastando para o banheiro, um mar de porra e sangue escorriam pelas minhas pernas. Entrei de baixo do chuveiro, conforme passava a mão sentia placas de porra sair, minha boceta estava um buraco, totalmente arrombada.

Chorava sem parar, sabia que a sacanagem estava apenas no começo. O dia ainda ia demorar muito para acabar.

Virei escrava sexual daquele homem.

Depois conto como continuei a ser fodida naquele dia com a ajuda dos meus pais.

Leia a segunda parte da história.

Meu pai me deu como escrava sexual para o patrão, parte 2

Mãe fodendo com os pedreiros e o filho vendo.

Quando eu tinha 16 anos, estava no auge da vontade de foder, era uma média de 4 a 5 punhetas por dia, não podia ver nada de mulher que lá ia eu para algum lugar tocar uma.

Nunca poderia imaginar que a vez que mais toquei punheta em minha vida foi por causa da minha mãe.

Minha mãe na época tinha uns 42 anos, mulata, baixa, bunda e peitos grandes, bonita, cabelos cheios e cacheados, nesse dia vi que ela que tinha um corpo bonito. Meu pai tinha uma oficina mecânica, era 10 anos mais velho que ela, e bebia muito, apesar de não ser violento, não ligava para ela que devia estar subindo pelas paredes de tesão.

Minha casa estava em obra, tinha um pedreiro e um ajudante trabalhando lá. Eu e minhas duas irmãs estudávamos a tarde. Nesse dia não tive aula, voltei para casa e mais tarde iria buscar minhas irmãs que ficaram na escola.

Eram por volta de umas 14 horas, tinha massa pronta no quintal, a porta estava aberta e os pedreiros não estavam. Entrei sem desconfiar de nada e fui direto para meu quarto. O quarto dos meus pais era depois do meu, a porta estava entre aberta e vinha um gemido de lá. Fiquei parado ouvindo, tinham outros barulhos. Olhei pela fresta da porta e vi que os pedreiros estavam lá dentro com minha mãe, mas não dava para ver o que faziam.

Sai devagar de casa, dei a volta correndo pela lateral, eu sabia que tinha um buraco na parede do quarto onde fixaram a janela nova, rezei para não terem fechado ainda, e lá estava ele aberto.

Olhei pelo buraco, não tinha como eles me verem. Estavam nus, o ajudante, que era um mulato forte e baixo, tinha uma pica pequena mais muito grossa. O pedreiro era um negro alto e bem forte também, tinha uma pica de cavalo, grande e grossa. Minha mãe estava completamente nua, sentada na cama de pernas abertas, dava para ver os peitões e o bocetão dela arreganhado. Na mesma hora coloquei a caceta para fora e sem fazer nada já gozei.

O ajudante se ajoelhou no chão de frente para ela, colocou as pernas da mamãe nos seus ombros e chupou sua boceta. O pedreiro colocou ela para chupar o cassetete preto, ele a segurava pelos cabelos a puxando ao encontro do caralho. Ela engolia tudo.

Depois trocaram de posição, na hora da troca vi que sua xana estava escorrendo mel. Me esporrei de novo.

O negro colocou minha mão de quatro na cama, e chapou a vara na sua boceta, enfiava nela como se fosse um cavalo fodendo uma égua, ela parecia estar se esbaldando de prazer, seus peitões balançavam para todos os lados. O mulato sentou de frente para ela e a puxou em direção a sua vara grossa, que ela engoliu totalmente, colocando seu saco na boca também.

O negro começou a fazer movimentos mais lentos enfiando a vara e deixando mais tempo no fundo e dava tapas na bunda dela. Gritava: “Vou encher sua boceta de porra sua puta”, ela com a boca cheia balançava a cabeça que sim. Ele encheu tanto a boceta da minha mãe que quando tirou o caralho caia placas de porra na cama. Gozei pela terceira vez.

O mulato veio para trás dela, pegou um pano, limpou a xana esporrada e meteu a vara, o negro sentou para ser chupado.  Ele socava com tanta força nela que a rola do negro ia até a garganta da minha mãe. Não demorou muito e ela estava com a boceta cheia de esporra grossa outra vez.  O negro gozou de novo, dessa vez na sua boca, era tanta goza que escorria pelo canto da boca e pelo queixo da puta da mamãe, lambuzando seios melões. E eu esporrava na parede sonhando com o bocetão dela.

Depois de engolir toda a porra que tinha na boca, ela ficou em pé, pegou uma toalhinha, abriu as pernas e se limpou. Os dois estavam sentados na cama relaxando, ela se ajoelhou e começou a mamar as cacetas deles, se revezando entre uma e outra, que logo estavam duras. O mulato, que só tinha gozado uma vez, resolveu empatar a sacanagem, a pegou e a colocou entre suas pernas, botando a rola no meio dos peitões dela e apertando, fazendo movimento como se estivesse fodendo. Foi esporra até na cara da mamãe, ela ficou toda lambuzada.

O negro a pegou pelos braços e mesmo toda esporrada a colocou para cavalgar na rola dele. Ela montou, engoliu a vara toda com a xereca e cavalgou, que tesão de ver minha mãe cavalgando com seus peitões melados de porra balançando. Queria muito foder aquela puta.

O mulato se ajoelhou por trás dela fazendo-a deitar no peito do negro e levantando bem sua bunda, e colocou a vara no cu dela. Estavam os dois fodendo minha mãe ao mesmo tempo. Era demais para mim. Achei que ia morrer de tanto tocar punheta.

Os dois estavam fazendo um sanduiche com ela, que rebolava feito louca, gemia, meus olhos não saiam dos peitões dela, eram lindos, grandes, suculentos. Quase que ao mesmo tempo eles gozaram, encheram os buracos dela de suco de pica. Saíram de dentro da minha mãe, deitaram ela de barriga para cima e cada um segurou por uma coxa, arreganhando ela toda, via escorrer um mar de porra dos buracos dela.

Minha mãe se levantou, colocou a mão entre as pernas, para não sujar o chão de porra, e correu para o banheiro. Os pedreiros voltaram para o trabalho, e eu, tremendo depois de tocar muita punheta, gozei oito vezes, entrei em casa tentando fazer de conta que não tinha acontecido nada.

Gritei para minha mãe que tinha chegado, ela saiu do banho e veio para sala. Não conseguia parar de pensar nela fodendo feito uma puta. Cada vez que a via lembrava de seus peitões balançando, da porra escorrendo neles, dos dois ao mesmo tempo enfiando nela, que doidera, nunca desejei tanto uma vadia, como desejava minha mãe. Os dias passavam e eu lembrava dela e me acabava na punheta. Tinha que arrumar uma forma de foder aquela puta que estava ali pertinho de mim.

E consegui, mas, isso eu conto depois.

Fodi a mãe do meu amigo

Olá pessoal, meu nome é Paulo, e a história que vou narrar aconteceu há 10 anos, quando eu tinha 17 anos. Na época eu era magro, e já bem alto. Tinha uma pica grande, mas não muito grossa.

Tinha um amigo chamado Carlinhos, estávamos sempre juntos. A mãe dele tinha seus 50 anos mais ou menos, era uma senhora gordinha, um pouco alta, bunda grande e seios fartos, cabelos encaracolados, branca de olhos castanhos claros, mas nunca a olhei com maldade.

Nesse dia eu e Carlinhos fomos a uma festa e como acabaria tarde dormi em sua casa. A mãe dele, Dna. Carminha preparou a minha cama no sofá da sala, me deitei e me cobri com um lençol. Carlinhos dormia com o irmão em um quarto e Dna Carminha, que era separada do marido, sozinha em outro.

Naquela época eu estava numa maré de azar com mulher, não pegava ninguém, na festa que fomos, até dei uns beijinhos, mas não foi além disso, então estava com um tesão tremendo, meu pau estava duro, e eu doido pra tocar uma. A luz da cozinha ficava acesa e iluminava levemente um pedaço da sala.

A porta do quarto de Dna. Carminha abriu, fingi estar dormindo, mas com os olhos entre abertos, vendo o que acontecia. Ela passou para cozinha, estava com uma camisola curta e transparente, dava pra ver que ela tinha as coxas bonitas. Passou um monte de coisa pela minha cabeça, mas era bobagem.

Quando ela voltou, parou em frente a mim e ficou uns segundos me olhando e foi para o quarto. Um tempinho depois voltou ela. Foi na cozinha e na volta parou de novo e ficou me olhando, esfregou a boceta por cima da camisola, olhou para os lados como se fosse fazer alguma coisa e voltou para o quarto. Meu pau quase explodiu, a vontade de foder aquela coroa invadiu minha cabeça, tive vontade de ir ao quarto dela, mas tive medo de dar merda. Então fiz o seguinte, tirei o lençol, fiquei de barriga para cima e coloquei meu pau duro para fora.

Não demorou e ela saiu de novo. Quando viu meu pau seus olhos arregalaram, ela parou em frente, olhou para os lados, levantou a camisola e enfiou a mão dentro da calcinha, tocando uma siririca. Eu estava doido de tesão, meu pau latejava. Ela se aproximou, para ver se eu estava dormindo, eu estava com os olhos entre abertos o suficiente para ver tudo. Então, ela foi até o quarto dos filhos, olhou e voltou se aproximou de mim e segurou meu pau, enquanto tocava uma punheta nele, ela olhava pra mim e tocava uma siririca com a outra mão.

Segurei ela pela nuca, que se assustou, e a levei em direção ao meu cacete, ela abocanhou com a boca quente e molhada, que delícia, deu umas três chupadas e enchi sua boca de porra quente, muita porra quente, que ela engoliu tudo.

Meu pau continuava duro e latejando, ela me pegou pelo braço e levou para seu quarto. Lá, tirou a roupa, ela tinha uma bunda enorme e os peitões grandes, tirei minha roupa e deitei na cama e ela fez outro boquete delicioso, enquanto eu alisava seus peitos. Coloquei ela deitada de pernas abertas, montei nela e enfiei em seu bocetão peludo que a essa altura estava todo melado. Meu tesão era enorme, mamava seus melões, mal comecei a socar e esporrei igual a um cavalo no bocetão da coroa. Senti que meu pau estava meio duro ainda. Continuei socando até ficar duro de novo. O barulho da porra dentro da xereca dela conforme eu socava era excitante.

Sai de cima dela, deitei de pica para cima e mandei ela montar. Ela montou em mim, abriu o bocetão e colocou minha vara toda pra dentro. Dna. Carminha cavalgava cada vez mais forte, cada vez mais alucinada. Seus melões gigantescos subiam e desciam freneticamente. Seus olhos reviravam, mordia os lábios e gemia como uma louca, mesmo com o ventilador ligado, ela suava muito, escorrendo pelos peitos. Eu ajudava empurrando a rola fundo nela, com uma das mãos apertava as tetas e com a outra esfregava o grelo dela. O barulho de nossos corpos batendo um no outro era alto. A minha porra que estava dentro dela e o gozo da Dna. Carminha escorria fazendo uma poça na minha barriga. Ela tremia o corpo todo de prazer e cansaço, estava extasiada.

Coloquei ela de quatro, com o rabo para cima e enfiei no bocetão com vontade, estava super lambuzada. Ela socava a cama, puxava o lençol, quase levantava o colchão, era uma loucura.

Saquei a rola de dentro e coloquei no cú dela, que nem reclamou, engoliu minha pica toda de uma vez, acho que ela já tinha dado muito o cú. Enterrei tudo, me debrucei por cima dela e me agarrei aos tetões, enfiei minha mão toda dentro de sua boceta molhada e soquei como nunca tinha feito antes no seu rabo, ela só gemia e recebia minhas furadas. Apertei com força, quase arrancando os melões dela e soltei um gemido seguido de uma inundação de gala quente e grossa nas entranhas da velha. Quando tirei o pau ela caiu de bruços na cama como se estivesse desmaiada.

Peguei meu short e fui tomar um banho, e enquanto me ensaboava fiquei de pau duro. Queria foder mais a coroa. Voltei para o quarto e ela estava do mesmo jeito, de bunda pra cima, toda esporrada. Deitei ao seu lado que se virou de costas para mim. Abri suas pernas e coloquei no bocetão todo melado. Ficamos engatados de ladinho fodendo bem devagar.

Depois ela me colocou de pau pra cima, sentou de costas para mim cavalgando com o pau na boceta. Um tempinho e ela colocou meu pau no cuzão de novo. Me sentei agarrei seus peitões e deixei ela se acabar com meu pau no cú. Ela jogava a cabeça para trás e gemia enquanto rebolava. Minha mão trabalhava seu grelo fazendo com que tivesse gozadas descontroladas.

Jorrei mais uma enxurrada de porra dentro da coroa. Que se deliciava a cada gozada minha.

Até começar a amanhecer dei mais duas gozadas nela, que ficou toda esporrada, em todos os buracos de seu corpo. A cama era porra pura, meu gozo e o dela se misturavam deixando o lençol todo lambuzado.

Fui para sala deitar e não conseguindo dormir, pois já era manhã. Levantamos e ela meia atordoada de tanto foder preparou nosso café. Trocamos alguns olhares de cumplicidade sem que ninguém notasse. Nunca mais a fodi, mas ficou marcado na minha memória até hoje.