Comeram minha esposa crente no trem

Que a minha mulher, Rejane, uma crente até então recatada e cheia de tabus na hora do sexo, se tornou uma tremenda puta, isso todos já sabem. Mas uma coisa tenho que admitir, ela não procura, as coisas simplesmente acontecem com ela que não consegue resistir.

Dia desses ela faltou ao serviço, e teve que ir ao centro da cidade resolver uns problemas. A hora correu e quando ela voltou estava naquela hora em que a condução é quase impossível de se entrar. Resolveu voltar para casa de trem, que apesar de muito cheio é mais rápido. Havia acontecido um problema na rede ferroviária mais cedo, o que causou grande atraso e tornou os trens mais cheios e mais lentos.

Na estação estava impossível de se andar. Quando o trem chegou, quase não tinha espaço para passar da porta. Ela resolveu ir assim mesmo, pois com o tempo a tendência era piorar. Entrou no vagão e ficou próxima a porta. A iluminação estava muito fraca, com várias luminárias apagadas. Havia um homem sentado de perna aberta numa lixeira que fica bem ao lado da porta. Na próxima estação encheu mais ainda e ela foi empurrada mais para perto do tal homem, ela estava de lado para ele. Na seguinte mais gente entrando e ela acabou rodando e ficando de costa para o homem, praticamente sentada no seu colo. Até que na próxima estação ficou insuportável, ela estava completamente inclinada, sem ter aonde se segurar, sua bunda já estava colada no pau do cara que ficou duro. Não tinha como ela sair daquela situação, nem mudar de posição.

Ela, nesse dia estava com uma saia larguinha, um pouco acima do joelho, de um tecido bem macio. O trem parecia ir quase parando, ele tremia pela posição que estava, quando o maquinista deu uma freada brusca ela sentou no colo do sujeito, tentou levantar, mas não tinha como. O que estava duro ficou igual uma rocha. Ela começou a sentir as mãos dele deslizar pela sua bunda indo em direção ao bocetão. Ela começou a ficar nervosa e molhada. Não é possível, será que ia ser fodida ali, dentro do trem lotado? Mais uma vez, sem eu saber, minha mulher ia ser perfurada e encharcada.

Logo em seguida, ele puxou o pau para fora, e colocou no meio das coxas dela, que apertou as pernas, não tinha como ninguém ver, nem perceber nada, de tão cheio e escuro que estava. Ela, que estava com a mochila no colo, colocou a mão por dentro da saia a pegou no pau dele que estava no meio de suas coxas. Depois de alisar um tempo, ele puxou a calcinha dela para o lado, ela com muito esforço se levantou um pouquinho, o suficiente para ela mesma colocar o cara para dentro, voltado a se acomodar.

Ficaram assim engatados, cruzando, um bom tempo, ela se debruçou sobre a mochila, escondendo o rosto, para que ninguém visse sua cara de prazer e seus olhos revirando de tanto gozar, ele dava leves estocadas, para que ninguém notasse, e ela piscava o bocetão carnudo, comprimindo o cacete dentro dela. Em pouco tempo ela se sentiu sendo mais uma vez encharcada de porra quente, dessa vez de um homem que ela nem sabia quem era, nem a fisionomia dele ela sabia.

Não queria que acabasse, a viagem ainda era longa. Prendeu o cacete dentro, forçando com as paredes da boceta, para que não saísse. Logo, logo, começou a ficar duro novamente. E a preenchê-la. Foram assim, movimentos calmos, pressão vaginal, pulsação do cacete, e o balanço do trem. A verdadeira delicia. A puta da minha mulher fodendo em publico, pena que ninguém estava vendo. Foram assim até o final da viagem, quando ela apressou os movimentos para levar com ela mais uma dose de porra. E foi assim. Sem saber como sair dali, uma vez que a hora que o pau saísse, ia escorrer toda a porra na saia e na calcinha. Não teve como. E ainda deixou na calça do sortudo uma lembrança daquela viagem. Lá ia a puta mais uma vez toda esporrada pela rua.

 

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