Flagrei a crente dando, filmei, chantageei e comi.

Meu nome é Sebastião, sou mulato, 45 anos, altura média , magro, trabalho numa creche, sou porteiro.

Lá trabalha uma mulher crente, casada, chamada Regina, tem seus 47 anos, branca, baixa, cabelo castanho escuro comprido que ela sempre prende. Usa como uniforme uma calça de malha e uma camiseta comprida que tapa o bundão dela, tem os peitos grandes e a cintura fina, é bonita e gostosa, já toquei muita punheta pensando nela. Ela é tipo monitora das crianças, pra não fazerem bagunça.

Um dia desses eu vi ela chegando no pátio se ajeitando e olhando desconfiada para os lados, achei estranho, me lembrei que as vezes ela sumia uns vinte, trinta minutos, mas nunca estranhei , até aquele dia.

Marquei ela em cima, dois dias depois ela saiu do pátio olhando pros lados, disfarcei e fui atrás. Ela entrou no depósito, dei um tempinho, dei a volta e olhei por um buraco na janela, que cena linda, Regina ajoelhada no chão sem camiseta e sem sutiã chupando a vara de um zelador. Que peitões lindos, brancos, redondos, deliciosos. Ela mamava feito uma bezerra louca, enfiava tudo na boca, depois tirava deixando só a cabeça que ela sugava forte. Com as mãos, ela alisava as bolas, até o zelador encher a sua boca de porra. Deve ter sido muita porra, ela engolia aos goles, escorria porra pelos cantos da boca. Botei o pau pra fora e toquei uma até melar a parede. Depois ela ficou de pé, que peitos lindos, o zelador continuava de pau duro e todo babado pela mamada gostosa que a Regina deu.

Ele abraçou ela que encostou os peitões nele, que falava que queria fuder ela, que dizia que não, era só chupada, que não podia, era um pecado maior ainda. Ele insistiu, enfiou a mão dentro da calça dela e alisou a buceta dela. Ela olhou pros lados conferindo se tinha alguém, debruçou na mesa e abriu as pernas, o zelador abaixou a calça e a calcinha dela, deu pra ver a boceta peluda, ficou atrás e meteu a vara nela.

Conforme ele socava os peitões dela balançavam. Eu tinha que fuder aquela crente puta. Tive uma ideia, peguei o celular e filmei a foda.

Enquanto isso ele enfiava a piroca no bucetão cabeludo dela e eu tocava outra punheta. Ela gemia, se mexia, até ele encharcar a Regina de porra quente.

Ela limpou a porra que tinha na buceta, se vestiu e foram embora. E eu também.
Cheguei em casa dei uma foda na minha mulher pensando nos peitões e no bucetão cheio de porra da Regina.

Era uma sexta, passei o sábado e o domingo pensando nela. Segunda a creche estava vazia, só tinha a diretora e mais três pessoas em reunião, e eu e Regina no resto da creche.

Falei pra ela que ia mandar um vídeo legal pelo Zap. Quando ela viu arregalou os olhos, ficou branca, parecia que ia desmaiar. Perguntou o que era aquilo, eu falei que era ela fudendo. Ela chorou, pediu pelo amor de Deus pra eu apagar, se o marido visse largava ela , e ela seria expulsa da igreja e podia perder o emprego. Falei pra ela ficar tranquila que ninguém veria o vídeo. Mas tinha um preço, queria fuder ela. Ela disse que não, que não podia, pra eu não fazer isso com ela. E eu disse ou ela trepava comigo ou eu mandava o vídeo pro marido. Ela disse que me chupava até eu gozar, eu disse que queria enfiar na buceta dela.

De tanto chantagear ela cedeu. Fomos pro depósito, botei o cacete pra fora, ela se ajoelhou e mamou, tirei a camiseta dela, o sutiã e finalmente apertei aquelas mamas deliciosas que pareciam dois melões.

Levantei ela, deitei ela numa mesa, tirei a calça e a calcinha, abri as coxas maravilhosas dela, vi aquele bucetão peludo e melado, cai de língua, chupei até ela se tremer toda e gozar na minha boca.

Coloquei ela de pé, debruçada na mesa e soquei meu caralhão na xerecona da Regina, que crente de buceta quente.

Socava com toda força, ela gemia como puta. Os melões sacudiam , que delícia, eu olhava minha rola entrando e saindo dela.

Ela mastigava minha rola com a buceta, mandava parar mas estava gostando. Fazia ela rebolar na vara.

Não aguentei mais, deu um gemido alto e enchi a buceta da puta da Regina de muita porra quente. Deixei escorrer tudo dentro dela.

Botei a crente de cócoras, arreganhada, me chupando, minha porra escorria pelas pernas dela, agora queria o cu daquela crente gostosa.

Meu pau ficou duro, coloquei ela na posição de novo, ela falava que não queria mais, não dei ouvidos, enfiei tudo de uma vez na buceta lambuzada da Regina.

Soquei um pouco melando meu caralhão, tirei e coloquei na portinha do cu dela, ela tentou sair, reclamou, implorou pra não fuder o cuzinho dela, disse que era virgem, mas eu fui forçando, enfiando, parecia virgem mesmo, ela começou a chorar, sentia o rabo dela se rasgando na cabeçona da minha pica. De repente entrou de uma vez, ela gritou, as pernas dela tremiam, segurei ela pelos cabelos e deixei ir fundo, parei um pouco, ela relaxou e comecei a fuder seu cuzinho apertado, socava forte nela.

Enfiei os dedos no bucetão dela que apertava com força. Socava cada vez mais forte, apertava os peitões, mordia as costas, ela deu um suspiro forte e eu enchi o rabo apertado dele de leite quente.

Quando tirei o pau tinha um pouco de sangue, arregacei o cu da crente piranha. Ela se limpou de tanta porra que derramei nela, se tremendo toda.

Comi ela mais algumas vezes usando o vídeo como chantagem.

Depois pensei em passar o vídeo pra outro e ganhar alguma coisa com isso. Se conseguir eu conto para vocês.

Rejane, a crente puta, dando para o pastor.

Oi pessoal, meu nome é Rejane, sou crente e por um descuido desses da vida, num dia muito ruim para mim, acabei traindo meu marido pela primeira vez, e depois desse dia muitas transas foram acontecendo sem que eu procurasse, simplesmente aconteceram e eu me entregava. Minha consciência de mulher crente pesou e contei tudo para meu marido, pedindo seu perdão. Depois de um bom tempo ele me falou que relatou minhas histórias aqui para vocês.

Para quem não leu, vou me apresentar, sou morena, bonita, tenho 1,65m, cabelo preto, comprido e ondulado, cintura fina, bunda grande e arrebitada, coxas torneadas, seios volumosos e firmes, boceta carnuda apertada e fica molhada facilmente, tenho 40 anos, mas corpo de 25/27 anos, sou casada e temos duas filhas. No final dessa história vou colocar os links das historias que meu marido contou.

Depois de contar tudo para ele e pedir seu perdão ele acabou me perdoando. Mas, a carne é fraca e o gosto pelo prazer me fez pecar novamente.

Depois do perdão de meu marido, precisava do perdão do meu pastor. Marquei com ele na igreja em um dia que não tinha atividade para que eu pudesse contar tudo sem interrupção ou o risco de alguém ouvir. Fui para a igreja com uma roupa digna da ocasião, saia até o joelho, e uma blusa larguinha, roupas que não mostravam nada do meu corpo. Meu cabelo estava preso, só um batonzinho claro e um pozinho no rosto, e um perfume bem suave.

Ele já estava me esperando. É um homem alto, mulato, forte, trabalha como pedreiro, o que ajuda no físico, seus 50 e poucos anos. Gentilmente mandou que eu entrasse e me sentasse, ele se sentou de frente para mim, e pediu que eu começasse a relatar os fatos.

Expliquei a ele que tinha, num momento muito ruim do meu casamento, traído meu marido com um colega de trabalho que ficava dando em cima de mim. E que depois outras situações foram acontecendo e por mais que eu não quisesse, acabava cedendo e gostando, depois me arrependia, mas já tinha feito. Ele me pediu detalhes dos acontecimentos, em que situação aconteceu a primeira e as outras em consequência.

Ele me pediu que contasse como foi a primeira vez. Fiquei envergonhada, mas ele me disse que eu teria que abrir meu coração para poder ser perdoada.

Contei para ele que eu estava chorando por causa de uma briga com meu marido, meu colega chegou por traz me consolando, depois me abraçou se encostando forte em mim, senti que ele estava excitado, e deixei. Então ele me abraçou por completo, apertou meus seios, e rapidamente abriu minha roupa.

Então, o pastor me perguntou em que momento e de que forma ele me penetrou. Nesse momento senti que ele estava com tesão em mim, sua voz parecia tremula. Fiquei muito desconcertada, afinal ele é um pastor. Ele foi perguntado e eu respondendo, comecei a ficar melada, reparei que um volume se formou na calça dele. Então em um determinado momento, já a fim de foder com ele, pedi permissão para mostrar como foi que começou, a posição que fizemos, me levantei, pedi que ele se levantasse, mandei ele me abraçar por traz, ele não pensou duas vezes e me agarrou, encostei minha cabeça no peito musculoso dele peguei uma de suas mãos e coloquei em baixo da minha saia, e falei que foi assim que meu colega fez.

Me calei e deixei por conta dele. A mão cheia de calos dele foi subindo pelas minhas coxas que eu as abria lentamente, minha boceta carnuda e raspada estava melada e latejando, corria um melzinho pelas minhas pernas. Ele colocou a mãozona em cima de minha xana e ficou alisando. Abri minha blusa e soltei o sutiã, fazendo meus peitões duros e suculentos saltarem. A pica dele por baixo da calça parecia enorme. O coração do pastor parecia que ia saltar do peito, sua respiração ofegante era alta. Coloquei uma de minhas mãos entre nós e abria sua calça, colocando a mão dentro e segurando sua enorme rola, dura e quente, muito quente. Ele gemendo e me chamando de irmã me deixava louca.

A mão dele foi entrando na minha calcinha, gozei me melando toda, ele me sentiu quente e molhada e enfiou um dedo em mim, minhas pernas tremeram quase cai no chão, foi o segundo dedo e o terceiro. Eu tocava uma punheta nele, queria aquela vara na minha boca. Me ajoelhei e paguei um boquete que acho que ele nunca tinha recebido. A caceta áspera e cheia de veias dele latejava e lambuzava minha boca.

Ele me deitou no chão, abriu minhas pernas, se deitou por cima de mim, e com virilidade, mas com carinho, foi enfiando aquele pedaço de ferro dentro de minha boceta melada. Que delicia, quando senti o cabeção me arregaçando gozei de novo. Devia ter algum tempo que ele não transava, mal conseguiu entrar todo em mim, ele me esporrou feito um pônei no cio. Foi um mar de porra quente me inundando, senti meu útero encher, vazou pelos lados melando o chão.

Ele se levantou rapidamente assustado, parecia que ia correr, o segurei e disse que queria mais. Ele me chamou de pecadora, que eu exalava sexo, meu cheiro deixava ele de pau duro.

Sem que ele terminasse o discurso, abocanhei a vara dele e disse que ia leva-lo para o pecado comigo. A picona dele pulou e endureceu em minha boca. Dei um chupada maravilhosa, lambendo e colocando as bolas dele na boca, depois sugando o cabeção, o fazendo uivar de prazer. Agora foi a minha vez de deita-lo no chão e montar nele, segurei o cacete me ajeitei e fui descendo lentamente deixando a piroca entrar no meu bocetão que já estava aberto.

Fui cavalgando lentamente, e aumentando o ritmo aos poucos, já estava completamente nua, meus melões suculentos sacudiam e pulavam no mesmo tempo que eu cavalgava. Ele os agarrou parecendo que ia arrancar de mim.

Eu esguichava de prazer na rola dele, minha boceta latejava, piscava, eu gozava feito uma louca. Cada vez eu pulava mais com o pau do pastor atolado em minha xana. Me deitei sobre ele e falei muita sacanagem em seu ouvido. Ele puxava meu cabelo e me tratava como uma puta. Eu comia a caceta dele com a boceta esfomeadamente, até ele gritar que estava enchendo a boceta dessa puta de porra. Cavalguei até ele ficar totalmente mole, saiu porra para todos os lados, lambuzando o chão com nosso pecado.

A rola saiu de dentro de mim, me sentei em suas coxas, me tremia toda de prazer, de repente começou a esguichar meu gozo de dentro da minha boceta melando ele todo. Nunca tinha acontecido, foi demais.

Ele se levantou, pegou um pano para se limpar, limpou o chão da igreja e me pegou pelo braço toda lambuzada e nua e me expulsou de lá, me vesti rápido e fui embora. Achei que ia ser expulsa da igreja, mas ele também seria. Preferiu fazer de conta que nada daquilo aconteceu.

Depois outras coisas aconteceram que eu contarei com tempo para vocês.

Deixem seus comentários que eu vou adorar ler.

Leiam as histórias que meu marido contou para vocês:

Minha esposa crente, foi comida pelo colega de serviço.

Minha esposa crente, foi comida pelo diretor da escola.

Arrombaram minha esposa na suruba

Comeram minha esposa crente no trem

Um aluno fodeu a puta da minha esposa na escola

Minha esposa crente, cada vez mais puta.

Flagrei o pastor fodendo minha mulher crente

Meu nome é Sebastião, tenho 49 anos e sou negro, tenho uma pequena firma de pedreiro e muitas vezes eu mesmo meto a mão a faço o serviço, isso me ajuda a ter um bom porte físico. Minha mulher, não vou dizer seu nome, tem 32 anos é uma negra de 1,65 m, bonita, bunda grande, peitos fartos, cabelo encaracolado, de uma família de crentes, frequenta a igreja desde que nasceu. Na nossa vida sexual temos sempre algumas divergências, pois ela diz que não pode fazer certas coisas por que é errado. Por exemplo, sexo anal, sexo oral, e outras brincadeiras.

Estava em casa num sábado de manhã e ela tinha ida à igreja. Recebi uma ligação de um cliente querendo um orçamento urgente. Quando ia saindo vi que ela tinha esquecido de levar a chave. Como ela demorava mais que o normal, para não me atrasar levei as chaves na igreja para ela.

A igreja parecia vazia, sem nenhum movimento, o portão estava fechado, mas não trancado. Entrei em silencio e fui para porta principal que estava trancada. Olhei pelo vidro e não tinha ninguém, mas a porta dos fundos estava aberta. Fui por lá. Entrei, ouvi um sussurro tipo um gemido, parecia alguém chorando. Achei que fosse alguém contando algum problema para o pastor. Para não atrapalhar andei bem devagar e olhei por uma janelinha para sala de onde vinham os choros.

Quase cai sentado, tive que me apoiar nas paredes para não cair. Minha mulher estava debruçada em uma mesinha apoiada pelos cotovelos, saia levantada com o bundão cor de chocolate para o alto, blusa toda aberta e o sutiã levantado, de pernas abertas e o pastor com a calça arriada até o chão metendo a rola nela.

Não sabia o que fazer, fiquei olhando, pensando numa atitude. Meu pau ficou duro. Resolvi olhar mais. Ele meteu a mão na boceta dela e tocou uma siririca enquanto socava com força. Os peitões dela que parecem dois ovos de páscoa deliciosos balançavam, roçando os bicos na mesa. Ela o mandava meter com mais força. A mesa parecia que ia quebrar. A única coisa que pensei em fazer foi colocar a pica para fora e tocar uma em homenagem a crente piranha da minha mulher.

Eu via o melado do prazer deles escorrer pelas pernas mulatas da minha mulher, a puta do pastor. Ela gemia igual uma gata no cio, rebolava e dava soco na mesa, ele a apertava pela cintura e força a mão no bocetão dela, a chamando de irmã gostosa.  Eu estava quase gozando. Ele empurrou a vara bem no fundo dela e urrou igual a um urso, esporrou as entranhas quente e deliciosa da minha mulher, enquanto o corno aqui esporrava na mão.

Quando ele sacou a rola pude ver como era grande a caceta do pastor, vermelha e grossa. Saiu um mar de porra branca escorrendo pelas pernas de ébano da minha nega, que ficou paradinha esperando descer tudo. Minha vontade era de chorar, ir lá acabar com a farra.  Depois ela ficou em pé, tirou a saia, se ajoelhou e abocanhou a rolona do pastor de uma só vez, minha piroca pulou na hora, preferi, como bom corno, continuar olhando. Ela chupava como nunca me chupou, parecia puta profissional, ele deve ter ensinado para ela. As vezes engolia tudo, as vezes vinha tirando deixando só a cabeça na boca sugando e lambendo para em seguida engolir tudo de novo, lambia e colocava as bolas dele na boca. Depois ela  deitou de costas na mesa, segurou as pernas em posição de frango assado e pediu para ele meter de novo. Ele não pensou duas vezes e empurrou dentro dela, rola na boceta e as mãos nos peitões. Eu estava adorando ver minha mulher santa, séria e recatada ser uma puta tremenda nas mãos daquele filho da puta, nãos mãos e na pica.  Ele tirava de dentro se ajoelhava e mamava a xana lambuzada dela que se tremia toda, tento espasmos de gozo. E ele subia e enfiava mais um pouco, tira de dentro, dava a volta e colocava ela para mamar mais, voltava e enfiava na gruta fervente dela. Até ela pedir para ele comer o cuzinho dela. Não acreditei no que ouvi, ela nunca me deu, dizia que era errado, que era coisa de homem com homem.

Ele segurou as pernas dela e as empurrou colando no peito, e sacou a tora e enfiou no cu da minha esposa. Foi direto, ela nem reclamou, não acreditei que foi fácil assim, quase fui lá conferir. Só acreditei quando ela disse que era uma delicia sentir ele dentro do rabo dela.

E ficaram ali, ele comendo minha mulher em posição de frango assado. Minha caceta latejava e explodi de prazer, esporrando mais uma vez na mão. Ela colocou os pés no peito dele e o empurrou o tirando do rabo, saiu da mesa, pegou duas cadeiras, colocou um joelho em cada uma ficando bem aberta, se apoiou na mesinha e mandou ele enfiar tudo. Num tranco só ele entrou novamente no rabo dela. Começou o vai e vem, cada vez mais forte e mais rápido. Gemidos fortes, tapas na bunda dela, o saco batendo nas coxas dela, que esfregava as mãos na boceta para aumentar o tesão. Era uma delicia ver aquilo. Ela gozava muito, ele sentindo um prazer enorme dentro dela, loucura total, até que mais um jorro de porra quente inundou minha mulher, dessa vez no rabo.

Ele tirou de dentro, ela continuou de quatro, dava para ver o cuzinho dela latejando e jogando muita porra para fora, escorrendo pelas pernas, a mão dela acariciava a xereca fazendo um esguicho de gozo sair de dentro dela. Ele pegou uns papeis toalhas a limpou a esporração que escorria dela, que pegou as roupas para se vestir. Corri para casa ainda de pau duro para esperar por ela e ver a história que a piranha iria me contar.

Adorei ver isso tudo e ficava imaginando se teria a sorte de ver uma cena dessa novamente.

O que vocês fariam no meu lugar?

O dia que eu fodi a mulher do pastor.

Oi pessoal, meu nome é Roberto e gosto muito de ler os contos desse blog, sempre que posso acompanho os casos, alguns reais outros nem tanto. Mas o que tomei coragem para relatar para vocês aconteceu realmente há alguns dias.

Tenho 28 anos, sou alto, branco, tenho um corpo normal sem grandes atrativos físicos, exceto meu cacete que é bem grande e grosso. Sou solteiro e moro com meus pais que são comerciantes e trabalhamos juntos na nossa loja.

Algumas ruas após a minha casa mora uma família de crentes, amigos de meus pais, o marido é pastor, a esposa é missionária e suas três filhas. A esposa, Bárbara, tem seus 38/39 anos, muito educada, elegante, se veste bem, bonita, branca, alta, cabelos pretos e longos, e apesar das roupas compridas e largas que usa dá para notar que tem um corpo bastante gostoso, principalmente a bunda que é grande.

Neste dia, meus pais tinham ido para loja e eu fiquei em casa e iria à tarde. Fazia muito calor, um sol tremendo, estava na piscina, de sunga apertada quando a campainha tocou. Fui atender e era Bárbara. Abri um pedaço do portão com o corpo atrás e a cumprimentei, ela disse que estava trazendo uma encomenda para minha mãe, e me perguntou se podia entrar e tomar um copo d’água pois o sol estava forte e ela não estava se sentindo bem. Abri o resto do portão, ela entrou seguindo na frente e eu atrás, não tinha me visto de sunga ainda.

Quando ela sentou é que viu que eu estava de sunga e ficou meio desconcertada, mas, discretamente olhou uma ou duas vezes para o volume na minha sunga. Fui pegar a água e me deu uma vontade enorme de foder aquela crente gostosa. Meu cacete ficou duro igual um cano de ferro. Coloquei de uma forma que o volume ficou muito maior. Levei a água e quando ela viu o volume arregalou os olhos, tentou disfarçar, mas eu vi.

Dei o copo para ela e me debrucei por cima dela com a desculpa que ia afastar uma madeira que a estava incomodando, dava para ver a respiração ofegante dela. O cheiro dela ela delicioso. Tinha que tomar coragem e atacar, ou ia dar merda ou ia comer aquela carne saborosa.

Ela se levantou rapidamente, colocou o copo na mesa e falou que estava indo, então entrei na frente dela e pedi que ficasse. Ela se assustou me afastou com as mãos e disse que estava indo. A segurei pelo braço, a reação dela foi me empurrar e perguntar o que eu estava fazendo que ela ia contar para meus pais.  Segurei com força e a joguei sentada na cadeira, botei o pau para fora, ela se desesperou, eu a segurei pela nuca, quando abriu a boca para gritar enfiei a rola toda em sua boca, foi quase até a garganta. Os olhos esbugalhados, se batendo para sair, forcei e coloquei um joelho  em suas pernas e a dominei. Ela me olhava desesperada, falei que era melhor ela aproveitar.

As lágrimas escorriam pelo seu rosto, mas, fui sentindo levemente ela me mamando, bem modestamente. Retirei um pouco da vara para ficar mais confortável para ela, que parecia gostar e chupava cada vez mais gostoso. Diminuí a força que fazia na nuca dela e passei a acariciar seus cabelos. Ela esfregava as pernas umas contra as outras cheia de tesão. Nos ajeitamos, ela abriu as pernas e eu entrei no meio, em pé de frente para ela, que puxava a saia aos poucos para cima com uma das mãos, começando a mostrar as pernas maravilhosas que tinha, com a outra mão segurava minha pica que latejava em sua boca gostosa e molhada, já conseguia ouvir seus gemidinhos.

Sua mão continuou a subir por entre suas pernas até começar a acariciar sua boceta por cima da calcinha. Logo, logo ela colocou a mão por dentro e tocou uma siririca, se tremendo toda.

Eu desabotoei sua blusa, soltei o sutiã e vi seus peitões pularem para fora, duros e bicudos, pediam para serem chupados.

A segurei pelos braços e delicadamente a levantei a levando para uma mesa onde a coloquei deitada de barriga para cima, ela já estava completamente submissa. Suspendi sua saia até a cintura e tirei lentamente sua calcinha, revelando um bocetão carnudo, molhado e peludo.

Caí de boca chupando aquela delicia, minhas mãos amassavam suas tetas duras, ela apertava minha nuca como que querendo enfiar minha cara toda pra dentro de seu bocetão. Não precisei muito esforço para fazê-la gozar aos jatos em minha boca. Ela gemia e chorava ao mesmo tempo.

Fiquei em pé, abri mais suas pernas e fui com minha caceta dura na direção da boceta ensopada dela, que implorava para eu não penetra-la. Fui acalmando ela, dizendo que ia só encostar, só esfregar, fui esfregando e colocando aos poucos, bem lentamente minha cabeça foi para dentro dela, que balançava a cabeça negativamente, mas abria cada vez mais as pernas.

Aproveitei cada centímetro de pau que coloquei dentro dela. Era um sonho, não acreditava que aquela mulher séria e recatada estava de pernas abertas em cima da mesa levando minha rola toda em seu buraco quente.

Tirei de vez sua saia, sua blusa e sutiã, a deixando completamente nua na mesa. Ela protegia os seios coma as mãos. Eu começava um vai e vem, um entra e sai em sua carnuda e latejante boceta. Inclinei meu corpo sobre o dela e delicadamente chupei seus melões, passando a língua por ele todo depois enfiando os bicos eriçados na boca. A intensidade das metidas ia aumentando.

Subi na mesa, beijei sua boca com muita fome e fui correspondido com um beijo de língua delicioso. A essa altura socava com toda força dentro dela, quase virando a mesa. O barulho de meu corpo batendo no dela e seus gemidos podiam ser ouvidos de longe. Senti meu corpo todo tremer, meu coração disparar e uma sensação maravilhosa de um gozo intenso e abundante, enchi minha puta crente de porra quente e grossa.

Ficamos deitados na mesa. Ela parecia ter desmaiado. Me levantei lentamente saindo de cima dela, que continuou de pernas abertas, deixando minha porra escorrer e melar toda a mesa. Seus braços caídos para os lados.

Ajudei a se levantar, peguei pelas mãos e fomos para o banheiro. Tomamos um banho, fomos para meu quarto e ela me pediu que pegasse suas roupas que estavam na varanda. Quando voltei ela estava deitada na cama com o bundão para cima, chorando. A abracei com carinho, minha pica endureceu na hora, perguntei se ela tinha gostado e medisse que sim mas que tinha cometido um pecado horrível.

Ficamos abraçados fazendo carinho, coloquei o pau em suas mãos que me tocou uma punheta gostosa. Direcionei sua cabeça para meu pau e ela logo abocanhou e mamou deliciosamente. Parecia mais solta, devolvi o prazer chupando sua boceta peluda. Eram esguichos de gozo em minha boca, seu corpo se estremecia por inteiro.

Depois de muita chupada deitei de barriga para cima e a coloquei por cima para cavalgar. Muito envergonhada, segurando os peitões ela foi montando e deixando meu caralho a preencher. Cavalgava devagar, e aos poucos foi aumentando o ritmo, puxei suas mãos as segurando para ver seus suculentos peitões balançarem conforme ela trepava.

Já enlouquecida, pulando literalmente na vara, jogando os cabelos longos para todos os lados, Bárbara gritava de prazer, falava que iria para o inferno, mas queria gozar muito antes.

Tirei-a de cima e a coloquei de quatro fodendo sua boceta toda esfolada de tanta vara. Pode finalmente apreciar aquele rabão que tanto desejei. Queria foder aquele cuzinho rosado. Deixei-a louca, depois tirei minha pica do seu buraco e comecei a enfiar no cuzinho. Ela entrou em pânico, falava que nunca tinha feito aquilo, que não queria que ia doer. Tive que domina-la e com carinho forcei meu cabeção nela. Não dava para imaginar que fosse entrar, era muito apertado e isso me deixava louco.

Forcei, forcei e ela chorava, pedia para parar, eu ia sentindo o cuzinho de Bárbara se rasgando e abrindo caminho, era muita força. Minhas pernas tremiam e as dela também. Passei meus braços em volta de sua cintura, falei para ela relaxar que eu pararia, senti seu corpo ficar mole, respirei fundo e atochei tudo de uma vez, foi um berro pavoroso, Bárbara estava enrabada.

Dei um tempo dentro, parado, para ela se acostumar e se acalmar. Depois comecei a bombar bem devagar, aumentando aos poucos até sentir que a tinha arrombado. Comecei a socar com força, arrancando gritinhos, gemidos e chorinhos. Minha mão achou o grelinho dela dando-lhe prazer que ela merecia. Sentia sua xereca latejar, seu mel escorrer feito cachoeira em minha mão. Que delicia, como Bárbara é maravilhosa, deliciosa e saborosa. Foi minha melhor mulher. Fiz ela gozar muito com meus dedos enquanto enfiava em seu cuzinho. Entre gemidos, gritos e estocadas, gozei feito um cavalo no rabo daquela mulher crente.

Desabei feito um morto por cima dela, que desmaiou de prazer. Ficamos engatados um tempo até eu conseguir pernas para me levantar. Bárbara tentou ir para o banheiro se lavar mas caiu de quatro. A ajudei, tomamos um banho e ela se foi, tropeçando nas pernas.

Depois disso todas as vezes que nos esbarramos ela desvia o olhar, abaixando ou olhando para os lados. Nunca mais tive outra chance com ela.

Espero que tenham gostado. Deixem seus comentários.

Minha esposa crente, cada vez mais puta.

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A minha mulher, Rejane, já falei sobre ela aqui, tinha se tornado a puta mais fácil da terra, quem quisesse come-la era só abaixar a calcinha e enfiar, aonde quisesse. Não precisava cantar, pedir, conversar, nada, era só comer. E era isso que todos faziam, comiam. Continuar lendo “Minha esposa crente, cada vez mais puta.”

Um aluno fodeu a puta da minha esposa na escola

Duas semanas depois dos acontecimentos que transformaram minha mulher, Rejane, numa puta, fodida por seis machos diferentes na mesma semana, ela estava na escola, em um período que tinha poucos alunos, era semana de recuperação, estando só ela na cozinha. Sentada, aguardando alguma coisa para fazer, pensando na vida, nas coisas terríveis que tinha feito e sido obrigada a fazer, arrependida por ter gostado, jurando que nunca mais faria de novo. E assim as horas iam passando. Continuar lendo “Um aluno fodeu a puta da minha esposa na escola”

Arrombaram minha esposa na suruba

 

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Minha esposa, que para se vingar de nossa situação que não ia bem, resolveu deixar um colega de trabalho comer ela, não sabia que ia acabar virando a puta da escola. Continuar lendo “Arrombaram minha esposa na suruba”