Adoro chupar minha esposa esporrada por outro

Meu nome é Adriano, tenho 38 anos, sou mulato e um corpo normal. Minha esposa se chama Patrícia, tem 34 anos, morena 1,72m, falsa magra, comum corpo bem torneado, coxas roliças, peito pequeno e durinho, cabelos compridos e lisos. Uma bocetinha bem apertada e molhadinha, sempre depilada.

Somos casados há 6 anos e nunca tive nenhum motivo para desconfiar dela, sempre muito séria e recatada com os outros.

Um dia cheguei em casa bem mais cedo para fazer-lhe uma surpresa, queria dar uma boa trepada com ela, mas, ela não estava. Não dei importância. Passou algum tempo e ela chegou, fiquei empolgado, já estava de pau duro esperando por minha mulherzinha. Ela parecia meio desconcertada ao me ver em casa, agarrei ela e fomos para o quarto e ela insistindo muito que queria tomar banho, eu brincando a abraçando querendo meter nela e a insistência dela em tomar banho começou a me incomodar.

Joguei-a na cama, comecei a tirar sua roupa, e ela lutava para não deixar, fiquei furioso, arranquei a saia e a calcinha dela a força, ela trancava as pernas que eu tentava abrir para chupa-la.

Tinha alguma coisa estranha, abria suas coxas a força e caí de boca, sua boceta estava melada de porra, um gosto de macho tomou conta da minha boca. Fiquei furioso, perguntava o que tinha acontecido, ela muito nervosa, eu gritava e ela chorava.

Apesar de ter certeza que minha esposa tinha acabado de ser enchida de porra por outro homem, fiquei com muito tesão, abri suas pernas e chupei sua boceta encharcada de porra com uma vontade enorme, quanto mais gosto de macho eu sentia mais forte eu chupava. Ela gritava de prazer, chorava e gozava feito uma puta. Montei nela e enfiei o cacete na sua boceta melada como se ela fosse uma puta. Socava forte, arrancando gemidos de prazer e dor. Fazia aquela puta gozar como nunca. Enchi sua boceta de muita porra quente, como nunca.

Sai de cima dela, que se virou para o lado e caiu numa choradeira enorme. Me pedia perdão, dizia que tinha sido só aquela vez, que me amava. Eu saí do quarto para refletir, a raiva de ser traído por quem nunca imaginei me consumia, mas o tesão que senti por ela estar toda esporrada era inexplicável.

Voltei para o quarto um tempo depois e falei que a perdoaria com uma condição, que ao menos uma vez por semana ela chegaria em casa recheada de porra para eu chupar e foder ela. Ela se espantou, achou que era um teste, disse que não faria de novo, mas insisti. Queria uma vez por semana sentir gosto de porra de outro macho na boceta da minha esposa.

Passaram uns dez dias e nada, perguntei pra ela quando seria, e ela mandou eu esquecer aquilo, então eu a abracei fiz um carinho e disse que estava tudo bem, que eu queria, que tinha me dado um tesão que nunca tinha sentido. Depois de muita conversa ela aceitou, falou que no dia seguinte eu me preparasse.

No dia seguinte ela chegou da rua, me pegou pelo braço sem dizer nada, me levou para o quarto se deitou, tirou a calcinha e abriu as pernas, que visão maravilhosa, a boceta da minha esposinha cheia de gala de outro macho. Abri bem a bocetinha dela, fiquei um tempinho olhando e caí de boca, me deliciava com aquele gosto de porra. Meu pau latejava, pulava, eu chupava e engolia a esporra que outro macho tinha depositado nela. Depois de limpar tudo montei nela e a enchi de porra quente.

Uma vez por semana ela recheava a bocetinha pra eu me deliciar. Durante uns meses isso me dava um prazer maravilhoso, e a ela também.

Depois de um tempo eu queria mais, já não me contentava em sentir o gosto de um macho nela. Queria a ver sendo fodida, queria beber porra fresca que acabasse de ser entornada nas entranhas da minha esposa. Ela relutou em concordar, mas acabou aceitando.

No dia seguinte chegou em nossa casa o comedor dela, me cumprimentou com um sorriso de deboche e perguntou como seria. Falei para ele fazer tudo que estava acostumado a fazer, que depois eu limpava a bagunça.

Tirei a roupa, me sentei em uma cadeira e observei. Ele foi tirando a roupa dela e dele, beijava minha mulher no pescoço e depois na boca, tirou seu sutiã e apertou seus lindos peitos, tirou a calcinha dela e a sua sunga. Ele tinha um pau grande e grosso, esfregava nela que se revirava toda. Era excitante demais ver minha mulher nas mãos de outro.

Ele a colocou na cama de pernas abertas e chupou minha mulher. Depois de um tempo ela se sentou na cama, ele de pé colocou a rola na sua boca que engoliu de uma vez.

A colocou de quatro na beira da cama e a penetrou aos poucos, eu vi cada pedaço dele desaparecer dentro dela. Minha mulher era fodida cada vez mais forte, gemendo, socando a cama, puxando o lençol. Mandei ela deitar de barriga para cima para não escorrer nem uma gotinha de esporra de dentro dela. Mais umas socadas e ele gemeou e encheu a buça dela.

Puxei ele de cima dela, me ajoelhei e saboreei aquela porra ainda quente, que delícia, uma mistura da porra dele com o gozo dela dava um sabor maravilhoso. Tinha muita goza dentro dela. Engoli tudo, coloquei ela de quatro e enfiei tudo no rabo da minha puta. Mal entrei e já fui gozando. E ele assistindo aquilo ficou de pau duro. Joguei a puta de perna aberta na cama e mandei ele encher de novo.

Ele parecia um cavalo esporrando minha mulher, e lá fui eu de novo beber aquela porra quente. Nesse dia ele deu três gozadas nela que eu bebi todas.

Isso durou alguns meses, eu queria mais emoção. Mas, é assunto para outra hora.

Comi o traveco, e ele comeu minha noiva

Eu sempre tive vontade de participar de uma sacanagem total, e outra tara era de ver alguém foder minha noiva. Ela não topava nenhuma de minhas sondagens para isso.

Deixa eu me apresentar. Tenho 32 anos sou branco, olhos castanhos claros, 1,75m, físico atlético. Minha noivinha, Fabiana, tem 25 anos, 1,56m, lourinha, cabelinho curto, olhos verdes, peitinhos durinhos, rosadinhos apontando para o céu, coxas grossas, cintura fina e bunda grande, uma bocetinha minúscula, raspadinha e que fica melada logo, logo. Linda e muito deliciosa, todos mexem com ela na rua.

Um sábado a tarde fomos à casa de uma colega de trabalho tomar umas cervejas, minha noiva estava com um vestidinho curto, mostrando bem suas pernas maravilhosas e suas curvas estonteantes. Essa minha colega é lésbica e mora com uma menina deliciosa. Ficamos os quatro bebendo e conversando, mais tarde chegou uma amiga de minha colega, uma morena alta, linda, com um cabelão cacheado, peitos grandes, bundão, com uma bermuda de malha bem apertada, que logo notamos ser um travesti.

Não nos importamos e continuamos a nos divertir, bebendo e rindo bastante. Notei que minha colega sapata não tirava os olhos de Fabiana, que olhava para a traveca toda hora, parecia observar algo. A traveca também notou, em um determinado momento ela rindo perguntou para Fabiana se ela estava procurando o pau dela. Ela riu sem graça, a traveca disse que não tinha problema que era uma curiosidade de muitas pessoas, saber como eles escondiam o pau.

Fabiana confirmou a curiosidade de saber, e ela falou que mostraria se eu deixasse. Como a bebida já falava mais alto, as fantasias que eu costumava ter vieram na cabeça, concordei. A traveca tirou a bermuda mostrando uma bunda maravilhosa, melhor do que muita mulher, estava com uma calcinha de renda minúscula, não dava para ver o pau. Então ela abaixou a calcinha, se virou e mostrou para minha noiva. O casalzinho de lésbicas também se aproximou para ver, e eu não tirava os olhos do rabo da traveca, nunca tinha fodido uma, mas como ia fazer na frente da minha noiva? Só tinha um jeito, botar ela para rolo.

Comecei a dar corda para a sacanagem, pedi que a traveca tirasse o pau e prendesse de novo para todos verem como era. E ela fez. Quando tirou o pau, foi um espanto geral, era um puta cacetão, enorme, grosso e cabeçudo. Fabiana arregalou os olhos e riu, incentivei, perguntei se minha noiva podia segurar, e ela deixou. Fabiana pegou com vontade e deu uma punhetada, o cacete da traveca endureceu na hora. O meu também. Ela me olhava como que querendo minha permissão. Abaixei a calça, fiquei com o pau para fora, abracei a traveca por traz encostando o pau em seu rabão, peguei sua pica, segurei a nuca da minha noiva e coloquei a rola da traveca em sua boca. Ela arregalou os olhos, mandei ela chupar, e ela começou a mamar.

Arranquei minha roupa e a da traveca, as lésbicas ajudaram Fabiana a tirar a dela, ficamos todos nus. Eu me esfregava no rabo e apertava os peitos da traveca, minha noiva devorava a rola dela e as lésbicas, uma chupava os peitinhos de minha noiva e a outra sugava sua bocetinha. Delicia total.  Meu pau parecia que ia explodir. Ver minha noivinha linda chupando um travesti e sendo chupada por duas lésbicas era demais. Meu coração parecia que não ia aguentar. Fabiana delirava de prazer, seu corpo tremia de tesão, esguichava na boca da sapatona. Eu queria o cu da traveca. Coloquei a cabeça na entrada, ela se inclinou um pouco, abriu bem as pernas e me deixou penetrar. Que rabo gostoso, quente e piscava mordendo meu pau.

Comecei a foder aquele rabo, e em pouco tempo já dava estocadas violentas fazendo com que sua rola fosse ate a garganta da Fabiana. As duas sapatas se lambuzavam todas sugando minha noiva como duas vampiras. Gozei feito um cavalo, derramando porra quente no rabo dela. E cai sentado no chão.

As lésbicas abriram as pernas da minha noiva e mandaram a traveca meter a rola gigante na bocetinha dela que aquela altura já estava toda melada. O traveco montou nela, enfiou tudo na bocetinha e ficou metendo com força. Quase desmaiei de ver um travesti, de cabelão, peito e bunda fodendo minha noivinha que eu tirei o cabaço.  Ela gemia feito uma puta. Mandava meter mais forte. Minha colega veio me chupar me deixando preparado, mandou a mulherzinha dela montar em mim, e foder gostoso. Fique ali um bom tempo fodendo, mas queria mesmo o traveco. Sai de dentro dela e fui de novo no rabo do travesti que estava engatado em Fabiana. Enfiei tudo, enquanto eu  fodia ele, ele fodia minha noiva.

Esporrei com tudo no rabão dela, era tanta porra que saiu escorrendo pelo saco dele e melando a Fabiana , rapidamente o traveco encheu a bocetinha dela de muita porra gosmenta e quente, minha noiva ficou louca com aquilo. Caímos uns por cima dos outros de tanto prazer.

Descansamos um pouco, fui tomar um banho, minha colega foi atrás de mim, entrou no chuveiro comigo. Ficamos de sacanagem, meti um pouco nela sem gozar, e fui pra sala. Que cena maravilhosa, Fabiana ajoelhada em uma mesinha chupando a sapata que estava na mesa grande de perna aberta, a traveca de vara dura se preparando para meter na Fabiana, me viu chegando e falou para eu ver minha noivinha ser enrabada por um travesti.

Me ajoelhei por traz deles para ter a visão completa, a traveca melou a rola na boceta da Fabiana e empurrou tudo no cuzinho dela, de uma só vez, ela deu um gritinho e voltou a chupar a bocetinha. O traveco pegou ela pela cintura e levantou, mandou em me sentar de frente para ela e foi descendo Fabiana na minha vara, arreganhei bem ela e preenchi a sua boceta. Lá dentro dava para sentir a vara do traveco no cu dela. Fabiana parecia em transe, possuída, preenchida por duas varas. O travesti bombava muito nela, eu só parado deixando o balanço trazer e levar ela do meu cacete.

Quase que ao mesmo tempo enchemos os dois buracos da minha noivinha que eu tinha colocado para ser puta de traveco.

Virei puta na academia. Primeira vez com outro homem.

Meu nome é Marcos e vou relatar uma experiência única que tive na vida.

Tenho 37 anos, sou casado com uma mulher deliciosa e temos duas filhas.

Eu malho muito na academia perto de casa. Eles ficam até 23 h. Uma sexta dessas cheguei as 22:15, já não tinha mais ninguém, só o professor, um moreno novo e sarado. Continuar lendo “Virei puta na academia. Primeira vez com outro homem.”