Meu pai me deu como escrava sexual para o patrão

A história que vou relatar aconteceu há mais de vinte anos, na época eu tinha 13 anos, sou bem morena, tinha cabelos cheios e bastante cacheados, peitinhos durinhos acabando de desabrochar, coxas já bem desenhadas e com pelinhos bem leves, e bundinha arrebitada, minha bocetinha era gordinha e com poucos pelinhos. Era virgem, já sentia minha xerequinha latejar e escorrer um melzinho de vontade de brincar com ela, usar com outros garotos.

Despertava alguns olhares de meninos e de homens mais velhos, inclusive do patrão do meu pai, Seu Amadeo, dono de um mercadinho. Devia ter uns 60 anos na época, era gordo, fedia a suor e a bebida. As vezes mexia comigo, tentava fazer um carinho em mim, mas eu tinha nojo dele. Vivia pedindo ao meu pai para me deixar ir para casa dele, meu pai até concordava, mas minha mãe não. Eu tinha medo, sabia que ele queria me foder.

O mercadinho entrou em uma crise grande e vários funcionários foram demitidos. Seu Amadeo falou claramente com meu pai que para manter o emprego ele me queria, queria me levar para casa dele e me comer.

Meu pai concordou, mas tinha que falar com minha mãe. Seu Amadeo foi com ele falar com a mamãe que não gostou nada da ideia, acabaram discutindo e Seu Amadeo mandou meu pai embora do serviço.

Meu pai brigou muito, falou que iriamos passar fome, que nem ele nem minha mãe iam arrumar emprego e eu como a mais velha dos quatro filhos tinha que fazer esse sacrifício por todos. Minha mãe acabou cedendo, para o meu desespero, não conseguia imaginar aquele homem horrível, gordo e fedendo tirando meu cabacinho, metendo e gozando dentro de mim, não parava de chorar.

Minha mãe mandou meus irmãos irem para minha tia e esperou que Seu Amadeu voltasse para me levar. Para nossa surpresa ele disse que por causa da humilhação que minha mãe fez ele passar as coisas teriam outro preço. Ele queria me foder ali, em casa, na frente dos meus pais. Meu coração estava acelerado de medo, a hora de entrar na vara estava se aproximando.

Ele foi para o quarto dos meus pais, que era o único que tinha cama de casal, meu pai levou umas cervejas e minha mãe mandou que eu tomasse banho, e foi comigo para eu não demorar. Voltei enrolada só na toalha, ele estava de cueca. Me pegou pelos braços e tirou a toalha me deixando nua. Sentei na cama e tentei cobrir minha xereca e meus peitinhos com as mãos.

Estava morrendo de vergonha, olhei para o lado, minha mãe estava parada e meu pai apertava o pau por cima da calça, gostado de ver aquele lixo começar a foder a filha dele.

Ele tirou a cueca e eu vi uma rola muito grossa, mas curta, bem dura, ele era todo peludo, com uns pentelhos enormes, que nojo. Veio com a rola em minha direção e esfregou em meu rosto, eu tentava virar para outro lado, ele me segurou pelos cabelos e forçou a cabeça da pica na minha boca. Apertou minha nuca eu abri a boca e ele colocou a pica suja dentro. Tinha um gosto horrível, suja. Me obrigou a chupar.

Meu pai estava com a pica para fora se masturbando levemente e minha mãe com a mão por baixo da saia.

Enquanto eu chupava ele alisava meus peitinhos. Depois me jogou deitada na cama de pernas abertas e se ajoelhou para chupar minha xaninha. A língua dele era grossa e áspera, enchia minhas entranhas de saliva, eu chorava de nervoso e nojo, sentia um melzinho começar a escorrer de mim, me tremia toda. Não acreditava que iria perder a virgindade para aquele porco.

Depois de um tempo ele veio para cima de mim, lambendo minha barriga, meu umbigo, passando a língua entre meus peitinhos durinhos e eriçados. Caiu de boca neles, sugando minhas tetinhas, me fazendo ficar louca, justiça seja feita, ele sabia chupar.

Deitou aquele corpo cheio de pelos e suado sobre mim, me beijando na boca, chupando minha orelha e dizendo que ia me foder.

Eu estava toda arreganhada em baixo dele que colocou a mão entre nós dois, segurou a rola e começou a roçar na entrada da minha bocetinha. Esfregava mais e mais, começando a forçar a cabeça para dentro dela. Eu já estava mais que dominada, minha mãe e meu pai se extasiavam de tanto gozar me vendo ali.

A cabeçona começou a entrar, sentia minha bocetinha se abrir, se rasgar, parecia que ele enfiava varias giletes em mim. Ele pegou minhas pernas e colocou em volta de sua cintura para eu ficar mais aberta ainda.

Resolvi não lutar mais, relaxei e deixei a caceta dele me arrombar. Ia entrando em mim e eu me melando de uma mistura de pavor e prazer. Sentia cada pedacinho dele entrando. Seu Amadeo suava feito um porco me molhando toda, fedia a bebida e gemia feito um bicho.

A cabeça entrou toda, e a pica foi escorregando lentamente para dentro de mim. Os meus quadris estavam se dilatando, e ele enfiando. Senti uma dor aguda como uma agulhada, dei um gritinho, meu cabacinho tinha arrebentado. Ele deu um gemido dizendo que agora eu era a putinha dele.

Alguns segundos depois de me arrombar ele começou a tirar e botar o pau dentro de mim. No início eram movimentos lentos, mas foram aumentando até ele começar a socar com muita força. Lambia meu pescoço, gemia, suava, me chamava de delícia, putinha e socava a rola em mim.

Eu perdi o controle sobre meu corpinho que tremia de prazer de sentir aquele homem me comendo. Estava toda melada e gozava muito. Minha xerequinha piscava apertando o cacete do velho nojento, e isso fazia ele ir a loucura e socar mais forte e morder meu pescoço numa ânsia louca de prazer.

O nojo, o desespero, ver meus pais se gozarem todos assistindo eu ser comida me davam muito, mais muito tesão, eu gozava sem parar, não pensava em nada, só na pica entrando e saindo de mim.

De repente Seu Amadeo empurrou a piroca com vontade para dentro de mim e deixou no fundo, soltou um urro igual de um animal que me assustou, na mesma hora senti minha boceta se encher de uma gosma quente que não parava de sair, era ele me esporrando toda, era muita porra. Ele gemia e gritava que estava gozando, que estava enchendo minha boceta.

O corpo dele foi relaxando em cima de mim, ele foi ficando mole, sem reação, sussurrava no meu ouvido “gostosa”, e ficou parado, até rolar para o lado.

Levantei correndo, quase não consegui ficar em pé, minhas pernas estavam bambas, fui me arrastando para o banheiro, um mar de porra e sangue escorriam pelas minhas pernas. Entrei de baixo do chuveiro, conforme passava a mão sentia placas de porra sair, minha boceta estava um buraco, totalmente arrombada.

Chorava sem parar, sabia que a sacanagem estava apenas no começo. O dia ainda ia demorar muito para acabar.

Virei escrava sexual daquele homem.

Depois conto como continuei a ser fodida naquele dia com a ajuda dos meus pais.

Leia a segunda parte da história.

Meu pai me deu como escrava sexual para o patrão, parte 2

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