Traí meu marido de novo

Oi meu nome é Sheila, adoro os melhores contos eróticos, já contei aqui dois casos que aconteceram comigo. Para quem não leu, tenho 34 anos, 1,57m, loirinha, olhos castanho-claros, seios médios bem durinhos, barriguinha chapada, cintura fina e coxas grossas. Sou casada com um cara de 54 anos, temos uma vida sexual bem ativa, sempre fui fiel a ele, até realizar o sonho dele de ver outro macho dentro de mim.

Esse foi mais um caso real que aconteceu comigo. Estava resolvendo umas coisas em Botafogo-RJ, era a tarde e chovia muito, estava sem carro. Tudo resolvido,  corri para pegar um táxi. Nisso dei de frente com o Marcelo, um moreno, baixo, bem sarado e até bonito. Ele e a esposa são amigos meu e de meu marido.

Ele me convidou para tomarmos um vinho até a chuva passar. Pensei e aceitei não vi nenhum mal nisso, não achei que ele tivesse segundas intenções. Entramos no restaurante que estava vazio e fomos para o fundo, sentei e ele sentou-se ao meu lado.

Eu estava com uma saia curta e apertada, quando sentei ela subiu mais ainda. Marcelo não tirava os olhos delas. Ficamos conversando, tomando vinho e às vezes Marcelo colocava a mão nas minhas coxas.  Uma hora ele deu uma apertadinha. Achei que já era hora de ir, falei que ia pegar um táxi e ele me ofereceu uma carona. Fomos embora.

Conversamos normalmente no carro, sem nenhum, sinal de que ele queria algo. Ele tomou a direção do Mirante do Pasmado, um lugar em cima do túnel de Botafogo, um pouco deserto, com a chuva mais ainda. As pessoas costumam para lá de carro para namorar. Me assustei e perguntei o que ele estava fazendo, ele disse que queria conversar comigo. Falei que estava com presa, mas ele insistiu e foi mesmo eu não gostando da ideia.

Ao chegar lá, falou que era a fim de mim, me achava gostosa e tudo mais. Eu falei que a mulher dele era minha amiga, ele, amigo do meu marido, não tinha nada a ver. Ele insistiu, tentou me beijar, eu o afastei, falei que ia ficar chateada. Numa última tentativa ele colocou o pau duro para fora e falou que eu o tinha deixado daquele jeito, como ia ficar?

Arregalei os olhos, não esperava aquilo, eu o mandava guardar, mas não tirava os olhos do pau. Era uma pica curta, mas bem grossa e cabeçuda. Comecei a tremer, a senti tesão, ele insistindo eu dizendo não, ele falando que não podia voltar pra casa daquele jeito, até que falei que ia tocar uma punhetinha pra aliviar a situação.  Ele queria que eu chupasse, segurei e comecei a punhetar. Estava pegando fogo a pica dele, latejava na minha mão que suava e apertava.

Minha xereca começou a melar, um melzinho escorria de dentro de mim, a pica do Marcelo pulsava e se enchia de veias na minha mão. Não aguentei e cai de boca, chupando aquela pica grossa. Marcelo puxou minha saia para cima e acariciou minha bunda, eu abri um pouco as pernas e ele enfiou um dedo na minha xaninha meladinha. Que tesão.

Marcelo encheu minha boca de creme quente que eu tratei de saborear e engolir. O pau continuou duro, queria me comer ali dentro do carro, mas eu estava menstruada. A insistência foi tanta, os amassos e agarros que deixei ele me comer.

Ele deitou os bancos, eu me ajoelhei no do carona, me apoiei no encosto, levantei a saia, tirei a calcinha e o absorvente que estava bem ensopado, e ele meteu em mim por trás, foi uma delicia, minha boceta encharcada com meu mel e meu sangue, ele socando aquela rola grossa, abriu minha blusa e meu sutiã e acariciava meus peitinhos, com a outra mão me tocava uma siririca, eu gozava muito. Ele enfiava com vontade em mim, matando o desejo que tinha em me foder, o carro sacodia muito.

Gozou feito um cavalo dentro de mim, pedi que ele me avisasse quando fosse tirar o pau de dentro para eu não me sujar. Mas, de sacanagem ele puxou de dentro sem falar nada, me lambuzei toda de porra dele, minha e do meu sangue. Fiquei puta, sujou minha saia, minhas pernas e o banco do carro, ele rindo me deu um pano para me limpar.

Revirei minha bolsa toda e só tinha um OB, peguei me arreganhei toda dentro do carro e enfiei dentro de mim. O pau dele ficou duro na hora com a cena, mandei ele sossegar pois não tinha outro absorvente.

Mas, não resisti e cai de boca novamente no pau, ele queria me foder mais, falei que só se fosse no cuzinho,  ele topou na hora. La fui eu de novo de joelhos no banco, ele por trás me penetrando. Foi gostoso sentir ele no meu cuzinho. Mas o filho da puta puxou meu OB e tacou a rola na minha xereca ensanguentada. Até que foi delicioso, ficamos engatados metendo um bom tempo. Era louca aquela situação de foder dentro do carro com o marido da minha amiga.

Depois de muita socada ele me encheu de novo. Quando tirou foi outra sujeirada tremenda, sangue, porra, melzinho, desceu tudo pelas coxas. Tentei me limpar, mas não deu, usei a calcinha, mas como era muito pequena só serviu para ficar lambuzada também, sem condições de usar. Fomos embora, ele me deixou perto de casa. Como eu ia sair sem calcinha e com meu sangue descendo, foi uma correria danada até em casa.

Tomei um banho e meu marido quis me foder, ele parece que sente quando eu dou para outro.

Espero que gostem das minhas aventuras, quando tiver outra eu conto. By

Coroa gulosa dando no banheiro do bar

Meu nome é Lucimara, tenho 58 anos e sou fã de contos eróticos. Sou viúva há dez anos e desde então não sei o que é sexo.

Resolvi relatar uma loucura que fiz outro dia, apesar de não ser a modelo perfeita dos contos que vocês costumam ler. Tenho o perfil de uma mulher de 58 anos, rugas, celulite, estrias um pouco de barriga, mas já fui bonita e gostosa segundo os homens.

Tenho vivido para ajudar meus filhos e netos que sempre dependeram de mim e meu marido. Um dia desses resolvi sair sozinha para tomar um chope num barzinho de música ao vivo.

Comecei a sentir uma vontade estranha de chupar um homem, minha boca enchia d’água, minha bocetona começou a ficar molhada e a latejar, coisa que não acontecia há muito. Sentia meus pelos, que não raspo só aparo, ficarem ensopados.

Pensei em dar em cima de algum homem, mas estavam todos acompanhados, ou com mulher, ou amigos ou família. Tive a ideia maluca de entrar no banheiro dos homens. Levantei, tomei coragem e fui. Tinham três homens urinando. Olharam pra mim com o pau pra fora, um disse: aqui é o banheiro dos homens, titia. Eu disse: eu sei. Um deles riu e saiu. O outro veio na minha direção e perguntou o que eu queria, eu respondi que queria que ele gozasse na minha boca.

Fomos para o reservado, abaixei a tampa do vaso, sentei, levantei a saia, os dois entraram e fecharam a porta. Um era negro, com uma vara enorme e grossa, o outro branco, seu pau não era grande, mas era muito grosso com uma cabeçona vermelha.

Enfiei os dedos na boceta e comecei a chupar os dois, hora um, hora outro, me deliciando com duas rolas.

Eles me seguravam pela nuca e me punhetavam contra as picas. Achei que ia morrer do coração que estava disparado. Tremia, suava e gozava. Decidi derrubar o branco primeiro, ataquei com uma chupada forte até sentir a porra quente dele encher minha boca,  engoli tudo e parti pro negro. O que gozou saiu, e logo em seguida outro homem entrou no reservado. Adorei, outra pica pra mim. Era um mulato com uma pica tamanho regular, que enquanto eu saboreava minha rola preta, punhetava ele.

Dava umas chupadinhas nele pra manter dura e caia de boca no negro que agarrou minha nuca e puxou contra a vara que foi quase na garganta. Um mundo de porra quente encheu minha boca, e desceu garganta a baixo.

Ele se foi, e eu parti para o mulato, mamando descontrolada aquela altura das coisas. Enquanto isso um rapaz bem jovem entrou no reservado. Ele me olhava chupando, e eu segurei o pau dele e tocava uma.

Era jovem e bem forte, com a rola muito dura, que ficava latejando. Devorei logo o mulato por que queria o garoto.  Engoli mais um litro de porra quente.

O cara se foi e o garoto trancou a porta, me levantou, me colocou de costas pra ele com um pé no chão e outro no vaso, puxou minha calcinha para o lado e enfiou toda a piroca duríssima na minha bocetona velha. Fiquei completamente louca. Há anos não era preenchida por um caralho.

Ele socava cada vez mais forte,  eu tapava a boca pra não gemer alto. E toma vara pra dentro, as bolas dele batiam na minha bunda, minha cabeça batia na parede. Senti ele empurrar tudo e deixar , um mar de porra quente me inundou. Que delícia,  e ele começou a me comer de novo, seu pau ainda duro dentro de mim, ele latejava na minha xana quente e cheia de leite.

Mais socadas, ele colocou sua mão no meu grelo, e a outra nos meus peitões apertando como se fosse tirar leite. Gemia como se estivesse fodendo a mulher mais gostosa do mundo, aquilo enchia meu ego. Minhas pernas tremiam pela foda e pela posição. Fiquei de joelhos no vaso para aguentar o restante. Seu saco entrava entre minhas pernas, minha vista escureceu, dei a maior gozada que já dei em minha vida. Senti-me sendo enchida por um mar de porra quente, deliciosa.

Ela sacou sua rola de minha boceta completamente esporrada, sua porra grossa escorria pelas minhas pernas, me sentou e me mandou chupa-lo. Sua rola estava meio dura, tratei de coloca-la completamente dura. Quando isso aconteceu, ele me ajoelhou de novo no vaso e começou a preencher meu rabo com aquele mastro de nervo. Fazia tempo que não tomava no rabo.

Já estava completamente desnorteada, só queria ser fodida, tomei muito no rabo, os dedos dele entravam e saiam da minha bocetona, uma hora ele já enfiava toda a mão dentro de mim. Meus gemidos eram altos, não me importava que ouvissem. Meu cú estava em brasa, ardia doía, sentia prazer. A mão dele dentro de mim me fez perder os sentidos. Acordei com meu rabo sendo encharcado com a porra deliciosa daquele garotão.

Ele foi embora, tentei me recompor e sair dali, os homens olhavam para mim, minhas pernas não obedeciam meu comando, aos trancos fui ate o balcão, paguei minha conta e fui embora, passei dias sonhando com aqueles momentos de loucura.

Minha esposa deu para seis no churrasco

A história que vou relatar e verdadeira, eu presenciei sem que minha mulher visse.

Tenho 58 anos, sou um coroa normal, alto, um pouco de barriga, cabelos grisalhos. Minha mulher, que não direi o nome tem 46, não muito alta, peitos grandes e firmes, coxas grossas, lisas, sem estrias, um pouquinho de barriga. Uma mulher gostosa que gosta de uma boa foda. Nunca desconfiei de ela me trair. Tenho tara de vê-la com outro homem. Mas nunca tive coragem de falar com ela sobre isso.

Um dia desses estávamos em um churrasco com um grupo de amigos e várias outras pessoas que nunca vi, em um sítio com piscina, e notei que ela parecia agitada. Ela saía da área que estávamos, como se procurasse alguma coisa, e voltava. Comecei a acompanha-la com os olhos. Ela saiu novamente, olhou para um cara como se fizesse um sinal e foi para trás do sítio onde havia um depósito de coisas sem uso.

Disfarcei e fui ver onde ela estava indo. Ela entrou no depósito e o cara entrou logo em seguida, dei a volta e fiquei olhando por uma fresta na janela.

Ela estava só de biquíni, sentou de pernas abertas numa caixa, o cara ficou em pé entre suas pernas e de frente para ela, colocou a pica para fora, minha mulher segurou e colocou tudo na boca. Ela mamava como uma puta babando a cacetona do cara que a agarrava ela pelos cabelos, enfiou a mão dentro do biquíni colocando os melões dela para fora e amassando com vontade.  Às vezes tirava a caceta da boca dela e colocava no meio dos peitões.

Ele olhava para os lados vigiando, e ela chupando. Ele forçava a cabeça dela em direção ao pau punhetando. Logo ele esporrou na boca da minha mulher, era tanta porra que escorreu pelos lados. Ela se limpou e saíram um pra cada lado.

Voltei pro meu lugar, meu pau estava explodindo de tesão. Ela sentou ao meu lado como se nada tivesse acontecido. Fiquei olhando o cara que cochichava com outros dois, que olhavam pra ela e riam. Mais um tempinho e ela saiu novamente, os dois caras com quem o primeiro falou foram atrás. E eu como um corno fui ver a vaca da minha mulher me trair.

Olhei pelo mesmo lugar e lá estava ela sentada mamando a rola dos dois. Um deles a levantou e se sentou na caixa, puxou a calcinha dela para o lado e colocou o pau na boceta dela, enquanto o outro atolava a pica na sua boca. Ela cavalgada e mamava. Dava pra ver o cacete do sujeito entrando e saindo naquela boceta que eu achava que era só minha. O cara que comia ela desamarrou os dois lacinhos e arrancou a parte de baixo do biquíni, o outro tirou a parte de cima deixando-a completamente nua. Os dois amassavam os melões dela. Eu tocava uma punheta vendo minha mulher sendo fodida. Ela mamava cada vez mais  forte,  os olhos reviravam demonstrando muito prazer. O outro tirou a rola da boca e esporrou a cara dela toda, escorrendo porra pelos peitões. Um tranco do outro dentro dela mostrou que a bocetona da minha mulher tinha sido enchida de leite quente também.

Antes que ela pudesse se vestir chegaram mais dois caras. Os outros saíram e ela ficou.

Ela foi colocada de quatro por um negro com um pau gigante, que enfiou tudo na  boceta dela que estava lambuzada de porra. O outro cara se sentou na caixa, ela apoiou os cotovelos nas pernas dele e começou a mamar. Que puta insaciável.

A rola entrava e saia de dentro dela, Eu já estava na terceira punheta. O negro fodia ela com força as pernas e o saco dele batiam no rabão dela que engolia com vontade a rola do outro. O negro a agarrou pelos cabelos e inundou a boceta dela, quando ele puxou o cassetete, espirrou porra de dentro dela, o outro a virou rapidamente e enterrou a pica nela, que se segurou no negro. Enquanto era fodida de novo a vagabunda limpava com a boca a rola esporrada do negão.

Ela olha para trás e pede para o cara comer no cuzinho dela, o que ele fez de primeira. Ela gosta de dar o cú. Fiquei louco, aquele cara comendo o cuzinho dela, enquanto ela mamava outro.

Outro homem avisado pelos que saíram entrou no depósito. Foi colocando a rola pra fora e se ajoelhando de frente para ela. O cara que a enrabava a segurou pelos peitos e a suspendeu, o negro levantou as pernas dela e o cara ajoelhado enfiou a pica na boceta. Ela estava sendo empalada por dois machos e chupando um terceiro. Aquela altura ela era a carne principal do churrasco. Vários homens se saciaram dentro dela.

Um gozou no cuzinho dela, mas continuou a segurando até o outro gozar na boceta, e o negro esporrou a cara dela toda. Era muita porra, e ela já havia levado mais antes.

Sai correndo pro meu lugar, não sei como ela se virou para limpar aquele mar de esporração. Passou um tempinho e ela veio sentar ao meu lado, me beijou na boca, pude sentir o gosto de porra, ela me disse que tinha passado mal e ido ao banheiro. Fingi que acreditei, os caras que haviam fodido ela me olhavam sorrindo.

Eu ali sentado de braços dado com a puta da minha mulher que tinha levado porra de seis homens diferentes. Mal podia esperar para ver uma cena daquelas novamente.

Armei para foderem minha mulher

Meu nome é Jéferson, tenho 58 anos,  sou casado com Ana Claudia de 40, loura, 1,70, peitos grandes, cintura fina, bunda grande, coxas torneadas, muito fogosa que adora foder. Eu já não tenho pique para acompanhar o tesão dela.

Outro dia cheguei em casa e paguei Aninha, como eu a chamo, com um frasco de desodorante enfiado no bocetão carnudo, gozando feito louca. Ela ficou desconcertada, claro. Mas era minha culpa, eu não tenho conseguido dar o que ela precisa. Fiquei muito chateado com aquilo. Então resolvi dar a ela um pouco de prazer.

No meu trabalho tem um rapaz, seus vinte e poucos anos, alto, moreno, sarado de academia. Chamei ele pra tomar uma cerveja e no meio do papo perguntei o que ele achava da minha mulher. Ele a elogiou discretamente. Fui mais fundo, perguntei se ele a achava gostosa,  sem graça ele acenou com a cabeça que sim. Tomei coragem e perguntei se ele topava comer ela. Ele, claro se assustou,  tratei de tranquiliza-lo, e expliquei tudo.

Combinamos como seria. Eu queria ver, mas não podia estar presente. Ela nunca faria na minha frente, nem sabia se ela cederia e daria para ele.

Instalei câmeras minúsculas estrategicamente no quarto,  pegando vários ângulos. Elas iriam transmitir em tempo real pro meu notebook,  eu ficaria no quartinho dos fundos.

Tudo combinado,  saí  para o trabalho, avisei a Ana  que um colega iria levar uns livros pra mim, era uma caixa pesada e ele deveria deixar no quarto, e fui escondido  pro quartinho.

Me posicionei, ele chegou com uma caixa enorme, uma bermuda de malha super apertada,  deixando o volume do pauzão dele amostra,  e uma camiseta curta e apertada mostrando seus músculos. Minha esposa, que estava de saia larga e um pouco curta e blusa,  atendeu a porta, mandou ele entrar e levar a caixa para o quarto, e foi junto.

Vi os dois entrando no quarto. Como combinado, ele deixou os livros todos caírem no chão. Ele começou a pegar,  eu via tudo, nessa hora torci pra não acontecer nada, mas a sorte estava lançada.

Conforme ele se movia,  ela olhava discretamente para a caceta dele que parecia estar dura.

Quando ele se virava, ela passava a mão na xereca, como se estivesse no cio.

Em um momento em que ele olhava para outro lado, ela colocou a mão por baixo da saia, se esfregando, revirando os olhos,  não ia dar pra segurar, ela queria dar para ele.

Ela se aproximou pra ajudar a arrumar os livros e encostou a bunda na pica dele. Naquele momento me arrependi de ter armado aquilo, mas queria ver até o fim.

Ele a segurou pela cintura e beijou a nuca. Aninha encostou a cabeça no peito dele e se entregou.

Enquanto se esfregava  na bunda dela,  ia enfiando uma das mãos por dentro da blusa e a outra por baixo da saia.

Ia ver minha mulher ser fodida em tempo real, meu pau parecia uma barra de ferro.

Ela sentou na cama, abriu bem as pernas,  levantou a saia  e começou a esfregar a boceta por cima da calcinha, que estava a mostra, com a outra mão apertava o pau dele por cima da bermuda. Ele colocou o pirocão pra fora esfregando no rosto dela que abocanhou de uma só vez.

Aninha chupava e punhetava, a outra mão dentro da calcinha esfregava o grelo cada vez mais.

Ele tirou a blusa dela, depois o sutiã fazendo seus suculentos melões saltarem para fora, e os amassou com as duas mãos, as vezes tirava a rola e colocava no meio das tetas,  ela se masturbava como louca.

Ele se ajoelhou, tirou a calcinha e a saia dela, abriu mais suas pernas, e chupou o bocetão raspado da minha mulher. Aninha se contorcia de tesão. Ele a fazia gozar feito louca na sua boca.

Rapidamente, ele montou na minha mulher e enfiou o cacete todo nela, Aninha estava levando vara. Começou com movimentos leves que foram aumentando. Ela trançou as pernas em volta da cintura dele. o ângulo era perfeito, eu via a piroca entrar e sair de dentro dela.

As socadas foram aumentando e os gemidos de Ana Claudia também, que arranhava e batia nas costas do seu comedor, gozando como uma puta descarada.

Ele metia com muita força, de repente empurra tudo e deixa no fundo se contorcendo todo e soltando um gemido forte, entendi que minha deliciosa mulherzinha tinha sido encharcada de porra quente de outro macho.

Ele rolou para o lado, deixando Aninha de pernas arreganhadas, dando para ver a porra escorrendo de dentro dela.

Ana Claudia respirou fundo e caiu de boca na pica lambuzada e meio dura dele, pagando um boquete desesperado e guloso, querendo mais vara dentro dela.

Quando ela o deixou duro de novo, montou nele engolindo toda a pica com seu bocetão melado. Ela, agora por cima, dirigia a foda, cavalgando cada vez com mais vontade.  Cavalgava forte,  fazendo seus melões subirem e descerem no ritmo da foda.

Ele a puxou pelo pescoço dando um delicioso beijo na boca, e a deixando de rabo para cima. Foi enfiando  o dedo no cuzinho que ela nunca tinha me dado, mas deixava ele abrir o caminho para dar pra ele. Ia levar pau naquele cú.

Não deu outra, ele a colocou de quatro,  meteu muito no bocetão inchado e melado e depois começou a foder seu cuzinho, Aninha dizia que nunca tinha feito aquilo, mas deixou ele enfiar até o fim.

Minha rola não aguentava mais gozar. Ela tomando no cú e eu gozando.

As socadas eram violentas ela gritava e mandava ele rasgar o cú dela. Depois de muito tempo engatados ele encheu o rabo da minha esposinha de porra. Eu chorava feito criança e gozava aos litros.

Depois de um tempinho para se recomporem, ele fodeu minha mulher mais uma vez, arrancando gozadas e gritos dela. Após mais uma seção de porra dentro dela, foram tomar banho, ela precisou ser ajudada por ele, não sei se suas pernas tremiam ou era frescura daquela puta. Pelo tempo ele a comeu mais um pouco no chuveiro.

Ele foi embora e  ela ficou deitada, extasiada de tanto levar pau.

Gravei tudo e toda hora revejo as cenas de minha Aninha entrando na rola como uma puta e toco maravilhosas punhetas.

Ela nunca soube que eu vi tudo.

 

 

O dia que eu comi a titia

O relato que vou fazer aconteceu há algum tempo, quando eu tinha 16 anos.
Minha tia, irmã da minha mãe, que na época tinha uns 29 anos,  tinha acabado de separar do marido. Ela era muito bonita e gostosa.  Mulata alta, peitos volumosos e duros,  cintura fina, quadris e bunda grande, coxas grossas,  meus amigos eram doidos por ela,  e eu também.
Nesse dia minha mãe mandou levar umas coisas para ela, que morava em uma casa. O portão estava aberto,  dei a volta e entrei pelos fundos em silêncio. Quando cheguei na sala, minha tia estava nua, sentada na poltrona,  de pernas abertas, passando prestobarba no bocetão,  lambuzado de creme.
Fiquei estatelado, olhos arregalados, pau duro, sem conseguir me mexer.
Quando ela me viu sorriu e perguntou o que foi?
Eu sem ação,  só apertava o pau por cima da bermuda.
Ela mandou eu me aproximar e ajudar a raspar a boceta.
Me ajoelhei, peguei o prestobarba e comecei a raspar ela, tremia muito,  ela mandou ter cuidado para não corta-la.
De repente ela tirou o aparelho da minha mão e puxou a minha cabeça ao encontro dela, toda melada de creme.
Comecei a chupar a titia,  lamber, arrancar gemidinhos dela. O melzinho dela escorria pelo meu queixo,  uma delícia.
Depois de um tempo ela me colocou de pé e veio com seus lábios carnudos na direção da minha pica. Eu nunca tinha ficado com uma mulher.
Mal ela colocou a boca quente e molhada na cabeça eu despejei uma dose cavalar de leite quente no rosto dela,  que riu.
Aí ela me chupou bastante, eu estava alucinado de tesão.  Ela deitou no tapete abriu as coxas deliciosas e mandou que entrasse nela.
Comecei a foder minha tia, antes de meter a metade dei uma gozada forte, ainda com o pau muito duro, enfiei o resto. Socava com muita força,  era minha primeira vez. Ela era deliciosa, muito quente e bastante melada e apertada. Gozei de novo.
Ela me jogou de costas no tapete e montou em mim. Cavalgava cadenciadamente, seus melões suculentos subiam e desciam me deixando com muito tesão. Enchi, de novo,  a boceta quente da titia.
Ela ficou de pé, pegou um paninho no sofá e enfiou no bocetão, limpando toda sujeira que eu tinha feito lá dentro.
Depois me sentou no sofá e ajoelhada vez um boquete que nenhuma outra mulher fez melhor depois dela. Me deixou duro igual uma barra de ferro.
Pegou o creme que ela usava para se depilar, passou no meu pau,  ficou de quatro no tapete  e mando eu comer o cuzinho da titia.
Muito nervoso,  enfiei tudo de uma vez, arrancando um gritinho e uma risada dela, me chamando de guloso.
Eu fodia forte o cuzinho dela, apertava os peitões, alisava o grelinho dela que rebolava feito uma puta.
Fazia ela gozar como louca,  nunca encontrei mulher melhor que ela.
Depois de muita socada e com o pau todo esfolado,  gozei muito no cuzinho da titia.
Caímos quase desanimados no tapete. Depois de um tempo fomos tomar banho juntos,  ainda consegui forças para comer ela no chuveiro, e fui embora nas nuvens. Não acreditava que tinha comido a minha tia.
Fiquei quase um ano fodendo ela sem parar, até ela se mudar para outra cidade.