Virei cadela do dog da minha irmã.

 

Sexo-com-cachorro

Oi pessoal, meu nome é Ruth, tenho 50 anos, sempre cuidei da saúde com comida balanceada e exercícios físicos constantemente. Tenho 1,70cm, sou magra, branquinha de cabelos pretos, seios pequenos, mas firmes, bunda media arrebitada e coxas que não são muito grossas, mas bem desenhadas, e sem marcas da idade, ainda bem lisinhas, as quais gosto de exibir com saias um pouco curtas.

Fiquei viúva há 5 anos, nunca traí meu marido e depois que ele morreu não tive mais ninguém. Tem sido difícil, sinto falta de sexo, mas sou muito tímida e os homens só querem sexo.

A pouco tempo, minha irmã que mora perto, precisou viajar e me pediu para tomar conta do cachorro dela. Um dinamarquês enorme, porem muito manso.
Numa de minhas idas para colocar comida e água para ele, estava com um vestido um pouco curto. Fiquei olhando e reparei que ele tinha um pau bem grande. Fiquei rindo pensando bobagens. Minhas ideias foram piorando, minha boceta começou a molhar eu tentando mudar de pensamento, comecei a tremer. Aproximei-me dele, comecei a fazer carinho em sua barriga, ele se deitou e abriu as pernas. Timidamente comecei a acariciar aquele pauzão que logo saiu da capa. Comecei a punhetar aquele cacetão que me molhou a mão toda, tirei a calcinha e comecei a me masturbar enquanto chupava. Estava morrendo de vontade de chupar. Debrucei-me e fiz um boquete que há muito não fazia. Logo ele ficou totalmente duro e grosso na minha boca, jorrando uma porra quente e grossa, mais gostosa que a do meu marido, que fui engolindo sem parar.
Precisava sentir aquele pirocão dentro de mim. Então me ajoelhei, levantei minha saia, e me preparei, chamei o cão esfreguei minha mão na boceta e esfreguei no focinho dele. Ficou louco. Começou a me lamber, fui a loucura com aquela língua em mim. Me molhava sem parar, meu mel escorria pelas minhas coxas.
Então ele subiu em mim, passou suas patas pela minha cintura e começou a bombar, sentia sua piroca bater na minha bunda. Senti entrar tudo de uma vez, arregalei os olhos e a cabeça bateu no meu útero. Ele parecia um louco, socava sem parar, eu gemia de prazer e nervoso. A caceta foi crescendo e endurecendo dentro de mim. Eu gozava como nunca. Comecei a sentir uns jatos de porra quente saindo, me enchendo, escorria pelas minhas coxas. Que delica, ele socava cada vez mais, tremia dos pés a cabeça, sentia o nó dele crescendo e meu desespero também. Sabia que ia ficar engatada nele como uma cadela. A quantidade de porra que saia era imensa. Ele para, fica quieto em cima de mim, e a porra saindo em jatos. Ele passa a perna por cima das minhas costas e ficamos engatados bunda com bunda. Ele começou a me arrastar pela casa e eu engatinhando de costas feito a cadela dele. Numa forçada maior o nó saiu, quase desmaiei, escorria um mar de porra de dentro da minha boceta. Cai quase desfalecida. Ele me lambeu toda limpando toda a bagunça que fez na minha xereca que estava completamente arrombada.
Descansei, tomei um banho, passava a mão e sentia aquele buraco enorme. Veio-me outra ideia louca. Queria que ele arrombasse meu cuzinho. Me tremi toda só de pensar. Meu marido quase não usava meu cuzinho, estava praticamente zero quilometro.
Voltei lá fora no quartinho, enrolada na toalha, chamei por ele, preparei o lugar onde eu seria totalmente arrombada por ele. E não deu outra. Me ajoelhei completamente nua, ele veio, me lambeu muito, gozei como doida. Depois coloquei a mão entre as pernas peguei o pau dele e coloquei no meu cuzinho. Ele bombava sem parar, até que entrou tudo de uma vez. Vi estrelas. As lagrimas escorriam pelo meu rosto. Foi ficando gostoso. P cacete ia crescendo e endurecendo dentro de mim. Jatos e mais jatos de porra quente me faziam esguichar gozo pela boceta, que escorriam pelas minhas coxas. Eu gozava como nunca, gritava, gemia, pedia para ele meter com força. Até ele ficar parado, enchendo meu cuzinho de porra quente. Depois virou de costas e ficamos engatados. Andando pelo quartinho. Quando puxou fez barulho e voou porra pra todo lado. Cai mole, tremendo, mal consegui passar a mão no meu rabo para ver o estrago que ele fez. Era imenso o rombo.
Daquele dia em diante virei a cadela dele, sempre transo ate desmaiar.

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