O dia que eu fodi a mulher do pastor.

Oi pessoal, meu nome é Roberto e gosto muito de ler os contos desse blog, sempre que posso acompanho os casos, alguns reais outros nem tanto. Mas o que tomei coragem para relatar para vocês aconteceu realmente há alguns dias.

Tenho 28 anos, sou alto, branco, tenho um corpo normal sem grandes atrativos físicos, exceto meu cacete que é bem grande e grosso. Sou solteiro e moro com meus pais que são comerciantes e trabalhamos juntos na nossa loja.

Algumas ruas após a minha casa mora uma família de crentes, amigos de meus pais, o marido é pastor, a esposa é missionária e suas três filhas. A esposa, Bárbara, tem seus 38/39 anos, muito educada, elegante, se veste bem, bonita, branca, alta, cabelos pretos e longos, e apesar das roupas compridas e largas que usa dá para notar que tem um corpo bastante gostoso, principalmente a bunda que é grande.

Neste dia, meus pais tinham ido para loja e eu fiquei em casa e iria à tarde. Fazia muito calor, um sol tremendo, estava na piscina, de sunga apertada quando a campainha tocou. Fui atender e era Bárbara. Abri um pedaço do portão com o corpo atrás e a cumprimentei, ela disse que estava trazendo uma encomenda para minha mãe, e me perguntou se podia entrar e tomar um copo d’água pois o sol estava forte e ela não estava se sentindo bem. Abri o resto do portão, ela entrou seguindo na frente e eu atrás, não tinha me visto de sunga ainda.

Quando ela sentou é que viu que eu estava de sunga e ficou meio desconcertada, mas, discretamente olhou uma ou duas vezes para o volume na minha sunga. Fui pegar a água e me deu uma vontade enorme de foder aquela crente gostosa. Meu cacete ficou duro igual um cano de ferro. Coloquei de uma forma que o volume ficou muito maior. Levei a água e quando ela viu o volume arregalou os olhos, tentou disfarçar, mas eu vi.

Dei o copo para ela e me debrucei por cima dela com a desculpa que ia afastar uma madeira que a estava incomodando, dava para ver a respiração ofegante dela. O cheiro dela ela delicioso. Tinha que tomar coragem e atacar, ou ia dar merda ou ia comer aquela carne saborosa.

Ela se levantou rapidamente, colocou o copo na mesa e falou que estava indo, então entrei na frente dela e pedi que ficasse. Ela se assustou me afastou com as mãos e disse que estava indo. A segurei pelo braço, a reação dela foi me empurrar e perguntar o que eu estava fazendo que ela ia contar para meus pais.  Segurei com força e a joguei sentada na cadeira, botei o pau para fora, ela se desesperou, eu a segurei pela nuca, quando abriu a boca para gritar enfiei a rola toda em sua boca, foi quase até a garganta. Os olhos esbugalhados, se batendo para sair, forcei e coloquei um joelho  em suas pernas e a dominei. Ela me olhava desesperada, falei que era melhor ela aproveitar.

As lágrimas escorriam pelo seu rosto, mas, fui sentindo levemente ela me mamando, bem modestamente. Retirei um pouco da vara para ficar mais confortável para ela, que parecia gostar e chupava cada vez mais gostoso. Diminuí a força que fazia na nuca dela e passei a acariciar seus cabelos. Ela esfregava as pernas umas contra as outras cheia de tesão. Nos ajeitamos, ela abriu as pernas e eu entrei no meio, em pé de frente para ela, que puxava a saia aos poucos para cima com uma das mãos, começando a mostrar as pernas maravilhosas que tinha, com a outra mão segurava minha pica que latejava em sua boca gostosa e molhada, já conseguia ouvir seus gemidinhos.

Sua mão continuou a subir por entre suas pernas até começar a acariciar sua boceta por cima da calcinha. Logo, logo ela colocou a mão por dentro e tocou uma siririca, se tremendo toda.

Eu desabotoei sua blusa, soltei o sutiã e vi seus peitões pularem para fora, duros e bicudos, pediam para serem chupados.

A segurei pelos braços e delicadamente a levantei a levando para uma mesa onde a coloquei deitada de barriga para cima, ela já estava completamente submissa. Suspendi sua saia até a cintura e tirei lentamente sua calcinha, revelando um bocetão carnudo, molhado e peludo.

Caí de boca chupando aquela delicia, minhas mãos amassavam suas tetas duras, ela apertava minha nuca como que querendo enfiar minha cara toda pra dentro de seu bocetão. Não precisei muito esforço para fazê-la gozar aos jatos em minha boca. Ela gemia e chorava ao mesmo tempo.

Fiquei em pé, abri mais suas pernas e fui com minha caceta dura na direção da boceta ensopada dela, que implorava para eu não penetra-la. Fui acalmando ela, dizendo que ia só encostar, só esfregar, fui esfregando e colocando aos poucos, bem lentamente minha cabeça foi para dentro dela, que balançava a cabeça negativamente, mas abria cada vez mais as pernas.

Aproveitei cada centímetro de pau que coloquei dentro dela. Era um sonho, não acreditava que aquela mulher séria e recatada estava de pernas abertas em cima da mesa levando minha rola toda em seu buraco quente.

Tirei de vez sua saia, sua blusa e sutiã, a deixando completamente nua na mesa. Ela protegia os seios coma as mãos. Eu começava um vai e vem, um entra e sai em sua carnuda e latejante boceta. Inclinei meu corpo sobre o dela e delicadamente chupei seus melões, passando a língua por ele todo depois enfiando os bicos eriçados na boca. A intensidade das metidas ia aumentando.

Subi na mesa, beijei sua boca com muita fome e fui correspondido com um beijo de língua delicioso. A essa altura socava com toda força dentro dela, quase virando a mesa. O barulho de meu corpo batendo no dela e seus gemidos podiam ser ouvidos de longe. Senti meu corpo todo tremer, meu coração disparar e uma sensação maravilhosa de um gozo intenso e abundante, enchi minha puta crente de porra quente e grossa.

Ficamos deitados na mesa. Ela parecia ter desmaiado. Me levantei lentamente saindo de cima dela, que continuou de pernas abertas, deixando minha porra escorrer e melar toda a mesa. Seus braços caídos para os lados.

Ajudei a se levantar, peguei pelas mãos e fomos para o banheiro. Tomamos um banho, fomos para meu quarto e ela me pediu que pegasse suas roupas que estavam na varanda. Quando voltei ela estava deitada na cama com o bundão para cima, chorando. A abracei com carinho, minha pica endureceu na hora, perguntei se ela tinha gostado e medisse que sim mas que tinha cometido um pecado horrível.

Ficamos abraçados fazendo carinho, coloquei o pau em suas mãos que me tocou uma punheta gostosa. Direcionei sua cabeça para meu pau e ela logo abocanhou e mamou deliciosamente. Parecia mais solta, devolvi o prazer chupando sua boceta peluda. Eram esguichos de gozo em minha boca, seu corpo se estremecia por inteiro.

Depois de muita chupada deitei de barriga para cima e a coloquei por cima para cavalgar. Muito envergonhada, segurando os peitões ela foi montando e deixando meu caralho a preencher. Cavalgava devagar, e aos poucos foi aumentando o ritmo, puxei suas mãos as segurando para ver seus suculentos peitões balançarem conforme ela trepava.

Já enlouquecida, pulando literalmente na vara, jogando os cabelos longos para todos os lados, Bárbara gritava de prazer, falava que iria para o inferno, mas queria gozar muito antes.

Tirei-a de cima e a coloquei de quatro fodendo sua boceta toda esfolada de tanta vara. Pode finalmente apreciar aquele rabão que tanto desejei. Queria foder aquele cuzinho rosado. Deixei-a louca, depois tirei minha pica do seu buraco e comecei a enfiar no cuzinho. Ela entrou em pânico, falava que nunca tinha feito aquilo, que não queria que ia doer. Tive que domina-la e com carinho forcei meu cabeção nela. Não dava para imaginar que fosse entrar, era muito apertado e isso me deixava louco.

Forcei, forcei e ela chorava, pedia para parar, eu ia sentindo o cuzinho de Bárbara se rasgando e abrindo caminho, era muita força. Minhas pernas tremiam e as dela também. Passei meus braços em volta de sua cintura, falei para ela relaxar que eu pararia, senti seu corpo ficar mole, respirei fundo e atochei tudo de uma vez, foi um berro pavoroso, Bárbara estava enrabada.

Dei um tempo dentro, parado, para ela se acostumar e se acalmar. Depois comecei a bombar bem devagar, aumentando aos poucos até sentir que a tinha arrombado. Comecei a socar com força, arrancando gritinhos, gemidos e chorinhos. Minha mão achou o grelinho dela dando-lhe prazer que ela merecia. Sentia sua xereca latejar, seu mel escorrer feito cachoeira em minha mão. Que delicia, como Bárbara é maravilhosa, deliciosa e saborosa. Foi minha melhor mulher. Fiz ela gozar muito com meus dedos enquanto enfiava em seu cuzinho. Entre gemidos, gritos e estocadas, gozei feito um cavalo no rabo daquela mulher crente.

Desabei feito um morto por cima dela, que desmaiou de prazer. Ficamos engatados um tempo até eu conseguir pernas para me levantar. Bárbara tentou ir para o banheiro se lavar mas caiu de quatro. A ajudei, tomamos um banho e ela se foi, tropeçando nas pernas.

Depois disso todas as vezes que nos esbarramos ela desvia o olhar, abaixando ou olhando para os lados. Nunca mais tive outra chance com ela.

Espero que tenham gostado. Deixem seus comentários.

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