Flagrei minha esposa dando, e acabei dando também.

Meu nome é Sergio e a história que vou contar é muito estranha, uma coisa que pretendo esquecer.  Tenho 33 anos e sou casado com Bárbara, 29 anos, morena de olhos azuis, 1,75 m, corpo de modelo, coxas lisas e bem definidas, seios tipo pera, bunda no tamanho ideal, nem grande nem pequena, uma bocetinha carnuda e muito molhadinha, um rosto lindo emoldurado por um cabelo preto, comprido e bem lisinho, uma mulher muito bonita e deliciosa.

Somos casados há 5 anos e como todo corno nunca desconfiei que Bárbara tivesse coragem de me trair. Tenho 1,70, sou branco, cabelos castanhos e um corpo bem cuidado.

Eu trabalho de segunda a sexta feira em horário comercial, e a Bárbara dia sim, dia não, pois é enfermeira. No dia fatídico, me aborreci no trabalho e voltei para casa um pouco antes do almoço, era o dia da Bárbara estar em casa. Cheguei, entrei no apartamento, e ouvi um gemido de mulher, a voz de um homem e um barulho de corpos se batendo numa foda. Quase morri do coração, não era possível o que estava pensando.

Fui direto para o quarto e a cena que vi me deixou sem chão. Minha Bárbara nua, de quatro na beirada da cama e um negro enorme, musculoso, em pé por trás dela enfiando a rola na minha esposa. Ele tinha uma das mãos na boceta dela e a outra a segurando pelos cabelos, ele me viu e continuou socando com força dentro dela, depois de uns segundos ela me viu, arregalou os olhos, se levantou, empurrou o seu macho, se desencaixando da rola dele e veio em minha direção.

Me abraçou e eu comecei a chorar, ela disse que me amava, mas sentia necessidade de ter um macho pirocudo para foder ela. Eu era o amor dela e o negão o macho que dava prazer. Eu só chorava e a abraçava. Então ela tirou minha roupa, e me colocou sentado em uma cadeira de frente para cama, se deitou e mandou o negão acabar de foder ela. Ele montou na minha esposa e enfiou um puta pedaço de ferro dentro dela. Era uma caralha preta, grande, grossa e com uma cabeça gigantesca.

O negão socava sem piedade na Bárbara que pedia mais, miava feito uma puta, dava soco nas costas do macho, trançava as coxas em volta dele, revirava os olhos e gritava que estava gozando. Eu me acabava na punheta vendo minha Bárbara trepar. Ele olhava pra mim e dizia que estava comendo minha mulher, depois me chamava de corno e que estava enchendo minha puta de porra quente. E encheu, quando ele sacou a vara era muita porra escorrendo da boceta da Bárbara.

Minha mulher continuava de pernas abertas, boceta arreganhada, deixando o leite escorrer. Me chamou para perto dela, e mandou que eu limpasse a sujeira que o negão tinha feito dentro dela. Fiquei atônito, ela insistiu e eu cai da língua na boceta dela, lambi tudo, sugava toda porra que escorria dela.

Então ela sentou na beirada da cama, me fez sentar na frente dela, passou suas pernas em volta da minha cintura, me abraçou por trás com uma das mãos e com a outra segurou forte meus cabelos. Chamou o macho dela que veio em minha direção com a pica preta, que já estava dura novamente. Ele me segurou pela cabeça com as duas mãos, Bárbara pedia que eu chupasse o macho dela, eu balançava a cabeça que não. Ele esfregava o cabeção na minha boca, que eu tentava manter fechada a todo custo. Ela me pedia, quase implorava que queria me ver chupando o homem dela, que a rola dele estava com o gosto dela.

Então, Bárbara tapou meu nariz, fiquei sem ar e acabei abrindo a boca e a piroca grossa do negro foi até minha garganta. Ele socava forte e eu sem saber o que fazer. Ele foi parando, tirou um pouco e eu comecei a mamar, meio sem jeito, mas fui me acostumando e passei a chupar igual uma puta, Bárbara me soltou, se ajoelhou e me fez um boquete delicioso, me chupava e me olhava chupando seu macho.

Tirei um pouco a boca e chupei com vontade a cabeça da pica até ele jorrar um litro de porra quente e deliciosa na minha boca, foi minha primeira vez. Assim que engoli tudo, Bárbara se deitou e me mandou foder ela. Subi na minha puta e enfiei com vontade. Virei ela de costas e coloquei no rabo dela, o negão entrou por baixo e ocupou por completo a buceta dela. Ficamos os dois metendo na minha mulher.

Gozei muito no cuzinho dela, puxei a pica do negro de dentro dela e mamei de novo. Depois mandei ele me comer. Queria sentir o que minha esposa sentia, a vara preta no rabo.

Foi uma sensação incrível, ele me preencheu todo por dentro. Depois de um pouco de dor o prazer foi o máximo, Barbara me chupava enquanto eu era enrabado.  Meu tesão estava no máximo. Ele me chamava de puta, de vadia e socava tudo dentro.

Senti um jorro de porra quente me enchendo, e soltei mais uma dose de porra na boca da puta da Bárbara.

Foi uma experiência incrível, mas que tento esquecer. Minha deliciosa mulher no mesmo dia me fez virar corno e viado.

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