Mamãe, titia o cavalo e eu.

Olá pessoal, outro dia vim aqui contar um fato do meu passado, quando vi minha mãe e tia transando com um pônei.

Hoje vou continuar de onde parei.

Após o fato, não conseguia parar de pensar nas bocetas delas arreganhadas, com se me chamassem.

Queria foder as duas, não aguentava mais tocar punheta, roubei uma calcinha de cada uma e gozei tanto nelas que ficaram engomadas.

Chegou o dia, meu pai iria para cidade, fui para escola e voltei correndo por dentro do sítio, e lá foram as duas para a cocheira.

Fiquei olhando, esperando o momento para entrar na brincadeira. Levei uma filmadora e filmei. Não tive coragem de entrar, minhas pernas tremiam, toquei um monte de punheta, até elas irem embora.

Não é possível, ia ficar mais uns dias naquele desespero.

Na semana seguinte eu estava decidido a agir.

Fiquei escondido, as duas chegaram, tiraram a roupa, trouxeram o pônei e começaram a brincadeira.

Se agacharam arreganhando os bocetões cabeludos, mamaram e punhetaram o bicho até ele dar um banho de porra nas duas.

Minha mãe deitou na mesinha e minha tia levou o pônei até ela, enfiando a rola gigante do bicho na mamãe.

Foi aí que entrei. Falei que queria participar, as duas ficaram desesperadas, minha mãe, mesmo com a rola atolada no bocetão, tentou brigar comigo, eu falei que tinha filmado tudo e mostraria para o papai e meus irmãos. Elas choraram mas cederam. Eu ia realizar meu sonho.

Inclinei minha tia para frente e enquanto ela segurava a picona do pônei dentro da mamãe, enfiei no bocetão dela, logo gozei como nunca, ela era muito gostosa. O bicho continuava dentro da mamãe, então peguei meu pau ainda duro e enfiei no rabo da titia, que aguentava sem reclamar. Eu mordia suas costas e amassava os peitões. Cheio de tesão enchi o rabo da titia de porra quente.

O bicho encheu minha mãe com um balde de porra branca. Ela tremia muito, se lavou e minha tia se deitou esperando o pônei.

Minha mãe colocou o pônei dentro da titia, agarrei minha mãe por trás e comecei a foder ela, apertava os peitões dela, que gemia e tremia.  Ela caiu de quatro comigo atochado dentro dela, que socava com muita força, ela largou o pau do pônei que enfiou tudo na titia que berrou feito louca.

Minha mãe em êxtase se levantou e segurou o pônei e eu metendo direto nela.

O pônei gozou e eu também.

Enquanto minha tia se refazia, joguei mamãe na mesinha abri as pernas dela, e enfiei no bocetão dela de novo, socava como um desesperado, ela disfarçava mas gozava também. Minha tia veio por trás de mim e começou a me fazer carinho.

Sai de dentro, botei minha mãe de bruços na mesinha e furei o cuzinho dela, que delícia, estava louco.

Minha tia esfregava a bunda na picona do pônei. Gozei muito na bunda da mamãe.

Elas queriam mais, me deitaram na mesinha e as duas me chuparam, rapidamente fiquei duro.

Deitei mamãe, peguei o pônei e coloquei dentro da boceta dela que estava cheia da minha porra. Minha tia se deitou do lado e eu enfiei na bocetona cabeluda e arrombada dela. Ficamos eu e o pônei fodendo aquelas éguas.

Perdi a conta de quantas gozadas eu dei.

Minha mãe me falou para nunca contar para ninguém.

Elas ficaram uns dias sem falar nem olhar para mim.

Quando papai viajou de novo, minha mãe se dirigiu a mim e falou, ” te espero logo mais na cocheira”.

Dali em diante, toda semana eu e o pônei enchiamos aquelas éguas de prazer.

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