Para ganhar um aumento, botei minha mãe na suruba.

Olá pessoal, me chamo Ricardo, tenho 21 anos, não tenho nenhum atrativo que mereça descrever. Moro com minha mãe, que é separada de meu pai, ela tem 41 anos, é bem branquinha, 1,70m mais ou menos, gosta de se cuidar para poder paquerar, cintura fina, bunda grande, peitão, coxa grossa, bonita, cabelos pretos e compridos, e geralmente é uma pessoa muito simpática com todos.

Um dia desses foram lá em casa o Antônio, meu chefe direto, Paulo Cesar, o chefe dele e dois colegas de setor, Zé Carlos e Celsinho, para tomarmos umas cervejas. Minha mãe preparou uns petiscos, levamos as cervejas e começamos a beber. Minha mãe nos acompanhou, ela gosta de tomar uma cerveja, estava com um vestidinho apertado, que delineava bem seus peitões e seu rabão, comprido e aberto do lado, que às vezes deixava suas pernas de fora. Muito simpática, conversava e brincava com todos, notei alguns olhares de tesão para ela, o que achei normal, eu mesmo morria de tesão por ela. Numa determinada hora, ela já meio alegrinha falou que ia dormir, pois já estava bem alta. Todos riram e ela se foi.

O pessoal falou que ela era legal, e bonita, um falou que ela era gostosa, que sem ela ali não tinha graça, fiquei meio puto com esses elogios. Vi que se ela desse mole eles comiam minha mãe.

Em um dado momento, com todos já bem levados pelo álcool, Antônio meu chefe falou que se comesse minha mãe me dava um aumento, o chefe dele, Paulo Cesar, falou que cobriria o aumento se eu arrumasse para ele comer minha mãe.

Minha cabeça imaginou mil coisas, pedi licença e fui lá em cima onde ficam os quartos. Devagar, abri a porta do quarto da minha mãe, ela estava com uma calcinha enfiada na bunda e uma camisetinha, deitada de bruços bem arreganhada, num sono pesado, roncava direto.

Perguntei para eles se era verdade a história do aumento e eles confirmaram. Então falei que ia arrumar as coisas naquele momento, eles não acreditaram. Fiz uma caipivodka bem forte, coloquei numa garrafinha pet e subi. Levantei a cabeça dela e a fiz tomar tudo para ficar bem bêbada. Ela gosta de caipivodka e já estava pra lá de alta, bebeu tudo e apagou de vez.

Chamei o pessoal. Entraram no quarto e viram ela deitada, não entenderam nada. Falei pra eles aproveitarem que ela não ia acordar tão cedo. Ninguém acreditou. Então, fui até ela e puxei a calcinha para o lado deixando seu bocetão aparecendo, abri mais suas pernas e chamei o Antônio, ele veio desconfiado, peguei a mão dele e coloquei na bunda dela que nem se mexeu.

Ele tomou coragem e enfiou os dedos nela, depois abriu mais um pouco a caiu de boca no bocetão dela. Os outros se aproximaram e tiraram a blusa e a calcinha deixando minha mãe pelada, coloquei o pau duro para fora e fiquei vendo tudo.

Zé Carlos colocou o pau na boca da mamãe, que começou a chupar instintivamente, o Paulo Cesar a virou de barriga para cima, ficou pelado, e montou nela, me aproximei e puder ver a rola dele penetrando a bocetona da minha mãe. Ele socou muito e com força nela enchendo sua buça de porra. Quando tirou vi a goza dele escorrer de dentro dela.

Agora era a vez do Antônio foder mamãe, mas, antes ele me fez pegar papel toalha e limpar a porra de dentro dela, eu enfiei os dedos com papel toalha no bocetão quente e melado dela e limpei tudo, eu já estava quase gozando, enquanto isso Zé Carlos e Celsinho gozaram enchendo sua boca e lambuzando a cara dela de porra.

Antônio a colocou de bruços pôs dois travesseiro embaixo dela montou e meteu por traz na boceta, ele suspendia ela pela cintura e socava a rola, eu queria gozar, não aguentava mais, ia esperar Antônio acabar para eu gozar dentro dela.

Depois de muita socada Antônio gozou muito no bocetão. Não aguentei mais, subi na minha mãe e enfiei a rola dura na boceta toda esporrada dela, foram duas ou três estocadas e gozei litros na mamãe. A galera queria mais, ela não tinha reação, só gemia.

Celsinho sentou na cama de pau duro para cima, o Zé Carlos e o Paulo Cesar a pegaram e a colocaram sentada no colo dele de frente com as pernas dobradas, ele meteu na boceta dela e a puxou para seu peito ficando os dois deitados e ela de bunda para cima. Zé Carlos se ajoelhou por trás e meteu no cu da minha mãe. Ficaram os dois enfiando nela até gozarem. A cama estava toda melada, aquela altura minha mãe já tinha levado seis esporradas.

Alguém foi pegar cerveja, e eu e Antônio demos uma arrumada nas coisas, tomamos uma para refrescar, e o PC a colocou para mamar deitada de bruços, não fiz por menos, deitei por cima e fodi aquele rabão que me fez ter mil sonhos eróticos por toda vida. Quanto mais pensava que estava fodendo minha mãe com mais força socava no rabo dela. Maravilhosos. Enchi o cu da minha mãe de porra quente.

Agora era a vez do PC  foder o cu dela, que estava imóvel, fazíamos o que queríamos com ela, era nossa escrava. Sempre tinha dois dentro dela, um na boceta e outro no cu, sem contar que as rolas não paravam de entrar na boca da mamãe.

Perdi as contas de quantas vezes cada um fodeu ela. Eu tinha dado três na minha mãe, acho que cada um deu três, quatro, acho que o Zé Carlos varou minha mãe cinco vezes.

Todos se foram deixando o quarto e minha mãe em petição de miséria, era porra para todo lado, lençol, fronha, tapete, tudo. Ela era um poço de porra, estava toda lambuzada, a boceta inchada e o cu todo arregaçado, o cheiro de porra e sexo era enorme. Já eram umas três horas da madrugada, ela não ia acordar tão cedo. Tinha que organizar tudo.

A peguei no colo e a coloquei dentro da banheira, eu continuava nu, e no auge de meus 21 anos três gozadas não era nada, meu pau estava completamente duro.  Dei banho nela, tinha que limpar ela toda, enfiava o dedo nela para tirar a porra e não aguentei, entrei na banheira e deu mais uma esporrada dentro dela. Consegui terminar o banho. Levei-a para o quarto, troquei as roupas de cama, deitei ela e quando ia vesti-la o pau subiu de novo, porra estava tudo limpinho e eu ia melar tudo. Meti no bocetão dela e fiquei lá dentro um tempão, socando devagar as vezes com força, mas sozinho era a paz que eu queria para comer minha mãe. Na hora de gozar tirei, coloquei em sua boca e jorrei tudo garganta abaixo.

A vesti e fui para meu quarto tomei um banho e deitei sem conseguir dormir o restinho de madrugada, não parava de pensar em tudo aquilo.

Pela manhã ela acordou reclamando de ressaca e de um gosto esquisito na boca. Não sei se ela sentiu a boceta e o cu doendo. Acho que não desconfiou de nada, agiu normalmente comigo.

O aumento? Os filhos da puta não me deram, mas foi a melhor sacanagem que fiz na vida.

Se você já passou por coisa parecida, conta aí nos comentários.

Comi o traveco, e ele comeu minha noiva

Eu sempre tive vontade de participar de uma sacanagem total, e outra tara era de ver alguém foder minha noiva. Ela não topava nenhuma de minhas sondagens para isso.

Deixa eu me apresentar. Tenho 32 anos sou branco, olhos castanhos claros, 1,75m, físico atlético. Minha noivinha, Fabiana, tem 25 anos, 1,56m, lourinha, cabelinho curto, olhos verdes, peitinhos durinhos, rosadinhos apontando para o céu, coxas grossas, cintura fina e bunda grande, uma bocetinha minúscula, raspadinha e que fica melada logo, logo. Linda e muito deliciosa, todos mexem com ela na rua.

Um sábado a tarde fomos à casa de uma colega de trabalho tomar umas cervejas, minha noiva estava com um vestidinho curto, mostrando bem suas pernas maravilhosas e suas curvas estonteantes. Essa minha colega é lésbica e mora com uma menina deliciosa. Ficamos os quatro bebendo e conversando, mais tarde chegou uma amiga de minha colega, uma morena alta, linda, com um cabelão cacheado, peitos grandes, bundão, com uma bermuda de malha bem apertada, que logo notamos ser um travesti.

Não nos importamos e continuamos a nos divertir, bebendo e rindo bastante. Notei que minha colega sapata não tirava os olhos de Fabiana, que olhava para a traveca toda hora, parecia observar algo. A traveca também notou, em um determinado momento ela rindo perguntou para Fabiana se ela estava procurando o pau dela. Ela riu sem graça, a traveca disse que não tinha problema que era uma curiosidade de muitas pessoas, saber como eles escondiam o pau.

Fabiana confirmou a curiosidade de saber, e ela falou que mostraria se eu deixasse. Como a bebida já falava mais alto, as fantasias que eu costumava ter vieram na cabeça, concordei. A traveca tirou a bermuda mostrando uma bunda maravilhosa, melhor do que muita mulher, estava com uma calcinha de renda minúscula, não dava para ver o pau. Então ela abaixou a calcinha, se virou e mostrou para minha noiva. O casalzinho de lésbicas também se aproximou para ver, e eu não tirava os olhos do rabo da traveca, nunca tinha fodido uma, mas como ia fazer na frente da minha noiva? Só tinha um jeito, botar ela para rolo.

Comecei a dar corda para a sacanagem, pedi que a traveca tirasse o pau e prendesse de novo para todos verem como era. E ela fez. Quando tirou o pau, foi um espanto geral, era um puta cacetão, enorme, grosso e cabeçudo. Fabiana arregalou os olhos e riu, incentivei, perguntei se minha noiva podia segurar, e ela deixou. Fabiana pegou com vontade e deu uma punhetada, o cacete da traveca endureceu na hora. O meu também. Ela me olhava como que querendo minha permissão. Abaixei a calça, fiquei com o pau para fora, abracei a traveca por traz encostando o pau em seu rabão, peguei sua pica, segurei a nuca da minha noiva e coloquei a rola da traveca em sua boca. Ela arregalou os olhos, mandei ela chupar, e ela começou a mamar.

Arranquei minha roupa e a da traveca, as lésbicas ajudaram Fabiana a tirar a dela, ficamos todos nus. Eu me esfregava no rabo e apertava os peitos da traveca, minha noiva devorava a rola dela e as lésbicas, uma chupava os peitinhos de minha noiva e a outra sugava sua bocetinha. Delicia total.  Meu pau parecia que ia explodir. Ver minha noivinha linda chupando um travesti e sendo chupada por duas lésbicas era demais. Meu coração parecia que não ia aguentar. Fabiana delirava de prazer, seu corpo tremia de tesão, esguichava na boca da sapatona. Eu queria o cu da traveca. Coloquei a cabeça na entrada, ela se inclinou um pouco, abriu bem as pernas e me deixou penetrar. Que rabo gostoso, quente e piscava mordendo meu pau.

Comecei a foder aquele rabo, e em pouco tempo já dava estocadas violentas fazendo com que sua rola fosse ate a garganta da Fabiana. As duas sapatas se lambuzavam todas sugando minha noiva como duas vampiras. Gozei feito um cavalo, derramando porra quente no rabo dela. E cai sentado no chão.

As lésbicas abriram as pernas da minha noiva e mandaram a traveca meter a rola gigante na bocetinha dela que aquela altura já estava toda melada. O traveco montou nela, enfiou tudo na bocetinha e ficou metendo com força. Quase desmaiei de ver um travesti, de cabelão, peito e bunda fodendo minha noivinha que eu tirei o cabaço.  Ela gemia feito uma puta. Mandava meter mais forte. Minha colega veio me chupar me deixando preparado, mandou a mulherzinha dela montar em mim, e foder gostoso. Fique ali um bom tempo fodendo, mas queria mesmo o traveco. Sai de dentro dela e fui de novo no rabo do travesti que estava engatado em Fabiana. Enfiei tudo, enquanto eu  fodia ele, ele fodia minha noiva.

Esporrei com tudo no rabão dela, era tanta porra que saiu escorrendo pelo saco dele e melando a Fabiana , rapidamente o traveco encheu a bocetinha dela de muita porra gosmenta e quente, minha noiva ficou louca com aquilo. Caímos uns por cima dos outros de tanto prazer.

Descansamos um pouco, fui tomar um banho, minha colega foi atrás de mim, entrou no chuveiro comigo. Ficamos de sacanagem, meti um pouco nela sem gozar, e fui pra sala. Que cena maravilhosa, Fabiana ajoelhada em uma mesinha chupando a sapata que estava na mesa grande de perna aberta, a traveca de vara dura se preparando para meter na Fabiana, me viu chegando e falou para eu ver minha noivinha ser enrabada por um travesti.

Me ajoelhei por traz deles para ter a visão completa, a traveca melou a rola na boceta da Fabiana e empurrou tudo no cuzinho dela, de uma só vez, ela deu um gritinho e voltou a chupar a bocetinha. O traveco pegou ela pela cintura e levantou, mandou em me sentar de frente para ela e foi descendo Fabiana na minha vara, arreganhei bem ela e preenchi a sua boceta. Lá dentro dava para sentir a vara do traveco no cu dela. Fabiana parecia em transe, possuída, preenchida por duas varas. O travesti bombava muito nela, eu só parado deixando o balanço trazer e levar ela do meu cacete.

Quase que ao mesmo tempo enchemos os dois buracos da minha noivinha que eu tinha colocado para ser puta de traveco.

Coroa gulosa dando no banheiro do bar

Meu nome é Lucimara, tenho 58 anos e sou fã de contos eróticos. Sou viúva há dez anos e desde então não sei o que é sexo.

Resolvi relatar uma loucura que fiz outro dia, apesar de não ser a modelo perfeita dos contos que vocês costumam ler. Tenho o perfil de uma mulher de 58 anos, rugas, celulite, estrias um pouco de barriga, mas já fui bonita e gostosa segundo os homens.

Tenho vivido para ajudar meus filhos e netos que sempre dependeram de mim e meu marido. Um dia desses resolvi sair sozinha para tomar um chope num barzinho de música ao vivo.

Comecei a sentir uma vontade estranha de chupar um homem, minha boca enchia d’água, minha bocetona começou a ficar molhada e a latejar, coisa que não acontecia há muito. Sentia meus pelos, que não raspo só aparo, ficarem ensopados.

Pensei em dar em cima de algum homem, mas estavam todos acompanhados, ou com mulher, ou amigos ou família. Tive a ideia maluca de entrar no banheiro dos homens. Levantei, tomei coragem e fui. Tinham três homens urinando. Olharam pra mim com o pau pra fora, um disse: aqui é o banheiro dos homens, titia. Eu disse: eu sei. Um deles riu e saiu. O outro veio na minha direção e perguntou o que eu queria, eu respondi que queria que ele gozasse na minha boca.

Fomos para o reservado, abaixei a tampa do vaso, sentei, levantei a saia, os dois entraram e fecharam a porta. Um era negro, com uma vara enorme e grossa, o outro branco, seu pau não era grande, mas era muito grosso com uma cabeçona vermelha.

Enfiei os dedos na boceta e comecei a chupar os dois, hora um, hora outro, me deliciando com duas rolas.

Eles me seguravam pela nuca e me punhetavam contra as picas. Achei que ia morrer do coração que estava disparado. Tremia, suava e gozava. Decidi derrubar o branco primeiro, ataquei com uma chupada forte até sentir a porra quente dele encher minha boca,  engoli tudo e parti pro negro. O que gozou saiu, e logo em seguida outro homem entrou no reservado. Adorei, outra pica pra mim. Era um mulato com uma pica tamanho regular, que enquanto eu saboreava minha rola preta, punhetava ele.

Dava umas chupadinhas nele pra manter dura e caia de boca no negro que agarrou minha nuca e puxou contra a vara que foi quase na garganta. Um mundo de porra quente encheu minha boca, e desceu garganta a baixo.

Ele se foi, e eu parti para o mulato, mamando descontrolada aquela altura das coisas. Enquanto isso um rapaz bem jovem entrou no reservado. Ele me olhava chupando, e eu segurei o pau dele e tocava uma.

Era jovem e bem forte, com a rola muito dura, que ficava latejando. Devorei logo o mulato por que queria o garoto.  Engoli mais um litro de porra quente.

O cara se foi e o garoto trancou a porta, me levantou, me colocou de costas pra ele com um pé no chão e outro no vaso, puxou minha calcinha para o lado e enfiou toda a piroca duríssima na minha bocetona velha. Fiquei completamente louca. Há anos não era preenchida por um caralho.

Ele socava cada vez mais forte,  eu tapava a boca pra não gemer alto. E toma vara pra dentro, as bolas dele batiam na minha bunda, minha cabeça batia na parede. Senti ele empurrar tudo e deixar , um mar de porra quente me inundou. Que delícia,  e ele começou a me comer de novo, seu pau ainda duro dentro de mim, ele latejava na minha xana quente e cheia de leite.

Mais socadas, ele colocou sua mão no meu grelo, e a outra nos meus peitões apertando como se fosse tirar leite. Gemia como se estivesse fodendo a mulher mais gostosa do mundo, aquilo enchia meu ego. Minhas pernas tremiam pela foda e pela posição. Fiquei de joelhos no vaso para aguentar o restante. Seu saco entrava entre minhas pernas, minha vista escureceu, dei a maior gozada que já dei em minha vida. Senti-me sendo enchida por um mar de porra quente, deliciosa.

Ela sacou sua rola de minha boceta completamente esporrada, sua porra grossa escorria pelas minhas pernas, me sentou e me mandou chupa-lo. Sua rola estava meio dura, tratei de coloca-la completamente dura. Quando isso aconteceu, ele me ajoelhou de novo no vaso e começou a preencher meu rabo com aquele mastro de nervo. Fazia tempo que não tomava no rabo.

Já estava completamente desnorteada, só queria ser fodida, tomei muito no rabo, os dedos dele entravam e saiam da minha bocetona, uma hora ele já enfiava toda a mão dentro de mim. Meus gemidos eram altos, não me importava que ouvissem. Meu cú estava em brasa, ardia doía, sentia prazer. A mão dele dentro de mim me fez perder os sentidos. Acordei com meu rabo sendo encharcado com a porra deliciosa daquele garotão.

Ele foi embora, tentei me recompor e sair dali, os homens olhavam para mim, minhas pernas não obedeciam meu comando, aos trancos fui ate o balcão, paguei minha conta e fui embora, passei dias sonhando com aqueles momentos de loucura.

Minha esposa deu para seis no churrasco

A história que vou relatar e verdadeira, eu presenciei sem que minha mulher visse.

Tenho 58 anos, sou um coroa normal, alto, um pouco de barriga, cabelos grisalhos. Minha mulher, que não direi o nome tem 46, não muito alta, peitos grandes e firmes, coxas grossas, lisas, sem estrias, um pouquinho de barriga. Uma mulher gostosa que gosta de uma boa foda. Nunca desconfiei de ela me trair. Tenho tara de vê-la com outro homem. Mas nunca tive coragem de falar com ela sobre isso.

Um dia desses estávamos em um churrasco com um grupo de amigos e várias outras pessoas que nunca vi, em um sítio com piscina, e notei que ela parecia agitada. Ela saía da área que estávamos, como se procurasse alguma coisa, e voltava. Comecei a acompanha-la com os olhos. Ela saiu novamente, olhou para um cara como se fizesse um sinal e foi para trás do sítio onde havia um depósito de coisas sem uso.

Disfarcei e fui ver onde ela estava indo. Ela entrou no depósito e o cara entrou logo em seguida, dei a volta e fiquei olhando por uma fresta na janela.

Ela estava só de biquíni, sentou de pernas abertas numa caixa, o cara ficou em pé entre suas pernas e de frente para ela, colocou a pica para fora, minha mulher segurou e colocou tudo na boca. Ela mamava como uma puta babando a cacetona do cara que a agarrava ela pelos cabelos, enfiou a mão dentro do biquíni colocando os melões dela para fora e amassando com vontade.  Às vezes tirava a caceta da boca dela e colocava no meio dos peitões.

Ele olhava para os lados vigiando, e ela chupando. Ele forçava a cabeça dela em direção ao pau punhetando. Logo ele esporrou na boca da minha mulher, era tanta porra que escorreu pelos lados. Ela se limpou e saíram um pra cada lado.

Voltei pro meu lugar, meu pau estava explodindo de tesão. Ela sentou ao meu lado como se nada tivesse acontecido. Fiquei olhando o cara que cochichava com outros dois, que olhavam pra ela e riam. Mais um tempinho e ela saiu novamente, os dois caras com quem o primeiro falou foram atrás. E eu como um corno fui ver a vaca da minha mulher me trair.

Olhei pelo mesmo lugar e lá estava ela sentada mamando a rola dos dois. Um deles a levantou e se sentou na caixa, puxou a calcinha dela para o lado e colocou o pau na boceta dela, enquanto o outro atolava a pica na sua boca. Ela cavalgada e mamava. Dava pra ver o cacete do sujeito entrando e saindo naquela boceta que eu achava que era só minha. O cara que comia ela desamarrou os dois lacinhos e arrancou a parte de baixo do biquíni, o outro tirou a parte de cima deixando-a completamente nua. Os dois amassavam os melões dela. Eu tocava uma punheta vendo minha mulher sendo fodida. Ela mamava cada vez mais  forte,  os olhos reviravam demonstrando muito prazer. O outro tirou a rola da boca e esporrou a cara dela toda, escorrendo porra pelos peitões. Um tranco do outro dentro dela mostrou que a bocetona da minha mulher tinha sido enchida de leite quente também.

Antes que ela pudesse se vestir chegaram mais dois caras. Os outros saíram e ela ficou.

Ela foi colocada de quatro por um negro com um pau gigante, que enfiou tudo na  boceta dela que estava lambuzada de porra. O outro cara se sentou na caixa, ela apoiou os cotovelos nas pernas dele e começou a mamar. Que puta insaciável.

A rola entrava e saia de dentro dela, Eu já estava na terceira punheta. O negro fodia ela com força as pernas e o saco dele batiam no rabão dela que engolia com vontade a rola do outro. O negro a agarrou pelos cabelos e inundou a boceta dela, quando ele puxou o cassetete, espirrou porra de dentro dela, o outro a virou rapidamente e enterrou a pica nela, que se segurou no negro. Enquanto era fodida de novo a vagabunda limpava com a boca a rola esporrada do negão.

Ela olha para trás e pede para o cara comer no cuzinho dela, o que ele fez de primeira. Ela gosta de dar o cú. Fiquei louco, aquele cara comendo o cuzinho dela, enquanto ela mamava outro.

Outro homem avisado pelos que saíram entrou no depósito. Foi colocando a rola pra fora e se ajoelhando de frente para ela. O cara que a enrabava a segurou pelos peitos e a suspendeu, o negro levantou as pernas dela e o cara ajoelhado enfiou a pica na boceta. Ela estava sendo empalada por dois machos e chupando um terceiro. Aquela altura ela era a carne principal do churrasco. Vários homens se saciaram dentro dela.

Um gozou no cuzinho dela, mas continuou a segurando até o outro gozar na boceta, e o negro esporrou a cara dela toda. Era muita porra, e ela já havia levado mais antes.

Sai correndo pro meu lugar, não sei como ela se virou para limpar aquele mar de esporração. Passou um tempinho e ela veio sentar ao meu lado, me beijou na boca, pude sentir o gosto de porra, ela me disse que tinha passado mal e ido ao banheiro. Fingi que acreditei, os caras que haviam fodido ela me olhavam sorrindo.

Eu ali sentado de braços dado com a puta da minha mulher que tinha levado porra de seis homens diferentes. Mal podia esperar para ver uma cena daquelas novamente.

Pulei o muro para ver minha mulher me traindo.

Resolvi contar o que aconteceu comigo há algum tempo, contudo, não irei colocar nossos nomes.

Tenho 38 anos, e sou casado há 15 anos com uma mulata de 36 anos, 1,70 m, seios fartos, bunda grande, cintura bem desenhada, coxas torneadas, uma bocetona grande e carnuda, muito melada, sempre depilada, muito gostosa. Todos olham para ela na rua.

Sem nenhum motivo comecei a desconfiar que ela me traía. Ela continuava do mesmo jeito de sempre. Não tinha mudado em nada seus hábitos ou atitudes. Deveria ser só impressão. Continuar lendo “Pulei o muro para ver minha mulher me traindo.”