Pulei o muro para ver minha mulher me traindo.

Resolvi contar o que aconteceu comigo há algum tempo, contudo, não irei colocar nossos nomes.

Tenho 38 anos, e sou casado há 15 anos com uma mulata de 36 anos, 1,70 m, seios fartos, bunda grande, cintura bem desenhada, coxas torneadas, uma bocetona grande e carnuda, muito melada, sempre depilada, muito gostosa. Todos olham para ela na rua.

Sem nenhum motivo comecei a desconfiar que ela me traía. Ela continuava do mesmo jeito de sempre. Não tinha mudado em nada seus hábitos ou atitudes. Deveria ser só impressão.

Um tempo atrás eu fiquei desempregado, passando mais tempo em casa.

Ela trabalha perto de casa, leva 20 minutos andando. Sai do trabalho às 14 h, chega 14:20 h.

Comecei a notar que uma vez na semana ela se atrasava de duas a duas horas e meia, em dias diferentes.

Resolvi segui-la, ia de bicicleta perto do serviço e fica de longe, e a seguia até bem pertinho de casa, onde eu corria, dava a volta e chegava antes dela.

A segui quatro dias por duas semanas, e nada.

Na terceira semana a segui e chegando perto de casa corri, mas ela só chegou três horas depois. Mas como? Ou ela marcou com alguém de carro pertinho da nossa casa, o que não acredito, ou ela entrou na casa de um vizinho. Agora eu tinha certeza. Ela estava me corneando.

Continuei seguindo até vê-la entrar numa casa. Nosso condomínio é novo, tem muita casa ainda fechada, e a que ela entrou dava fundos para uma dessas fechadas.

Dei a volta correndo, entrei na casa fechada, pulei o muro e procurei por eles. Estavam no quarto começando a fudelância. Tinha um espelho enorme na parede e pela janela, abaixado, podia ver tudo sem ser visto.

Eles já estavam nus, ela sentada na cama, ele em pé colocou o mastro na boca da minha esposa que mamava como nunca tinha visto, e tocava uma siririca nela mesmo.

Depois, ele se ajoelhou e chupou a bocetona carnuda dela, que trançava as pernas em volta do pescoço dele gemendo feito louca. Depois de um tempo minha mulher foi montada por aquele macho que a fodeu sem piedade. Socava no bocetão dela cada vez mais forte, mamava suas tetas suculentas como se fosse arranca-las. Ela gritava de prazer, até ele ficar imóvel. Pronto, minha mulher tinha sido enchida de porra quente.

Logo, logo ele arrancou a pica ainda um pouco dura e toda melada de dentro dela e fez a mamar. Parecia uma louca, desesperada para endurecer de novo, sugando o resto de porra.

Com a pica bem dura, ele a botou de quatro, dava para ver a porra branca escorrendo pelas coxas morenas dela, e enfiou no bocetão mais uma vez. As pancadas que ele dava na bunda dela eram violentas, os melões dela sacudiram e eram amassados pelas mãos dele.

Ela pedia para ser fodida com força e ser chamada de puta, e assim ele fazia.

Entre gritos e gemidos ele empurrou a pica toda para dentro e ficou imóvel, enchendo as entranhas da minha deliciosa esposinha de porra grossa.

Ele saiu do quarto, ela deitou de barriga para cima e pernas bem abertas, dava para var o rio de porra escorrendo da bocetona dela.

Eu queria gozar, mas me segurei para foder ela quando chegasse em casa.

Já ia embora quando escutei um falatório na sala, o dono da casa entrou no quarto com dois homens. Ela reclamou que eles demoraram, que já estava na hora de ir. Eles arrancaram a roupa rapidamente, eu incrédulo, minha esposa estava acostumada a dar para três.

O dono da casa era um branco, forte com uma pica normal, dos que chegaram, um era negro com uma pica grande e torta o outro um mulato, a pica era pequena, mas muito grossa e com uma cabeça que parecia uma bola de sinuca.

Partiram para cima dela ainda melada das primeiras gozadas. O negro montou nela e socou por um tempo forte dentro dela, depois a botou de quatro metendo enquanto ela chupava o mulato, o dono da casa se masturbava ao lado.

O negro tirou da boceta e atochou no rabo dela, o mulato veio por baixo e preencheu a bocetona e o dono da casa colocou a rola em sua boca. Ela estava preenchida por três machos.

Ela se tremia toda, gemia, gritava, xingava, parecia estar possuída ou drogada.

Logo o negro encheu o rabo dela de leite, e saiu de dentro, indo com a pica ainda dura para a boca de minha mulher.

O dono da casa ocupou o rabo que já estava arrombado. Ela estava louca, mamava e tomava no rabo a na boceta. O mulato gozou na boceta dela e deu a vaga para o negro que voltou a comer ela.

Se revezaram várias vezes enchendo ela de rios de porra.

Acabaram, ela tomou um banho e saiu correndo, eu pulei o muro e fui para casa.

Ela chegou, eu tremia dos pés à cabeça.  Ela agiu naturalmente. Eu a agarrei, joguei na cama, ela tentou evitar, tirei a roupa dela e comecei a chupar aquela bocetona arrebentada de tanta vara. Ela gozava deliciosamente na minha, eu sentia o gosto das varas que ela levou.

Fodi ela até não poder mais, gozamos muito, acho que foi nossa melhor foda.

Nunca falei nada para ela, mas sempre que podia, pulava o muro para ver ela sendo dilacerada por vários homens, sempre tinham homens diferentes dentro dela.

 

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