Rejane, a crente puta, se entrega mais uma vez

Oi pessoal, eu sou a Rejane, que infelizmente vocês conhecem como a crente puta.  Vocês devem ter lido algumas de minhas histórias aqui nesse site. Quem acompanha sabe que eu nunca procuro por sexo, as coisas acontecem e eu acabo deixando acontecer.

Mas, dessa vez quem procurou fui eu. Depois de algumas coisas que aconteceram, eu pedi transferência para outra unidade escolar, e como sou antiga eles aceitaram. A diretora dessa unidade que trabalho agora me pediu que fosse lá abrir a porta para um homem fazer manutenção  nos freezers e no ar condicionado central. Como eu já tinha dito sou chefe de cozinha dessa rede de escolas. Não havia ninguém, pois as aulas não tinham começado.

Abri a escola e esperei que o rapaz chegasse. Nos apresentamos, Joel o nome dele, um moreno claro, alto, forte, dava para ver seus músculos por baixo da camiseta da calça jeans apertada que usava. Era uma pessoa de confiança, costumava fazer serviços para as outras unidades.

Eu estava com um vestido na altura do joelho, apertado até a cintura e larguinho daí para baixo. Meu cabelo é longo, fiz um rabo de cavalo e estava com uma maquiagem discreta como sempre. Os movimentos dele, fazendo com que seus músculos realçassem estavam me excitando, dava para ver em alguns momentos o volume dentro da calça, mas ele quase não me olhava, estava concentrado no serviço.

Não parava de olhar para ele, comecei a ficar molhada e com a vagina latejando. Fiquei nervosa, queria me oferecer mas não sabia como.

Tive uma idéia, falei para ele que costumava ouvir um barulho estranho na tubulação do ar. Ele perguntou onde e eu disse que não sabia ao certo, mas ia procurar. Então subi numa escada fingindo procurar onde era o barulho. Ele se preocupou e segurou a escada, subi o Maximo possível, morrendo de medo, e ele em baixo, fiquei na pontinha dos pés, como minha saia era larga ele devia estar tendo uma visão total das minhas coxas e bunda. Fique um tempo ali.

Quando desci percebi que estava de pau duro. Pedi para colocar a escada em outro lugar e subi, já no alto fingi que escorreguei, ele automaticamente me segurou colocando as mãos em minha bunda por baixo da saia. Olhei para ele e sorri.  Ele me fez descer, brigou comigo, eu podia ter me machucado. Esbarrei nele e senti sua vara muito dura, minha xereca latejava como nunca e escorria um mar de mel.

Abracei ele em agradecimento e deixei meu corpo encostar no dele, ele me abraçou forte e disse que eu era muito linda, me entreguei de vez deixando ele fazer o que quisesse.

Ele começou me beijando no rosto, depois no pescoço, eu subi pelas paredes, minhas pernas tremiam, ele dava mordidinhas no meu ombro, abriu o fecho do meu vestido, e lentamente o tirou, me deixando de calcinha e sutiã.

Tirei sua blusa e mordi e lambi seus peitos musculosos, abri sua calça, fui me abaixando e abaixando sua calça, me ajoelhei e abaixei sua sunga. Uma piroca enorme pulou de dentro da sunga batendo em meu rosto, era grande, grossa e com uma cabeça muito grande, nunca tinha visto uma assim, confesso que tive medo, mas o tesão triplicou.

Com muita dificuldade coloquei aquela cacetona na boca. Abri bem a boca para comê-la. Chupei muito, as vezes chupava só a cabeça com vontade, arrancando gemidos fortes dele, que me agarrava pela nuca.

Ele me levantou, me pegou no colo e me colocou sentada em uma mesa, tirou meu sutiã, meus melões estavam eriçados, ele colocou o bico do meu peito na boca, um depois o outro, e em seguida mamou muito neles. Minha boceta pedia para ser penetrada, me melava toda, estava com muita vontade de ter aquele pirocão dentro de mim.

Ele puxou minha calcinha, abriu minhas coxas, se ajoelhou e lambeu meu grelinho, muito, muito, em seguida enfiou a língua dentro da xana, parecia uma serpente lambendo sua vitima. Gritei que ia gozar e esporrei na boca do Joel. Que gozada gostosa, senti minha boceta ejacular, esguichando goza.

Ele ficou de pé, entrou no meio das minhas pernas, eu o abracei pelo pescoço encostando a testa em seu peito, para poder olhar aquela piroca enorme entrar em mim.

Ele começou a empurrar, parecia que ia me arrombar, fiquei nervosa, apertei seu pescoço, relaxei um pouco a musculatura da xereca respirei fundo e deixei escorregar tudo dentro de mim. Fechei os olhos e só abri quando senti suas bolas na portinha da minha xana.

Me abraçou pela cintura e me fodeu gostoso, socadinhas lentas que foram se tornando mais fortes até se transformarem em pirocadas fortes que faziam a mesa balançar.

Gozei três ou quatro vezes com ele me fodendo, senti seus braços me agarrarem, um suspiro profundo e minhas entranhas se alagarem com uma porra abundante, quente e espessa. Quando ele puxou sua vara, espirrou goza quente e branca de dentro de mim. Queria mais, estava possuída.

Sentei ele na mesa e lambi a porra que estava em sua caceta, de cócoras com as pernas arreganhadas, sentia escorrer leite pelas minhas coxas. Uma boa chupada e Joel estava pronto para me furar mais uma vez.

Me jogou de bruços na mesa e colocou na minha xana melada, entrou muito mais fácil que da primeira vez, alem de melada estava arrombada.

Segurava meios peitões enquanto me fazia sofrer com aquela pica na boceta. Sabia que ele ia querer meu rabo, todos querem. Então ele tirou da boceta, apontou na entrada do meu cuzinho e enfiou. Era dor, tesão ao mesmo tempo, chorei de dor e nervos, a dor me fez gozar, senti que tinha entrado tudo, suas mãos fostes esmagavam minhas tetas.

Ele me abraçou pela cintura, me levantou da mesa e me colocou ajoelhada no chão. Fiquei com a cara no chão, ele me puxando pelo rabo de cavalo como se segura uma égua pela crina e solapava a rola no meu rabo. Estava literalmente fodida.

Gozava pelo cu, uma delicia. Até sentir meu cu ficar inundado com a gala de macho.

Fiquei deitada no chão, Sam forças, tinha gozado muito. Joel foi ao banheiro, quando ele voltou e eu fui, fiquei sentada no vaso jogando água com o chuveirinho na boceta e nos cu.

Deixei-o quieto, para terminar o serviço. Tomei um banho, me arrumei, e fique esperando ele terminar.  Terminado o serviço, fomos embora, ele me ofereceu uma carona até perto de casa, era um bom tempo até lá. Fui fazendo um boquete naquele pau enorme, sugando aquele cabeção. Chegando perto de descer, chupei a cabaça com força fazendo Joel encher minha boca de porra quente, deliciosa. Impressionante como mesmo depois de gozar duas vezes dentro de mim, Joel ainda tinha tanto creme quente para eu beber.

Fui embora para casa extasiada de tanto me esbaldar na pica do Joel.

Em breve vou trazer mais história para vocês, mesmo sabendo que isso é errado, mesmo sendo crente, não consigo me controlar.

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