Minha esposa botou um saco plástico na cara para foder com o sobrinho . (Com fotos)

Sempre gostei de ler histórias de cornos, caras que descobrem que as esposas fodem com outros e adoram isso, fico excitado, toco uma punheta lendo, mas, sempre achei que comigo não, se eu visse ou soubesse que minha esposa me traia eu não ia gostar nem um pouco.

Tenho 54 anos e minha esposa tem 48, vou colocar fotos dela no final. Trabalho por conta própria, e as vezes preciso fazer pequenas viagens saindo cedo e voltando a noite.

Tudo aconteceu num dia que precisei viajar cedo, saí e no caminho o cliente ligou remarcando a viagem. Voltei para casa, minha esposa não estava, achei que ela tivesse ido ao mercado ou coisa parecida, fui para meu escritório.

Depois de um tempo escutei a voz dela entrando na sala, e em seguida a voz de um rapaz, forcei o ouvido e identifiquei que era o sobrinho dela de 22 anos, filho da irmã. Não maldei, mas ela começou a rir de forma diferente e a fazer umas brincadeiras, falar bobagens, para ele. Achei a atitude muito estranha.

Eu estava no meu escritório que tem uma porta para sala e outra para nosso quarto, as duas geralmente ficam fechadas e ela nunca entra lá. Abri um pouquinho a porta da sala e fiquei olhando. Minha esposa estava próximo dele, se insinuando, rindo, passando a mão nele que estava meio sem graça. Então ela tirou a blusa ficando de sutiã, e mandou ele passar a mão nela. Ele exitou, ela segurou a mão dele e colocou nos peitos, ele deixou.

Depois ela tirou a saia e ficou de calcinha, meu pau parecia que ia arrebentar de tão duro.

Ela o segurou pela mão e foram para o quarto. Fechei a porta da sala e corri para do quarto, abri o suficiente para olhar. Ela se esfregava nele que mandava ela parar, que era tia, que não ia conseguir comer ela. Ela estava louca de tesão, queria comer o sobrinho de qualquer jeito. Botou o cacete dele para fora deu uma punhetada, sentou na cama a abocanhou tudo de uma vez, e era um puta cacete que brilhava e latejava mostrando que apesar de dizer não estava doido para varar a tia,

Ela mamava como uma puta, babando o pauzão do sobrinho todo. Ela botou os peitos para fora, deixando o sutiã por baixo para segurar as mamas. Tirou a calcinha, abriu as pernas e mandou ele foder. Ele falou que não ia conseguir, que estava com muito tesão, mas quando olhava para a cara dela desistia. Ela não pensou duas vezes, pegou uma bolsa plástica, dessas de mercado, e colocou na cara, arreganhou a boceta e mandou ele se esbaldar dentro dela.

Gozei na mesma hora de tanto tesão de ver minha esposa arreganhada com um saco na cara pedindo para ser comida. Peguei o celular, estava tão nervoso que não conseguia filmar, então tirei um monte de fotos.

Quando ele viu a tia de perna aberta com o saco na cara arrancou a roupa e montou nela enfiando o pau todo dentro dela de uma vez, ela estava tão melada que foi tudo, o tesão do moleque na xereca da tia era tanto que três ou quatro socadas ele encheu a bocetona da minha patroa de porra quente.

Ele, que parecia estar com a piroca mais dura ainda, se ajoelhou na cama, eu vi a piranha de perna aberta com o bocetão arreganhado jorrando leite de dentro, toquei outra punheta, ver a minha puta com um saco na cara e a boceta encharcada era uma delicia.

O sobrinho comedor virou a titia vagaba de bunda para cima e tacou a vara de novo. Aí o bicho pegou, ele socava sem pena, segurando a vaca pela cintura. Mesmo com o saco na cabeça dava para ouvir ela gemendo, mandando ele foder gostoso a titia, meter com força. Eu estava me deliciando e fotografando tudo.

Ela saiu da posição, colocou ele deitado e montou na pica, cavalgando como louca. Aquela situação de ver minha esposa fodendo já era suficiente para me deixar maravilhado, agora a situação esdruxula dela com um saco plástico na cara era demais.

Ele gozou muito de novo dentro dela, que se ajoelhou no chão, puxou o moleque pelas pernas, levantou um pouquinho o saco plástico da cabeça deixando a boca de fora e mamou a rolona enfiando tudo na boca. Estava arreganhada, com a boceta aberta, a esporra escorria e lambuzava o chão. Depois de muito boquete o sobrinho fodedor colocou a tia puta de quatro na cama, ajeitou o saco plástico de novo na cara dela e meteu no cu. Estavam de lado para porta do meu escritório, eu via a pica entrar e sair do rabo da minha mulher, os gemidos abafados dela me alucinavam, eu que quase não fodia mais por causa da idade, já estava indo para terceira gozada.

Ele apertava os peitos dela e empurrava a rola com força, ela empurrava a bunda para trás ao encontro da vara parecendo que queria tudo dentro do cuzão. Ele a puxava pelo cabelo que passava por baixo do saco. Os gemidos eram fortes, até ele encher o rabo da tia de gosma quente e grossa.

 

 

Para me vingar da minha esposa comi a mãe dela.

Sou um cara de 35 anos,  casado há 10 anos com uma mulher 3 anos mais nova que eu, linda e muito gostosa, por quem sempre fui muito fiel e apaixonado.

Há três anos atrás minha mulher me confessou que havia me traído, que tinha sido uma vez,  que não teve como evitar, essas desculpas esfarrapadas.

Aquilo não saia da minha cabeça, será que foi só uma vez? Com quem tinha sido? Ela não quis me dizer quem tinha fodido a boceta dela. Todos os homens conhecidos eram suspeitos de foder minha mulher.

Não tinha valido a pena ser fiel a ela todo tempo. Resolvi que toda chance de enfiar minha rola em alguém não iria desperdiçar. Foi aí que comecei a foder todas as mulheres que pude.

A primeira foi minha sogra,  mulher de seus 50 anos, alta, branca, cabelos pretos,  bunda e peitos grandes e duros,  essas coroas metidas a garotona,  frequentava academia, era uma mulher gostosa.

Logo após eu e minha esposa nos acertamos, mesmo sendo corno resolvi ficar com ela, minha sogra foi jantar conosco e dormir na nossa casa. Foi aí que arquitetei a primeira vingança.

Coloquei um remédio para dormir na bebida das duas, nada que fizesse mal, mas iam dormir igual pedra.

Não demorou nada e as duas foram se deitar   fiquei na sala dando tempo pra fazer efeito.

Fui no nosso quarto e minha mulher dormia profundamente. Fui onde minha sogra dormia, entrei e a balancei, ela nem se mexeu.

Ela estava deitada de barriga para cima só de camiseta e calcinha,  de pernas abertas, dava para ver o volume do bocetão cabeludo dela, e os peitões para cima.

Abri suas pernas  puxei a calcinha para o lado e enfiei a língua dentro dela. Com o tempo começou a ficar melada e com a respiração mais forte,  mas não acordou.

Tirei o shorte subi nela e enfiei a rola, fiquei enfiado na minha sogra um tempão,  que boceta quente e apertada.  Dei uma mega esporrada nas entranhas dela, me tremi todo.

Fui no banheiro,  peguei uma toalhinha pra limpar a boceta lambuzada dela, enfiava o dedo dentro para limpar bem, o que na deixou de pau duro.

Tirei a calcinha para não sujar, peguei um creme, virei ela de bruços e meti aos poucos no cu dela,  que cu apertado,  mais que o da filha.

Coloquei um travesseiro dobrado em baixo da barriga dela para empinar o rabo e comecei a socar.  Eu suava muito e nada de gozar. Achei que ia quebrar a cama de tão forte que eu metia nela.

Minha mão por baixo tocava uma siririca fazendo ela se molhar toda.

Gozei feito um cavalo no rabo da minha sogra. Limpei o que deu, coloquei a calcinha nela e fui para cama. Não consegui dormir. Voltei lá e dei mais uma enchida de porra na bocetona da coroa.

Aí sim consegui dormir.

No dia seguinte de manhã vi que ela andava como se estivesse assada, foi de tanto que eu fiquei na boceta e no cu dela.

Como meu plano deu certo,  fiquei arquitetando quem seria minha próxima vítima,  seria a sobrinha de vinte aninhos  da minha mulher, que costumava ir lá para casa, mas isso eu conto uma outra hora.

Comi e fui comido pela traveca maravilhosa.

Oi pessoal hoje vou contar uma história verdadeira. Pensei muito antes de contar, tem gente que tem preconceito e não entende certas coisas.

Sou casado, pai de duas filhas, tenho uma boa aparência, 1,75m, 70 kg, moreno, e um pau um pouco maior que a média.

Numa sexta-feira dessas sai estressado do serviço e parei em um barzinho para tomar um chope antes de ir embora. Continuar lendo “Comi e fui comido pela traveca maravilhosa.”

Rejane, a crente puta, se entrega mais uma vez

Oi pessoal, eu sou a Rejane, que infelizmente vocês conhecem como a crente puta.  Vocês devem ter lido algumas de minhas histórias aqui nesse site. Quem acompanha sabe que eu nunca procuro por sexo, as coisas acontecem e eu acabo deixando acontecer. Continuar lendo “Rejane, a crente puta, se entrega mais uma vez”

Minha esposa foi puta de estrada por uma noite

Olá galera, meu nome é Carlos Alberto, tenho 40 anos, branco, alto, cabelos grisalhos.

Sou casado há 15 anos com a Fabíola, uma delícia de mulher de 38 anos, branca, cabelos e olhos pretos, 1,68 m de altura, cintura fina, bunda grande e dura, coxas grossas e bem trabalhadas na academia, e dois peitos deliciosamente grandes e firmes.

Somos felizes no casamento, gostamos de sair para nos divertir, nos damos super bem.

Um dia desses fizemos uma curta viagem e voltamos umas 22 h. Estávamos com fome, paramos em um bar na beira da estrada. Era um bar de pouco movimento, não era essas paradas de ônibus que costumam ser movimentadas.

Havia dois homens em uma mesa bebendo, dois em outra e o dono do bar.

Pedi alguma coisa para comermos e uma cerveja, ficamos tranquilos conversando. Estava tocando uma música num rádio.  Minha esposa me chamou para dançar, ela estava com uma calça de malha azul colada no corpo, uma camiseta com a barriga de fora e uma camisa comprida aberta na frente, que ela tirou e colocou na cadeira, deixando seu rabão a mostra.

Fomos dançar, ela me agarrou e se estragava em mim, parecia querer provocar os homens que não tiravam os olhos dela.

Então ela me disse: “Amor, lembra que você dizia que queria me ver fodendo com vários homens? Então, você hoje vai ver”.

Fiquei sem reação, achei que ela estivesse brincando, às vezes falo isso quando transamos, mas era só fantasia.

Ela passou a se esfregar mais em mim, ia até o chão e voltava, se virou de costas encostando a bunda em mim, e de frente para os homens, passava a mão por cima da boceta e a outra apertava os seios. Em seguida colocou a mão dentro da calça como se se masturbasse, os caras foram à loucura.

Se levantaram e vieram em nossa direção,  dava para ver que estavam de pau duro. Fiquei parado, com medo. Minha esposa continuava dançando, se esfregando, indo até o chão com as pernas arreganhadas e subindo.

Os caras se aproximaram, ela esticou as mãos chamando-os, eles a puxaram e começou a sacanagem, eu pedi que tivessem cuidado com ela, sem violência, o dono do bar fechou as portas, nos deixando trancados ali, e foi participar da putaria, eram cinco pra pegar minha mulher, peguei a filmadora e passei a filmar tudo.

Eram muitos amassos, lambida, apertos e esfregação, logo estavam todos nus, minha mulher com os peitões, a bunda e a xereca depilada a mostra.

Eram cinco caralhos de todos os tamanhos prontos para entrar em minha esposa, coloquei o meu para fora antes que esporrasse na calça.

Ela se ajoelhou e começou a mamar todos eles, mamava um e tocava punheta em outros com as mãos,  os caras esfregavam as picas nela, apertavam seus suculentos melões, me deixando louco.

A colocaram sentada de perna aberta na beirada de uma cadeira, e enquanto ela chupava, eles iam se revezando em chupar sua deliciosa xana e seus peitões maravilhosos.

Um deles puxou uma mesa para perto, senti um gelo no estômago, iam começar a foder minha mulherzinha.

A jogaram deitada com o bocetão para cima, e arreganharam suas pernas, dava pra ver escorrendo mel pelas suas coxas, um mulato com uma pica grossa entrou entre suas pernas e foi enfiando tudo.

Tinha sempre um com a pica na boca dela e os outros mamando as tetonas.

O mulato socava cada vez mais forte, ela gemia alto e mandava ele foder forte, ele foi subindo na mesa,  deitou sobre ela e gritou que ia encher a boceta de porra, e encheu, ela gritava que estava gozando muito, quando ele tirou escorreu muita gala de dentro dela.

Estavam todos loucos pra encher a mãe dos meus filhos de goza quente. Eu estava adorando ser corno e ver minha esposa ser puta de vários homens.

O próximo era um cara alto com uma pica comprida e torta, colocou os braços por baixo das pernas dela, deixando ela como um frango assado, e meteu, não imaginava como aquela pica muito torta ficava dentro dela. Ele socava cadenciadamente arrancando gemidos dela que se contorcia, um dos caras não aguentou e esporrou a cara dela toda, era muita porra. Minha mulher passava o dedo na porra que estava em seu rosto e lambia, até limpar tudo.

O cara alto tirou a rola da sua boceta e foi enfiando no cu dela, achei que ele ia entortar o cuzinho dela, que aguentou até estar tudo dentro, ele socava e ela rebolava, fazendo ele ir ao delírio enchendo o rabo delicioso dela de creme de macho.

O restante da noite foi uma putaria sem parar, os caras metiam na boceta, no cu, na boca entre os melões, ela punhetava os caras que lambuzavam ela toda de porra quente, eu tocava punheta sem parar e filmava tudo. Ela não saia dali nem para mijar, trouxeram um balde para ela mijar ali mesmo.

Teve uma hora que um cara deitou na mesa, ela foi por cima dele, abriu as pernas e montou comendo a pica dele com o bocetão, outro veio por trás e com as mãos empinou o bundão dela penetrando de primeira, um terceiro colocou a pica em sua boca, e ela tinha uma caralha em cada mão. Cheguei bem perto com a câmera para não perder nem um ângulo, pedi que os cinco gozassem ao mesmo tempo, eles se esforçaram para atender o pedido do corno, foi uma enxurrada de porra na minha mulher, que fiquei até com o estomago embrulhado.

No fim de tudo ela ficou deitada na mesa, extasiada, sem forças para ficar em pé, tinha gozado como nunca na vida, e levado tanta porra que dava para encher umas duas garrafas pet. Os caras foram embora, o dono do bar me ajudou a dar um banho nela, e ainda comeu a boceta da minha mulher no chuveiro enquanto eu a segurava .

Ela colocou só a camisa que era comprida, nem a calcinha ela conseguiu botar de tão ardida que estava, foi dormindo até em casa, onde dormiu o dia todo.

Eu ainda assisti ao vídeo que fiz e toquei mais umas duas bronhas vendo minha esposa sendo puta de beira de estrada.

Meu pai me deu como escrava sexual para o patrão, parte 2

Oi galera, voltei para continuar contando como virei escrava sexual de um homem nojento que me arrombou toda, com o consentimento dos meus pais.

Meu pai me deu como escrava sexual para o patrão

Para quem não leu a primeira parte, pode ler clicando no link acima, ela aconteceu há vinte anos quando eu tinha 13 aninhos. Eu sou bem morena, na época tinha cabelos cheios e bastante cacheados, peitinhos durinhos acabando de desabrochar, coxas já bem desenhadas e com pelinhos bem leves, e bundinha arrebitada, minha bocetinha era gordinha e com poucos pelinhos, e eu era virgem.

Naquele dia, depois de ter minha bocetinha arrombada e encharcada de porra quente pelo Seu Amadeo, patrão do meu pai, fui para o banheiro e não queria mais voltar para o quarto onde ele me esperava para me foder mais. Minha mãe, que havia se masturbado enquanto aquele homem me comia foi no banheiro me pegar. Me levou de volta para o quarto, Seu Amadeo estava com a rola mole e disse que queria mais.

Minha mãe me jogou na cama, meu pai subiu e me segurou por trás, pelos braços, o pau dele estava duro estava adorando ver a filhinha dele nua sendo fodida. Para meu espanto minha mãe chupou o pau do Seu Amadeo fazendo ficar duro, eu chorava a esperneava não querendo mais aquele lixo de homem dentro de mim. Minha mãe agarrou minhas pernas para que o velho me montasse.

Estava desesperada sentindo aquela rola grossa, meio mole meio dura entrando na minha boceta ardida de tanto levar vara um pouco antes. Sentia a pica dura do meu pai roçando nas minhas costas, ele me agarrou pelos cabelos e me fez chupar seu cacete, minha mãe pegou um tubo de desodorante e enfiou na boceta gozando feito uma puta.

Não demorou e meu pai encheu minha boca de leite quente, muito leite, tentei cuspir, mas ele tampou minha boca e nariz e tive que engolir. Então ouvi Seu Amadeo dizer que queria minha bunda. Já não tinha forças para fazer nada.

Meus pais me colocaram de bruços, meu pai colocou uns travesseiros em baixo de mim para empinar meu cuzinho, minha mãe espirrou um óleo na minha bunda e mandou o velho comer.

Estava desesperada, mas completamente imobilizada. Sentia a cabeçona do velho nojento arrombando meu rabinho, era como que várias giletes me cortassem, a dor era grande, mas o medo e a vergonha eram maiores. O nojo de ter meus pais participando, e o pior, gostando daquilo era muito grande. Só queria que acabasse logo.

Mais da metade da pica já estava dentro de mim, Seu Amadeo se ajoelhou na cama, me segurou pela cintura fazendo eu ficar de quatro, me segurou forte e enfiou o restando da caralha de uma vez. Tentei ir para frente, mas meu pai me escorou e eu levei toda rola no cu.

Enquanto ele socava forte no meu rabo, apertava meus peitinhos com as duas mãos parecendo que ia arrancá-los, sentia seu saco enorme bater entre minhas coxas arreganhadas.

Meu pai, que estava de frente para mim, me segurou pelos cabelos e me levou direto para seu cacete duro, fazendo eu pagar mais um boquete nele, até encher minha boca de porra quente.

Eu chorava, minhas pernas tremiam, minha bunda doía, aquilo não acabava. Minha mãe se aproximou e tocou uma siririca em mim. Confesso que mesmo sofrendo eu gozei várias vezes, o que me dava mais nojo ainda.

O velho nojento engatado no meu cuzinho deu um urro alucinante, me apertou com todas as forças daquelas mãos cheias de calo, e gritou que estava gozando, senti um mar que porra quente e grossa invadir minhas entranhas, escorrer por dentro de mim me alagando.

Ele caiu para o lado, extasiado de tanto me foder, quase sem forças, com as pernas tremendo muito, corri para o banheiro, sentei no vaso e deixei o mar de goza nojenta escorrer para fora de mim. Passei a mão e senti um túnel no meu cuzinho, todo arrombado, chorava sem parar.

Em breve vou voltar para contar mais coisas que aconteceram e no que essas coisas me transformaram.

Beijos.

Minha enteada virou minha putinha.

Olá, meu nome é Fernando e o relato que faço aqui aconteceu duas semanas antes de publicar no site. Tenho 41 anos sou branco, alto, forte, casado.

Minha esposa tem uma filha de outro relacionamento, que veio morar conosco com 4 anos de idade. Steffani, 18 anos, morena clara, 1,60m, cabelos castanhos escuros e compridos, uma bunda maravilhosa, redonda, grande e durinha, peitos deliciosos, grandes e firmes, muito suculentos.

Nos últimos meses Steffani engordou um pouquinho, ficando com uma barriguinha, e umas poucas celulites nas coxas, mas nada que a faça deixar de ser gostosa. Sou louco para comer ela desde os 8 aninhos de idade.

Estávamos em casa só eu e ela, a mãe tinha ido trabalhar e o irmão, meu filho, ido para escola, eu estava de folga e ela de férias. Eu estava na cozinha fazendo café para sair, quando Steffani entrou no banheiro, ouvi o chuveiro, estava tomando banho.

Uns minutos e a vejo sair do banheiro toda molhada e enrolada na toalha, entrar no quarto e deixar a porta aberta. Imaginei mil coisas, passei na frente da porta e ela estava completamente nua, na frente do espelho se enxugando.  Me viu e continuou a se enxugar, meu pau estalou de tesão quase resgando a bermuda, pensei, será que é hoje que vou foder a Steffani?

Ela jogou a toalha em cima da cama pegou um pote de creme e esticou a mão para mim, querendo que eu passasse creme nela. Peguei o creme, me encostei na bunda dela, lambuzei a mão e comecei a espalhar nela, fui direto nos melões, enchi a mão naquelas bolas deliciosas. Esfregava sem parar. Meu pau estava duro encostado na bundona dela.

Abri a bermuda e a arranquei, jogando no chão, agora era minha caceta que estava encostada no rabo quente dela. Desci minhas mãos passando creme na sua barriga, por cima da boceta raspadinha, quente e bem molhada. Steffani abriu as pernas para que eu passasse creme bem no meio da sua xana deliciosa.

Arranquei um gemido dela quando minha mão lambuzou seu grelinho de creme. Esfregava os dedos no grelinho e a pica na bunda dela, sentia escorrer por suas coxas um delicioso mel de prazer. Ela estava totalmente entregue, era levar para cama e foder a Steffani sem piedade.

Foi o que fiz, fomos abraçados até a cama onde a deitei de pernas abertas e cai de língua em seu delicioso bocetão raspado. Enquanto chupava acariciava seus melões que tinham sido meus sonhos de consumo por anos, com a outra mão enfiava o dedo devagarzinho em seu cuzinho.

Steffani se esporrava na minha boca, saia de dentro dela jorros de porra feminina, branca e grossa que escorria pelo meu queixo. O corpo dele tremia na cama, ela apertava minha cabeça entre as pernas dela com força. Não aguentava mais de vontade de enfiar nela. Abri bem suas coxas, fiquei em pé de frente para ela e fui metendo aos poucos minha piroca grossa e comprida na boceta quente dela, que revirava os olhos e mordia os lábios de tesão.

Eu enfiava com vontade nela, minha pica entrava e saia toda melada, ela mandava eu foder com força, rasgar a xereca dela, e eu metia com mais força ainda, apertava os melões dela que balançavam conforme eu socava. Ela gozava muito. Me joguei por cima dela, a abracei, beijei sua boca e deu um grito de prazer, gritei o nome dela e esporrei suas entranhas com um mundo de goza quente.

Fiquei deitado sobre ela um tempinho, me levantei e a deixei de pernas arreganhadas na cama, dava para ver minha porra escorrendo de dentro dela e lambuzando o lençol. Ela também se levantou e fomos tomar um banho. No chuveiro a sacanagem continuou, ela se ajoelhou e mamou minha caceta deliciosamente.

Fomos todos molhados para cama, a abracei pela cintura  e caímos na cama, eu por cima do rabão dela. Segurei minha caceta e coloquei a cabeça no cuzinho dela que não reclamou, fui empurrando e com bastante facilidade, devia estar acostumada a dar a bunda, entrei todo naquele cuzinho gostoso, apertadinho, e ela latejava apertando mais ainda.

A coloquei de quatro e fodi o rabo, os peitões dela balançavam numa dança erótica de prazer. Minhas mãos procuraram seu grelinho para aumentar o prazer, ela chorava dizendo que queria ser minha putinha, e eu dizia que dali em diante eu seria seu macho, seu corpo era só meu.

Dizendo isso senti meu  corpo estremecer e enchi seu rabo delicioso de porra. Apertava tudo para dentro dela e soltava jatos e jatos de leite quente.

Steffani passou a ser minha amante e putinha, como ela pelo menos dois dias na semana.