O marido comendo churrasco e eu comendo a mulher dele.

 

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Essa historia podem não acreditar, mas é verdadeira. Chamo-me Ricardo, tenho 38 anos, 1,75, branco, gosto de pedalar para manter a forma. Sou casado a dez anos. Tenho uma cunhada de 32 anos, Renata, mas a chamamos de Tatá, baixinha, magrinha, loirinha, cabelos e olhos castanhos claros, bunda arrebitada e seios fartos e duros. Casada com um cara que parece não ligar muito para ela.
Sempre nos demos bem, com o devido respeito, por ser irmã da minha esposa. Sempre tive vontade de comê-la, mas o medo era maior.
Num final de semana foi o aniversário do marido da Tatá. Resolvemos fazer um churrasco para toda família na casa deles. Passamos o sábado bebendo, dançando, tomando banho de piscina. Trocamos vários olhares durante o dia, mas sem falar nada. Já tarde, todos foram se deitar inclusive minha esposa, e ficamos eu, Tatá, e o marido dela na sala tomando cerveja sentados a mesa. Bem mais tarde o marido dela deitou-se no sofá já bastante bêbado, e nós dois continuamos à mesa.
Conversando e bebendo normalmente, nos olhávamos de forma diferente. Tatá estava de saia, não resisti e resolvi arriscar. Comecei a passar a mão nas coxas dela que deixou, continuando o papo normalmente. Fui subindo a mão e ela abrindo as pernas para facilitar. Coloquei a mão dentro da calcinha, a respiração dela era ofegante. Senti a bocetinha toda melada e quente. Enfiei um dedo, depois o outro, entrava e saia, ela se melava cada vez mais. Apertava a minha mão com as coxas. As vezes jorrava mel pela minha mão. Ela gozava aos montes.
Botei o pau para fora da calça, peguei a mão dela e coloquei em cima, ela apertou com tanta força que parecia que ia arrancar. Ficou me punhetando enquanto eu enfiava os dedos nela. As vezes eu tirava os dedos melados e colocava na boca me deliciando com o melzinho dela, que ia a loucura vendo eu fazer isso.
Num momento de pura loucura ela se ajoelha e me chupa como uma louca, sem se importar que o marido estivesse em frente e a família toda na casa. Fiquei louco, enchi a boca da cunhadinha de porra quente, que ela engoliu quase tudo, um pouco escorreu pelo canto dos lábios.
Acomodamo-nos, ficamos nos olhando e fomos dormir. Passei a noite toda me remexendo na cama. Queria a Tatá de qualquer maneira. Não ia conseguir esperar por uma oportunidade. Pela manhã, numa única oportunidade que tivemos, ela me confessou que não dormiu. Masturbou-se varias vezes.
Queria ela de qualquer jeito e tinha que ser hoje. Não dava para aguentar. O churrasco começou, a bebida rolando, todos nos fundos um pouco distante da casa. Toda oportunidade que tínhamos, nos esfregávamos, beijávamos. Um desespero total.
Numa hora, todos estavam nos fundos, ela foi para cozinha preparar alguma coisa, dei a volta na casa e entrei por outra porta e a agarrei por trás. Fiquei me esfregando nela de pau duro, apertando os peitos, beijando-a na nuca. Dali dava para ver se alguém viesse.
Coloquei o pau para fora, levantei a saia dela, puxei a calcinha para o lado e comecei a colocar na bocetinha, para o desespero dela. O medo de alguém se aproximar era grande. Mandei que ela ficasse olhando pela fresta da janela, e enfiei tudo.
Ela relaxou, abriu mais as pernas e me aceitou todo dentro da bocetinha apertada, quente e molhada ao extremo. Comecei a bombar lentamente, aumentando aos poucos até socar com força, ela gemia, rebolava, coloquei os peitos dela para fora, apertava com força mas carinhosamente. Com a outra mão batia uma siririca nela que a fazia tremer dos pés a cabeça. Socava tão forte que quase a joguei em cima da pia.
Ela me mandava foder a puta da minha cunhadinha. Estava louco de tesão, minhas pernas começaram a tremer, mordi as costas dela e soltei jatos e mais jatos de porra quente dentro dela, que sentiu e gozou muito, mais uma vez.
O marido dela veio em direção a cozinha. Tirei de dentro dela e corri para outra parte da casa. Só deu tempo de ela ajeitar a calcinha e abaixar a saia. O corno do marido a levou para fora com a boceta cheia de porra do cunhadão.

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