Minha enteada virou minha putinha.

Olá, meu nome é Fernando e o relato que faço aqui aconteceu duas semanas antes de publicar no site. Tenho 41 anos sou branco, alto, forte, casado.

Minha esposa tem uma filha de outro relacionamento, que veio morar conosco com 4 anos de idade. Steffani, 18 anos, morena clara, 1,60m, cabelos castanhos escuros e compridos, uma bunda maravilhosa, redonda, grande e durinha, peitos deliciosos, grandes e firmes, muito suculentos.

Nos últimos meses Steffani engordou um pouquinho, ficando com uma barriguinha, e umas poucas celulites nas coxas, mas nada que a faça deixar de ser gostosa. Sou louco para comer ela desde os 8 aninhos de idade.

Estávamos em casa só eu e ela, a mãe tinha ido trabalhar e o irmão, meu filho, ido para escola, eu estava de folga e ela de férias. Eu estava na cozinha fazendo café para sair, quando Steffani entrou no banheiro, ouvi o chuveiro, estava tomando banho.

Uns minutos e a vejo sair do banheiro toda molhada e enrolada na toalha, entrar no quarto e deixar a porta aberta. Imaginei mil coisas, passei na frente da porta e ela estava completamente nua, na frente do espelho se enxugando.  Me viu e continuou a se enxugar, meu pau estalou de tesão quase resgando a bermuda, pensei, será que é hoje que vou foder a Steffani?

Ela jogou a toalha em cima da cama pegou um pote de creme e esticou a mão para mim, querendo que eu passasse creme nela. Peguei o creme, me encostei na bunda dela, lambuzei a mão e comecei a espalhar nela, fui direto nos melões, enchi a mão naquelas bolas deliciosas. Esfregava sem parar. Meu pau estava duro encostado na bundona dela.

Abri a bermuda e a arranquei, jogando no chão, agora era minha caceta que estava encostada no rabo quente dela. Desci minhas mãos passando creme na sua barriga, por cima da boceta raspadinha, quente e bem molhada. Steffani abriu as pernas para que eu passasse creme bem no meio da sua xana deliciosa.

Arranquei um gemido dela quando minha mão lambuzou seu grelinho de creme. Esfregava os dedos no grelinho e a pica na bunda dela, sentia escorrer por suas coxas um delicioso mel de prazer. Ela estava totalmente entregue, era levar para cama e foder a Steffani sem piedade.

Foi o que fiz, fomos abraçados até a cama onde a deitei de pernas abertas e cai de língua em seu delicioso bocetão raspado. Enquanto chupava acariciava seus melões que tinham sido meus sonhos de consumo por anos, com a outra mão enfiava o dedo devagarzinho em seu cuzinho.

Steffani se esporrava na minha boca, saia de dentro dela jorros de porra feminina, branca e grossa que escorria pelo meu queixo. O corpo dele tremia na cama, ela apertava minha cabeça entre as pernas dela com força. Não aguentava mais de vontade de enfiar nela. Abri bem suas coxas, fiquei em pé de frente para ela e fui metendo aos poucos minha piroca grossa e comprida na boceta quente dela, que revirava os olhos e mordia os lábios de tesão.

Eu enfiava com vontade nela, minha pica entrava e saia toda melada, ela mandava eu foder com força, rasgar a xereca dela, e eu metia com mais força ainda, apertava os melões dela que balançavam conforme eu socava. Ela gozava muito. Me joguei por cima dela, a abracei, beijei sua boca e deu um grito de prazer, gritei o nome dela e esporrei suas entranhas com um mundo de goza quente.

Fiquei deitado sobre ela um tempinho, me levantei e a deixei de pernas arreganhadas na cama, dava para ver minha porra escorrendo de dentro dela e lambuzando o lençol. Ela também se levantou e fomos tomar um banho. No chuveiro a sacanagem continuou, ela se ajoelhou e mamou minha caceta deliciosamente.

Fomos todos molhados para cama, a abracei pela cintura  e caímos na cama, eu por cima do rabão dela. Segurei minha caceta e coloquei a cabeça no cuzinho dela que não reclamou, fui empurrando e com bastante facilidade, devia estar acostumada a dar a bunda, entrei todo naquele cuzinho gostoso, apertadinho, e ela latejava apertando mais ainda.

A coloquei de quatro e fodi o rabo, os peitões dela balançavam numa dança erótica de prazer. Minhas mãos procuraram seu grelinho para aumentar o prazer, ela chorava dizendo que queria ser minha putinha, e eu dizia que dali em diante eu seria seu macho, seu corpo era só meu.

Dizendo isso senti meu  corpo estremecer e enchi seu rabo delicioso de porra. Apertava tudo para dentro dela e soltava jatos e jatos de leite quente.

Steffani passou a ser minha amante e putinha, como ela pelo menos dois dias na semana.

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