Traí meu marido de novo

Oi meu nome é Sheila, adoro os melhores contos eróticos, já contei aqui dois casos que aconteceram comigo. Para quem não leu, tenho 34 anos, 1,57m, loirinha, olhos castanho-claros, seios médios bem durinhos, barriguinha chapada, cintura fina e coxas grossas. Sou casada com um cara de 54 anos, temos uma vida sexual bem ativa, sempre fui fiel a ele, até realizar o sonho dele de ver outro macho dentro de mim.

Esse foi mais um caso real que aconteceu comigo. Estava resolvendo umas coisas em Botafogo-RJ, era a tarde e chovia muito, estava sem carro. Tudo resolvido,  corri para pegar um táxi. Nisso dei de frente com o Marcelo, um moreno, baixo, bem sarado e até bonito. Ele e a esposa são amigos meu e de meu marido.

Ele me convidou para tomarmos um vinho até a chuva passar. Pensei e aceitei não vi nenhum mal nisso, não achei que ele tivesse segundas intenções. Entramos no restaurante que estava vazio e fomos para o fundo, sentei e ele sentou-se ao meu lado.

Eu estava com uma saia curta e apertada, quando sentei ela subiu mais ainda. Marcelo não tirava os olhos delas. Ficamos conversando, tomando vinho e às vezes Marcelo colocava a mão nas minhas coxas.  Uma hora ele deu uma apertadinha. Achei que já era hora de ir, falei que ia pegar um táxi e ele me ofereceu uma carona. Fomos embora.

Conversamos normalmente no carro, sem nenhum, sinal de que ele queria algo. Ele tomou a direção do Mirante do Pasmado, um lugar em cima do túnel de Botafogo, um pouco deserto, com a chuva mais ainda. As pessoas costumam para lá de carro para namorar. Me assustei e perguntei o que ele estava fazendo, ele disse que queria conversar comigo. Falei que estava com presa, mas ele insistiu e foi mesmo eu não gostando da ideia.

Ao chegar lá, falou que era a fim de mim, me achava gostosa e tudo mais. Eu falei que a mulher dele era minha amiga, ele, amigo do meu marido, não tinha nada a ver. Ele insistiu, tentou me beijar, eu o afastei, falei que ia ficar chateada. Numa última tentativa ele colocou o pau duro para fora e falou que eu o tinha deixado daquele jeito, como ia ficar?

Arregalei os olhos, não esperava aquilo, eu o mandava guardar, mas não tirava os olhos do pau. Era uma pica curta, mas bem grossa e cabeçuda. Comecei a tremer, a senti tesão, ele insistindo eu dizendo não, ele falando que não podia voltar pra casa daquele jeito, até que falei que ia tocar uma punhetinha pra aliviar a situação.  Ele queria que eu chupasse, segurei e comecei a punhetar. Estava pegando fogo a pica dele, latejava na minha mão que suava e apertava.

Minha xereca começou a melar, um melzinho escorria de dentro de mim, a pica do Marcelo pulsava e se enchia de veias na minha mão. Não aguentei e cai de boca, chupando aquela pica grossa. Marcelo puxou minha saia para cima e acariciou minha bunda, eu abri um pouco as pernas e ele enfiou um dedo na minha xaninha meladinha. Que tesão.

Marcelo encheu minha boca de creme quente que eu tratei de saborear e engolir. O pau continuou duro, queria me comer ali dentro do carro, mas eu estava menstruada. A insistência foi tanta, os amassos e agarros que deixei ele me comer.

Ele deitou os bancos, eu me ajoelhei no do carona, me apoiei no encosto, levantei a saia, tirei a calcinha e o absorvente que estava bem ensopado, e ele meteu em mim por trás, foi uma delicia, minha boceta encharcada com meu mel e meu sangue, ele socando aquela rola grossa, abriu minha blusa e meu sutiã e acariciava meus peitinhos, com a outra mão me tocava uma siririca, eu gozava muito. Ele enfiava com vontade em mim, matando o desejo que tinha em me foder, o carro sacodia muito.

Gozou feito um cavalo dentro de mim, pedi que ele me avisasse quando fosse tirar o pau de dentro para eu não me sujar. Mas, de sacanagem ele puxou de dentro sem falar nada, me lambuzei toda de porra dele, minha e do meu sangue. Fiquei puta, sujou minha saia, minhas pernas e o banco do carro, ele rindo me deu um pano para me limpar.

Revirei minha bolsa toda e só tinha um OB, peguei me arreganhei toda dentro do carro e enfiei dentro de mim. O pau dele ficou duro na hora com a cena, mandei ele sossegar pois não tinha outro absorvente.

Mas, não resisti e cai de boca novamente no pau, ele queria me foder mais, falei que só se fosse no cuzinho,  ele topou na hora. La fui eu de novo de joelhos no banco, ele por trás me penetrando. Foi gostoso sentir ele no meu cuzinho. Mas o filho da puta puxou meu OB e tacou a rola na minha xereca ensanguentada. Até que foi delicioso, ficamos engatados metendo um bom tempo. Era louca aquela situação de foder dentro do carro com o marido da minha amiga.

Depois de muita socada ele me encheu de novo. Quando tirou foi outra sujeirada tremenda, sangue, porra, melzinho, desceu tudo pelas coxas. Tentei me limpar, mas não deu, usei a calcinha, mas como era muito pequena só serviu para ficar lambuzada também, sem condições de usar. Fomos embora, ele me deixou perto de casa. Como eu ia sair sem calcinha e com meu sangue descendo, foi uma correria danada até em casa.

Tomei um banho e meu marido quis me foder, ele parece que sente quando eu dou para outro.

Espero que gostem das minhas aventuras, quando tiver outra eu conto. By

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