Minha esposa crente, cada vez mais puta.

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A minha mulher, Rejane, já falei sobre ela aqui, tinha se tornado a puta mais fácil da terra, quem quisesse come-la era só abaixar a calcinha e enfiar, aonde quisesse. Não precisava cantar, pedir, conversar, nada, era só comer. E era isso que todos faziam, comiam.

Num dia de aula somente de meio período, já de roupa trocada para ir embora, o diretor a pega no corredor, leva pra sua sala, levanta a saia, puxa a calcinha para o lado e fode, sem falar nada, só fode e goza. Depois manda que ela saia direto, pois sua esposa esta na recepção, se ela saísse de sua sala e fosse para o banheiro a esposa podia desconfiar. Lá foi ela toda esporrada para casa. Mas antes passa na farmácia mais uma vez para tomar a pílula do dia seguinte.

O farmacêutico já estava desconfiado, sabia que ela era da escola, e de vez enquanto comprava a pílula, pergunta por que não usa anticoncepcional. Ela fala que não se dá bem, ele ri e fala, é pro marido não desconfiar? Ela fica séria, sem falar nada. Ele pergunta : – Posso dar uma sugestão? Por que você não toma injeção? É uma vez por mês. Ela se interessa, mas diz que não tem quem aplique. Ele fala que aplica ali mesmo. Ela aceita, ele a leva para os fundos para aplicar. Pergunta se ela tinha transado naquele dia, e manda tomar a pílula.

Lá nos fundos fala que o melhor lugar era nas nádegas, pois doía menos e não tinha risco de alguém ver alguma possível marca. Como ela estava com uma saia jeans apertada, teve que levantar toda, não dava para ser só uma pontinha, ficando com a saia na cintura, somente de calcinha. Ele preparou a injeção pegou um banquinho e sentou atrás dela. Olhando aquele imenso bundão que nunca tinha sido meu, mas agora era de todos que quisessem. Passou um algodão com álcool no local, e malandramente, enquanto passava, alisava a bunda dela com a ponta dos dedos, mesmo demorando mais que o normal ela não falou nada.

Ele encheu a mão para segurar o local onde seria aplicada a injeção, e pimba espetou. Ela deu um gritinho:

– Ai está doendo, está doendo. (só podia ser frescura, tendo aguentado tudo que aguentou)

– Calma já vai passar, é só uma picadinha. Pronto, acabou. Vou fazer uma massagem para espalhar o liquido, se não fica um calombo e dói.

E começou e esfregar a bunda dela com uma das mãos e a outra apoiada do outro lado da bunda. Conforme ele ia massageando com força, ela ia se movendo para frente.

– Fica paradinha senão não faz efeito. Vou apoiar você para não ir para frente.

E coloca a outra mão encima da bocetona dela apoiando com força e fazendo massagem em sua bunda. Estava pronto para comer. Era só trazer para o pau se alimentar daquela carne saborosa. Foi o que ele fez. Foi a trazendo em sua direção, puxou sua calcinha para o lado, colocou o pau para fora e enfiou, simples assim. Como era fácil foder a puta da minha esposa. Ficaram lá, cavalgando até a porra jorrar, ela levanta, abaixa a saia, pergunta quanto foi, ele disse que não cobraria, mas cada injeção teria uma foda. Ela só consente com a cabeça e sai. Com mais porra ainda do que tinha quando saiu da escola.

Foi correndo para casa tomar um banho e se livrar de toda aquela gosma.

Para sua surpresa, eu já tinha chagado, e estava cheio de vontade de meter nela, afinal ela é minha, mas todos usam sem eu saber. Há quatro meses não metia naquela vaca.

Ela levou um susto, comecei a abraçar, falar que queria ela, e ela me empurrando falando que estava cansada, queria tomar um banho. Falei que depois tomávamos um banho juntos e ela empurrando, tentando sair dali, fiquei puto, a joguei na cama, ela tentava me empurrar com os pés, trancava as pernas, eu levantei a saia, tentava tirar a calcinha, depois de muita luta consegui. Para minha surpresa encontrei tudo completamente melado, esporrado. Comecei a gritar a perguntar se era porra, e ela nervosa dizendo que não, que era um creme vaginal. Eu não acreditando, quase batendo nela que começou a chorar. Acabei metendo no bucetão todo cheio de porra, e dei na puta a melhor foda que eu já tinha dado.

Ela acabou me convencendo que era creme mesmo. E eu acreditei.

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