Esposa crente trai o marido pela primeira vez.

Oi pessoal, meu nome é Bárbara, sou crente, tenho 1,75, morena clara, cabelos pretos, lisos e compridos até a cintura, olhos azuis, tenho 32 anos e um corpo perfeito, coxas torneadas, peitos redondos no tamanho ideal, bunda levemente arrebitada, sou casada e tenho dois filhos.

O que vou relatar aqui aconteceu de verdade e nunca tive coragem de contar para ninguém, por isso resolvi entrar num site de contos eróticos para desabafar.

Meu comportamento sempre foi de uma mulher crente e casada, me dei ao respeito, uso roupas discretas, mas, mesmo assim arranco muitos olhares e piadinhas dos homens.

Sexo com meu marido é normal, sem grandes aventuras, ele me procura, tem relações comigo, as vezes gozo outras ele vai tão rápido que não consigo gozar, mas fico satisfeita em dar prazer para ele. Ele nunca fez sexo oral em mim nem eu nele, sexo anal nem pensar.

Sempre escuto as colegas de trabalho contar suas experiências sexuais e fico imaginando se aquilo é verdade, elas falam de gozadas alucinantes, múltiplas, gozadas anais, e tudo mais. As vezes fico excitada, chego a ficar molhadinha de ouvir aquelas besteiras.

Uma colega mais próxima de mim, com quem conto algumas coisas da minha vida, vive me falando para eu experimentar um dia sair com outro homem para ver o que realmente é prazer. Fico me sentindo uma pecadora só de pensar.

Nas três últimas vezes que meu marido me procurou eu não consegui gozar com ele. Ele subiu em mim, me penetrou, gozou e foi para o banheiro me deixando toda lambuzada e cheia de vontade. Na última vez fui para o banheiro depois dele e me masturbei, me senti super mal.

A vontade de provar um homem que me fizesse subir pelas paredes, gozar várias vezes sem parar não saia da minha cabeça. Fazia de tudo para não pensar nisso.

Numa quarta feira fui ao ginecologista e ele me deu o dia, então fui resolver umas coisas, sai do consultório um pouco tremula e bastante envergonhada comigo mesma, pela primeira vez durante o exame fiquei mexida, excitada. O médico foi muito profissional, mas ele mexer em mim me balançou.

Parei para almoçar, estava em uma mesa e um homem na mesa de frente não tirava os olhos de mim, fiquei até pensando que ele tinha notado que estava excitada. Era um homem elegante, alto, forte, cabelos grisalhos e de terno.

Antes que a comida chegasse ele veio até a mim pediu licença e perguntou se poderia almoçar comigo, disse que odiava almoçar sozinho, ele foi tão educado e com um olhar tão gentil que permiti. Nos apresentamos e conversamos um pouco, rapidamente ele me deixou bem a vontade, tinha uma conversa inteligente e muito tranquila, bem educada.

Me disse que tinha se separado recentemente, e que aquilo o tinha abalado muito, falei que meu casamento não ia muito bem, mas sem entrar em detalhes. Mudamos de assunto, falei que estava estudando para um concurso, ele disse que conhecia bem a matéria específica e me convidou para ir ao apartamento dele pegar material de estudo, o que eu não aceitei. Ele fez mil juras que era um homem sério, que poderia confiar, e acabei cedendo, não sei bem se confiei nele ou se no fundo queria dar pra ele.

Chegamos ao apartamento, fiquei com um pouquinho de medo, entramos, me sentei no sofá, ele tirou o paletó e a gravata, pegou suco para mim e pegou livros e apostilas sobre o concurso, e começou a me dar uma mini aula, fiquei bem tranquila.

Um momento, olhei e ele estava me olhando, me disse que eu era uma mulher muito bonita e que tinha um olhar de quem estava muito triste e precisando de atenção e carinho, e fez um leve com os movimento com os dedos tirando o cabelo de meu rosto. Me tremi toda, mas deixei ele me acariciar, sabia que ele ia tentar me comer e eu não iria resistir, no fundo queria ser comida por aquele homem gentil.

Sentindo que deixei, ele me acariciou mais pelo rosto, fechei os olhos e inclinei minha cabeça em direção ao seu ombro. Senti sua respiração próxima de mim. Logo seus lábios colaram nos meus e demos um beijo gostoso, tranquilo. Suas mãos acariciavam meus braços, descendo ate colocar sobre minas coxa. Enquanto nos beijávamos sua mão foi entrando por baixo da minha saia alisando minhas pernas que se abriam levemente.

Ele beijava meu pescoço, meu ouvido. Minhas pernas se abriam cada vez mais, ele começou a alisar minha xaninha, que já estava toda molhadinha, aos poucos foi colocando seus dedos dentro de minha calcinha e em seguida enfiando dentro de mim. Estava cheia de tesão, segurei seu pau por cima da calça e apertei. Tranquilamente, ele abriu a calça e colocou o pau para fora, era muito grande, grosso e estava duro, latejando. Gentilmente ele me segurou pela nuca e me direcionou para seu pau, encostei os lábios, ele me deixou a vontade, não me obrigou. Comecei beijando, lambendo até colocar tudo na boca, era a primeira vez que tinha um cacete na boca. Estava louca de tesão, chupei como se soubesse bem o que fazia, arrancava gemidos dele, que tirou minha blusa, meu sutiã e lambeu meus seios, me deixando alucinada. Chupei muito ele, que retirou minha saia, abriu minhas pernas, se ajoelhou no chão e chupou minha boceta. Gozei loucamente em sua boca. Já estava totalmente nua, nunca tinha estado com outro homem, fomos para o quarto, deitamos na cama, ele se deitou sobre mim e senti seu cacete ir entrando lentamente em mim, enquanto ele me beijava.

Já todo dentro de mim seus movimentos foram aumentando, compassadamente, mais forte, mais forte, eu gemia e me debatia toda, nossas respirações ofegantes, nossos gemidos altos, ele me beijava, me chamava de gostosa, eu gozava como nunca, uma vez atrás da outra, ele gemeu que ia gozar, que ia me encher de porra quente, e encheu, senti um mar de porra quente me inundando, gozei muito forte junto com ele, foi demais.

Relaxamos, tomamos um banho, eu ainda meio tímida, voltamos para cama, queríamos mais. Ele, delicadamente, como sempre, chupou minha boceta me fazendo querer muito foder outra vez, chupei o deixando completamente duro.

Muitas carícias após ele se deitou de cacete para cima e me trouxe, sempre delicado, e me fez subir nele. Montei e cavalguei como uma puta, estava me sentindo uma vadia, mas estava adorando.

Cavalguei muito, gozei muito, então ele me colocou de quatro e me possuiu igual a uma cadela. Segurava meu braço para trás e meus cabelos. Socava com violência, mas estava gostoso, não me machucava. Apertava meus seios com carinho, mordia minhas costas, sua mão dedilhava meu grelinho, me fazendo provar pela primeira vez do orgasmo múltiplo. Sentia seu cacetão latejar dentro de mim, meus ombros encostados no colchão, minha bunda para cima senti que seu gozo estava perto. Ele me inundou de novo com muita porra quente e grossa, enquanto gozava ele socava fazendo sua porra escorrer pelas minhas pernas que tremiam muito.

Desabei na cama, tremia de nervoso e prazer, ele se deitou, me deitei em seu peito procurando proteção. Ele foi maravilhoso, carinhoso o tempo todo, atencioso, me tratou como uma mulher gosta.

Fiquei ali bastante tempo, depois tomei banho, me arrumei e fui para casa. Mais tarde meu marido chegou, me fez cumprir minhas obrigações de esposa, abrir as pernas e deixar ele gozar. Fiquei com medo dele notar alguma coisa, mas, que nada, meteu, gozou e foi para o banheiro. Me senti uma puta, mas ele merecia isso.

O que vocês acharam? De sua opinião. Devo continuar a trair meu marido? Vou gostar de saber a opinião de vocês.

Aos 11 anos fui arrombada pelo titio.

Meu nome é Fabiana, tenho 30 anos, sou morena escura, bonita e sempre tive um corpo bem desenhado. Quando tinha 11 anos já tinha uns sinais de que ficaria com um corpinho bem gostoso, sempre tive cabelos cheios e cacheados, os garotos naquela época queriam ficar tocando em mim, mas eu não deixava.

Meu tio, irmão da minha mãe, na época com uns trinta e poucos anos, me adorava, viva me fazendo agrado, me dava presente, me colocava no colo. Eu inocente, sentava no colo dele e sentia um volume crescer na minha bundinha, mas não sabia o que era.

Às vezes ele passava a mão nas minhas coxas e ia subindo e parava. Um dia estava sentada no colo dele desenhando, ele começou a passar a mão nas minhas pernas, foi indo, passou por cima da minha calcinha, eu gelei, parei de desenhar e fiquei quietinha. Ele me olhava parecia querer  ver minha reação, e eu quieta. Senti sua mão entrando na minha calcinha, passou por cima da minha xaninha, e depois ficou alisando meu grelinho e a entradinha da xaninha. Eu sabia que era errado por que minha mãe dizia, mas deixei, estava gostoso.

Ele ficava conversando comigo, disfarçando, e me alisando, minha voz estava tremula, mas eu estava gostando. Abri um pouco as pernas e ele colocou a ponta do dedo um pouquinho para dentro de mim. O volume na minha bundinha era maior do que nunca. Senti um melzinho escorrer de mim, minhas pernas tremeram, nunca senti aquilo. Ele me levantou do colo dele, deu um tempo e foi embora.

Uns três dias depois minha mãe precisava passar o sábado todo fora e pediu que meu tio ficasse comigo na casa dele. Fomos cedo para lá. Eu estava querendo que ele fizesse aquilo de novo.

Minha mãe foi embora. Meu tio como sempre foi muito atencioso e bonzinho comigo. Me chamou para conversar, perguntou se eu tinha gostado do carinho que ele fez. Eu disse que sim. Ele disse que podia fazer muito mais e que seria bem mais gostoso, mas tinha que ser um segredo nosso. Eu concordei. Então perguntei para ele porque quando eu sentava no colo dele ficava um volume na minha bunda. Ele respondeu que quando um homem está com tesão em uma mulher ele fica assim. Quase desmaiei, senti um gelo no estômago, ele me chamando de mulher e que tinha tesão em mim.

Ele perguntou se eu queria ver o que era, eu acenei com a cabeça que sim. Ele colocou o pau para fora, era enorme, um cabeção vermelho, estava muito duro e ficava latejando, pulando. Fiquei meio assustada, olho arregalado, meu coraçãozinho disparado. Mandou chegar mais perto, cheguei, minhas mãos tremiam, queria segurar, ele notou, pegou minha mão e trouxe na direção do caralho dele. Eu peguei e fiquei apertando, era muito duro e quente, e pulsava na minha mão.

Ele tirou minha mão do pau, acho que ele ia gozar e não queria ainda. Disse que ia fazer muito carinho em mim, pela primeira vez me senti melada. Então ele me colocou deitada na cama, eu estava com uma sainha bem curtinha, calcinha e blusinha. Começou fazendo um carinho na minha cabeça, acariciando meus cabelos, minha respiração estava muito forte e ofegante. Mandava eu ficar calma, relaxar que ele ia cuidar de mim, nada de ruim iria me acontecer, eu me sentia segura, mas com medo e tesão. Então ele me deu um beijo delicioso na boca, enfiando a língua bem devagar dentro dela. Levantou e retirou minha blusa e começou a lamber com a ponta da língua meus peitinhos que estavam durinhos.

Depois de muito beijo na boca e chupadinhas nas minhas tetinhas ele desceu até os meus pés e os lambeu, foi subindo as mãos pelas minhas pernas, levantando bem devagar minha saia. Veio beijando meus pés, minhas coxas, aquela boca úmida e quente lambendo minhas coxas faziam escorrer muito melzinho da minha xaninha que latejava muito. Ficou lambendo as coxas muito tempo, enquanto suas mãos acariciavam minha xotinha melada.

Então ele foi tirando lentamente minha calcinha puxando pelas minhas pernas até tirar, eu me tremia toda. Depois tirou minha saia me deixando nuazinha. Ele que já estava sem camisa e com a bermuda aberta, ficou completamente nu. Carinhosamente, abriu minhas pernas, colocando sua cabeça no meio, lambendo minhas coxas vindo em direção da xaninha. Eu mordia os lábios, me apertava, me esfregava na boca do titio, senti sua língua passar levemente nela, carinhosamente ele lambia minha entradinha, minha grutinha estava inundada de mel.

Aos poucos a língua entrou toda em mim, começando a me chupar como se eu fosse uma mulher feita, pela primeira vez na vida eu gozei, foi maravilhoso e assustador, que sensação deliciosa, achei que fosse morrer. Eu via ele apertando o pau num desespero de quem estava louco para gozar.

Parou e conversou comigo, disse que estava com muita vontade de gozar, que quando isso acontecia ele soltava um liquido grosso e quente, e me pediu para chupar o pau dele, perguntou se podia soltar o liquido na minha boca, eu fiz com a cabeça que sim.

Então, com muito carinho, me colocou ajoelhada no tapete de frente para ele, colocou o pau na minha boca, acariciou meu cabelo, depois minha nuca enquanto me ensinava como chupar.  Estava muito nervosa, mas aprendi rápido, fiz do jeito que ele pediu e logo, logo ele avisou que ia gozar,me apertava com mais força e gemia alto, me chamava de gostosa, eu senti um mar de gosma grossa e quente sair do pinto dele e encher minha boca, não sabia o que fazer, ele me mandou ter calma e engolir. Era muita porra quente e deliciosa. Bebi tudo. E continuei chupando, limpando toda porra e deixando ele de pau duro novamente.

Ele gemia, se tremia e suava muito, eu estava tremendo de nervoso e tesão. Quando ele já estava bem duro, me deitou de barriga para cima e pernas abertas e mais uma vez chupou minha xerequinha, que delícia a língua dele passando em mim, eu gozava muito, sentia que ia desmaiar, jorrava muito líquido de dentro de mim na boca do meu tio, ele se deliciava com meu melzinho, lambia os lábios e me fazia gozar cada vez mais.

Ele parou de repente, olhou para mim, veio em cima do meu corpo se deitando e falou no meu ouvido que queria que fosse a mulher dele. Falou que iria colocar o pinto dele dentro da minha xaninha. Fiquei apavorada, eu era virgem, nem imaginava como era aquilo.

Ele falou que iria cuidar direitinho de mim e que ninguém poderia saber.

Então ele me beijou na boca, pegou seu cacete duro e grosso eu foi forçando na minha entradinha, conforme ele ia forçando ardia um pouquinho, eu chorava de nervoso mas logo sentia tesão. Forçou um pouco mais e senti seu cabeção entrar um pouco, parecia que estava me rasgando. Ele empurrava um pouco e puxava, eu estava toda melada e sentia ele me melar também, nesse vai e vem sentia minha bocetinha se abrir, se rasgar na caceta dele, os movimentos iam ficando mais fortes e mais intensos. Parecia que eu estava em transe, não via nada em volta, só sentia ele me arrombar.

Ele falou, agora, e deu uma estocada firme, senti uma mistura de dor, medo e prazer, e ele todo dentro de mim, tinha virado mulher, estava arrombada. Ele ficou parado para que eu me acostumasse com ele dentro depois começou a bombar, de leve, foi aumentando. Que prazer maravilhoso, não queria que acabasse, gozava descontrolada. Seu corpo ardia sobre o meu, seu suor me molhava toda. Socava cada vez com mais força e meu gozo era mais intenso.

Um urro dele e um jato imenso de porra quente dentro de mim, que coisa maravilhosa, ele gemia, me chamava de gostosa, falava que tinha me inundado de porra, que me amava. Fiquei toda mole, tremia dos pés a cabeça, queria ir ao banheiro, mas minhas pernas não aguentavam meu corpo. Consegui levantar, um mar de porra com um pouco de sangue escorriam pelas minhas coxas. Tomei um banho e voltei, queria mais.

Ficamos o dia todo na cama metendo gostoso. Mais tarde ele correu na farmácia, comprou um comprimido e me deu. A noite minha mãe veio me buscar. Foi para casa de pernas abertas de tanto levar vara.

Fiquei sendo a putinha do titio por muito tempo.

Espero que tenham gostado desse minha experiência, deixem seus comentários. Beijos.

Minha mãe e a amiga gostosa se chupando.

Meu nome é José Carlos, mas todos me chamam de Zequinha, hoje estou com 25 anos, e história que vou contar aconteceu quando eu tinha 14 anos.

Minha mãe tinha 29 anos, morena clara, 1,70 m, cabelos lisos, castanhos, corpo bem desenhado, bunda pequena mas arrebitada, seios firmes e médios, coxas torneadas. Na época uma amiga dela, Sandra, ia muito lá em casa. Sandrinha era da mesma idade da mamãe, lourinha, cabelinho curto, peitos durinhos, uma bunda linda devia ter 1,64m mais ou menos.

As duas ficavam tomando banho na piscina, que ficava nos fundos. Sandrinha trocava de roupa no quarto da mamãe, que ficava no segundo andar, e deixava a roupa lá. A janela do banheiro da suíte dava para piscina. Quando elas chegavam na piscina eu dizia que ia na casa de um amigo, corria para o quarto para ver a Sandrinha de biquíni na piscina, me acabava na punheta. Um dia mexi nas coisas dela e achei sua calcinha, fui para o banheiro esfregar a calcinha na minha pica e depois gozar sentindo o cheirinho perfumado da bocetinha dela.

Era uma quarta feira, elas sempre tomavam banho de piscina dia de semana, meu pai trabalhava, Sandrinha chegou e como fazia sempre, trocou de roupa e desceu para piscina, eu avisei que estava saindo, corri para o quarto, peguei a calcinha dela e fui para o banheiro olhar pela janela.

Estavam nadando, minha mãe veio para beira da piscina apoiou os braços e encostou os peitos na beirada. Sandrinha veio por trás dela e se encostou, na hora não entendi, mas Sandrinha começou a fazer carinho na minha mãe e tirou a parte de cima do biquíni dela a deixando com os peitinhos a mostra. Sandrinha apertava os peitinhos de minha mãe com as duas mãos, minha mãe gostava e deitava a cabeça no ombro dela.

Sandrinha tirou a parte de cima de seu biquíni e esfregou os peitinhos deliciosos nas costas da mamãe. Não aguentei ver aquilo e enrolei a calcinha da Sandrinha na minha pica e pela primeira vez enchi ela de porra, mas era muita porra.

Minha mãe se virou de frente e as duas ficaram se esfregando e se beijando na boca. Sandrinha lentamente lambia o biquinho do peito da minha mãe, primeiro um e depois o outro, para em seguida chupar as tetas dela com muito tesão. Minha mãe retribuiu passando a língua bem devagar nos peitinhos da Sandrinha e mamando um por um arrancando gemidos que do segundo andar eu ouvia.

Naquela loucura, uma enfiou a mão dentro do biquíni da outra tocando uma siririca ao mesmo tempo em que chupavam seus peitinhos.

Mamãe sentou na beira da piscina e Sandrinha tirou a parte de baixo do biquíni dela, abriu suas pernas e enfiou a boca na xana dela, que colocou os braços para trás se apoiando e trançou as coxas em volta do pescoço da Sandrinha. Minha mãe se tremia toda na boca da amiga. Gozava feito uma puta lésbica.

Trocaram de posição, agora era Sandrinha de perna aberta e minha mãe a chupando. Ela colocou os pês no ombro da mamãe e gozava como uma louca. Era uma coisa deliciosa ver aquelas duas mulheres se lambendo e gozando uma na boca da outra. Aquela altura dos acontecimentos a calcinha da Sandrinha tinha virado um pano de chão de tanta porra que eu tinha jorrado nela.

A entrega delas era tanta que não resistiram e saíram as duas da piscina, deitaram no chão e se chuparam ao mesmo tempo. Era um sessenta e nove feminino maravilhoso. Elas se contorciam e rolavam pelo chão encaixadas com as bocetas na boca da outra. Dava para ver os corpos delas tremerem de tanto gozar.

Minha mãe se levantou, foi até a cadeira e pegou um frasco plástico, não deu para ver de que, mas era grosso e comprido, abriu as pernas da Sandrinha e enfiou nela, tirava e botava devagar, e foi aumentando até socar o tubo todo dentro e tirar, cada vez mais rápido. Sandrinha gritava de prazer.

Sandrinha tirou o tubo de dentro da boceta, dava para ver ele todo lambuzado com a esporra dela, e socou na mamãe, fez a mesma coisa, começou devagar até foder ela com muita força, arrancando gritos de tesão dela. Quando ela sacou o tubo da boceta da mamãe ela esguichava  gozo como se estivesse mijando, Sandrinha mantinha as pernas dela abertas para ver o gozo espirrar.

Logo em seguida as duas se chuparam, pareciam insaciáveis no prazer, não queriam parar de gozar, até caírem para o lado, quase desmaiadas de tanto êxtase.

Ficaram paradas um tempo, tinha acabado. Aí me dei conta da merda que tinha feito na calcinha, gozei umas seis ou sete vezes, sei lá, limpei, tentei secar, mas não deu. Coloquei no lugar toda molhada.

Elas colocaram os biquínis, Sandrinha subiu, trocou de roupa e notou que a calcinha estava melada, ela sabia que tinha sido eu, que eu tinha esporrado nela. Como eu sei disso? Bom, isso é outra história que vou contar depois.

Meu pai me deu como escrava sexual para o patrão

A história que vou relatar aconteceu há mais de vinte anos, na época eu tinha 13 anos, sou bem morena, tinha cabelos cheios e bastante cacheados, peitinhos durinhos acabando de desabrochar, coxas já bem desenhadas e com pelinhos bem leves, e bundinha arrebitada, minha bocetinha era gordinha e com poucos pelinhos. Era virgem, já sentia minha xerequinha latejar e escorrer um melzinho de vontade de brincar com ela, usar com outros garotos.

Despertava alguns olhares de meninos e de homens mais velhos, inclusive do patrão do meu pai, Seu Amadeo, dono de um mercadinho. Devia ter uns 60 anos na época, era gordo, fedia a suor e a bebida. As vezes mexia comigo, tentava fazer um carinho em mim, mas eu tinha nojo dele. Vivia pedindo ao meu pai para me deixar ir para casa dele, meu pai até concordava, mas minha mãe não. Eu tinha medo, sabia que ele queria me foder.

O mercadinho entrou em uma crise grande e vários funcionários foram demitidos. Seu Amadeo falou claramente com meu pai que para manter o emprego ele me queria, queria me levar para casa dele e me comer.

Meu pai concordou, mas tinha que falar com minha mãe. Seu Amadeo foi com ele falar com a mamãe que não gostou nada da ideia, acabaram discutindo e Seu Amadeo mandou meu pai embora do serviço.

Meu pai brigou muito, falou que iriamos passar fome, que nem ele nem minha mãe iam arrumar emprego e eu como a mais velha dos quatro filhos tinha que fazer esse sacrifício por todos. Minha mãe acabou cedendo, para o meu desespero, não conseguia imaginar aquele homem horrível, gordo e fedendo tirando meu cabacinho, metendo e gozando dentro de mim, não parava de chorar.

Minha mãe mandou meus irmãos irem para minha tia e esperou que Seu Amadeu voltasse para me levar. Para nossa surpresa ele disse que por causa da humilhação que minha mãe fez ele passar as coisas teriam outro preço. Ele queria me foder ali, em casa, na frente dos meus pais. Meu coração estava acelerado de medo, a hora de entrar na vara estava se aproximando.

Ele foi para o quarto dos meus pais, que era o único que tinha cama de casal, meu pai levou umas cervejas e minha mãe mandou que eu tomasse banho, e foi comigo para eu não demorar. Voltei enrolada só na toalha, ele estava de cueca. Me pegou pelos braços e tirou a toalha me deixando nua. Sentei na cama e tentei cobrir minha xereca e meus peitinhos com as mãos.

Estava morrendo de vergonha, olhei para o lado, minha mãe estava parada e meu pai apertava o pau por cima da calça, gostado de ver aquele lixo começar a foder a filha dele.

Ele tirou a cueca e eu vi uma rola muito grossa, mas curta, bem dura, ele era todo peludo, com uns pentelhos enormes, que nojo. Veio com a rola em minha direção e esfregou em meu rosto, eu tentava virar para outro lado, ele me segurou pelos cabelos e forçou a cabeça da pica na minha boca. Apertou minha nuca eu abri a boca e ele colocou a pica suja dentro. Tinha um gosto horrível, suja. Me obrigou a chupar.

Meu pai estava com a pica para fora se masturbando levemente e minha mãe com a mão por baixo da saia.

Enquanto eu chupava ele alisava meus peitinhos. Depois me jogou deitada na cama de pernas abertas e se ajoelhou para chupar minha xaninha. A língua dele era grossa e áspera, enchia minhas entranhas de saliva, eu chorava de nervoso e nojo, sentia um melzinho começar a escorrer de mim, me tremia toda. Não acreditava que iria perder a virgindade para aquele porco.

Depois de um tempo ele veio para cima de mim, lambendo minha barriga, meu umbigo, passando a língua entre meus peitinhos durinhos e eriçados. Caiu de boca neles, sugando minhas tetinhas, me fazendo ficar louca, justiça seja feita, ele sabia chupar.

Deitou aquele corpo cheio de pelos e suado sobre mim, me beijando na boca, chupando minha orelha e dizendo que ia me foder.

Eu estava toda arreganhada em baixo dele que colocou a mão entre nós dois, segurou a rola e começou a roçar na entrada da minha bocetinha. Esfregava mais e mais, começando a forçar a cabeça para dentro dela. Eu já estava mais que dominada, minha mãe e meu pai se extasiavam de tanto gozar me vendo ali.

A cabeçona começou a entrar, sentia minha bocetinha se abrir, se rasgar, parecia que ele enfiava varias giletes em mim. Ele pegou minhas pernas e colocou em volta de sua cintura para eu ficar mais aberta ainda.

Resolvi não lutar mais, relaxei e deixei a caceta dele me arrombar. Ia entrando em mim e eu me melando de uma mistura de pavor e prazer. Sentia cada pedacinho dele entrando. Seu Amadeo suava feito um porco me molhando toda, fedia a bebida e gemia feito um bicho.

A cabeça entrou toda, e a pica foi escorregando lentamente para dentro de mim. Os meus quadris estavam se dilatando, e ele enfiando. Senti uma dor aguda como uma agulhada, dei um gritinho, meu cabacinho tinha arrebentado. Ele deu um gemido dizendo que agora eu era a putinha dele.

Alguns segundos depois de me arrombar ele começou a tirar e botar o pau dentro de mim. No início eram movimentos lentos, mas foram aumentando até ele começar a socar com muita força. Lambia meu pescoço, gemia, suava, me chamava de delícia, putinha e socava a rola em mim.

Eu perdi o controle sobre meu corpinho que tremia de prazer de sentir aquele homem me comendo. Estava toda melada e gozava muito. Minha xerequinha piscava apertando o cacete do velho nojento, e isso fazia ele ir a loucura e socar mais forte e morder meu pescoço numa ânsia louca de prazer.

O nojo, o desespero, ver meus pais se gozarem todos assistindo eu ser comida me davam muito, mais muito tesão, eu gozava sem parar, não pensava em nada, só na pica entrando e saindo de mim.

De repente Seu Amadeo empurrou a piroca com vontade para dentro de mim e deixou no fundo, soltou um urro igual de um animal que me assustou, na mesma hora senti minha boceta se encher de uma gosma quente que não parava de sair, era ele me esporrando toda, era muita porra. Ele gemia e gritava que estava gozando, que estava enchendo minha boceta.

O corpo dele foi relaxando em cima de mim, ele foi ficando mole, sem reação, sussurrava no meu ouvido “gostosa”, e ficou parado, até rolar para o lado.

Levantei correndo, quase não consegui ficar em pé, minhas pernas estavam bambas, fui me arrastando para o banheiro, um mar de porra e sangue escorriam pelas minhas pernas. Entrei de baixo do chuveiro, conforme passava a mão sentia placas de porra sair, minha boceta estava um buraco, totalmente arrombada.

Chorava sem parar, sabia que a sacanagem estava apenas no começo. O dia ainda ia demorar muito para acabar.

Virei escrava sexual daquele homem.

Depois conto como continuei a ser fodida naquele dia com a ajuda dos meus pais.

Leia a segunda parte da história.

Meu pai me deu como escrava sexual para o patrão, parte 2

Mamei nos peitos da mãezinha na van

Um dia desses estava voltando para casa em uma van, que faz transporte alternativo. Ao meu lado tinha uma jovem mãe com uma criança de uns dois anos no colo, mulatinha, bonita, estava de saia de um tecido fino, que subia a todo movimento da menina, deixando umas coxas gostosas aparecendo.

Eu sou branco, magro, tenho 48 anos e boa aparência.

A viagem era um pouco longa, estávamos no último banco, que tinha três lugares, ela estava na janela, eu no meio e uma senhora no corredor.

Era noite, as luzes estavam apagadas, ficando acesa só uma perto do motorista, que clareava levemente a van. Mais para frente a senhora desceu e eu cheguei para o corredor deixando a mãe mais a vontade.

A van foi esvaziando e ainda tinha muito chão pela frente. A mãe pegou um pacote de biscoito e uma garrafinha e deu para menininha, que era boazinha, toda hora batia no meu braço me oferecendo as coisas. Eu ria, agradecia, e continuava mexendo no celular.

Uma hora ela bateu no meu braço, quando olhei ela estava mamando no peito da mãe, tirou a boca, segurou o peito e me ofereceu. Fiquei de olho arregalado, sem ação.  A mãe sorriu e disse: “Criança tem cada ideia.” Eu sorri sem graça e tirei os olhos por respeito, mas, confesso que não parava de pensar naquele peitão redondo, moreno cheio de veias, escorrendo leite.

Depois de mamar, a garotinha dormiu a mãe a deitou no banco próximo a janela e veio par o do meio, ao meu lado. Começou a puxar assunto comigo, que entrei na conversa, sempre olhando os melões dela. Ela viu que eu estava olhando e ficou me encarando, gelei quando notei. Ela falou simplesmente: “Gostou”? eu balancei a cabeça que sim. Então, sem dizer nada ela colocou o peitão para fora e me olhou, fiquei sem ação, quando me refiz coloquei a mão e fiz um carinho, o peito dela estava duro de tanto leite e quente, meu pau quase estourou a calça. Ela fechou os olhos encostando a cabeça no meu ombro. Eu apertava o peito que espirrava leite, parecia estar ordenhando uma vaca.

Não resisti e cai de boca naqueles melões redondos que pareciam ovos de páscoa que jorravam leite. Mamava nos dois, o leite escorria pela barriga dela, molhando sua roupa. Ela primeiro apertou meu pau por cima da calça, depois a abriu e colocou minha caceta dura para fora e punhetou, sua mão quente e úmida me levava à loucura. Só tínhamos nós e o motorista.

Sua saia era de um tecido leve o que facilitou para eu colocar a mão em suas coxas e ir subindo até chegar em seu bocetão carnudo e quente, alisei por cima da calcinha que estava ensopada, depois coloquei a mão por dentro e esfreguei carinhosamente seu grelo que estava bem duro.

Senti ela gozar em meus dedos que os enfiei dentro dela. Sua boceta apertava meus dedos e quanto mais eu esfregava mais sentia jatos de gozo saindo dela. Seus tetões em minha boca eram sugados até a exaustão. Chegava me engasgar de tanto leite que ela soltava.

Já muito cheia de tesão, ela caiu de boca na minha rola, chupando com vontade. Sugava a cabeça e depois deixava entrar toda até a garganta, voltando para cabeça. Enquanto mamava ela esfregava os peitões em minha calça, me melando todo de leite, e eu trabalhando sua xana melada.

Não demorou muito naquela chupada e eu enchi sua boca de muita porra quente. Há muito tempo eu não esporrava tanto em uma vadia. Segurei ela pela nuca e a forcei para baixo, esporrando em sua garganta, que engoliu tudo.

Ela pegou uma toalhinha na bolsa, limpou os cantos da boca lambuzados de porra, limpou os peitões molhados de leite, ajeitou a blusa, a calcinha, a saia, pegou a filha que dormia ao lado e desceu.

Não tive tempo de saber seu nome, nem trocar telefone ou zap, nunca mais vi a gostosa dos peitões cheios de leite.

Mãe fodendo com os pedreiros e o filho vendo.

Quando eu tinha 16 anos, estava no auge da vontade de foder, era uma média de 4 a 5 punhetas por dia, não podia ver nada de mulher que lá ia eu para algum lugar tocar uma.

Nunca poderia imaginar que a vez que mais toquei punheta em minha vida foi por causa da minha mãe.

Minha mãe na época tinha uns 42 anos, mulata, baixa, bunda e peitos grandes, bonita, cabelos cheios e cacheados, nesse dia vi que ela que tinha um corpo bonito. Meu pai tinha uma oficina mecânica, era 10 anos mais velho que ela, e bebia muito, apesar de não ser violento, não ligava para ela que devia estar subindo pelas paredes de tesão.

Minha casa estava em obra, tinha um pedreiro e um ajudante trabalhando lá. Eu e minhas duas irmãs estudávamos a tarde. Nesse dia não tive aula, voltei para casa e mais tarde iria buscar minhas irmãs que ficaram na escola.

Eram por volta de umas 14 horas, tinha massa pronta no quintal, a porta estava aberta e os pedreiros não estavam. Entrei sem desconfiar de nada e fui direto para meu quarto. O quarto dos meus pais era depois do meu, a porta estava entre aberta e vinha um gemido de lá. Fiquei parado ouvindo, tinham outros barulhos. Olhei pela fresta da porta e vi que os pedreiros estavam lá dentro com minha mãe, mas não dava para ver o que faziam.

Sai devagar de casa, dei a volta correndo pela lateral, eu sabia que tinha um buraco na parede do quarto onde fixaram a janela nova, rezei para não terem fechado ainda, e lá estava ele aberto.

Olhei pelo buraco, não tinha como eles me verem. Estavam nus, o ajudante, que era um mulato forte e baixo, tinha uma pica pequena mais muito grossa. O pedreiro era um negro alto e bem forte também, tinha uma pica de cavalo, grande e grossa. Minha mãe estava completamente nua, sentada na cama de pernas abertas, dava para ver os peitões e o bocetão dela arreganhado. Na mesma hora coloquei a caceta para fora e sem fazer nada já gozei.

O ajudante se ajoelhou no chão de frente para ela, colocou as pernas da mamãe nos seus ombros e chupou sua boceta. O pedreiro colocou ela para chupar o cassetete preto, ele a segurava pelos cabelos a puxando ao encontro do caralho. Ela engolia tudo.

Depois trocaram de posição, na hora da troca vi que sua xana estava escorrendo mel. Me esporrei de novo.

O negro colocou minha mão de quatro na cama, e chapou a vara na sua boceta, enfiava nela como se fosse um cavalo fodendo uma égua, ela parecia estar se esbaldando de prazer, seus peitões balançavam para todos os lados. O mulato sentou de frente para ela e a puxou em direção a sua vara grossa, que ela engoliu totalmente, colocando seu saco na boca também.

O negro começou a fazer movimentos mais lentos enfiando a vara e deixando mais tempo no fundo e dava tapas na bunda dela. Gritava: “Vou encher sua boceta de porra sua puta”, ela com a boca cheia balançava a cabeça que sim. Ele encheu tanto a boceta da minha mãe que quando tirou o caralho caia placas de porra na cama. Gozei pela terceira vez.

O mulato veio para trás dela, pegou um pano, limpou a xana esporrada e meteu a vara, o negro sentou para ser chupado.  Ele socava com tanta força nela que a rola do negro ia até a garganta da minha mãe. Não demorou muito e ela estava com a boceta cheia de esporra grossa outra vez.  O negro gozou de novo, dessa vez na sua boca, era tanta goza que escorria pelo canto da boca e pelo queixo da puta da mamãe, lambuzando seios melões. E eu esporrava na parede sonhando com o bocetão dela.

Depois de engolir toda a porra que tinha na boca, ela ficou em pé, pegou uma toalhinha, abriu as pernas e se limpou. Os dois estavam sentados na cama relaxando, ela se ajoelhou e começou a mamar as cacetas deles, se revezando entre uma e outra, que logo estavam duras. O mulato, que só tinha gozado uma vez, resolveu empatar a sacanagem, a pegou e a colocou entre suas pernas, botando a rola no meio dos peitões dela e apertando, fazendo movimento como se estivesse fodendo. Foi esporra até na cara da mamãe, ela ficou toda lambuzada.

O negro a pegou pelos braços e mesmo toda esporrada a colocou para cavalgar na rola dele. Ela montou, engoliu a vara toda com a xereca e cavalgou, que tesão de ver minha mãe cavalgando com seus peitões melados de porra balançando. Queria muito foder aquela puta.

O mulato se ajoelhou por trás dela fazendo-a deitar no peito do negro e levantando bem sua bunda, e colocou a vara no cu dela. Estavam os dois fodendo minha mãe ao mesmo tempo. Era demais para mim. Achei que ia morrer de tanto tocar punheta.

Os dois estavam fazendo um sanduiche com ela, que rebolava feito louca, gemia, meus olhos não saiam dos peitões dela, eram lindos, grandes, suculentos. Quase que ao mesmo tempo eles gozaram, encheram os buracos dela de suco de pica. Saíram de dentro da minha mãe, deitaram ela de barriga para cima e cada um segurou por uma coxa, arreganhando ela toda, via escorrer um mar de porra dos buracos dela.

Minha mãe se levantou, colocou a mão entre as pernas, para não sujar o chão de porra, e correu para o banheiro. Os pedreiros voltaram para o trabalho, e eu, tremendo depois de tocar muita punheta, gozei oito vezes, entrei em casa tentando fazer de conta que não tinha acontecido nada.

Gritei para minha mãe que tinha chegado, ela saiu do banho e veio para sala. Não conseguia parar de pensar nela fodendo feito uma puta. Cada vez que a via lembrava de seus peitões balançando, da porra escorrendo neles, dos dois ao mesmo tempo enfiando nela, que doidera, nunca desejei tanto uma vadia, como desejava minha mãe. Os dias passavam e eu lembrava dela e me acabava na punheta. Tinha que arrumar uma forma de foder aquela puta que estava ali pertinho de mim.

E consegui, mas, isso eu conto depois.

A menina dos chocolates do trem, minha melhor foda.

Oi galera, meu nome é Sergio, tenho 40 anos, tenho 1,80m e porte físico normal, nem magro nem gordo, sou branco de cabelos e olhos castanhos, mas vamos ao que interessa.

Trabalho no centro do Rio de Janeiro e moro na Zona Oeste, por questão de trânsito viajo de trem. Numa sexta-feira dessas voltava para casa bem tarde, era o último trem do dia. Umas três estações antes da minha passou no vagão, que já estava bem vazio, uma menina vendendo chocolate, morena, cabelos cheios e encaracolados, estava com uma calça comprida bem apertada que desenhava a bunda arrebitada, e uma blusinha com a barriguinha chapada aparecendo, o desenho dos seios pequenos e durinhos era nítido. Um rostinho lindo aparentava ter 16 ou 17 aninhos, mas ela me disse ter 20, Soraya seu nome.

A chamei para comprar chocolate e ela sentou do meu lado com ar de cansada e preocupada. Puxei conversa e ela me disse que estava desde cedo vendendo e que tinha pegado o trem errado, e pelo adiantado da hora não daria para ela voltar e pegar o trem que a levaria para casa.

Falei que morava em frente a uma estação, se ela quisesse poderia ir para minha casa, tomar um banho, jantar e descansar até a hora de voltar. Ela disse que não, perguntei como ela iria fazer, ela disse não saber.

Insisti para ir para minha casa, ela perguntou: “Moço o senhor quer me comer né?”. Dei um sorriso e falei para ela ficar despreocupada que não faria nada com ela. Ela foi para outros vagões continuar vendendo o chocolate e quando se aproximou da minha estação ela voltou:

“Jura que não vai me comer a força”?

“Juro”.

“Então vamos”.

Chegamos ao meu AP, dei uma camiseta, um short e uma toalha para ela e indiquei o banheiro para tomar um banho. Enquanto isso preparei algo para comermos. Não demorou muito e ela veio do banho só de camiseta que ficava grande nela, me devolveu o short, e perguntou se podia colocar a calcinha e o sutiã dela para secar atrás da geladeira. Ela estava somente com a camiseta em cima do corpo desnudo. Cheirosa, tinha me pedido para usar uns perfumes que estavam no banheiro.

As pernas lindas, lisinhas e grossas, bem torneadas, os peitinhos furando o pano, apontados para cima, a bunda arrebitada levantava a parte de trás da camiseta.  Estava difícil cumprir a promessa de não come-la.

Jantamos, ela ajudou a lavar a louça, preparei a cama dela na sala, tomei um banho e me deitei para ver um pouco de TV. Ela perguntou se podia ver TV comigo, deitou ao meu lado e encostou a cabeça no meu peito. Meu pau disparou na hora, ficando duro igual uma barra de ferro.

Ela se acomodou em meu peito, colocando a coxa sobre minhas pernas, na hora ela sentiu minha caceta. Sua respiração ficou um pouquinho mais ofegante.

A abracei acariciando suas costas com a mão, bem devagar fui puxando a camiseta dela para cima. A bunda linda e lisinha dela começou a aparecer. Continuei puxando, ela esticou os braços me deixando retirar por completo a camiseta. Seu rostinho encostado ao meu peito demonstrava um sinal de timidez.

Com sua ajuda retirei meu short, minha vara dura pulou e encostou-se às suas carnes quentes.

Nos beijamos na boca deliciosamente, um beijo doce e molhado. Minha mão entrou entre suas pernas e pude sentir os pelinhos que cobriam a boquinha da sua xereca todos lambuzados. Coloquei o dedo nela, já toda melada de tesão. Ela apertava meu pau e mordia meu peito toda vez que eu esfregava seu grelinho.

Lentamente a fui virando de barriga para cima, beijando sua orelha e lambendo seu pescoço. Seu corpo era simplesmente lindo, moreno, sem estria, nem celulite, nem marcas, só as marquinhas de sol nos peitinhos, na bundinha e na bocetinha.

Comecei a chupar aqueles peitinhos que pareciam duas perinhas suculentas e deliciosas, arrancando gemidinhos daquela menina deliciosa.

Percorri com a boca cada milímetro de seu corpinho, lambendo tudo. Gastei tempo na barriguinha de Soraya beijando e chupando cada espacinho. Abri suavemente suas coxas e lambi em volta da vagina completamente melada e já bastante gozada dela mesma. Ela implorava para chupar sua boceta. Fiz sua vontade, enfiei a língua lentamente dentro da bocetinha, trazia a língua e lambia o grelinho duro e eriçado. Isso a fazia se contorcer de tesão, apertar minha cabeça com as coxas, gemendo baixinho, quase miando. Esguichos de gozo saiam de dentro dela, estava no vigor do tesão.

Fui mudando de posição sem parar de chupar sua xaninha, direcionei minha piroca para sua boquinha que abriu e acolheu tudo. Que delicia, boquinha apertada, molhada e quente, ela chupava bem devagar fazendo eu me tremer dos pés a cabeça. Chupava lentamente a cabeça e depois engolia a vara toda. Não queria gozar ainda. Tirava o pau, respirava fundo e colocava de volta na sua boca.

Depois de muito tempo, subi nela, seu corpo estava quente, muito quente e não parava de tremer. Apesar de ser uma noite fresca, estávamos molhados de suor. Me coloquei entre suas pernas, segurei o caralho e esfreguei na entradinha dela. Senti ela se abrir lentamente, parecia me puxar. Empurrei aos poucos, senti a cabeça entrar, deslizando facilmente, apesar de bem apertada estava muito melada, fui entrando todo sem maiores problemas, até chegar ao fundo. Ela era quente, molhada, encharcada e muito apertadinha, sua xereca latejava, quase esmagando minha caceta, uma delícia sem palavras para descrever.

Comecei bombando devagar, fui aumentando o ritmo, os gemidos dela foram aumentando, o barulho de nossos corpos se chocando era cada vez maior, sua bocetinha latejava freneticamente, ela mandava eu foder ela muito. Eu enfiava com toda força, meu corpo tremia, o gemido dela virou gritos de prazer, nos agarramos com toda força, beijamos na boca como se fossemos nos engolir e gozamos alucinadamente, despejei jatos e mais jatos de porra quente e grossa dentro da deliciosa boceta da Soraya. Nossos corações quase pularam do peito. Caímos praticamente desacordados na cama. Tentei me levantar, as pernas bambearam, olhei para Soraya que estava estatelada na cama de olhos fechados e as pernas abertas, minha porra escorria como um rio de dentro de sua boceta.

Conseguimos ir tomar banho, a porra escoria pelas pernas dela até os pés, era muita esporra.

Voltamos para cama, depois de uma sacanagem no chuveiro  partimos para mais uma seção de foda.

Sentei na cama ela se ajoelhou no chão e fez um boquete maravilhoso, melhor que o primeiro.

Trocamos de posição, agora era eu ajoelhado no chão, ela arreganhada, com as pernas no meu ombro e minha língua lambendo seu sexo. A fazia gozar muito.

Deitei-me e Soraya montou em mim, cavalgando com minha vara em sua xana, como ela sabia mexer, toda a timidez tinha ido embora. Ela rebolava, subia, descia, fazia tudo. Seu gozo escorria pela minha pica. Seus peitinhos tremulavam enquanto ela pulava, eu os agarrava e acariciava como de fossem duas joias raras.

Muito depois, a coloquei de quatro e meti de uma vez em sua boceta, peguei-a pela cintura e enfiava tudo e trazia até quase sair e enfiava de novo.

Debrucei em suas costas, uma das mãos dedilhava seu grelinho, a outra amassava os peitinhos durinhos e delicados.

Ela me pedia para chama-la de minha putinha. Estava enlouquecido com aquela ninfeta.

Tirei o pau de dentro dela e coloquei na entradinha de seu cuzinho. Forcei a entrada, mas era muito pequenininho, não podia imaginar minha rola grossa naquele buraquinho. De início ela reclamou, mas, me deixou ir até o fim. Se a bocetinha era apertada, o cuzinho nem se fala, foi difícil, mas com calma e jeito, entrei todo, até minhas bolas baterem no rabinho dela.

Meu pau estava ardendo de tão apertado. Fomos nos acostumando e fui aumentando o entra e sai. Era gostoso demais. Agarrei-a pela cintura, nos levantamos com meu pau encaixado eu seu cuzinho, fui até a sala a coloquei em uma mesinha e detonei seu rabo. Soraya chorava de tanto levar no rabo. Dava soco na mesa. Ao mesmo tempo eu esfregava com a mão seu grelinho fazendo com que gozasse sem parar. A menina tinha orgasmos múltiplos. Seu corpo pegava fogo, parecia estar com febre.

Minha vista escureceu, soltei um urro como um animal no cio e gozei no cuzinho de Soraya, parecia que não iria mais parar de sair esporra do meu saco, era muita. Enchi o rabo dela literalmente.

Quando puxei a caceta, ela deu um gritinho e voou porra longe. Um rio escoria de dentro dela. Ela sangrava um pouquinho, cuidei dela e dormimos como nunca tínhamos dormido antes.

Pela manhã preparei um café da manhã para ela que já tinha perdido a hora de trabalhar. Saiu correndo para comprar mais chocolate para vender. Deu um dinheiro a ela para ajudar, mas, ela se recusou a receber, disse que não era puta. Perguntou antes de ir se podia voltar, então, toda sexta é meu dia de comer minha Soraya, a menina dos chocolates do trem.