Mamãe, titia e o cavalo.

Hoje vou dividir com vocês uma história que aconteceu há alguns anos e me traumatizou muito.

Eu tinha 14 anos e morava em um sítio no interior com meu pai, minha mãe, meus 4 irmãos e minha tia, irmã da minha mãe.

Trabalhávamos de manhã e a tarde íamos para escola.

Uma vez por semana meu pai ia na cidade fazer compras. Duas vezes voltei pra casa mais cedo, meu pai na cidade, vi minha mãe e tia saindo da cocheira apressadas. Lá tinha um pônei.

Fiquei intrigado com aquilo.

Outro dia que meu pai foi a cidade fui para escola com meus irmãos e voltei rápido para casa. Vim por dentro do sítio para não ser visto.

De longe vi minha mãe e minha tia indo para a cocheira. Saí correndo para ver tudo.

Minha mãe e tia eram muito parecidas uma com 34 e outra 36 anos, altas, cabelos pretos que usavam sempre presos, seios e bunda grandes, tinham umas celulites e pneuzinhos, mas eram mulheres bonitas posso dizer até gostosas.

Me aproximei bem devagar, abaixado por trás da cocheira e vi por um buraco.

Elas estavam nuas, tinham um bocetão cabeludo, minha mãe segurava o pônei pela rédea e minha tia punhetava o bicho. Amarraram ele próximo a uma mesinha baixinha. As duas passaram a punhetar, e depois minha mãe se ajoelhou e chupou a cacetona do pônei. Minha tia também se aproximou, as duas ficaram agachados, com as pernas arreganhadas, dava para ver o bocetão das duas escorrendo tesão.

Fiquei chocado com a cena, mas, mesmo sendo minhas mãe e tia, não deu pra segurar vendo aquelas bocetas abertas, botei o pau pra fora, toquei uma punheta e deixei o leite jorrar.

Elas punhetavam e chupavam aquela rola gigante deixando o bicho alucinado. As duas juntas lambendo e punhetando, levaram uma gozada gigantesca na cara que escorreu pelos peitos escorrendo pela boceta e lambuzando os pentelhos delas.

A pica continuava dura, minha mãe deitou na mesinha de perna aberta as segurando pelo joelho, minha tia pegou uma lata que parecia de vaselina, lambuzou a pica do bicho, depois a bocetona da minha mãe e levou o bicho para cima dela, ele ficava bombando no ar, estava doido para enfiar. Minha tia controlava, ajudando a enfiar aquilo tudo na mamãe, ela gemia se esfregava, se arreganhava ao máximo e ia recebendo pica para dentro.

Eu tocava uma punheta atrás da outra.

Controlado pela titia, o bicho bombava a égua da minha mãe até gozar. Minha tia puxou o cacetão e espirrou um balde de porra da boceta da mamãe.  Ela levantou da mesa com as pernas bambas.

As duas voltaram a chupar o pônei para deixar ele duro de novo.

Agora era minha tia que deitou na mesa.

O mesmo ritual. Minha mãe lambuzou os dois de vaselina e guiou o super cacete para dentro da irmã. O bicho estava cheio de tesão, socava forte, minha tia se assustou, minha mãe controlava o tamanho que entrava com a mão.

O bicho gozou tanto que tive a impressão que a barriga da minha tia inchou. Minha mãe puxou o bicho,  minha tia parecia desmaiada. Minha mãe fez uma pressão na barriga dela e voou porra para todo lado.

As duas jogaram água nas bocetonas arrombadas pelo pônei e saíram correndo.

Acho que toquei umas oito punhetas. Não parava de pensar nas duas ali de boceta arreganhada na minha direção, depois engolindo aquilo tudo. Fui para casa tonto. Olhava para elas, e lembrava de tudo, corria para o banheiro para gozar.  Não estava aguentando mais, tinha que arrumar um jeito de comer as duas.

Mas isso é outra história que conto depois.

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