Arrombaram minha esposa na suruba

 

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Minha esposa, que para se vingar de nossa situação que não ia bem, resolveu deixar um colega de trabalho comer ela, não sabia que ia acabar virando a puta da escola.

No dia seguinte foi chantageada pelo diretor, e acabou cedendo e deixando-o fazer o que quis com ela. Mas confessa que foram os dois melhores dias de sexo que teve na vida.

Com o Anderson foi na segunda feira, e com o diretor na terça.

Quinta feira, um professor a chamou:

– Dona Rejane, sábado vou dar uma reuniãozinha para uns amigos em casa e se a senhora puder, gostaria de contrata-la para preparar alguns petiscos para essa reunião, sei que é sábado, mas pode dizer quanto é que pago.

– Ah professor, podemos combinar sim, um dinheirinho a mais cai bem.

Combinaram a hora, o valor, ela pegou o endereço e no sábado se dirigiu para casa onde seria a reunião. Ela não sabia e eu muito menos, que nesse sábado ela seria completamente arregaçada e arrombada de vez.

Ao chegar ao endereço o professor a atendeu de short, ela entrou e viu outros três professores na sala, todos de short sem camisa bebendo whisky outros cerveja, não vendo nenhuma mulher no local ficou intrigada, mas como eram todos da escola, não se preocupou.

– Professor, o que o senhor quer que eu faça?

– Primeiro vamos assistir a um vídeo dona Rejane.

– Vídeo? Que vídeo?

– Esse.

E colocou numa teve de 52 polegadas o vídeo dela trepando com o diretor. Ele tinha gravado e passado para os professores chantagearem e comerem ela.

Ela começou a chorar:

– Pelo amor de Deus, porque estão fazendo isso? Eu sou séria.

– Séria? Dando para o zelador e depois para o diretor? Hoje nós todos vamos comer você, se você for boazinha, nos seremos bonzinhos.

Não tinha jeito, ia ter que encarar os quatro, as pernas começaram a tremer, os outros se levantaram e vieram na direção dela. Ela pensou o seguinte, agora e aproveitar e gozar o máximo, não tem outro jeito, ou isso vai ser um inferno. E entrou no clima, pediu um whisky (ela nunca tinha bebido), e virou uma puta.

– Vamos com calma, que eu vou dar pra todo mundo. Faço tudo que vocês quiserem.

Foi uma euforia geral, ela tomou mais whisky, ria muito e começou a tirar a roupa bem devagarinho. Ficou só de calcinha, que era bem pequena, deixando seu bundão bem amostra. E um sutiã que realçava seus suculentos peitões. Ela subiu na bancada do barzinho que tinha na sala e começou a dançar, sua calcinha transparente deixa claro que ela já estava toda molhada. Todos ficaram nus, e de pau duro. Ajudaram-na a descer, e dois tiraram o sutiã, cada um atacou um peitão, outro retirou a calcinha e se ajoelhou começando a chupar o bocetão carnudo completamente molhado, e o outro a abraçou por trás roçando o pau duro na bunda dela, que revirava os olhos não acreditando que aquilo estava acontecendo. Um deles saiu e arrastou para perto um colchonete gigante, que dariam todos eles em cima, pegou ela pelas mãos e delicadamente a dirigiu para lá fazendo com que deitasse. Ali começaria o massacre da minha mulher, ela seria arrombada, e levaria doses cavalares de porra em suas entranhas.

Ela estava deitada, meio zonza por causa das três doses de whisky que tinha tomado sem estar acostumada, ouviu quando um dos quatro falou:

– Gente, ela é muito gostosa, naquela roupa de cozinheira não parece. Vamos fazer o seguinte, cada um dá uma foda nela para descarregar a porra acumulada, e aí começamos a brincar.

Não ia adiantar pedir para não gozarem na boceta dela, então ela abriu as pernas e deixou que cada um desse sua primeira esporrada para aliviar o tesão. O primeiro subiu nela meteu, meteu, meteu ate encher minha mulher. O segundo a colocou de lado e ficou enfiando na boceta e apertando os tetões dela, e claro encheu aquela boceta que era minha desde virgem. A vez do terceiro, ele coloca ela de quatro e começa a socar bem gostoso nela fazendo seus peitões balançarem no ritmo da foda, até encher mais uma vez ela . O quarto montou nela e não demorou muito se levantou, foi em direção ao rosto, se ajoelhou, a segurou pela nuca e colocou a rola na sua boca, fazendo um movimento lento e intenso gozando muito, ela que nunca tinha me deixado gozar em sua boca, arregalou os olhos com a boca cheia querendo cuspir, segura pela nuca com força e o pau ainda na boca, tenta sair mas o cara tampa o nariz dela deixando-a sem ar, não teve jeito, pela primeira vez ela sentiu o gosto da porra, que foi direto pro estomago. Os quatro tinham dado a primeira gozada, e ela estava meio mole ainda tonta, do whisky e de tanto gozar, quanto tentou se levantar quase caiu, a quantidade de porra que escorria perna abaixo era enorme.

Então deram inicio de verdade ao massacre da minha mulher. Um deles sentou no colchonete puxou ela de frente para ele de perna aberta e enfiou na bocetona dela, enquanto outro a colocou para chupar, os outros ficaram em volta revezando na boca e nas mãos. O que estava comendo ela deitou e a puxou para seu peito, fazendo com que a bunda dela ficasse para cima, montada de perna aberta, seu cuzinho ficou aberto, um deles passou um creme no pau e enfiou devagar ate entrar tudo. Pela primeira vez na vida ela tinha dois paus dentro dela. Logo teria um terceiro na boca. O tesão dela era tanto que quando ela gozava tinha a impressão de estar mijando. Foram trocando de posição, se revezando, mas sempre três dentro dela. E isso era só o inicio. Quando começaram a gozar foi um mar de porra ao mesmo tempo dentro da minha mulher, que gritava de prazer. Queria ficar ali para sempre sendo escrava deles.

Quando saíram de dentro dela, ela se tremia parecendo ter convulsões, e ejaculava pela boceta como se mijasse.

Ela não conseguia sair daquele colchonete, os caras se revezavam dentro dela o tempo todo. Uma hora ela pediu para mijar, pegaram uma vasilha e enquanto um fodia sem parar o seu cuzinho, ela mijava. O prazer era enorme. Ela não enxergava mais as coisas direito, só fodia e gozava.

Foi então que os caras resolveram inventar. Dois deles deitaram de frente um para o outro e entrelaçaram as pernas, ficado encostados virilha com virilha, encostaram os dois paus e um deles apertou com a mão para ficarem bem juntos. Trouxeram-na, fizeram ela se ajoelhar nas coxas deles, numa posição transversal, com se fossem ficar em cruz, quando ela entendeu que iram enfiar os dois paus na boceta dela, tentou sair, mas os outros dois a seguraram, um por traz pela cintura e outro pela frente segurou seus braços, os que estavam deitados seguraram pelas coxa. Pronto, agora ela ia ser arrombada literalmente. Forçaram-na pela cintura, para baixo, colocaram as duas cabeças na portinha, como o buraco já estava bastante aberto e completamente melado, os paus começaram a escorregar para dentro, ela chorava de dor. Sentia sua boceta se abrindo como se ainda fosse virgem, sentia sua boceta se rasgar mesmo, de verdade. A dor foi dando lugar ao prazer. O que estava segurando ela pelos braços a puxou lentamente para frente, e o que estava abraçado a cintura foi forçando ela para baixo e empinando sua bunda, mesmo tonta com tudo aquilo ela sabia que estava prestes a ser enrabada de novo. E foi isso, depois de ter a bunda empinada, foi penetrada por uma rola, bem lentamente em seu rabo. Três dentro ao mesmo tempo, era um recorde. O quarto soltou seus braços e foi buscar a garrafa de whisky, deu uma golada para ela que ficou doida de vez. Gritava, gemia, se tremia toda, gozava feita louca. Para completar recebeu o quarto pau na boca, chupando feito uma bezerra esfomeada. Estava irreconhecível, possuída pela deusa do prazer.   Mesmo toda entalada de pica se rebolava dando aos caras um prazer alucinante. Ninguém esperava que ela fosse desse jeito. A maior de todas as putas. Um a um, começaram a gozar dentro dela, que grita feito louca sentido seu copo ser inundado por porra quente. Eu nem imaginava o que estava acontecendo com minha mulher naquele momento.

Todos gozaram e caíram extasiados de prazer. Minha mulher se tremia toda como se tivesse uma convulsão, mas era prazer. A bocetona doendo e ardendo, dava para enfiar a mão fechada, o cuzinho latejando, e escorrendo um rio de porra por todos os buracos dela.

Ela bebeu mais whisky, dava uns passos com as pernas tremendo demais. Quase não chega ao banheiro. Não conseguia sentar no vaso. Ficou de quatro no box e se mijou toda. Um deles vendo aquela situação, não perdeu tempo, engatou no cu dela, e a segurou pela cintura trazendo-a de volta para o colchonete, engatada nele. Ela já estava cheia de marcas pelo corpo, bunda, pescoço, costas. Os olhos fundos e pretos mostravam o esforço que ela fazia para engolir todos aqueles caralhos.

Cada um já tinha dado três gozadas nela, e ela umas vinte ou trinta. Mas ainda não tinha acabado, uma ou duas gozadas ainda viriam, e talvez um mais afoito ainda conseguiria dar três. Pela matemática, minha doce mulherzinha, levaria de vinte a vinte e cinco gozadas no final daquela suruba.

Uma pausa é dada e ela parece sonolenta, bêbada e extasiada. Um dos caras pega uns lencinhos umedecidos abre as pernas dela e limpa o excesso de dentro dela, depois pega um creme e massageia a boceta e depois o rabo, e por fim, pega um aplicador grande com um gel dentro e aplica bastante dentro do cu e dentro da boceta. Não sei se era carinho com ela ou se simplesmente estava preparando o brinquedo para novas rodadas de pica. Ela parece estática, sem demonstrar reação. Ele pega uma lata de energético e dá na boca, para ela reagir um pouco. Parece dar certo. Pede mais um whisky mas desta vez lhe dão com energético.

Eles tomam banho, tomam uma rodada de whisky com energético, enquanto ela descansa mais um pouco. Deitada no colchonete fica observando eles conversarem, e ve que estão ficando novamente de pau duro, sente o bocetão bastante castigado latejar, num sinal que está próximo o recomeço. E foi assim até o inicio da noite. Quando a levaram para casa, não consegui nem ficar em pé direito.

 

 

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