Mãe fodendo com os pedreiros e o filho vendo.

Quando eu tinha 16 anos, estava no auge da vontade de foder, era uma média de 4 a 5 punhetas por dia, não podia ver nada de mulher que lá ia eu para algum lugar tocar uma.

Nunca poderia imaginar que a vez que mais toquei punheta em minha vida foi por causa da minha mãe.

Minha mãe na época tinha uns 42 anos, mulata, baixa, bunda e peitos grandes, bonita, cabelos cheios e cacheados, nesse dia vi que ela que tinha um corpo bonito. Meu pai tinha uma oficina mecânica, era 10 anos mais velho que ela, e bebia muito, apesar de não ser violento, não ligava para ela que devia estar subindo pelas paredes de tesão.

Minha casa estava em obra, tinha um pedreiro e um ajudante trabalhando lá. Eu e minhas duas irmãs estudávamos a tarde. Nesse dia não tive aula, voltei para casa e mais tarde iria buscar minhas irmãs que ficaram na escola.

Eram por volta de umas 14 horas, tinha massa pronta no quintal, a porta estava aberta e os pedreiros não estavam. Entrei sem desconfiar de nada e fui direto para meu quarto. O quarto dos meus pais era depois do meu, a porta estava entre aberta e vinha um gemido de lá. Fiquei parado ouvindo, tinham outros barulhos. Olhei pela fresta da porta e vi que os pedreiros estavam lá dentro com minha mãe, mas não dava para ver o que faziam.

Sai devagar de casa, dei a volta correndo pela lateral, eu sabia que tinha um buraco na parede do quarto onde fixaram a janela nova, rezei para não terem fechado ainda, e lá estava ele aberto.

Olhei pelo buraco, não tinha como eles me verem. Estavam nus, o ajudante, que era um mulato forte e baixo, tinha uma pica pequena mais muito grossa. O pedreiro era um negro alto e bem forte também, tinha uma pica de cavalo, grande e grossa. Minha mãe estava completamente nua, sentada na cama de pernas abertas, dava para ver os peitões e o bocetão dela arreganhado. Na mesma hora coloquei a caceta para fora e sem fazer nada já gozei.

O ajudante se ajoelhou no chão de frente para ela, colocou as pernas da mamãe nos seus ombros e chupou sua boceta. O pedreiro colocou ela para chupar o cassetete preto, ele a segurava pelos cabelos a puxando ao encontro do caralho. Ela engolia tudo.

Depois trocaram de posição, na hora da troca vi que sua xana estava escorrendo mel. Me esporrei de novo.

O negro colocou minha mão de quatro na cama, e chapou a vara na sua boceta, enfiava nela como se fosse um cavalo fodendo uma égua, ela parecia estar se esbaldando de prazer, seus peitões balançavam para todos os lados. O mulato sentou de frente para ela e a puxou em direção a sua vara grossa, que ela engoliu totalmente, colocando seu saco na boca também.

O negro começou a fazer movimentos mais lentos enfiando a vara e deixando mais tempo no fundo e dava tapas na bunda dela. Gritava: “Vou encher sua boceta de porra sua puta”, ela com a boca cheia balançava a cabeça que sim. Ele encheu tanto a boceta da minha mãe que quando tirou o caralho caia placas de porra na cama. Gozei pela terceira vez.

O mulato veio para trás dela, pegou um pano, limpou a xana esporrada e meteu a vara, o negro sentou para ser chupado.  Ele socava com tanta força nela que a rola do negro ia até a garganta da minha mãe. Não demorou muito e ela estava com a boceta cheia de esporra grossa outra vez.  O negro gozou de novo, dessa vez na sua boca, era tanta goza que escorria pelo canto da boca e pelo queixo da puta da mamãe, lambuzando seios melões. E eu esporrava na parede sonhando com o bocetão dela.

Depois de engolir toda a porra que tinha na boca, ela ficou em pé, pegou uma toalhinha, abriu as pernas e se limpou. Os dois estavam sentados na cama relaxando, ela se ajoelhou e começou a mamar as cacetas deles, se revezando entre uma e outra, que logo estavam duras. O mulato, que só tinha gozado uma vez, resolveu empatar a sacanagem, a pegou e a colocou entre suas pernas, botando a rola no meio dos peitões dela e apertando, fazendo movimento como se estivesse fodendo. Foi esporra até na cara da mamãe, ela ficou toda lambuzada.

O negro a pegou pelos braços e mesmo toda esporrada a colocou para cavalgar na rola dele. Ela montou, engoliu a vara toda com a xereca e cavalgou, que tesão de ver minha mãe cavalgando com seus peitões melados de porra balançando. Queria muito foder aquela puta.

O mulato se ajoelhou por trás dela fazendo-a deitar no peito do negro e levantando bem sua bunda, e colocou a vara no cu dela. Estavam os dois fodendo minha mãe ao mesmo tempo. Era demais para mim. Achei que ia morrer de tanto tocar punheta.

Os dois estavam fazendo um sanduiche com ela, que rebolava feito louca, gemia, meus olhos não saiam dos peitões dela, eram lindos, grandes, suculentos. Quase que ao mesmo tempo eles gozaram, encheram os buracos dela de suco de pica. Saíram de dentro da minha mãe, deitaram ela de barriga para cima e cada um segurou por uma coxa, arreganhando ela toda, via escorrer um mar de porra dos buracos dela.

Minha mãe se levantou, colocou a mão entre as pernas, para não sujar o chão de porra, e correu para o banheiro. Os pedreiros voltaram para o trabalho, e eu, tremendo depois de tocar muita punheta, gozei oito vezes, entrei em casa tentando fazer de conta que não tinha acontecido nada.

Gritei para minha mãe que tinha chegado, ela saiu do banho e veio para sala. Não conseguia parar de pensar nela fodendo feito uma puta. Cada vez que a via lembrava de seus peitões balançando, da porra escorrendo neles, dos dois ao mesmo tempo enfiando nela, que doidera, nunca desejei tanto uma vadia, como desejava minha mãe. Os dias passavam e eu lembrava dela e me acabava na punheta. Tinha que arrumar uma forma de foder aquela puta que estava ali pertinho de mim.

E consegui, mas, isso eu conto depois.

Segurou a esposa para eu foder.

Pessoal esse fato ocorreu comigo  há pouco tempo, agora que passei a ler contos eróticos tomei coragem para contar.

Tenho 35 anos, 1,78m, 70 kg, moreno de cabelos preto e físico normal. Sou casado e nessa época procurei por um pedreiro conhecido para fazer um serviço lá em casa, era bastante serviço e daria uma grana.

Falei com o João, um pedreiro de seus 54 anos, bem forte, meio bronco, que já tinha feito serviço pra mim, e pedi um orçamento. Estava com pressa e liguei para ele que me pediu que passasse a tardinha em sua casa para combinarmos.

Chegando lá, falei que iria procurar por outros pedreiros para avaliar o melhor preço e daria uma resposta em breve, João queria de qualquer maneira a obra.

A esposa dele, Sofia, estava fazendo seus afazeres domésticos. Parecia ter uns trinta e poucos para quarente anos. Morena, cabelos compridos presos, bunda e peitos grande. Ela estava de saia, conforme ia trabalhando suas pernas as vezes ficavam um pouco a mostra. Apesar de não ter uma vida muito confortável era uma mulher gostosa e bonita. Fiquei olhando para ela tentando disfarçar, cheguei a ver até quase a calcinha dela.

João notou que eu disfarçava e olhava para mulher dele. Pediu que a esposa fosse comprar duas cervejas para bebermos, falei que não precisava, mas ele insistiu e ela foi.

Quando ela saiu ele disse que reparou que eu olhava para mulher dele, fiquei sem graça e ele disse: O Dr. gostou? Podemos fazer um acordo. O senhor come ela em troca da obra.

Achei que ele estava puto, me fiz de indignado, mas ele disse que estava tudo bem, que ela tinha que dar a cota dela de sacrifício para conseguir um trabalho para o sustento da casa. Então perguntei se ela concordaria, ele disse que achava que não, mas daria um jeito. Pediu que quando ela chegasse eu fosse ao banheiro e voltasse logo.

Aquela situação me deixou doido, de pica muito dura e latejando. Era uma situação muito estranha.

Quando ela voltou com as cervejas fui ao banheiro e deixei os dois na sala, voltei logo como ele me pediu. Ela estava sentada no sofá grande e não gostou nada da ideia. Fala que não, não, então cheguei e João mandou eu sentar. Ela tentou levantar para sair e ele a segurou. Tentou de novo e ele a jogou deitada no sofá e a segurou pelos pulsos, ela esperneava, se batia, enquanto João tentava levantar a saia dela e dizia deixa o Dr. te comer.

Então ele rasgou a saia dela, a blusa e arrebentou o sutiã, deixando-a só de calcinha e com os peitões de fora. Mandava em meter a vara nela. Que tesão, ela se esperneava e me pedia para não fazer. Não adiantou, tirei a calça, fui pra cima dela que começou a chorar, tirei a calcinha dela, e vi um bocetão bem peludo, com sinais que estava molhado, enfiei os dedos e depois meti a rola nela. Estava melada sim, João a segurava e mandava eu meter com força na égua dele. Mandava eu foder o bocetão dela. Encher a esposa dele de porra. João delirava com a cena.  Enquanto eu bombava na boceta, mamava os melões suculentos dela, que estava assustada e muito ofegante.

João a segurou com uma das mãos e com a outra botou a vara pra fora e começou a tocar uma punheta. Dizia que seu sonho era ver outro macho foder e encher de gala a xana da mulher dele. Depois de socar muito enchi as entranhas dela de porra quente numa gozada deliciosa. Sai de dentro dela e João esporrou a cara da esposa, a lavando com um banho de porra.

Ele a segurando pelos braços a fez se ajoelhar na minha frente que estava sentado no sofá, e a botou para mamar minha caceta. Mesmo forçada ela chupou com muita vontade. Meu pau pulou de novo.

João colocou a esposa debruçada no braço do sofá, de bunda para cima, sentou e a colocou para chupar sua rola, e mandou que eu enfiasse no cu dela. Cheguei por trás, abri as pernas e coloquei a cabeça, ela tentou sair, mas a segurei junto com João, enfiei até o talo na bundona dela. Comia aquele rabo com vontade.

João mandou que eu a levantasse pela cintura, e se sentou, eu engatado no rabo dela a levei até João que veio puxando na direção dele, eu fui para frente preso nela e desci até ela ficar sentada de frente com o marido que preencheu sua xana com o cacete dele. Sofia estava empalada pelas nossas rolas duras.

Eu socava no cuzinho, apertava os peitões dela, enquanto João mamava de socava na bocetona cabeluda de Sofia, que a essa altura tinha se entregado ao prazer e gozava feito uma puta. Puxei seu cabelo para trás e chupei seu pescoço deixando marcas do meu tesão em seu corpo.

Após um tempo nessa foda maravilhosa, eu e João encharcamos Sofia com nossa porra quente, deixando ela toda lambuzada, quando se levantou nossa porra escorria pelas pernas dela. Ela correu para o banheiro e eu e João fomos tomar nossa cerveja e fechar o negócio da obra.

Depois, por vontade dela fizemos a mesma sacanagem umas três vezes.

Fodi a mãe do meu amigo

Olá pessoal, meu nome é Paulo, e a história que vou narrar aconteceu há 10 anos, quando eu tinha 17 anos. Na época eu era magro, e já bem alto. Tinha uma pica grande, mas não muito grossa.

Tinha um amigo chamado Carlinhos, estávamos sempre juntos. A mãe dele tinha seus 50 anos mais ou menos, era uma senhora gordinha, um pouco alta, bunda grande e seios fartos, cabelos encaracolados, branca de olhos castanhos claros, mas nunca a olhei com maldade.

Nesse dia eu e Carlinhos fomos a uma festa e como acabaria tarde dormi em sua casa. A mãe dele, Dna. Carminha preparou a minha cama no sofá da sala, me deitei e me cobri com um lençol. Carlinhos dormia com o irmão em um quarto e Dna Carminha, que era separada do marido, sozinha em outro.

Naquela época eu estava numa maré de azar com mulher, não pegava ninguém, na festa que fomos, até dei uns beijinhos, mas não foi além disso, então estava com um tesão tremendo, meu pau estava duro, e eu doido pra tocar uma. A luz da cozinha ficava acesa e iluminava levemente um pedaço da sala.

A porta do quarto de Dna. Carminha abriu, fingi estar dormindo, mas com os olhos entre abertos, vendo o que acontecia. Ela passou para cozinha, estava com uma camisola curta e transparente, dava pra ver que ela tinha as coxas bonitas. Passou um monte de coisa pela minha cabeça, mas era bobagem.

Quando ela voltou, parou em frente a mim e ficou uns segundos me olhando e foi para o quarto. Um tempinho depois voltou ela. Foi na cozinha e na volta parou de novo e ficou me olhando, esfregou a boceta por cima da camisola, olhou para os lados como se fosse fazer alguma coisa e voltou para o quarto. Meu pau quase explodiu, a vontade de foder aquela coroa invadiu minha cabeça, tive vontade de ir ao quarto dela, mas tive medo de dar merda. Então fiz o seguinte, tirei o lençol, fiquei de barriga para cima e coloquei meu pau duro para fora.

Não demorou e ela saiu de novo. Quando viu meu pau seus olhos arregalaram, ela parou em frente, olhou para os lados, levantou a camisola e enfiou a mão dentro da calcinha, tocando uma siririca. Eu estava doido de tesão, meu pau latejava. Ela se aproximou, para ver se eu estava dormindo, eu estava com os olhos entre abertos o suficiente para ver tudo. Então, ela foi até o quarto dos filhos, olhou e voltou se aproximou de mim e segurou meu pau, enquanto tocava uma punheta nele, ela olhava pra mim e tocava uma siririca com a outra mão.

Segurei ela pela nuca, que se assustou, e a levei em direção ao meu cacete, ela abocanhou com a boca quente e molhada, que delícia, deu umas três chupadas e enchi sua boca de porra quente, muita porra quente, que ela engoliu tudo.

Meu pau continuava duro e latejando, ela me pegou pelo braço e levou para seu quarto. Lá, tirou a roupa, ela tinha uma bunda enorme e os peitões grandes, tirei minha roupa e deitei na cama e ela fez outro boquete delicioso, enquanto eu alisava seus peitos. Coloquei ela deitada de pernas abertas, montei nela e enfiei em seu bocetão peludo que a essa altura estava todo melado. Meu tesão era enorme, mamava seus melões, mal comecei a socar e esporrei igual a um cavalo no bocetão da coroa. Senti que meu pau estava meio duro ainda. Continuei socando até ficar duro de novo. O barulho da porra dentro da xereca dela conforme eu socava era excitante.

Sai de cima dela, deitei de pica para cima e mandei ela montar. Ela montou em mim, abriu o bocetão e colocou minha vara toda pra dentro. Dna. Carminha cavalgava cada vez mais forte, cada vez mais alucinada. Seus melões gigantescos subiam e desciam freneticamente. Seus olhos reviravam, mordia os lábios e gemia como uma louca, mesmo com o ventilador ligado, ela suava muito, escorrendo pelos peitos. Eu ajudava empurrando a rola fundo nela, com uma das mãos apertava as tetas e com a outra esfregava o grelo dela. O barulho de nossos corpos batendo um no outro era alto. A minha porra que estava dentro dela e o gozo da Dna. Carminha escorria fazendo uma poça na minha barriga. Ela tremia o corpo todo de prazer e cansaço, estava extasiada.

Coloquei ela de quatro, com o rabo para cima e enfiei no bocetão com vontade, estava super lambuzada. Ela socava a cama, puxava o lençol, quase levantava o colchão, era uma loucura.

Saquei a rola de dentro e coloquei no cú dela, que nem reclamou, engoliu minha pica toda de uma vez, acho que ela já tinha dado muito o cú. Enterrei tudo, me debrucei por cima dela e me agarrei aos tetões, enfiei minha mão toda dentro de sua boceta molhada e soquei como nunca tinha feito antes no seu rabo, ela só gemia e recebia minhas furadas. Apertei com força, quase arrancando os melões dela e soltei um gemido seguido de uma inundação de gala quente e grossa nas entranhas da velha. Quando tirei o pau ela caiu de bruços na cama como se estivesse desmaiada.

Peguei meu short e fui tomar um banho, e enquanto me ensaboava fiquei de pau duro. Queria foder mais a coroa. Voltei para o quarto e ela estava do mesmo jeito, de bunda pra cima, toda esporrada. Deitei ao seu lado que se virou de costas para mim. Abri suas pernas e coloquei no bocetão todo melado. Ficamos engatados de ladinho fodendo bem devagar.

Depois ela me colocou de pau pra cima, sentou de costas para mim cavalgando com o pau na boceta. Um tempinho e ela colocou meu pau no cuzão de novo. Me sentei agarrei seus peitões e deixei ela se acabar com meu pau no cú. Ela jogava a cabeça para trás e gemia enquanto rebolava. Minha mão trabalhava seu grelo fazendo com que tivesse gozadas descontroladas.

Jorrei mais uma enxurrada de porra dentro da coroa. Que se deliciava a cada gozada minha.

Até começar a amanhecer dei mais duas gozadas nela, que ficou toda esporrada, em todos os buracos de seu corpo. A cama era porra pura, meu gozo e o dela se misturavam deixando o lençol todo lambuzado.

Fui para sala deitar e não conseguindo dormir, pois já era manhã. Levantamos e ela meia atordoada de tanto foder preparou nosso café. Trocamos alguns olhares de cumplicidade sem que ninguém notasse. Nunca mais a fodi, mas ficou marcado na minha memória até hoje.

Flagrei a crente dando, filmei, chantageei e comi.

Meu nome é Sebastião, sou mulato, 45 anos, altura média , magro, trabalho numa creche, sou porteiro.

Lá trabalha uma mulher crente, casada, chamada Regina, tem seus 47 anos, branca, baixa, cabelo castanho escuro comprido que ela sempre prende. Usa como uniforme uma calça de malha e uma camiseta comprida que tapa o bundão dela, tem os peitos grandes e a cintura fina, é bonita e gostosa, já toquei muita punheta pensando nela. Ela é tipo monitora das crianças, pra não fazerem bagunça.

Um dia desses eu vi ela chegando no pátio se ajeitando e olhando desconfiada para os lados, achei estranho, me lembrei que as vezes ela sumia uns vinte, trinta minutos, mas nunca estranhei , até aquele dia.

Marquei ela em cima, dois dias depois ela saiu do pátio olhando pros lados, disfarcei e fui atrás. Ela entrou no depósito, dei um tempinho, dei a volta e olhei por um buraco na janela, que cena linda, Regina ajoelhada no chão sem camiseta e sem sutiã chupando a vara de um zelador. Que peitões lindos, brancos, redondos, deliciosos. Ela mamava feito uma bezerra louca, enfiava tudo na boca, depois tirava deixando só a cabeça que ela sugava forte. Com as mãos, ela alisava as bolas, até o zelador encher a sua boca de porra. Deve ter sido muita porra, ela engolia aos goles, escorria porra pelos cantos da boca. Botei o pau pra fora e toquei uma até melar a parede. Depois ela ficou de pé, que peitos lindos, o zelador continuava de pau duro e todo babado pela mamada gostosa que a Regina deu.

Ele abraçou ela que encostou os peitões nele, que falava que queria fuder ela, que dizia que não, era só chupada, que não podia, era um pecado maior ainda. Ele insistiu, enfiou a mão dentro da calça dela e alisou a buceta dela. Ela olhou pros lados conferindo se tinha alguém, debruçou na mesa e abriu as pernas, o zelador abaixou a calça e a calcinha dela, deu pra ver a boceta peluda, ficou atrás e meteu a vara nela.

Conforme ele socava os peitões dela balançavam. Eu tinha que fuder aquela crente puta. Tive uma ideia, peguei o celular e filmei a foda.

Enquanto isso ele enfiava a piroca no bucetão cabeludo dela e eu tocava outra punheta. Ela gemia, se mexia, até ele encharcar a Regina de porra quente.

Ela limpou a porra que tinha na buceta, se vestiu e foram embora. E eu também.
Cheguei em casa dei uma foda na minha mulher pensando nos peitões e no bucetão cheio de porra da Regina.

Era uma sexta, passei o sábado e o domingo pensando nela. Segunda a creche estava vazia, só tinha a diretora e mais três pessoas em reunião, e eu e Regina no resto da creche.

Falei pra ela que ia mandar um vídeo legal pelo Zap. Quando ela viu arregalou os olhos, ficou branca, parecia que ia desmaiar. Perguntou o que era aquilo, eu falei que era ela fudendo. Ela chorou, pediu pelo amor de Deus pra eu apagar, se o marido visse largava ela , e ela seria expulsa da igreja e podia perder o emprego. Falei pra ela ficar tranquila que ninguém veria o vídeo. Mas tinha um preço, queria fuder ela. Ela disse que não, que não podia, pra eu não fazer isso com ela. E eu disse ou ela trepava comigo ou eu mandava o vídeo pro marido. Ela disse que me chupava até eu gozar, eu disse que queria enfiar na buceta dela.

De tanto chantagear ela cedeu. Fomos pro depósito, botei o cacete pra fora, ela se ajoelhou e mamou, tirei a camiseta dela, o sutiã e finalmente apertei aquelas mamas deliciosas que pareciam dois melões.

Levantei ela, deitei ela numa mesa, tirei a calça e a calcinha, abri as coxas maravilhosas dela, vi aquele bucetão peludo e melado, cai de língua, chupei até ela se tremer toda e gozar na minha boca.

Coloquei ela de pé, debruçada na mesa e soquei meu caralhão na xerecona da Regina, que crente de buceta quente.

Socava com toda força, ela gemia como puta. Os melões sacudiam , que delícia, eu olhava minha rola entrando e saindo dela.

Ela mastigava minha rola com a buceta, mandava parar mas estava gostando. Fazia ela rebolar na vara.

Não aguentei mais, deu um gemido alto e enchi a buceta da puta da Regina de muita porra quente. Deixei escorrer tudo dentro dela.

Botei a crente de cócoras, arreganhada, me chupando, minha porra escorria pelas pernas dela, agora queria o cu daquela crente gostosa.

Meu pau ficou duro, coloquei ela na posição de novo, ela falava que não queria mais, não dei ouvidos, enfiei tudo de uma vez na buceta lambuzada da Regina.

Soquei um pouco melando meu caralhão, tirei e coloquei na portinha do cu dela, ela tentou sair, reclamou, implorou pra não fuder o cuzinho dela, disse que era virgem, mas eu fui forçando, enfiando, parecia virgem mesmo, ela começou a chorar, sentia o rabo dela se rasgando na cabeçona da minha pica. De repente entrou de uma vez, ela gritou, as pernas dela tremiam, segurei ela pelos cabelos e deixei ir fundo, parei um pouco, ela relaxou e comecei a fuder seu cuzinho apertado, socava forte nela.

Enfiei os dedos no bucetão dela que apertava com força. Socava cada vez mais forte, apertava os peitões, mordia as costas, ela deu um suspiro forte e eu enchi o rabo apertado dele de leite quente.

Quando tirei o pau tinha um pouco de sangue, arregacei o cu da crente piranha. Ela se limpou de tanta porra que derramei nela, se tremendo toda.

Comi ela mais algumas vezes usando o vídeo como chantagem.

Depois pensei em passar o vídeo pra outro e ganhar alguma coisa com isso. Se conseguir eu conto para vocês.

Para ganhar um aumento, botei minha mãe na suruba.

Olá pessoal, me chamo Ricardo, tenho 21 anos, não tenho nenhum atrativo que mereça descrever. Moro com minha mãe, que é separada de meu pai, ela tem 41 anos, é bem branquinha, 1,70m mais ou menos, gosta de se cuidar para poder paquerar, cintura fina, bunda grande, peitão, coxa grossa, bonita, cabelos pretos e compridos, e geralmente é uma pessoa muito simpática com todos.

Um dia desses foram lá em casa o Antônio, meu chefe direto, Paulo Cesar, o chefe dele e dois colegas de setor, Zé Carlos e Celsinho, para tomarmos umas cervejas. Minha mãe preparou uns petiscos, levamos as cervejas e começamos a beber. Minha mãe nos acompanhou, ela gosta de tomar uma cerveja, estava com um vestidinho apertado, que delineava bem seus peitões e seu rabão, comprido e aberto do lado, que às vezes deixava suas pernas de fora. Muito simpática, conversava e brincava com todos, notei alguns olhares de tesão para ela, o que achei normal, eu mesmo morria de tesão por ela. Numa determinada hora, ela já meio alegrinha falou que ia dormir, pois já estava bem alta. Todos riram e ela se foi.

O pessoal falou que ela era legal, e bonita, um falou que ela era gostosa, que sem ela ali não tinha graça, fiquei meio puto com esses elogios. Vi que se ela desse mole eles comiam minha mãe.

Em um dado momento, com todos já bem levados pelo álcool, Antônio meu chefe falou que se comesse minha mãe me dava um aumento, o chefe dele, Paulo Cesar, falou que cobriria o aumento se eu arrumasse para ele comer minha mãe.

Minha cabeça imaginou mil coisas, pedi licença e fui lá em cima onde ficam os quartos. Devagar, abri a porta do quarto da minha mãe, ela estava com uma calcinha enfiada na bunda e uma camisetinha, deitada de bruços bem arreganhada, num sono pesado, roncava direto.

Perguntei para eles se era verdade a história do aumento e eles confirmaram. Então falei que ia arrumar as coisas naquele momento, eles não acreditaram. Fiz uma caipivodka bem forte, coloquei numa garrafinha pet e subi. Levantei a cabeça dela e a fiz tomar tudo para ficar bem bêbada. Ela gosta de caipivodka e já estava pra lá de alta, bebeu tudo e apagou de vez.

Chamei o pessoal. Entraram no quarto e viram ela deitada, não entenderam nada. Falei pra eles aproveitarem que ela não ia acordar tão cedo. Ninguém acreditou. Então, fui até ela e puxei a calcinha para o lado deixando seu bocetão aparecendo, abri mais suas pernas e chamei o Antônio, ele veio desconfiado, peguei a mão dele e coloquei na bunda dela que nem se mexeu.

Ele tomou coragem e enfiou os dedos nela, depois abriu mais um pouco a caiu de boca no bocetão dela. Os outros se aproximaram e tiraram a blusa e a calcinha deixando minha mãe pelada, coloquei o pau duro para fora e fiquei vendo tudo.

Zé Carlos colocou o pau na boca da mamãe, que começou a chupar instintivamente, o Paulo Cesar a virou de barriga para cima, ficou pelado, e montou nela, me aproximei e puder ver a rola dele penetrando a bocetona da minha mãe. Ele socou muito e com força nela enchendo sua buça de porra. Quando tirou vi a goza dele escorrer de dentro dela.

Agora era a vez do Antônio foder mamãe, mas, antes ele me fez pegar papel toalha e limpar a porra de dentro dela, eu enfiei os dedos com papel toalha no bocetão quente e melado dela e limpei tudo, eu já estava quase gozando, enquanto isso Zé Carlos e Celsinho gozaram enchendo sua boca e lambuzando a cara dela de porra.

Antônio a colocou de bruços pôs dois travesseiro embaixo dela montou e meteu por traz na boceta, ele suspendia ela pela cintura e socava a rola, eu queria gozar, não aguentava mais, ia esperar Antônio acabar para eu gozar dentro dela.

Depois de muita socada Antônio gozou muito no bocetão. Não aguentei mais, subi na minha mãe e enfiei a rola dura na boceta toda esporrada dela, foram duas ou três estocadas e gozei litros na mamãe. A galera queria mais, ela não tinha reação, só gemia.

Celsinho sentou na cama de pau duro para cima, o Zé Carlos e o Paulo Cesar a pegaram e a colocaram sentada no colo dele de frente com as pernas dobradas, ele meteu na boceta dela e a puxou para seu peito ficando os dois deitados e ela de bunda para cima. Zé Carlos se ajoelhou por trás e meteu no cu da minha mãe. Ficaram os dois enfiando nela até gozarem. A cama estava toda melada, aquela altura minha mãe já tinha levado seis esporradas.

Alguém foi pegar cerveja, e eu e Antônio demos uma arrumada nas coisas, tomamos uma para refrescar, e o PC a colocou para mamar deitada de bruços, não fiz por menos, deitei por cima e fodi aquele rabão que me fez ter mil sonhos eróticos por toda vida. Quanto mais pensava que estava fodendo minha mãe com mais força socava no rabo dela. Maravilhosos. Enchi o cu da minha mãe de porra quente.

Agora era a vez do PC  foder o cu dela, que estava imóvel, fazíamos o que queríamos com ela, era nossa escrava. Sempre tinha dois dentro dela, um na boceta e outro no cu, sem contar que as rolas não paravam de entrar na boca da mamãe.

Perdi as contas de quantas vezes cada um fodeu ela. Eu tinha dado três na minha mãe, acho que cada um deu três, quatro, acho que o Zé Carlos varou minha mãe cinco vezes.

Todos se foram deixando o quarto e minha mãe em petição de miséria, era porra para todo lado, lençol, fronha, tapete, tudo. Ela era um poço de porra, estava toda lambuzada, a boceta inchada e o cu todo arregaçado, o cheiro de porra e sexo era enorme. Já eram umas três horas da madrugada, ela não ia acordar tão cedo. Tinha que organizar tudo.

A peguei no colo e a coloquei dentro da banheira, eu continuava nu, e no auge de meus 21 anos três gozadas não era nada, meu pau estava completamente duro.  Dei banho nela, tinha que limpar ela toda, enfiava o dedo nela para tirar a porra e não aguentei, entrei na banheira e deu mais uma esporrada dentro dela. Consegui terminar o banho. Levei-a para o quarto, troquei as roupas de cama, deitei ela e quando ia vesti-la o pau subiu de novo, porra estava tudo limpinho e eu ia melar tudo. Meti no bocetão dela e fiquei lá dentro um tempão, socando devagar as vezes com força, mas sozinho era a paz que eu queria para comer minha mãe. Na hora de gozar tirei, coloquei em sua boca e jorrei tudo garganta abaixo.

A vesti e fui para meu quarto tomei um banho e deitei sem conseguir dormir o restinho de madrugada, não parava de pensar em tudo aquilo.

Pela manhã ela acordou reclamando de ressaca e de um gosto esquisito na boca. Não sei se ela sentiu a boceta e o cu doendo. Acho que não desconfiou de nada, agiu normalmente comigo.

O aumento? Os filhos da puta não me deram, mas foi a melhor sacanagem que fiz na vida.

Se você já passou por coisa parecida, conta aí nos comentários.

Coroa gulosa dando no banheiro do bar

Meu nome é Lucimara, tenho 58 anos e sou fã de contos eróticos. Sou viúva há dez anos e desde então não sei o que é sexo.

Resolvi relatar uma loucura que fiz outro dia, apesar de não ser a modelo perfeita dos contos que vocês costumam ler. Tenho o perfil de uma mulher de 58 anos, rugas, celulite, estrias um pouco de barriga, mas já fui bonita e gostosa segundo os homens.

Tenho vivido para ajudar meus filhos e netos que sempre dependeram de mim e meu marido. Um dia desses resolvi sair sozinha para tomar um chope num barzinho de música ao vivo.

Comecei a sentir uma vontade estranha de chupar um homem, minha boca enchia d’água, minha bocetona começou a ficar molhada e a latejar, coisa que não acontecia há muito. Sentia meus pelos, que não raspo só aparo, ficarem ensopados.

Pensei em dar em cima de algum homem, mas estavam todos acompanhados, ou com mulher, ou amigos ou família. Tive a ideia maluca de entrar no banheiro dos homens. Levantei, tomei coragem e fui. Tinham três homens urinando. Olharam pra mim com o pau pra fora, um disse: aqui é o banheiro dos homens, titia. Eu disse: eu sei. Um deles riu e saiu. O outro veio na minha direção e perguntou o que eu queria, eu respondi que queria que ele gozasse na minha boca.

Fomos para o reservado, abaixei a tampa do vaso, sentei, levantei a saia, os dois entraram e fecharam a porta. Um era negro, com uma vara enorme e grossa, o outro branco, seu pau não era grande, mas era muito grosso com uma cabeçona vermelha.

Enfiei os dedos na boceta e comecei a chupar os dois, hora um, hora outro, me deliciando com duas rolas.

Eles me seguravam pela nuca e me punhetavam contra as picas. Achei que ia morrer do coração que estava disparado. Tremia, suava e gozava. Decidi derrubar o branco primeiro, ataquei com uma chupada forte até sentir a porra quente dele encher minha boca,  engoli tudo e parti pro negro. O que gozou saiu, e logo em seguida outro homem entrou no reservado. Adorei, outra pica pra mim. Era um mulato com uma pica tamanho regular, que enquanto eu saboreava minha rola preta, punhetava ele.

Dava umas chupadinhas nele pra manter dura e caia de boca no negro que agarrou minha nuca e puxou contra a vara que foi quase na garganta. Um mundo de porra quente encheu minha boca, e desceu garganta a baixo.

Ele se foi, e eu parti para o mulato, mamando descontrolada aquela altura das coisas. Enquanto isso um rapaz bem jovem entrou no reservado. Ele me olhava chupando, e eu segurei o pau dele e tocava uma.

Era jovem e bem forte, com a rola muito dura, que ficava latejando. Devorei logo o mulato por que queria o garoto.  Engoli mais um litro de porra quente.

O cara se foi e o garoto trancou a porta, me levantou, me colocou de costas pra ele com um pé no chão e outro no vaso, puxou minha calcinha para o lado e enfiou toda a piroca duríssima na minha bocetona velha. Fiquei completamente louca. Há anos não era preenchida por um caralho.

Ele socava cada vez mais forte,  eu tapava a boca pra não gemer alto. E toma vara pra dentro, as bolas dele batiam na minha bunda, minha cabeça batia na parede. Senti ele empurrar tudo e deixar , um mar de porra quente me inundou. Que delícia,  e ele começou a me comer de novo, seu pau ainda duro dentro de mim, ele latejava na minha xana quente e cheia de leite.

Mais socadas, ele colocou sua mão no meu grelo, e a outra nos meus peitões apertando como se fosse tirar leite. Gemia como se estivesse fodendo a mulher mais gostosa do mundo, aquilo enchia meu ego. Minhas pernas tremiam pela foda e pela posição. Fiquei de joelhos no vaso para aguentar o restante. Seu saco entrava entre minhas pernas, minha vista escureceu, dei a maior gozada que já dei em minha vida. Senti-me sendo enchida por um mar de porra quente, deliciosa.

Ela sacou sua rola de minha boceta completamente esporrada, sua porra grossa escorria pelas minhas pernas, me sentou e me mandou chupa-lo. Sua rola estava meio dura, tratei de coloca-la completamente dura. Quando isso aconteceu, ele me ajoelhou de novo no vaso e começou a preencher meu rabo com aquele mastro de nervo. Fazia tempo que não tomava no rabo.

Já estava completamente desnorteada, só queria ser fodida, tomei muito no rabo, os dedos dele entravam e saiam da minha bocetona, uma hora ele já enfiava toda a mão dentro de mim. Meus gemidos eram altos, não me importava que ouvissem. Meu cú estava em brasa, ardia doía, sentia prazer. A mão dele dentro de mim me fez perder os sentidos. Acordei com meu rabo sendo encharcado com a porra deliciosa daquele garotão.

Ele foi embora, tentei me recompor e sair dali, os homens olhavam para mim, minhas pernas não obedeciam meu comando, aos trancos fui ate o balcão, paguei minha conta e fui embora, passei dias sonhando com aqueles momentos de loucura.