Mãe fodendo com os pedreiros e o filho vendo.

Quando eu tinha 16 anos, estava no auge da vontade de foder, era uma média de 4 a 5 punhetas por dia, não podia ver nada de mulher que lá ia eu para algum lugar tocar uma.

Nunca poderia imaginar que a vez que mais toquei punheta em minha vida foi por causa da minha mãe.

Minha mãe na época tinha uns 42 anos, mulata, baixa, bunda e peitos grandes, bonita, cabelos cheios e cacheados, nesse dia vi que ela que tinha um corpo bonito. Meu pai tinha uma oficina mecânica, era 10 anos mais velho que ela, e bebia muito, apesar de não ser violento, não ligava para ela que devia estar subindo pelas paredes de tesão.

Minha casa estava em obra, tinha um pedreiro e um ajudante trabalhando lá. Eu e minhas duas irmãs estudávamos a tarde. Nesse dia não tive aula, voltei para casa e mais tarde iria buscar minhas irmãs que ficaram na escola.

Eram por volta de umas 14 horas, tinha massa pronta no quintal, a porta estava aberta e os pedreiros não estavam. Entrei sem desconfiar de nada e fui direto para meu quarto. O quarto dos meus pais era depois do meu, a porta estava entre aberta e vinha um gemido de lá. Fiquei parado ouvindo, tinham outros barulhos. Olhei pela fresta da porta e vi que os pedreiros estavam lá dentro com minha mãe, mas não dava para ver o que faziam.

Sai devagar de casa, dei a volta correndo pela lateral, eu sabia que tinha um buraco na parede do quarto onde fixaram a janela nova, rezei para não terem fechado ainda, e lá estava ele aberto.

Olhei pelo buraco, não tinha como eles me verem. Estavam nus, o ajudante, que era um mulato forte e baixo, tinha uma pica pequena mais muito grossa. O pedreiro era um negro alto e bem forte também, tinha uma pica de cavalo, grande e grossa. Minha mãe estava completamente nua, sentada na cama de pernas abertas, dava para ver os peitões e o bocetão dela arreganhado. Na mesma hora coloquei a caceta para fora e sem fazer nada já gozei.

O ajudante se ajoelhou no chão de frente para ela, colocou as pernas da mamãe nos seus ombros e chupou sua boceta. O pedreiro colocou ela para chupar o cassetete preto, ele a segurava pelos cabelos a puxando ao encontro do caralho. Ela engolia tudo.

Depois trocaram de posição, na hora da troca vi que sua xana estava escorrendo mel. Me esporrei de novo.

O negro colocou minha mão de quatro na cama, e chapou a vara na sua boceta, enfiava nela como se fosse um cavalo fodendo uma égua, ela parecia estar se esbaldando de prazer, seus peitões balançavam para todos os lados. O mulato sentou de frente para ela e a puxou em direção a sua vara grossa, que ela engoliu totalmente, colocando seu saco na boca também.

O negro começou a fazer movimentos mais lentos enfiando a vara e deixando mais tempo no fundo e dava tapas na bunda dela. Gritava: “Vou encher sua boceta de porra sua puta”, ela com a boca cheia balançava a cabeça que sim. Ele encheu tanto a boceta da minha mãe que quando tirou o caralho caia placas de porra na cama. Gozei pela terceira vez.

O mulato veio para trás dela, pegou um pano, limpou a xana esporrada e meteu a vara, o negro sentou para ser chupado.  Ele socava com tanta força nela que a rola do negro ia até a garganta da minha mãe. Não demorou muito e ela estava com a boceta cheia de esporra grossa outra vez.  O negro gozou de novo, dessa vez na sua boca, era tanta goza que escorria pelo canto da boca e pelo queixo da puta da mamãe, lambuzando seios melões. E eu esporrava na parede sonhando com o bocetão dela.

Depois de engolir toda a porra que tinha na boca, ela ficou em pé, pegou uma toalhinha, abriu as pernas e se limpou. Os dois estavam sentados na cama relaxando, ela se ajoelhou e começou a mamar as cacetas deles, se revezando entre uma e outra, que logo estavam duras. O mulato, que só tinha gozado uma vez, resolveu empatar a sacanagem, a pegou e a colocou entre suas pernas, botando a rola no meio dos peitões dela e apertando, fazendo movimento como se estivesse fodendo. Foi esporra até na cara da mamãe, ela ficou toda lambuzada.

O negro a pegou pelos braços e mesmo toda esporrada a colocou para cavalgar na rola dele. Ela montou, engoliu a vara toda com a xereca e cavalgou, que tesão de ver minha mãe cavalgando com seus peitões melados de porra balançando. Queria muito foder aquela puta.

O mulato se ajoelhou por trás dela fazendo-a deitar no peito do negro e levantando bem sua bunda, e colocou a vara no cu dela. Estavam os dois fodendo minha mãe ao mesmo tempo. Era demais para mim. Achei que ia morrer de tanto tocar punheta.

Os dois estavam fazendo um sanduiche com ela, que rebolava feito louca, gemia, meus olhos não saiam dos peitões dela, eram lindos, grandes, suculentos. Quase que ao mesmo tempo eles gozaram, encheram os buracos dela de suco de pica. Saíram de dentro da minha mãe, deitaram ela de barriga para cima e cada um segurou por uma coxa, arreganhando ela toda, via escorrer um mar de porra dos buracos dela.

Minha mãe se levantou, colocou a mão entre as pernas, para não sujar o chão de porra, e correu para o banheiro. Os pedreiros voltaram para o trabalho, e eu, tremendo depois de tocar muita punheta, gozei oito vezes, entrei em casa tentando fazer de conta que não tinha acontecido nada.

Gritei para minha mãe que tinha chegado, ela saiu do banho e veio para sala. Não conseguia parar de pensar nela fodendo feito uma puta. Cada vez que a via lembrava de seus peitões balançando, da porra escorrendo neles, dos dois ao mesmo tempo enfiando nela, que doidera, nunca desejei tanto uma vadia, como desejava minha mãe. Os dias passavam e eu lembrava dela e me acabava na punheta. Tinha que arrumar uma forma de foder aquela puta que estava ali pertinho de mim.

E consegui, mas, isso eu conto depois.

Fiquei engatada pelo cu com meu dog.

Oi queridinhos, meu nome é Jeniffer e tenho 23 aninhos, sou moreninha clara, cabelos pretos compridos e ondulados. Tenho seios fartos e duros, cintura fina e bunda grande. Coxas grossas, tenho 1,57 m. Tenho muito tesão e quando estou sem namorado uso uns brinquedinhos que adoro para me saciar. Minha bocetinha e bem pequena, mas, como fico muito molhadinha acabo conseguindo engolir umas varas bem grossas.

O fato que vou contar aconteceu justamente em um período em que estava sem namorado. Estudando, trabalhando, ajudando meus pais em casa e na loja, minha vida estava uma loucura.

Um sábado cheguei em casa logo após o almoço, estava exausta e cheia de tesão, tinha um tempinho que não transava nem usava meus brinquedinhos. Tomei um banho quente bem demorado, como estava sozinha, vim pra sala só de calcinha e um topezinho, e me joguei no sofá.

Temos um cachorro enorme, um dinamarquês, se chama Thor. Deixei a porta da sala que dá para o quintal aberta e Thor entrou. Eu estava com as pernas esticadas com os pés no chão, Thor veio e deitou-se nos meus pés. Ele estava de lado, fiquei vendo o pirocão que ele tem. Grande e grosso, mesmo encapado. Conforme eu olhava ia ficando com mais tesão ainda, comecei a imaginar aquilo dentro de mim. Já me apertava de vontade.

Então, me ajoelhei ao lado dele e comecei a fazer carinho na picona dele, que logo foi saindo da capa. Era grande, grossa e brilhava de tão melada que estava. Peguei uma vasilha com água, um paninho e dei uma limpada nela. Conforme ia limpando ele parecia ficar excitado, fazia um movimento como que bombando uma cadela.

Não resisti, caí de boca, fui lambendo, lambendo até colocar tudo na boca e chupar com vontade, ele ia soltando um líquido aos jatos na minha boca. Enfiei os dedos na minha xaninha toda melada e toquei uma siririca deliciosa. Mais um pouco de chupada e ele jogou litros de porra quente, que eu engoli tudinho, tinha um sabor diferente da porra de homem, sei lá, era mais gostosa.

A essa altura eu já estava descontrolada, queria rola canina dentro de mim. Corri no quarto, peguei um par de meias grossas, e fita cola, li isso em um conto, coloquei as meias nas pata da frente do Thor e enrolei com fita, para ele não arranhar minhas costas. Sentei no sofá, tirei a calcinha que já estava toda encharcada, abri as pernas e chamei o totó. Thor começou a me lamber, que língua gostosa, eu me tremia toda, danei a gozar na língua dele, que quando sentiu meu cio ficou louco, queria montar em mim.

Me ajoelhei no chão, coloquei a barriga apoiada no sofá, e deixei ele me fazer de cadela. Ele subiu em mim, colocou as patas na minha cintura e começou a tentar enfiar em mim, sentia a ponta da caceta dele batendo em tudo que é lugar, batia nas minhas coxas, bunda, entrada da xereca, que desespero dele querendo furar a cadela.

Coloquei minha mão entre as pernas, segurei ele e ajudei, colocando na entrada, ele deu um tranco e enfiou tudo de uma vez na minha bocetinha, fui na lua e voltei. Minhas pernas tremiam, ele bombava com força, cada vez mais forte. Senti o leite dele escorrer dentro de mim, a piroca crescia, ficava mais dura e inchada, latejando muito nas minhas entranhas. Uma bola cresceu dentro de mim, fiquei nervosa, e ele me fazendo gozar como nunca tinha gozado na minha vida.

Era um mar de porra canina enchendo meu útero, eu gritava de prazer, que foda deliciosa. Até ele parar, ficou quieto, sentia muita porra escorrer. Ele passou a perna por cima de mim e ficou de costas, estávamos engatados. Fiquei muito nervosa, ele queria me arrastar, me agarrei no sofá, segurei ele pelas pernas e ficamos assim parados engatados em tempão. Uma hora ele puxou e a pica saiu, fez um estalo. Fiquei completamente arrombada pela bola dele.

Caí ali mesmo deitada quase desmaiada. Thor veio me lamber limpando toda porra que ele mesmo jogou dentro de mim. Aquilo me deixou louca, queria mais.

Fiquei de quatro de novo como se fosse a cadela dele e deixei ele a vontade. Montou imediatamente em mim e começou a me fuder. Eram pinceladas que entrava e saiam da minha xaninha. Até que numa dessas ele acertou meu cu, foi tudo dentro, que dor, dei um berro, me agarrei no sofá tentando tirar ele de dentro do meu rabo mas não deu, era relaxar e deixar ele me enrabar.

Enquanto ele estocava meu rabo eu me masturbava, era uma gozada atrás da outra, estava molinha de tanto gozar. Minhas coxas eram uma cachoeira de melzinho descendo.

Sentia meu cuzinho se encher de porra quente, era muita porra, aí a bola dele foi crescendo dentro. Fiquei apavorada, se na boceta foi aquele estrago, imagina no cu?

Não tinha jeito, era deixar ele esvaziar o saco dentro do meu rabo. Muitos jatos de porra depois, ele se virou de costas para mim e fiquei engatada pelo cu. Ele saiu me arrastando, tentei me segurar de novo, mas, não consegui, fui atrás dele feito uma cadela engatada. Ele foi na direção da porta, o desespero foi enorme, se ele me arrasta para o quintal e alguém me vê engatada nele. Não sabia o que fazer. Saímos porta a fora, eu pelada engatada pelo cu com um cachorro. Me ralei toda, até ele parar no meio do quintal, não conseguia sair, estava presa.

Passaram pessoas na calçada, mas para minha sorte não olharam pelo portão, o quintal eatava escuro com as luzes apagadas. Finalmente a pica dele saiu, meu arrombou o cu todo. Escorria muita porra de dentro de mim. Se eu me levantasse iam me ver. Fui rastejando até a varanda e entrei em casa, ninguém me viu. Limpei tudo aos trancos.

Tomei um banho, os rombos na frente e atrás eram muito grandes, estava ardendo e doendo, dava para colocar a mão. Fui para o quarto e desmaiei na cama até o dia seguinte, nem vi meus pais chegarem. De manhã olhei o Thor lembrando os momentos maravilhooosos e o susto que ele me deu.

Não conseguia mais me segurar de vontade de cruzar com ele, sempre corria para casa para ser a cadela do Thor, mas, passei a tomar cuidado de fechar a porta antes.

Deixem seus comentários que vou adorar ler.

Minha esposa deu para seis no churrasco

A história que vou relatar e verdadeira, eu presenciei sem que minha mulher visse.

Tenho 58 anos, sou um coroa normal, alto, um pouco de barriga, cabelos grisalhos. Minha mulher, que não direi o nome tem 46, não muito alta, peitos grandes e firmes, coxas grossas, lisas, sem estrias, um pouquinho de barriga. Uma mulher gostosa que gosta de uma boa foda. Nunca desconfiei de ela me trair. Tenho tara de vê-la com outro homem. Mas nunca tive coragem de falar com ela sobre isso.

Um dia desses estávamos em um churrasco com um grupo de amigos e várias outras pessoas que nunca vi, em um sítio com piscina, e notei que ela parecia agitada. Ela saía da área que estávamos, como se procurasse alguma coisa, e voltava. Comecei a acompanha-la com os olhos. Ela saiu novamente, olhou para um cara como se fizesse um sinal e foi para trás do sítio onde havia um depósito de coisas sem uso.

Disfarcei e fui ver onde ela estava indo. Ela entrou no depósito e o cara entrou logo em seguida, dei a volta e fiquei olhando por uma fresta na janela.

Ela estava só de biquíni, sentou de pernas abertas numa caixa, o cara ficou em pé entre suas pernas e de frente para ela, colocou a pica para fora, minha mulher segurou e colocou tudo na boca. Ela mamava como uma puta babando a cacetona do cara que a agarrava ela pelos cabelos, enfiou a mão dentro do biquíni colocando os melões dela para fora e amassando com vontade.  Às vezes tirava a caceta da boca dela e colocava no meio dos peitões.

Ele olhava para os lados vigiando, e ela chupando. Ele forçava a cabeça dela em direção ao pau punhetando. Logo ele esporrou na boca da minha mulher, era tanta porra que escorreu pelos lados. Ela se limpou e saíram um pra cada lado.

Voltei pro meu lugar, meu pau estava explodindo de tesão. Ela sentou ao meu lado como se nada tivesse acontecido. Fiquei olhando o cara que cochichava com outros dois, que olhavam pra ela e riam. Mais um tempinho e ela saiu novamente, os dois caras com quem o primeiro falou foram atrás. E eu como um corno fui ver a vaca da minha mulher me trair.

Olhei pelo mesmo lugar e lá estava ela sentada mamando a rola dos dois. Um deles a levantou e se sentou na caixa, puxou a calcinha dela para o lado e colocou o pau na boceta dela, enquanto o outro atolava a pica na sua boca. Ela cavalgada e mamava. Dava pra ver o cacete do sujeito entrando e saindo naquela boceta que eu achava que era só minha. O cara que comia ela desamarrou os dois lacinhos e arrancou a parte de baixo do biquíni, o outro tirou a parte de cima deixando-a completamente nua. Os dois amassavam os melões dela. Eu tocava uma punheta vendo minha mulher sendo fodida. Ela mamava cada vez mais  forte,  os olhos reviravam demonstrando muito prazer. O outro tirou a rola da boca e esporrou a cara dela toda, escorrendo porra pelos peitões. Um tranco do outro dentro dela mostrou que a bocetona da minha mulher tinha sido enchida de leite quente também.

Antes que ela pudesse se vestir chegaram mais dois caras. Os outros saíram e ela ficou.

Ela foi colocada de quatro por um negro com um pau gigante, que enfiou tudo na  boceta dela que estava lambuzada de porra. O outro cara se sentou na caixa, ela apoiou os cotovelos nas pernas dele e começou a mamar. Que puta insaciável.

A rola entrava e saia de dentro dela, Eu já estava na terceira punheta. O negro fodia ela com força as pernas e o saco dele batiam no rabão dela que engolia com vontade a rola do outro. O negro a agarrou pelos cabelos e inundou a boceta dela, quando ele puxou o cassetete, espirrou porra de dentro dela, o outro a virou rapidamente e enterrou a pica nela, que se segurou no negro. Enquanto era fodida de novo a vagabunda limpava com a boca a rola esporrada do negão.

Ela olha para trás e pede para o cara comer no cuzinho dela, o que ele fez de primeira. Ela gosta de dar o cú. Fiquei louco, aquele cara comendo o cuzinho dela, enquanto ela mamava outro.

Outro homem avisado pelos que saíram entrou no depósito. Foi colocando a rola pra fora e se ajoelhando de frente para ela. O cara que a enrabava a segurou pelos peitos e a suspendeu, o negro levantou as pernas dela e o cara ajoelhado enfiou a pica na boceta. Ela estava sendo empalada por dois machos e chupando um terceiro. Aquela altura ela era a carne principal do churrasco. Vários homens se saciaram dentro dela.

Um gozou no cuzinho dela, mas continuou a segurando até o outro gozar na boceta, e o negro esporrou a cara dela toda. Era muita porra, e ela já havia levado mais antes.

Sai correndo pro meu lugar, não sei como ela se virou para limpar aquele mar de esporração. Passou um tempinho e ela veio sentar ao meu lado, me beijou na boca, pude sentir o gosto de porra, ela me disse que tinha passado mal e ido ao banheiro. Fingi que acreditei, os caras que haviam fodido ela me olhavam sorrindo.

Eu ali sentado de braços dado com a puta da minha mulher que tinha levado porra de seis homens diferentes. Mal podia esperar para ver uma cena daquelas novamente.

Um cachorro me fez de cadela

ninfeta-dando1

Meu nome é Cristiane tenho 42 anos, não me acho bonita, mas costumo chamar a atenção dos homens. Sou alta, branca, loira de olhos verde, seios volumosos, bunda grande e coxas grossas. Sou casada há 23 anos, e meu marido não anda ligando muito para mim. Continuar lendo “Um cachorro me fez de cadela”