O dia que eu comi a titia

O relato que vou fazer aconteceu há algum tempo, quando eu tinha 16 anos.
Minha tia, irmã da minha mãe, que na época tinha uns 29 anos,  tinha acabado de separar do marido. Ela era muito bonita e gostosa.  Mulata alta, peitos volumosos e duros,  cintura fina, quadris e bunda grande, coxas grossas,  meus amigos eram doidos por ela,  e eu também.
Nesse dia minha mãe mandou levar umas coisas para ela, que morava em uma casa. O portão estava aberto,  dei a volta e entrei pelos fundos em silêncio. Quando cheguei na sala, minha tia estava nua, sentada na poltrona,  de pernas abertas, passando prestobarba no bocetão,  lambuzado de creme.
Fiquei estatelado, olhos arregalados, pau duro, sem conseguir me mexer.
Quando ela me viu sorriu e perguntou o que foi?
Eu sem ação,  só apertava o pau por cima da bermuda.
Ela mandou eu me aproximar e ajudar a raspar a boceta.
Me ajoelhei, peguei o prestobarba e comecei a raspar ela, tremia muito,  ela mandou ter cuidado para não corta-la.
De repente ela tirou o aparelho da minha mão e puxou a minha cabeça ao encontro dela, toda melada de creme.
Comecei a chupar a titia,  lamber, arrancar gemidinhos dela. O melzinho dela escorria pelo meu queixo,  uma delícia.
Depois de um tempo ela me colocou de pé e veio com seus lábios carnudos na direção da minha pica. Eu nunca tinha ficado com uma mulher.
Mal ela colocou a boca quente e molhada na cabeça eu despejei uma dose cavalar de leite quente no rosto dela,  que riu.
Aí ela me chupou bastante, eu estava alucinado de tesão.  Ela deitou no tapete abriu as coxas deliciosas e mandou que entrasse nela.
Comecei a foder minha tia, antes de meter a metade dei uma gozada forte, ainda com o pau muito duro, enfiei o resto. Socava com muita força,  era minha primeira vez. Ela era deliciosa, muito quente e bastante melada e apertada. Gozei de novo.
Ela me jogou de costas no tapete e montou em mim. Cavalgava cadenciadamente, seus melões suculentos subiam e desciam me deixando com muito tesão. Enchi, de novo,  a boceta quente da titia.
Ela ficou de pé, pegou um paninho no sofá e enfiou no bocetão, limpando toda sujeira que eu tinha feito lá dentro.
Depois me sentou no sofá e ajoelhada vez um boquete que nenhuma outra mulher fez melhor depois dela. Me deixou duro igual uma barra de ferro.
Pegou o creme que ela usava para se depilar, passou no meu pau,  ficou de quatro no tapete  e mando eu comer o cuzinho da titia.
Muito nervoso,  enfiei tudo de uma vez, arrancando um gritinho e uma risada dela, me chamando de guloso.
Eu fodia forte o cuzinho dela, apertava os peitões, alisava o grelinho dela que rebolava feito uma puta.
Fazia ela gozar como louca,  nunca encontrei mulher melhor que ela.
Depois de muita socada e com o pau todo esfolado,  gozei muito no cuzinho da titia.
Caímos quase desanimados no tapete. Depois de um tempo fomos tomar banho juntos,  ainda consegui forças para comer ela no chuveiro, e fui embora nas nuvens. Não acreditava que tinha comido a minha tia.
Fiquei quase um ano fodendo ela sem parar, até ela se mudar para outra cidade.