Enquanto eu dormia, minha mulher trapava com o genro.

db792c9ed2d0f7bc836dd848f328939f.23Oi pessoal, me chamo Paulo tenho 50 anos e minha esposa Rosangela, 45 anos, que apesar de não ser mais uma menina, tem um corpo bastante apetitoso. 1,65 de altura, cabelos pretos compridos e ondulados, cintura fina, coxas bem desenhadas, bunda grande, redonda e bem arrebitada, seios maravilhosamente suculentos, grandes, redondos, firmes e com o bico apontando pra cima, apesar de ter amamentado dois filhos, e uma deliciosa boceta, grande, carnuda, apertada, bem suculenta, que ela mantem sempre bem raspadinha.
Uma das nossas filhas mora no apartamento ao lado do nosso, é enfermeira e trabalha a noite. Casada recentemente com um professor de educação física, alto, forte bem sarado.
De um tempo para cá ela se tornara uma puta devoradora, não se importa com nada a não ser com seus desejos. Quem quiser come-la não tem a menor dificuldade, sem perda de tempo, ou gastar saliva, sem dar uma palavra, é só pega-la pela mão abaixar a calcinha e foder a vontade. Ela também quando quer dar não se importa com nada em volta, não tem dia, hora, lugar ou pessoa.
E foi por causa disso que descobri a puta que tinha em casa. Em uma sexta feira, cheguei do trabalho muito cansado, havia dias que não dormia direito. Tomei um banho, jantei e tomei um comprimido para dormir, e fui me deitar. Ela veio em seguida e se deitou ao meu lado.
O normal era que eu dormisse igual a uma pedra até pela manhã, mas de madrugada me deu muita vontade de ir ao banheiro e me levantei. Ela não estava ao meu lado, achei que estivesse no banheiro, mas não estava. Resolvi procura-la. Fui descalço mesmo, nosso apartamento tem um corredor grande que dá para a sala e a cozinha. Caminhei sem fazer barulho, vi que a luz da sala estava bem diminuída, e ela falava baixinho seguido de um barulho como se fosse uma palma bem baixinho. Estranhei, só estávamos os dois em casa, poderia estar ao telefone, mas por que falar baixinho? Aproximei-me pelo corredor escuro, me escondi na ponta da parede e olhei. Quase cai para trás com a cena que vi, minhas pernas tremeram, minha voz embargou, fiquei sem ação.
Rosangela e nosso genro, Sergio, completamente nus, ela ajoelhado no braço da poltrona com as mãos no acento, ele em pé atrás dela socando a rola com toda a força. O barulho de palma era as pernas dele batendo na bunda e nas coxas dela. Não sabia o que fazer, meu pau ficou duro na hora, então resolvi ficar escondo olhando.
– Sergio, para de fazer esse barulho, o Paulo vai ouvir.
– Ro, sua boceta é muito gostosa, da vontade de socar sem pena.
– Soca com força, mas não fica batendo na minha bunda. Outra coisa, hoje nada de gozar na minha boceta.
– Por quê? Você deixa sempre, adoro gozar nesse bocetão.
– Hoje não, não tomei minha injeção mensal, e não vou tomar pílula do dia seguinte que me dá enjoo.
Aonde eu estava eles não me viam. Estava vendo e ouvindo tudo. Minha mulher era uma puta. Estava dando para todos, pelo visto.
Sergio enfiava nela direto, na posição que eu estava eles ficavam de lado para mim, só conseguia ver a rola dele que trazia de dentro dela, para em seguida empurrar de novo.
– Ai que boceta deliciosa, quente e carnuda.
– Para de falar, quer acordar o Paulo? Fode calado.
E ele fodeu, não creditava no que estava vendo, de repente ele se inclina sobre ela, agarra os melões dela empurra a pica toda pra dentro dela e fica parado. Entendi, estava enchendo minha mulher.
– Ai que deliiiiciaaa.
– Filho da puta, não falei para não gozar na minha boceta? Que você quer? Me emprenhar?
– A Ro, eu gosto de gozar dentro, você é tão quente, fora não tem graça.
– Gozasse no meu cu, você já gozou tantas vezes lá. Sai, sai, sai.
Ele tirou a pica de dentro dela, ainda muito dura, ela ficou de pé, a porra escorria pelas coxas, pegou uma toalhinha e se limpou. Olhou para ele.
-Está de cacete duro ainda, tarado? Depois dessa esporrada toda?
– Que posso fazer, Ro? Você é muito gostosa, quanto mais te como mais quero.
– Senta aí, me deixa terminar o trabalho.
Ele sentou na poltrona, ela o puxou pelas pernas para que chegasse mais para baixo, quase deitado. Virou-se de costas para ele, abriu bem as pernas e foi sentando, deixando a rola entrar em seu bocetão arreganhado. De onde eu estava era a visão perfeita, tinha ficado de frente para mim, podia ver bem sua boceta aberta. Ela subia e descia seus melões balançavam, a rola de Sergio brilhava quando aparecia. Ficaram calados, cavalgando sem parar. De repente ela se levanta, vira de frente, sobe mais um pouco, coloca a mão para trás, segura na rola e a coloca no cu. Desce bem devagar, ate desaparecer tudo dentro dela. Eu cada vez mais louco de tesão. Assim ela cavalgou mais um bom tempo. Depois se vira de costa novamente, arreganha bem as pernas e recebe Sergio na boceta.
– Goza gostoso na boceta da puta da tua sogra. Goza muito. Quero muita porra quente.
– Ro, você não falou que não pode.
– Porra idiota, não podia. Agora que já me encheu, enche de novo. Vou ter que tomar a pílula de qualquer jeito. Enche meu bocetão de porra.
Ela cavalgou feito louca. Sergio apertava os tetões dela. Os dois gemiam, ele chupava o pescoço dela. Puxava o cabelo como se fosse uma égua. Abraçou-a fortemente trazendo para deitar eu seu peito. Ela colocou a ponta dos pés na beira da poltrona, e deu um gemido forte.
– Aaah, encheeee.
– Estou gozando Ro. Toma porra.
E ficaram quietos um tempinho naquela posição. Dava para ver o pau amolecendo dentro dela até sair. Um rio de porra escorreu pela boceta da minha mulher. Pelas coxas dela ate parar no colo de Sergio. Depois ela se levanta, abre as pernas dele, se ajoelha e começa a lamber toda porra que saiu. Depois limpou o pau com a boca, sugando todo restinho que tinha ficado. Não demorou nada e Sergio estava de pau duro outra vez.
– Não acredito, de novo? Esse pau não cansa?
– Com a puta gostosa me chupando? Não dá.
– Acaba logo com isso que estou exausta.
E se ajoelhou no braço da poltrona apoiando os ombros no acento, manou que enfiasse no seu cu. Colocou a mão entre as pernas e ficou se masturbando enquanto Sergio a enrabava. Demoraram muito assim. Sergio apertava a bunda dela, para poder gozar mais rápido até conseguir encher o rabo dela.
Ela se levantou, eu corri para o quarto de pau duro, minha vontade era tocar mil punhetas, mas meus planos eram outros, deitei e fingi estar dormido. Ela tomou banho no outro banheiro para não chamar minha atenção. Veio e se deitou ao meu lado. Sem dar tempo para quer ela falasse alguma coisa agarrei-a e dei a maior foda da minha vida. Ela urrava de prazer.
E assim eu passei a ficar escondido vendo ela trepar sempre que podia.

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