Minha esposa arrumou um comedor no trem (parte 2)

Oi galera, sou o Carlos, contei aqui como minha esposa deu mole para um cara dentro do trem e depois os dois descerem e foram para um motel, e eu de longe vi tudo.

Lembram que eu disse que a noite peguei o celular dela e encontrei um vídeo que o negão tinha feito deles trepando? Agora vou contar o que eu vi nesse vídeo que me deixou louco.

Para quem não lembra, minha esposa Regiana tem 45 anos, é branca, gordelicia, 1,65 m, bunda grande, cintura fina, seios fartos e duros, cabelo curto pintado de louro, uma boceta carnuda e apertada, um pouquinho de celulite nas coxas que a deixam mais gostosa.

O vídeo começa com ele ajustando o celular para filmar e ela timidamente em pé ao fundo, parecia não saber que estava sendo filmada.

Ele foi até ela, a abraçou, beijou sua boca, tirou a camiseta dele e dela a deixando de sutiã. Encheu a mão nos melões dela por cima da sutiã, a abraçou e sutilmente abriu o sutiã e o tirou deixando Regiana com os peitões a mostra, que ele tratou de mamar os dois de forma bem forte.

Ela colocou as duas mãos em torno do pescoço dele e jogou o corpo para trás, ficando com os melões suculentos para o alto facilitando que ele os chupassem gulosamente.

Depois ele a sentou na cama, colocou o cacetão preto para fora, duro igual uma barra de ferro, e foi na direção do seu rosto. Regiana parecia assustada e admirada com o tamanho e a grossura da pica que ela estava prestes a saborear.

Ele esfregou a pica no rosto dela, na boca, até que bem devagar ela foi abocanhando aos poucos até engolir quase tudo, mesmo com a boca bem aberta ainda sobrava pica de fora.

Ela mamava com vontade, engolia até a garganta, tirava e chupava a cabeça, depois colocava o saco na boca, o negro se tremia todo com o boquete da Regiana, a segurava pelos cabelos e a puxava ao seu encontro as vezes causando ânsia de vômito nela de tão fundo que a pica ia. Eu tocava uma punheta atrás da outra, já não tinha quase porra em meus ovos.

Não aguentando mais, a caralha dele latejava na boca da minha mulher, ele a deitou de barriga para cima, arrancou sua calça e a calcinha, abriu as pernas dela, se ajoelhou no chão a caiu de boca no bucetão dela. Ele devorava sua xana com muita fome.

Regiana delirava, gemia como uma puta safada, gritava que estava gozando toda hora, agarrava a cabeça do seu fudedor e apertava contra seu bucetão e o esfregava na boca do macho.

Enfim chegou a hora, ia ver minha mulher entrar na vara, ele se levantou, subiu nela que se ajeitou na cama, e enfiou a caceta de uma vez na buceta da Regiana que deu um gemido forte de prazer.  Com a buceta toda melada foi fácil engolir aquela cacetona preta.

Ele fodia minha mulher com gosto, socava sem piedade nela que gemia e mandava ele meter com mais força, mandava ele fuder com força a puta dele. Gritava pedindo para encher ela de porra quente, que delicia, eu estava adorando ver aquilo.

Não demorou muito e ele fez sua vontade esporrando muito dentro dela. Ficaram imóveis, engatados curtindo a foda que tinham dado. Ele saiu de cima dela e a picona preta parecia mais dura que antes. Escorria um rio de porra da xereca da Regiana que continuava com as pernas arreganhadas.

Ele a colocou de quatro com as pernas abertas, as palmas das mãos apoiadas no colchão, enfiou os dedos na buceta melada da minha mulher e lambuzava seu rabão num sinal que ela teria seu cu furado. ficou fazendo isso, metendo os dedos, tirando o gozo de dentro dela e lambuzando o rabão.

Depois colocou a cabeçona na entrada do cu dela, achei que seria um sacrifício para ele comer aquele cu, ela nunca tinha me dado, mas, para minha surpresa entrou fácil, ela devia estar dando o cu para outros por aí.

O negão foi fudendo ela cada vez com mais força, seus peitões balançavam no ritmo das socadas, quanto mais forte ele metia mais os melões balançavam, me deixando alucinado.

Eles urravam de prazer, depois de um tempo ele deitou na cama e ela sentou na pica de costas para ele e rebolou e cavalgou com o rabo engatado na rola preta com uma louca, ela tocava uma siririca enquanto tomava no rabo.

Ele gritou que ia gozar, ela estava num transe de prazer tão grande que quando ele esporrou o rabo dela, ela caiu da cama, ficou ajoelhada no chão com o peito na cama quase desmaiada.

Ele tinha filmado em várias etapas, foram 3 horas de muita foda e putaria. Regiana devia estar toda arrombada, dormindo em nossa cama. Dei um jeito de passar para meu celular os vídeos de minha mulher fudendo.

No dia seguinte vi bastante, cheguei em casa e dei a maior foda que eu já tinha dado na puta da Regiana.

Estou louco para contar pra ela que vi o vídeo e pedir para ela ou filmar suas transas para mim ou me levar junto para assistir ao vivo ela fudendo com outro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Minha esposa arrumou um comedor no trem

Oi galera, meu nome é Carlos e vou relatar uma coisa que aconteceu comigo.
Tenho 55 anos, minha esposa, Regiana tem 45 anos, é branca, gordelicia, 1,65 m, bunda grande, cintura fina, seios fartos e duros, cabelo curto pintado de louro, uma boceta carnuda e apertada, um pouquinho de celulite nas coxas que a deixam mais gostosa.
Somos casados há mais de 20 anos e nunca vi nada que me fizesse desconfiar dela.
No dia em questão saímos juntos para trabalhar, moramos na zona oeste do Rio de Janeiro , e usamos o trem. Estávamos a caminho da estação quando lembrei de um documento deixado em casa, tive que voltar, ela queria voltar comigo ou me esperar, não precisava, ela ia se atrasar também. Falei para ela ir que eu pegaria o próximo trem.
Voltei, peguei o documento e fui correndo para estação. Minha esposa estava no início da plataforma, vi o trem chegando, corri, mas não ia dar tempo de chegar até ela, entrei no mesmo vagão, umas 3 portas antes dela.
Regiana não me viu e não a chamei para não gritar no trem. De onde eu estava dava para vê-la, mas ela não conseguia me ver.
Ela estava com uma calça de malha cinza bem apertada no corpo, mostrando as curvas do seu rabão e o volume, dividido no meio de seu bocetão carnudo raspado, uma camiseta branca, comprida, mas que ela puxava pra cima deixando seu corpo a mostra.
O trem estava cheio, na estação seguinte encheu mais. Um negro alto e forte entrou e parou perto dela. Na estação seguinte encheu mais, o negro encostou nela que não demonstrou nenhuma reação. Com o tempo ele ficou totalmente atrás dela que não reagia. Achei que não estavam encostados, mas quando entraram mais pessoas e o empurra empurra fazia ele ir pra frente a pra trás e ela acompanhava o movimento dele, demonstrava que ele estava atochado no bundão dela. Aquilo me deixou inesperadamente cheio de tesão.
Pensei que ela não queria falar nada por medo ou vergonha. Mais a frente já estavam bem colados, ele se inclinou e falou alguma coisa no ouvido dela que o olhou de lado e sorriu, foi o suficiente para meu pau quase rasgar a calça, tinha sacanagem rolando.
As estações foram passando e eles conversavam discretamente, ele falava no ouvido da Regiana, que sorria e falava frases curtas.
Até um certo ponto estavam os dois com as mãos para cima, segurando no ferro do trem, depois de algumas estações ele desceu uma das mãos, logo mais a diante ela também desceu uma das mãos. De onde eu estava não dava pra ver, mas minha imaginação é que ele estava alisando o rabão da Regiana ou quem sabe até com a mão dentro da calça dela, e ela segurando a caceta do negão por cima da calça ou dentro da calça, senti um tesão enorme, estava tonto de ciúmes e de vontade de ver aquele negro metendo a bengala preta no bucetão apertado da Regiana.
Quando o trem passou da estação Deodoro ele começou a falar mais intensamente no ouvido dela que ria e balançava a cabeça que não, e ele insistia, ate que ela virou a cabeça para ele rindo e deu pra ver direitinho ela dizer SOU CASADA, e ria novamente, doida pra provar a rola preta.
Regiana vai sempre até a estação terminal da Central do Brasil, ela trabalha no Centro, mas quando o trem se aproximou da estação Madureira o negão se virou em direção a porta e parecia insistir para ela descer, ela ria e balançava a cabeça que não, quando o trem parou e abriu as portas ele colocou as mãos no ombro dela e foi para porta, ela desceu com ele.

Sai rápido do trem no meio das pessoas e me escondi, vi os dois andando, a calça da Regiane estava molhada de um lado da bunda, o filho da puta tinha gozado no rabo dela dentro do trem. Subiram as escadas, dei um tempo e subi também, eles já estavam quase no topo, dava pra ver ele com a mão na bunda dela.
Fiquei de longe, mas olhando para não perder eles de vista. Dei distância e fui atrás, eles atravessaram e eu também, sempre distante, bem a frente eles deram as mãos, andaram rápido e entraram num motel, eu parecia não querer acreditar mas não podia ser outra coisa, minha mulher desceu do trem bem antes da estação dela, só podia ser pra ir para o motel.
Fiquei num ponto de ônibus próximo ao motel sentado esperando, imaginando todas as sacanagens que eles estavam fazendo, na quantidade de porra que ela estava levando em seus buracos. Quase gozei na calça, só não toquei uma punheta porque estava no ponto de ônibus.
Ficaram 3 horas lá dentro, ela saiu com cabelo molhado e feliz da vida, foi para estação, fui atrás sem ela ver. Fiquei olhando aquela puta de longe, puta que achei que era só minha, foi muito fácil um desconhecido encostar nela e em menos de uma hora já estava fudendo ela. Quantos outros homens estavam enfiando na minha Regiana?
Passei o resto do dia no trabalho pensando em como foi fácil comerem minha mulher, toda hora ia no banheiro tocar uma.
Fui para casa, chegamos quase juntos, ela agia como se não tivesse acontecido nada. Jantamos, vimos tv e fomos dormir. Não consegui pegar no sono.
Lá pelas tantas quando ela estava num sono profundo, peguei seu celular e fui para sala tentar desbloquear, não foi difícil, fui direto no zap ver se tinha

mensagens e quase morri com o que achei. O fudedor tinha filmado e mandado o vídeo para ela.
Na próxima eu conto com detalhes o que vi no vídeo, vocês vão se deliciar.

Mamei nos peitos da mãezinha na van

Um dia desses estava voltando para casa em uma van, que faz transporte alternativo. Ao meu lado tinha uma jovem mãe com uma criança de uns dois anos no colo, mulatinha, bonita, estava de saia de um tecido fino, que subia a todo movimento da menina, deixando umas coxas gostosas aparecendo.

Eu sou branco, magro, tenho 48 anos e boa aparência.

A viagem era um pouco longa, estávamos no último banco, que tinha três lugares, ela estava na janela, eu no meio e uma senhora no corredor.

Era noite, as luzes estavam apagadas, ficando acesa só uma perto do motorista, que clareava levemente a van. Mais para frente a senhora desceu e eu cheguei para o corredor deixando a mãe mais a vontade.

A van foi esvaziando e ainda tinha muito chão pela frente. A mãe pegou um pacote de biscoito e uma garrafinha e deu para menininha, que era boazinha, toda hora batia no meu braço me oferecendo as coisas. Eu ria, agradecia, e continuava mexendo no celular.

Uma hora ela bateu no meu braço, quando olhei ela estava mamando no peito da mãe, tirou a boca, segurou o peito e me ofereceu. Fiquei de olho arregalado, sem ação.  A mãe sorriu e disse: “Criança tem cada ideia.” Eu sorri sem graça e tirei os olhos por respeito, mas, confesso que não parava de pensar naquele peitão redondo, moreno cheio de veias, escorrendo leite.

Depois de mamar, a garotinha dormiu a mãe a deitou no banco próximo a janela e veio par o do meio, ao meu lado. Começou a puxar assunto comigo, que entrei na conversa, sempre olhando os melões dela. Ela viu que eu estava olhando e ficou me encarando, gelei quando notei. Ela falou simplesmente: “Gostou”? eu balancei a cabeça que sim. Então, sem dizer nada ela colocou o peitão para fora e me olhou, fiquei sem ação, quando me refiz coloquei a mão e fiz um carinho, o peito dela estava duro de tanto leite e quente, meu pau quase estourou a calça. Ela fechou os olhos encostando a cabeça no meu ombro. Eu apertava o peito que espirrava leite, parecia estar ordenhando uma vaca.

Não resisti e cai de boca naqueles melões redondos que pareciam ovos de páscoa que jorravam leite. Mamava nos dois, o leite escorria pela barriga dela, molhando sua roupa. Ela primeiro apertou meu pau por cima da calça, depois a abriu e colocou minha caceta dura para fora e punhetou, sua mão quente e úmida me levava à loucura. Só tínhamos nós e o motorista.

Sua saia era de um tecido leve o que facilitou para eu colocar a mão em suas coxas e ir subindo até chegar em seu bocetão carnudo e quente, alisei por cima da calcinha que estava ensopada, depois coloquei a mão por dentro e esfreguei carinhosamente seu grelo que estava bem duro.

Senti ela gozar em meus dedos que os enfiei dentro dela. Sua boceta apertava meus dedos e quanto mais eu esfregava mais sentia jatos de gozo saindo dela. Seus tetões em minha boca eram sugados até a exaustão. Chegava me engasgar de tanto leite que ela soltava.

Já muito cheia de tesão, ela caiu de boca na minha rola, chupando com vontade. Sugava a cabeça e depois deixava entrar toda até a garganta, voltando para cabeça. Enquanto mamava ela esfregava os peitões em minha calça, me melando todo de leite, e eu trabalhando sua xana melada.

Não demorou muito naquela chupada e eu enchi sua boca de muita porra quente. Há muito tempo eu não esporrava tanto em uma vadia. Segurei ela pela nuca e a forcei para baixo, esporrando em sua garganta, que engoliu tudo.

Ela pegou uma toalhinha na bolsa, limpou os cantos da boca lambuzados de porra, limpou os peitões molhados de leite, ajeitou a blusa, a calcinha, a saia, pegou a filha que dormia ao lado e desceu.

Não tive tempo de saber seu nome, nem trocar telefone ou zap, nunca mais vi a gostosa dos peitões cheios de leite.