Meu cunhado me comeu na casa de praia.

Essa historia aconteceu e alguns meses, meu nome é Adalberta, mas todos me chamam de Beta. Sou branquinha, loura de cabelo curto, olhos verdes, coxas bem definidas, bunda grande e arrebitada e seios fartos. Tenho uns pneuzinhos que meu marido acha uma delicia.

Meu cunhado, marido da minha irmã é um cara de 1,80, branco, de 45 anos, muito legal, nos damos bem. Com os anos de convivência veio uma certa intimidade, brincadeiras mas sempre com respeito. Às vezes, quando estamos sozinhos, fico desfilando para ele, me exibindo, falando que ele tem uma cunhada linda maravilhosa, coisas assim. Já tive fantasias com ele, mas nunca levei a diante.

Um dia fomos em família para uma casa de praia. Eu, meu marido, minha irmã, o cunhado e nossa mãe. Três dias lá, minha irmã e mãe foram resolver umas coisas e passariam o dia fora, meu marido adora pescar e saiu de barco com uns pescadores locais, ficando em casa só eu e meu cunhado.

Fiz café para nós dois, conversamos muito como sempre, rindo, brincado, coloquei o biquíni e uma camiseta por cima que deixava parte de minha bunda de fora. Como fazia sempre, comecei a desfilar para ele, me exibir, falar que a cunhada dele era gostosa, e tudo mais. Reparei que ele me olhou diferente, com tesão. O chamei para irmos à praia, fiquei de costas para ele e me abaixei para pegar uma sandália, ficando com a bundona toda de fora e a calcinha do biquíni aparecendo. De repente senti um dos braços dele envolver fortemente minha cintura e dois dedos da outra mão entrarem de uma vez na minha xereca. Levei um susto, arregalei os olhos e disse:

– Cunhado, ficou maluco?

– Fiquei Beta, não aguento mais tanta provocação, eu quero você agora.

– Para, eu não te provoco, é só brincadeira. Não faz isso, por favor. Somos casados.

Não teve jeito, da forma que ele estava agarrado comigo ele me levou até um colchonete ali pertinho, e caiu por cima de mim, agarrado. Desamarrou os laços do meu biquíni e o arrancou, me deixando sem a parte de baixo. Senti a cabeçona do cacete dele forçar meu cuzinho. Nunca tinha dado o cuzinho pra ninguém.

Eu chorava, implorava e o cacete entrando. As mão dele começaram a tirar minha camiseta e a parte de cima do biquíni, eu tremi, minha boceta latejava, começou a escorrer um melzinho de dentro de mim. Meu Deus, eu queria aquilo. Relaxei e facilitei a entrada. Estava tendo meu cuzinho arrombado pelo meu cunhado. Que cacete delicioso. Senti cada centímetro dele me rasgar. Ele me beijava a nuca, e chamava de deliciosa de saborosa e ia entrando.

Quando senti tudo dentro fui me levantando aos poucos ate ficar de quatro e mandar ele me arregaçar. Meu rabo foi se alargando e tomando a forma da caceta dele. Ele tocava uma siririca em mim, meu melzinho escorria pelas minhas coxas, feito uma cachoeira. A essa altura ele socava a rola toda no meu rabo sem piedade, apertava meus melões deliciosamente, beijava minhas costas, eu gemia e pedia mais, mais forte. Gozava feito louca. Tremia dos pés a cabeça. Ele deu um gemido forte, amassou meus peitos e encheu meu cuzinho de porra quente, muita porra quente.

Corri para o banheiro, tomei banho, passava a mão e sentia o estrago que ele fez. Me tremia, minha boceta latejava, não parava de escorrer mel pelas coxas abaixo, queria ele todo dentro dela. Tinha que dar tempo de comer a rola dele com minha bocetinha.

Sai do banheiro e dei de frente com ele de pau duro, cai de joelhos ali mesmo e paguei um boquete guloso em meu cunhado, que me carregou para o colchonete, me jogou de perna aberta e me chupou como nunca tinha sido chupada. Meu grelo triplicou de tamanho. Gozava aos esguichos na boca dele. Que língua maravilhosa, trabalhava meu grelo fazendo eu me tremer de prazer.

Pedi pra comer minha boceta. E comecei a levar aquele rola dentro dela. Ele socava forte eu pedia mais. Empurrei-o de costas no colchonete e montei em cima cavalgando desesperadamente. Pulava como louca, a rola entrava e saia, ele gemia, me apertava, apertava meus peitos que pulavam no ritmo da cavalgada, me puxou pela nuca me deu um beijo delicioso na boca e me deitou em cima dele e mamou meus peitões. Depois me botou de quatro e enfiou sem pena na minha xaninha toda melada. Ele socava com tanta força que sentia as bolas dele bater nas minhas coxas. Sou branquinha, as batidas da perna dele na minha bunda me deixou toda vermelha.

Pedi para não gozar na bocetinha, ele tirou e enfiou no meu já arrombado cuzinho. Quando ele estava quase gozando ouvimos barulho de carro, era meu marido chegando, tentei correr, ele me agarrou pela cintura, queria terminar, eu desesperada, meu marido chegando e meu cunhado socando forte para gozar. Enfim ele jorrou um mar de porra dentro de mim, que sai desesperada de medo. Ele saiu por outra porta para meu marido não nos ver juntos.

Foi um dia delicioso.

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