Mãe fodendo com os pedreiros e o filho vendo.

Quando eu tinha 16 anos, estava no auge da vontade de foder, era uma média de 4 a 5 punhetas por dia, não podia ver nada de mulher que lá ia eu para algum lugar tocar uma.

Nunca poderia imaginar que a vez que mais toquei punheta em minha vida foi por causa da minha mãe.

Minha mãe na época tinha uns 42 anos, mulata, baixa, bunda e peitos grandes, bonita, cabelos cheios e cacheados, nesse dia vi que ela que tinha um corpo bonito. Meu pai tinha uma oficina mecânica, era 10 anos mais velho que ela, e bebia muito, apesar de não ser violento, não ligava para ela que devia estar subindo pelas paredes de tesão.

Minha casa estava em obra, tinha um pedreiro e um ajudante trabalhando lá. Eu e minhas duas irmãs estudávamos a tarde. Nesse dia não tive aula, voltei para casa e mais tarde iria buscar minhas irmãs que ficaram na escola.

Eram por volta de umas 14 horas, tinha massa pronta no quintal, a porta estava aberta e os pedreiros não estavam. Entrei sem desconfiar de nada e fui direto para meu quarto. O quarto dos meus pais era depois do meu, a porta estava entre aberta e vinha um gemido de lá. Fiquei parado ouvindo, tinham outros barulhos. Olhei pela fresta da porta e vi que os pedreiros estavam lá dentro com minha mãe, mas não dava para ver o que faziam.

Sai devagar de casa, dei a volta correndo pela lateral, eu sabia que tinha um buraco na parede do quarto onde fixaram a janela nova, rezei para não terem fechado ainda, e lá estava ele aberto.

Olhei pelo buraco, não tinha como eles me verem. Estavam nus, o ajudante, que era um mulato forte e baixo, tinha uma pica pequena mais muito grossa. O pedreiro era um negro alto e bem forte também, tinha uma pica de cavalo, grande e grossa. Minha mãe estava completamente nua, sentada na cama de pernas abertas, dava para ver os peitões e o bocetão dela arreganhado. Na mesma hora coloquei a caceta para fora e sem fazer nada já gozei.

O ajudante se ajoelhou no chão de frente para ela, colocou as pernas da mamãe nos seus ombros e chupou sua boceta. O pedreiro colocou ela para chupar o cassetete preto, ele a segurava pelos cabelos a puxando ao encontro do caralho. Ela engolia tudo.

Depois trocaram de posição, na hora da troca vi que sua xana estava escorrendo mel. Me esporrei de novo.

O negro colocou minha mão de quatro na cama, e chapou a vara na sua boceta, enfiava nela como se fosse um cavalo fodendo uma égua, ela parecia estar se esbaldando de prazer, seus peitões balançavam para todos os lados. O mulato sentou de frente para ela e a puxou em direção a sua vara grossa, que ela engoliu totalmente, colocando seu saco na boca também.

O negro começou a fazer movimentos mais lentos enfiando a vara e deixando mais tempo no fundo e dava tapas na bunda dela. Gritava: “Vou encher sua boceta de porra sua puta”, ela com a boca cheia balançava a cabeça que sim. Ele encheu tanto a boceta da minha mãe que quando tirou o caralho caia placas de porra na cama. Gozei pela terceira vez.

O mulato veio para trás dela, pegou um pano, limpou a xana esporrada e meteu a vara, o negro sentou para ser chupado.  Ele socava com tanta força nela que a rola do negro ia até a garganta da minha mãe. Não demorou muito e ela estava com a boceta cheia de esporra grossa outra vez.  O negro gozou de novo, dessa vez na sua boca, era tanta goza que escorria pelo canto da boca e pelo queixo da puta da mamãe, lambuzando seios melões. E eu esporrava na parede sonhando com o bocetão dela.

Depois de engolir toda a porra que tinha na boca, ela ficou em pé, pegou uma toalhinha, abriu as pernas e se limpou. Os dois estavam sentados na cama relaxando, ela se ajoelhou e começou a mamar as cacetas deles, se revezando entre uma e outra, que logo estavam duras. O mulato, que só tinha gozado uma vez, resolveu empatar a sacanagem, a pegou e a colocou entre suas pernas, botando a rola no meio dos peitões dela e apertando, fazendo movimento como se estivesse fodendo. Foi esporra até na cara da mamãe, ela ficou toda lambuzada.

O negro a pegou pelos braços e mesmo toda esporrada a colocou para cavalgar na rola dele. Ela montou, engoliu a vara toda com a xereca e cavalgou, que tesão de ver minha mãe cavalgando com seus peitões melados de porra balançando. Queria muito foder aquela puta.

O mulato se ajoelhou por trás dela fazendo-a deitar no peito do negro e levantando bem sua bunda, e colocou a vara no cu dela. Estavam os dois fodendo minha mãe ao mesmo tempo. Era demais para mim. Achei que ia morrer de tanto tocar punheta.

Os dois estavam fazendo um sanduiche com ela, que rebolava feito louca, gemia, meus olhos não saiam dos peitões dela, eram lindos, grandes, suculentos. Quase que ao mesmo tempo eles gozaram, encheram os buracos dela de suco de pica. Saíram de dentro da minha mãe, deitaram ela de barriga para cima e cada um segurou por uma coxa, arreganhando ela toda, via escorrer um mar de porra dos buracos dela.

Minha mãe se levantou, colocou a mão entre as pernas, para não sujar o chão de porra, e correu para o banheiro. Os pedreiros voltaram para o trabalho, e eu, tremendo depois de tocar muita punheta, gozei oito vezes, entrei em casa tentando fazer de conta que não tinha acontecido nada.

Gritei para minha mãe que tinha chegado, ela saiu do banho e veio para sala. Não conseguia parar de pensar nela fodendo feito uma puta. Cada vez que a via lembrava de seus peitões balançando, da porra escorrendo neles, dos dois ao mesmo tempo enfiando nela, que doidera, nunca desejei tanto uma vadia, como desejava minha mãe. Os dias passavam e eu lembrava dela e me acabava na punheta. Tinha que arrumar uma forma de foder aquela puta que estava ali pertinho de mim.

E consegui, mas, isso eu conto depois.

Adoro chupar minha esposa esporrada por outro

Meu nome é Adriano, tenho 38 anos, sou mulato e um corpo normal. Minha esposa se chama Patrícia, tem 34 anos, morena 1,72m, falsa magra, comum corpo bem torneado, coxas roliças, peito pequeno e durinho, cabelos compridos e lisos. Uma bocetinha bem apertada e molhadinha, sempre depilada.

Somos casados há 6 anos e nunca tive nenhum motivo para desconfiar dela, sempre muito séria e recatada com os outros.

Um dia cheguei em casa bem mais cedo para fazer-lhe uma surpresa, queria dar uma boa trepada com ela, mas, ela não estava. Não dei importância. Passou algum tempo e ela chegou, fiquei empolgado, já estava de pau duro esperando por minha mulherzinha. Ela parecia meio desconcertada ao me ver em casa, agarrei ela e fomos para o quarto e ela insistindo muito que queria tomar banho, eu brincando a abraçando querendo meter nela e a insistência dela em tomar banho começou a me incomodar.

Joguei-a na cama, comecei a tirar sua roupa, e ela lutava para não deixar, fiquei furioso, arranquei a saia e a calcinha dela a força, ela trancava as pernas que eu tentava abrir para chupa-la.

Tinha alguma coisa estranha, abria suas coxas a força e caí de boca, sua boceta estava melada de porra, um gosto de macho tomou conta da minha boca. Fiquei furioso, perguntava o que tinha acontecido, ela muito nervosa, eu gritava e ela chorava.

Apesar de ter certeza que minha esposa tinha acabado de ser enchida de porra por outro homem, fiquei com muito tesão, abri suas pernas e chupei sua boceta encharcada de porra com uma vontade enorme, quanto mais gosto de macho eu sentia mais forte eu chupava. Ela gritava de prazer, chorava e gozava feito uma puta. Montei nela e enfiei o cacete na sua boceta melada como se ela fosse uma puta. Socava forte, arrancando gemidos de prazer e dor. Fazia aquela puta gozar como nunca. Enchi sua boceta de muita porra quente, como nunca.

Sai de cima dela, que se virou para o lado e caiu numa choradeira enorme. Me pedia perdão, dizia que tinha sido só aquela vez, que me amava. Eu saí do quarto para refletir, a raiva de ser traído por quem nunca imaginei me consumia, mas o tesão que senti por ela estar toda esporrada era inexplicável.

Voltei para o quarto um tempo depois e falei que a perdoaria com uma condição, que ao menos uma vez por semana ela chegaria em casa recheada de porra para eu chupar e foder ela. Ela se espantou, achou que era um teste, disse que não faria de novo, mas insisti. Queria uma vez por semana sentir gosto de porra de outro macho na boceta da minha esposa.

Passaram uns dez dias e nada, perguntei pra ela quando seria, e ela mandou eu esquecer aquilo, então eu a abracei fiz um carinho e disse que estava tudo bem, que eu queria, que tinha me dado um tesão que nunca tinha sentido. Depois de muita conversa ela aceitou, falou que no dia seguinte eu me preparasse.

No dia seguinte ela chegou da rua, me pegou pelo braço sem dizer nada, me levou para o quarto se deitou, tirou a calcinha e abriu as pernas, que visão maravilhosa, a boceta da minha esposinha cheia de gala de outro macho. Abri bem a bocetinha dela, fiquei um tempinho olhando e caí de boca, me deliciava com aquele gosto de porra. Meu pau latejava, pulava, eu chupava e engolia a esporra que outro macho tinha depositado nela. Depois de limpar tudo montei nela e a enchi de porra quente.

Uma vez por semana ela recheava a bocetinha pra eu me deliciar. Durante uns meses isso me dava um prazer maravilhoso, e a ela também.

Depois de um tempo eu queria mais, já não me contentava em sentir o gosto de um macho nela. Queria a ver sendo fodida, queria beber porra fresca que acabasse de ser entornada nas entranhas da minha esposa. Ela relutou em concordar, mas acabou aceitando.

No dia seguinte chegou em nossa casa o comedor dela, me cumprimentou com um sorriso de deboche e perguntou como seria. Falei para ele fazer tudo que estava acostumado a fazer, que depois eu limpava a bagunça.

Tirei a roupa, me sentei em uma cadeira e observei. Ele foi tirando a roupa dela e dele, beijava minha mulher no pescoço e depois na boca, tirou seu sutiã e apertou seus lindos peitos, tirou a calcinha dela e a sua sunga. Ele tinha um pau grande e grosso, esfregava nela que se revirava toda. Era excitante demais ver minha mulher nas mãos de outro.

Ele a colocou na cama de pernas abertas e chupou minha mulher. Depois de um tempo ela se sentou na cama, ele de pé colocou a rola na sua boca que engoliu de uma vez.

A colocou de quatro na beira da cama e a penetrou aos poucos, eu vi cada pedaço dele desaparecer dentro dela. Minha mulher era fodida cada vez mais forte, gemendo, socando a cama, puxando o lençol. Mandei ela deitar de barriga para cima para não escorrer nem uma gotinha de esporra de dentro dela. Mais umas socadas e ele gemeou e encheu a buça dela.

Puxei ele de cima dela, me ajoelhei e saboreei aquela porra ainda quente, que delícia, uma mistura da porra dele com o gozo dela dava um sabor maravilhoso. Tinha muita goza dentro dela. Engoli tudo, coloquei ela de quatro e enfiei tudo no rabo da minha puta. Mal entrei e já fui gozando. E ele assistindo aquilo ficou de pau duro. Joguei a puta de perna aberta na cama e mandei ele encher de novo.

Ele parecia um cavalo esporrando minha mulher, e lá fui eu de novo beber aquela porra quente. Nesse dia ele deu três gozadas nela que eu bebi todas.

Isso durou alguns meses, eu queria mais emoção. Mas, é assunto para outra hora.

Minha mulher me trai por um aplicativo de paquera.

Tenho lido aqui algumas histórias de traição, flagra de marido na mulher, e fico rindo, achando as situações absurdas só podendo ser ficção, coisa da cabeça de escritores de contos eróticos. Sei que quem ler minha história, assim como eu, vai achar que é ficção, mas não é, aconteceu realmente.

Tenho 33 anos e sou casado com, vamos chama-la de Marília (nome fictício), uma negra mignon de 26 anos, 1,55m, peitinhos durinhos, bundinha empinada, cinturinha, muito meiga e quente, adora chupar e ser comida diariamente. Nossa vida sexual é muito ativa, sou louco pelo seu corpinho.

Tenho um amigo de muito tempo chamado Kleber (nome fictício), prefiro não dizer os nomes verdadeiros, ele é um verdadeiro gigante, 1,87m, louro, olhos claros, quase 100 kg de puro músculo que ele faz questão de exibir. Kleber se separou há pouco, mora sozinho. Sempre saímos juntos, eu, Marília, Kleber e a esposa. Depois de sua separação continuamos saindo os três. Às vezes ficava desconfiado que a Marília tivesse uma quedinha pelo Kleber, mas era coisa da minha cabeça.

Um dia desses o Kleber me chamou na casa dele, me disse que tinha uma coisa para me contar. Fui lá. Ao chegar, ele sem saber como falar, começou com rodeios, falei que fosse direto ao assunto.

Ele me falou que usa um aplicativo no smartphone, chamado Happn, que é um aplicativo de paquera, que mostra, no caso dele, as mulheres que cruzam com ele pelo caminho durante o dia. Se você gostar de alguma aperta um coração e dá um like nela. Ela só vai saber do seu like se coincidir dela também dar um like em você. E o que eu tinha com isso?

Ele me disse que minha mulher estava aparecendo no aplicativo. Não acreditei, ele me mostrou e fiquei achando que era fake. Só tinha um jeito de saber. Como sempre achei que Marília tinha uma queda por ele, se ele desse um like e ela também nós iriamos saber se era verdade. Ele não gostou da ideia, éramos amigos há muito tempo, não seria legal.

Depois de insistir muito ele topou, fiquei olhando e ele deu o like, na mesma hora veio a mensagem que ela já tinha dado um like nele e abriu um janela de bate papo. Falei para ele conversar, ver se era ela mesmo, e era. Os dois conversando e eu do lado. Fiz ele dizer que queria fazer sexo com ela e chama-la para a casa dele. Ela topou na hora. Kleber não sabia o que fazer, e quando ela chegasse? Disse para ele foder ela que eu ia ficar no armário olhando, ele não queria, eu insisti muito e ele topou. Eu queria filmar, o Kleber não aceitou de jeito nenhum, mas eu queria ficar assistindo tudo.

Me escondi dentro de um closet que era grande e tinha umas frestas na porta, o que me dava uma visão privilegiada da cama. Ela chegou, Kléber foi recebê-la na sala, logo entraram no quarto, ela rindo, agarrando ele, arrancou a blusa e a saia, ficando de calcinha e sutiã, tirou a blusa e a bermuda dele, se ajoelhou no chão, colocou a caceta do Kleber para fora, e que caceta, ela, e eu dentro do armário, arregalamos os olhos, e abocanhou de uma só vez, como aquela boquinha engoliu aquela vara de cavalo eu não sei.

Meu pau ficou mais duro do que estava. Ele acariciava a cabeça dela que tratou de tirar a bermuda do Kleber. Ele tirou o sutiã dela, e enquanto ela o chupava ele alisava os peitinhos dela. Um tempo após ela se levantou, tirou a calcinha, deitou na cama de pernas abertas e pediu para ser chupada. Kleber caiu de boca na bocetinha de minha neguinha, eu tremia de nervoso. Ela se contorcia e apertava a cabeça dele com as coxas.

Depois de muita chupada e de fazer ela gozar até não poder mais, ele subiu na cama para atender os pedidos dela para ser comida. O ângulo era perfeito, vi cada milímetro da imensa caceta do Kleber ir entrando lentamente na bocetinha da minha mulher, ela dava gemidos agudos de prazer. O saco dele encostou no rabo dela e começou um vai e vem, um entra e sai frenético, cada vez que a caceta saia trazia as carnes dela para fora, o pau do Kleber brilhava com o líquido do prazer da minha mulher que era a puta dele. Peguei um pano para gozar, não aguentava de tanto tesão.

Ele foi enfiando cada vez mais rápido e mais forte, os gemidos eram mais altos, ela mandava ele foder com mais força, gritava que estava gozando feito uma puta. Comecei e ver a porra grossa do Kleber escorrer de dentro dela. Ele estava enchendo a bocetinha dela de porra. Eu também gozei feito um cavalo de ver minha mulher ser preenchida de porra. Os movimentos foram diminuindo, diminuindo, até eles ficarem parados, extasiados.

Um tempinho depois ela se levantou e foi ao banheiro, ele veio até o closet falar comigo, pedi para ele comer o cuzinho dela. Meu tesão era incontrolável.

Ela voltou do banheiro e o Kleber pegou-a e a jogou na cama, ela já caiu de pernas abertas, ele caiu de boca na bocetinha dela. Direcionou a caceta enorme para a boquinha dela que mamou mais uma vez a pirocona do nosso amigo. Era só gemido e barulho de chupada. Eu estava louco de tesão.

Kleber a colocou por cima e mando ela cavalgar, o que ela sabia fazer como poucas, eu via minha neguinha subindo e descendo no caralhão do Kleber alucinadamente. A cabeça dela sacodia para os lados, os olhos reviravam, ela gozava muito.

Kleber a colocou de quatro e começou a preencher o rabo da Marília com aquela vara imensa, não aguentei e gozei de novo. Kleber empurrava a pica sem piedade na Marília, que pedia mais, e ele socava mais forte ainda. Muitas socadas depois Kleber tirou a rola de dentro dela, posicionou no rostinho da minha mulher e jorrou um mar de esporra na carinha de puta dela, que lambia tudo que escorria. Era muita porra, que felicidade dela. A visão da boceta dela arreganhada, arrombada pelo pirocão do Kleber me fez gozar de novo.

Ela foi embora, eu sai do closet e fiquei imaginando com quantos outros homens do aplicativo ela já tinha fodido. Fica o alerta para os maridos, se sua mulher ficar muito no celular, CUIDADO!

 

Rejane, a crente puta, dando para o pastor.

Oi pessoal, meu nome é Rejane, sou crente e por um descuido desses da vida, num dia muito ruim para mim, acabei traindo meu marido pela primeira vez, e depois desse dia muitas transas foram acontecendo sem que eu procurasse, simplesmente aconteceram e eu me entregava. Minha consciência de mulher crente pesou e contei tudo para meu marido, pedindo seu perdão. Depois de um bom tempo ele me falou que relatou minhas histórias aqui para vocês.

Para quem não leu, vou me apresentar, sou morena, bonita, tenho 1,65m, cabelo preto, comprido e ondulado, cintura fina, bunda grande e arrebitada, coxas torneadas, seios volumosos e firmes, boceta carnuda apertada e fica molhada facilmente, tenho 40 anos, mas corpo de 25/27 anos, sou casada e temos duas filhas. No final dessa história vou colocar os links das historias que meu marido contou.

Depois de contar tudo para ele e pedir seu perdão ele acabou me perdoando. Mas, a carne é fraca e o gosto pelo prazer me fez pecar novamente.

Depois do perdão de meu marido, precisava do perdão do meu pastor. Marquei com ele na igreja em um dia que não tinha atividade para que eu pudesse contar tudo sem interrupção ou o risco de alguém ouvir. Fui para a igreja com uma roupa digna da ocasião, saia até o joelho, e uma blusa larguinha, roupas que não mostravam nada do meu corpo. Meu cabelo estava preso, só um batonzinho claro e um pozinho no rosto, e um perfume bem suave.

Ele já estava me esperando. É um homem alto, mulato, forte, trabalha como pedreiro, o que ajuda no físico, seus 50 e poucos anos. Gentilmente mandou que eu entrasse e me sentasse, ele se sentou de frente para mim, e pediu que eu começasse a relatar os fatos.

Expliquei a ele que tinha, num momento muito ruim do meu casamento, traído meu marido com um colega de trabalho que ficava dando em cima de mim. E que depois outras situações foram acontecendo e por mais que eu não quisesse, acabava cedendo e gostando, depois me arrependia, mas já tinha feito. Ele me pediu detalhes dos acontecimentos, em que situação aconteceu a primeira e as outras em consequência.

Ele me pediu que contasse como foi a primeira vez. Fiquei envergonhada, mas ele me disse que eu teria que abrir meu coração para poder ser perdoada.

Contei para ele que eu estava chorando por causa de uma briga com meu marido, meu colega chegou por traz me consolando, depois me abraçou se encostando forte em mim, senti que ele estava excitado, e deixei. Então ele me abraçou por completo, apertou meus seios, e rapidamente abriu minha roupa.

Então, o pastor me perguntou em que momento e de que forma ele me penetrou. Nesse momento senti que ele estava com tesão em mim, sua voz parecia tremula. Fiquei muito desconcertada, afinal ele é um pastor. Ele foi perguntado e eu respondendo, comecei a ficar melada, reparei que um volume se formou na calça dele. Então em um determinado momento, já a fim de foder com ele, pedi permissão para mostrar como foi que começou, a posição que fizemos, me levantei, pedi que ele se levantasse, mandei ele me abraçar por traz, ele não pensou duas vezes e me agarrou, encostei minha cabeça no peito musculoso dele peguei uma de suas mãos e coloquei em baixo da minha saia, e falei que foi assim que meu colega fez.

Me calei e deixei por conta dele. A mão cheia de calos dele foi subindo pelas minhas coxas que eu as abria lentamente, minha boceta carnuda e raspada estava melada e latejando, corria um melzinho pelas minhas pernas. Ele colocou a mãozona em cima de minha xana e ficou alisando. Abri minha blusa e soltei o sutiã, fazendo meus peitões duros e suculentos saltarem. A pica dele por baixo da calça parecia enorme. O coração do pastor parecia que ia saltar do peito, sua respiração ofegante era alta. Coloquei uma de minhas mãos entre nós e abria sua calça, colocando a mão dentro e segurando sua enorme rola, dura e quente, muito quente. Ele gemendo e me chamando de irmã me deixava louca.

A mão dele foi entrando na minha calcinha, gozei me melando toda, ele me sentiu quente e molhada e enfiou um dedo em mim, minhas pernas tremeram quase cai no chão, foi o segundo dedo e o terceiro. Eu tocava uma punheta nele, queria aquela vara na minha boca. Me ajoelhei e paguei um boquete que acho que ele nunca tinha recebido. A caceta áspera e cheia de veias dele latejava e lambuzava minha boca.

Ele me deitou no chão, abriu minhas pernas, se deitou por cima de mim, e com virilidade, mas com carinho, foi enfiando aquele pedaço de ferro dentro de minha boceta melada. Que delicia, quando senti o cabeção me arregaçando gozei de novo. Devia ter algum tempo que ele não transava, mal conseguiu entrar todo em mim, ele me esporrou feito um pônei no cio. Foi um mar de porra quente me inundando, senti meu útero encher, vazou pelos lados melando o chão.

Ele se levantou rapidamente assustado, parecia que ia correr, o segurei e disse que queria mais. Ele me chamou de pecadora, que eu exalava sexo, meu cheiro deixava ele de pau duro.

Sem que ele terminasse o discurso, abocanhei a vara dele e disse que ia leva-lo para o pecado comigo. A picona dele pulou e endureceu em minha boca. Dei um chupada maravilhosa, lambendo e colocando as bolas dele na boca, depois sugando o cabeção, o fazendo uivar de prazer. Agora foi a minha vez de deita-lo no chão e montar nele, segurei o cacete me ajeitei e fui descendo lentamente deixando a piroca entrar no meu bocetão que já estava aberto.

Fui cavalgando lentamente, e aumentando o ritmo aos poucos, já estava completamente nua, meus melões suculentos sacudiam e pulavam no mesmo tempo que eu cavalgava. Ele os agarrou parecendo que ia arrancar de mim.

Eu esguichava de prazer na rola dele, minha boceta latejava, piscava, eu gozava feito uma louca. Cada vez eu pulava mais com o pau do pastor atolado em minha xana. Me deitei sobre ele e falei muita sacanagem em seu ouvido. Ele puxava meu cabelo e me tratava como uma puta. Eu comia a caceta dele com a boceta esfomeadamente, até ele gritar que estava enchendo a boceta dessa puta de porra. Cavalguei até ele ficar totalmente mole, saiu porra para todos os lados, lambuzando o chão com nosso pecado.

A rola saiu de dentro de mim, me sentei em suas coxas, me tremia toda de prazer, de repente começou a esguichar meu gozo de dentro da minha boceta melando ele todo. Nunca tinha acontecido, foi demais.

Ele se levantou, pegou um pano para se limpar, limpou o chão da igreja e me pegou pelo braço toda lambuzada e nua e me expulsou de lá, me vesti rápido e fui embora. Achei que ia ser expulsa da igreja, mas ele também seria. Preferiu fazer de conta que nada daquilo aconteceu.

Depois outras coisas aconteceram que eu contarei com tempo para vocês.

Deixem seus comentários que eu vou adorar ler.

Leiam as histórias que meu marido contou para vocês:

Minha esposa crente, foi comida pelo colega de serviço.

Minha esposa crente, foi comida pelo diretor da escola.

Arrombaram minha esposa na suruba

Comeram minha esposa crente no trem

Um aluno fodeu a puta da minha esposa na escola

Minha esposa crente, cada vez mais puta.

Comi o traveco, e ele comeu minha noiva

Eu sempre tive vontade de participar de uma sacanagem total, e outra tara era de ver alguém foder minha noiva. Ela não topava nenhuma de minhas sondagens para isso.

Deixa eu me apresentar. Tenho 32 anos sou branco, olhos castanhos claros, 1,75m, físico atlético. Minha noivinha, Fabiana, tem 25 anos, 1,56m, lourinha, cabelinho curto, olhos verdes, peitinhos durinhos, rosadinhos apontando para o céu, coxas grossas, cintura fina e bunda grande, uma bocetinha minúscula, raspadinha e que fica melada logo, logo. Linda e muito deliciosa, todos mexem com ela na rua.

Um sábado a tarde fomos à casa de uma colega de trabalho tomar umas cervejas, minha noiva estava com um vestidinho curto, mostrando bem suas pernas maravilhosas e suas curvas estonteantes. Essa minha colega é lésbica e mora com uma menina deliciosa. Ficamos os quatro bebendo e conversando, mais tarde chegou uma amiga de minha colega, uma morena alta, linda, com um cabelão cacheado, peitos grandes, bundão, com uma bermuda de malha bem apertada, que logo notamos ser um travesti.

Não nos importamos e continuamos a nos divertir, bebendo e rindo bastante. Notei que minha colega sapata não tirava os olhos de Fabiana, que olhava para a traveca toda hora, parecia observar algo. A traveca também notou, em um determinado momento ela rindo perguntou para Fabiana se ela estava procurando o pau dela. Ela riu sem graça, a traveca disse que não tinha problema que era uma curiosidade de muitas pessoas, saber como eles escondiam o pau.

Fabiana confirmou a curiosidade de saber, e ela falou que mostraria se eu deixasse. Como a bebida já falava mais alto, as fantasias que eu costumava ter vieram na cabeça, concordei. A traveca tirou a bermuda mostrando uma bunda maravilhosa, melhor do que muita mulher, estava com uma calcinha de renda minúscula, não dava para ver o pau. Então ela abaixou a calcinha, se virou e mostrou para minha noiva. O casalzinho de lésbicas também se aproximou para ver, e eu não tirava os olhos do rabo da traveca, nunca tinha fodido uma, mas como ia fazer na frente da minha noiva? Só tinha um jeito, botar ela para rolo.

Comecei a dar corda para a sacanagem, pedi que a traveca tirasse o pau e prendesse de novo para todos verem como era. E ela fez. Quando tirou o pau, foi um espanto geral, era um puta cacetão, enorme, grosso e cabeçudo. Fabiana arregalou os olhos e riu, incentivei, perguntei se minha noiva podia segurar, e ela deixou. Fabiana pegou com vontade e deu uma punhetada, o cacete da traveca endureceu na hora. O meu também. Ela me olhava como que querendo minha permissão. Abaixei a calça, fiquei com o pau para fora, abracei a traveca por traz encostando o pau em seu rabão, peguei sua pica, segurei a nuca da minha noiva e coloquei a rola da traveca em sua boca. Ela arregalou os olhos, mandei ela chupar, e ela começou a mamar.

Arranquei minha roupa e a da traveca, as lésbicas ajudaram Fabiana a tirar a dela, ficamos todos nus. Eu me esfregava no rabo e apertava os peitos da traveca, minha noiva devorava a rola dela e as lésbicas, uma chupava os peitinhos de minha noiva e a outra sugava sua bocetinha. Delicia total.  Meu pau parecia que ia explodir. Ver minha noivinha linda chupando um travesti e sendo chupada por duas lésbicas era demais. Meu coração parecia que não ia aguentar. Fabiana delirava de prazer, seu corpo tremia de tesão, esguichava na boca da sapatona. Eu queria o cu da traveca. Coloquei a cabeça na entrada, ela se inclinou um pouco, abriu bem as pernas e me deixou penetrar. Que rabo gostoso, quente e piscava mordendo meu pau.

Comecei a foder aquele rabo, e em pouco tempo já dava estocadas violentas fazendo com que sua rola fosse ate a garganta da Fabiana. As duas sapatas se lambuzavam todas sugando minha noiva como duas vampiras. Gozei feito um cavalo, derramando porra quente no rabo dela. E cai sentado no chão.

As lésbicas abriram as pernas da minha noiva e mandaram a traveca meter a rola gigante na bocetinha dela que aquela altura já estava toda melada. O traveco montou nela, enfiou tudo na bocetinha e ficou metendo com força. Quase desmaiei de ver um travesti, de cabelão, peito e bunda fodendo minha noivinha que eu tirei o cabaço.  Ela gemia feito uma puta. Mandava meter mais forte. Minha colega veio me chupar me deixando preparado, mandou a mulherzinha dela montar em mim, e foder gostoso. Fique ali um bom tempo fodendo, mas queria mesmo o traveco. Sai de dentro dela e fui de novo no rabo do travesti que estava engatado em Fabiana. Enfiei tudo, enquanto eu  fodia ele, ele fodia minha noiva.

Esporrei com tudo no rabão dela, era tanta porra que saiu escorrendo pelo saco dele e melando a Fabiana , rapidamente o traveco encheu a bocetinha dela de muita porra gosmenta e quente, minha noiva ficou louca com aquilo. Caímos uns por cima dos outros de tanto prazer.

Descansamos um pouco, fui tomar um banho, minha colega foi atrás de mim, entrou no chuveiro comigo. Ficamos de sacanagem, meti um pouco nela sem gozar, e fui pra sala. Que cena maravilhosa, Fabiana ajoelhada em uma mesinha chupando a sapata que estava na mesa grande de perna aberta, a traveca de vara dura se preparando para meter na Fabiana, me viu chegando e falou para eu ver minha noivinha ser enrabada por um travesti.

Me ajoelhei por traz deles para ter a visão completa, a traveca melou a rola na boceta da Fabiana e empurrou tudo no cuzinho dela, de uma só vez, ela deu um gritinho e voltou a chupar a bocetinha. O traveco pegou ela pela cintura e levantou, mandou em me sentar de frente para ela e foi descendo Fabiana na minha vara, arreganhei bem ela e preenchi a sua boceta. Lá dentro dava para sentir a vara do traveco no cu dela. Fabiana parecia em transe, possuída, preenchida por duas varas. O travesti bombava muito nela, eu só parado deixando o balanço trazer e levar ela do meu cacete.

Quase que ao mesmo tempo enchemos os dois buracos da minha noivinha que eu tinha colocado para ser puta de traveco.

Flagrei o pastor fodendo minha mulher crente

Meu nome é Sebastião, tenho 49 anos e sou negro, tenho uma pequena firma de pedreiro e muitas vezes eu mesmo meto a mão a faço o serviço, isso me ajuda a ter um bom porte físico. Minha mulher, não vou dizer seu nome, tem 32 anos é uma negra de 1,65 m, bonita, bunda grande, peitos fartos, cabelo encaracolado, de uma família de crentes, frequenta a igreja desde que nasceu. Na nossa vida sexual temos sempre algumas divergências, pois ela diz que não pode fazer certas coisas por que é errado. Por exemplo, sexo anal, sexo oral, e outras brincadeiras.

Estava em casa num sábado de manhã e ela tinha ida à igreja. Recebi uma ligação de um cliente querendo um orçamento urgente. Quando ia saindo vi que ela tinha esquecido de levar a chave. Como ela demorava mais que o normal, para não me atrasar levei as chaves na igreja para ela.

A igreja parecia vazia, sem nenhum movimento, o portão estava fechado, mas não trancado. Entrei em silencio e fui para porta principal que estava trancada. Olhei pelo vidro e não tinha ninguém, mas a porta dos fundos estava aberta. Fui por lá. Entrei, ouvi um sussurro tipo um gemido, parecia alguém chorando. Achei que fosse alguém contando algum problema para o pastor. Para não atrapalhar andei bem devagar e olhei por uma janelinha para sala de onde vinham os choros.

Quase cai sentado, tive que me apoiar nas paredes para não cair. Minha mulher estava debruçada em uma mesinha apoiada pelos cotovelos, saia levantada com o bundão cor de chocolate para o alto, blusa toda aberta e o sutiã levantado, de pernas abertas e o pastor com a calça arriada até o chão metendo a rola nela.

Não sabia o que fazer, fiquei olhando, pensando numa atitude. Meu pau ficou duro. Resolvi olhar mais. Ele meteu a mão na boceta dela e tocou uma siririca enquanto socava com força. Os peitões dela que parecem dois ovos de páscoa deliciosos balançavam, roçando os bicos na mesa. Ela o mandava meter com mais força. A mesa parecia que ia quebrar. A única coisa que pensei em fazer foi colocar a pica para fora e tocar uma em homenagem a crente piranha da minha mulher.

Eu via o melado do prazer deles escorrer pelas pernas mulatas da minha mulher, a puta do pastor. Ela gemia igual uma gata no cio, rebolava e dava soco na mesa, ele a apertava pela cintura e força a mão no bocetão dela, a chamando de irmã gostosa.  Eu estava quase gozando. Ele empurrou a vara bem no fundo dela e urrou igual a um urso, esporrou as entranhas quente e deliciosa da minha mulher, enquanto o corno aqui esporrava na mão.

Quando ele sacou a rola pude ver como era grande a caceta do pastor, vermelha e grossa. Saiu um mar de porra branca escorrendo pelas pernas de ébano da minha nega, que ficou paradinha esperando descer tudo. Minha vontade era de chorar, ir lá acabar com a farra.  Depois ela ficou em pé, tirou a saia, se ajoelhou e abocanhou a rolona do pastor de uma só vez, minha piroca pulou na hora, preferi, como bom corno, continuar olhando. Ela chupava como nunca me chupou, parecia puta profissional, ele deve ter ensinado para ela. As vezes engolia tudo, as vezes vinha tirando deixando só a cabeça na boca sugando e lambendo para em seguida engolir tudo de novo, lambia e colocava as bolas dele na boca. Depois ela  deitou de costas na mesa, segurou as pernas em posição de frango assado e pediu para ele meter de novo. Ele não pensou duas vezes e empurrou dentro dela, rola na boceta e as mãos nos peitões. Eu estava adorando ver minha mulher santa, séria e recatada ser uma puta tremenda nas mãos daquele filho da puta, nãos mãos e na pica.  Ele tirava de dentro se ajoelhava e mamava a xana lambuzada dela que se tremia toda, tento espasmos de gozo. E ele subia e enfiava mais um pouco, tira de dentro, dava a volta e colocava ela para mamar mais, voltava e enfiava na gruta fervente dela. Até ela pedir para ele comer o cuzinho dela. Não acreditei no que ouvi, ela nunca me deu, dizia que era errado, que era coisa de homem com homem.

Ele segurou as pernas dela e as empurrou colando no peito, e sacou a tora e enfiou no cu da minha esposa. Foi direto, ela nem reclamou, não acreditei que foi fácil assim, quase fui lá conferir. Só acreditei quando ela disse que era uma delicia sentir ele dentro do rabo dela.

E ficaram ali, ele comendo minha mulher em posição de frango assado. Minha caceta latejava e explodi de prazer, esporrando mais uma vez na mão. Ela colocou os pés no peito dele e o empurrou o tirando do rabo, saiu da mesa, pegou duas cadeiras, colocou um joelho em cada uma ficando bem aberta, se apoiou na mesinha e mandou ele enfiar tudo. Num tranco só ele entrou novamente no rabo dela. Começou o vai e vem, cada vez mais forte e mais rápido. Gemidos fortes, tapas na bunda dela, o saco batendo nas coxas dela, que esfregava as mãos na boceta para aumentar o tesão. Era uma delicia ver aquilo. Ela gozava muito, ele sentindo um prazer enorme dentro dela, loucura total, até que mais um jorro de porra quente inundou minha mulher, dessa vez no rabo.

Ele tirou de dentro, ela continuou de quatro, dava para ver o cuzinho dela latejando e jogando muita porra para fora, escorrendo pelas pernas, a mão dela acariciava a xereca fazendo um esguicho de gozo sair de dentro dela. Ele pegou uns papeis toalhas a limpou a esporração que escorria dela, que pegou as roupas para se vestir. Corri para casa ainda de pau duro para esperar por ela e ver a história que a piranha iria me contar.

Adorei ver isso tudo e ficava imaginando se teria a sorte de ver uma cena dessa novamente.

O que vocês fariam no meu lugar?

O dia que eu fodi a mulher do pastor.

Oi pessoal, meu nome é Roberto e gosto muito de ler os contos desse blog, sempre que posso acompanho os casos, alguns reais outros nem tanto. Mas o que tomei coragem para relatar para vocês aconteceu realmente há alguns dias.

Tenho 28 anos, sou alto, branco, tenho um corpo normal sem grandes atrativos físicos, exceto meu cacete que é bem grande e grosso. Sou solteiro e moro com meus pais que são comerciantes e trabalhamos juntos na nossa loja.

Algumas ruas após a minha casa mora uma família de crentes, amigos de meus pais, o marido é pastor, a esposa é missionária e suas três filhas. A esposa, Bárbara, tem seus 38/39 anos, muito educada, elegante, se veste bem, bonita, branca, alta, cabelos pretos e longos, e apesar das roupas compridas e largas que usa dá para notar que tem um corpo bastante gostoso, principalmente a bunda que é grande.

Neste dia, meus pais tinham ido para loja e eu fiquei em casa e iria à tarde. Fazia muito calor, um sol tremendo, estava na piscina, de sunga apertada quando a campainha tocou. Fui atender e era Bárbara. Abri um pedaço do portão com o corpo atrás e a cumprimentei, ela disse que estava trazendo uma encomenda para minha mãe, e me perguntou se podia entrar e tomar um copo d’água pois o sol estava forte e ela não estava se sentindo bem. Abri o resto do portão, ela entrou seguindo na frente e eu atrás, não tinha me visto de sunga ainda.

Quando ela sentou é que viu que eu estava de sunga e ficou meio desconcertada, mas, discretamente olhou uma ou duas vezes para o volume na minha sunga. Fui pegar a água e me deu uma vontade enorme de foder aquela crente gostosa. Meu cacete ficou duro igual um cano de ferro. Coloquei de uma forma que o volume ficou muito maior. Levei a água e quando ela viu o volume arregalou os olhos, tentou disfarçar, mas eu vi.

Dei o copo para ela e me debrucei por cima dela com a desculpa que ia afastar uma madeira que a estava incomodando, dava para ver a respiração ofegante dela. O cheiro dela ela delicioso. Tinha que tomar coragem e atacar, ou ia dar merda ou ia comer aquela carne saborosa.

Ela se levantou rapidamente, colocou o copo na mesa e falou que estava indo, então entrei na frente dela e pedi que ficasse. Ela se assustou me afastou com as mãos e disse que estava indo. A segurei pelo braço, a reação dela foi me empurrar e perguntar o que eu estava fazendo que ela ia contar para meus pais.  Segurei com força e a joguei sentada na cadeira, botei o pau para fora, ela se desesperou, eu a segurei pela nuca, quando abriu a boca para gritar enfiei a rola toda em sua boca, foi quase até a garganta. Os olhos esbugalhados, se batendo para sair, forcei e coloquei um joelho  em suas pernas e a dominei. Ela me olhava desesperada, falei que era melhor ela aproveitar.

As lágrimas escorriam pelo seu rosto, mas, fui sentindo levemente ela me mamando, bem modestamente. Retirei um pouco da vara para ficar mais confortável para ela, que parecia gostar e chupava cada vez mais gostoso. Diminuí a força que fazia na nuca dela e passei a acariciar seus cabelos. Ela esfregava as pernas umas contra as outras cheia de tesão. Nos ajeitamos, ela abriu as pernas e eu entrei no meio, em pé de frente para ela, que puxava a saia aos poucos para cima com uma das mãos, começando a mostrar as pernas maravilhosas que tinha, com a outra mão segurava minha pica que latejava em sua boca gostosa e molhada, já conseguia ouvir seus gemidinhos.

Sua mão continuou a subir por entre suas pernas até começar a acariciar sua boceta por cima da calcinha. Logo, logo ela colocou a mão por dentro e tocou uma siririca, se tremendo toda.

Eu desabotoei sua blusa, soltei o sutiã e vi seus peitões pularem para fora, duros e bicudos, pediam para serem chupados.

A segurei pelos braços e delicadamente a levantei a levando para uma mesa onde a coloquei deitada de barriga para cima, ela já estava completamente submissa. Suspendi sua saia até a cintura e tirei lentamente sua calcinha, revelando um bocetão carnudo, molhado e peludo.

Caí de boca chupando aquela delicia, minhas mãos amassavam suas tetas duras, ela apertava minha nuca como que querendo enfiar minha cara toda pra dentro de seu bocetão. Não precisei muito esforço para fazê-la gozar aos jatos em minha boca. Ela gemia e chorava ao mesmo tempo.

Fiquei em pé, abri mais suas pernas e fui com minha caceta dura na direção da boceta ensopada dela, que implorava para eu não penetra-la. Fui acalmando ela, dizendo que ia só encostar, só esfregar, fui esfregando e colocando aos poucos, bem lentamente minha cabeça foi para dentro dela, que balançava a cabeça negativamente, mas abria cada vez mais as pernas.

Aproveitei cada centímetro de pau que coloquei dentro dela. Era um sonho, não acreditava que aquela mulher séria e recatada estava de pernas abertas em cima da mesa levando minha rola toda em seu buraco quente.

Tirei de vez sua saia, sua blusa e sutiã, a deixando completamente nua na mesa. Ela protegia os seios coma as mãos. Eu começava um vai e vem, um entra e sai em sua carnuda e latejante boceta. Inclinei meu corpo sobre o dela e delicadamente chupei seus melões, passando a língua por ele todo depois enfiando os bicos eriçados na boca. A intensidade das metidas ia aumentando.

Subi na mesa, beijei sua boca com muita fome e fui correspondido com um beijo de língua delicioso. A essa altura socava com toda força dentro dela, quase virando a mesa. O barulho de meu corpo batendo no dela e seus gemidos podiam ser ouvidos de longe. Senti meu corpo todo tremer, meu coração disparar e uma sensação maravilhosa de um gozo intenso e abundante, enchi minha puta crente de porra quente e grossa.

Ficamos deitados na mesa. Ela parecia ter desmaiado. Me levantei lentamente saindo de cima dela, que continuou de pernas abertas, deixando minha porra escorrer e melar toda a mesa. Seus braços caídos para os lados.

Ajudei a se levantar, peguei pelas mãos e fomos para o banheiro. Tomamos um banho, fomos para meu quarto e ela me pediu que pegasse suas roupas que estavam na varanda. Quando voltei ela estava deitada na cama com o bundão para cima, chorando. A abracei com carinho, minha pica endureceu na hora, perguntei se ela tinha gostado e medisse que sim mas que tinha cometido um pecado horrível.

Ficamos abraçados fazendo carinho, coloquei o pau em suas mãos que me tocou uma punheta gostosa. Direcionei sua cabeça para meu pau e ela logo abocanhou e mamou deliciosamente. Parecia mais solta, devolvi o prazer chupando sua boceta peluda. Eram esguichos de gozo em minha boca, seu corpo se estremecia por inteiro.

Depois de muita chupada deitei de barriga para cima e a coloquei por cima para cavalgar. Muito envergonhada, segurando os peitões ela foi montando e deixando meu caralho a preencher. Cavalgava devagar, e aos poucos foi aumentando o ritmo, puxei suas mãos as segurando para ver seus suculentos peitões balançarem conforme ela trepava.

Já enlouquecida, pulando literalmente na vara, jogando os cabelos longos para todos os lados, Bárbara gritava de prazer, falava que iria para o inferno, mas queria gozar muito antes.

Tirei-a de cima e a coloquei de quatro fodendo sua boceta toda esfolada de tanta vara. Pode finalmente apreciar aquele rabão que tanto desejei. Queria foder aquele cuzinho rosado. Deixei-a louca, depois tirei minha pica do seu buraco e comecei a enfiar no cuzinho. Ela entrou em pânico, falava que nunca tinha feito aquilo, que não queria que ia doer. Tive que domina-la e com carinho forcei meu cabeção nela. Não dava para imaginar que fosse entrar, era muito apertado e isso me deixava louco.

Forcei, forcei e ela chorava, pedia para parar, eu ia sentindo o cuzinho de Bárbara se rasgando e abrindo caminho, era muita força. Minhas pernas tremiam e as dela também. Passei meus braços em volta de sua cintura, falei para ela relaxar que eu pararia, senti seu corpo ficar mole, respirei fundo e atochei tudo de uma vez, foi um berro pavoroso, Bárbara estava enrabada.

Dei um tempo dentro, parado, para ela se acostumar e se acalmar. Depois comecei a bombar bem devagar, aumentando aos poucos até sentir que a tinha arrombado. Comecei a socar com força, arrancando gritinhos, gemidos e chorinhos. Minha mão achou o grelinho dela dando-lhe prazer que ela merecia. Sentia sua xereca latejar, seu mel escorrer feito cachoeira em minha mão. Que delicia, como Bárbara é maravilhosa, deliciosa e saborosa. Foi minha melhor mulher. Fiz ela gozar muito com meus dedos enquanto enfiava em seu cuzinho. Entre gemidos, gritos e estocadas, gozei feito um cavalo no rabo daquela mulher crente.

Desabei feito um morto por cima dela, que desmaiou de prazer. Ficamos engatados um tempo até eu conseguir pernas para me levantar. Bárbara tentou ir para o banheiro se lavar mas caiu de quatro. A ajudei, tomamos um banho e ela se foi, tropeçando nas pernas.

Depois disso todas as vezes que nos esbarramos ela desvia o olhar, abaixando ou olhando para os lados. Nunca mais tive outra chance com ela.

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