Minha cunhada crente agora é minha puta.

Outro dia li um conto que fala que a melhor carne que tem é a de cunhada. Eu concordo. É uma delícia.
Minha cunhada, irmã da minha esposa, se chama Adriana, é crente, tem 1,70m, loira de olhos verdes, peitos fartos e uma bunda grande. Tem um belo corpo, apresar de viver escondido nas roupas compridas e largas que usa.
Eu tenho prática em fazer serviços elétricos, ela por passar por dificuldades, me pediu para ajuda-la, fazendo umas instalações elétricas para ela. Assim fiz, tirei um dia de folga na semana e fui para casa dela. Num momento, estava do lado de fora da casa e ela no quarto, precisei ir ao banheiro, ela não me viu entrar. Quando entrei no banheiro me deparei com uma calcinha dela jogada, provavelmente esquecida ou caiu, no chão. Mil ideias vieram. Fechei a porta correndo, peguei a calcinha, que ainda estava úmida, com o cheiro da boceta dela, delicioso, ainda. Abaixei a bermuda e a sunga, com uma das mãos segurei o meu imenso pau, e com a outra cheira, lambia, cheio de tesão. De repente, por ter fechado mal a porta, minha cunhada entra e me pega com a calcinha dela na boca e o pau na mão, completamente duro.
Ela levou um tremendo choque, ficou de olhos arregalados, boca aberta e a mão na cabeça. Eu também, não sabia o que fazer. Continuei com o pau numa das mãos e a calcinha na outra. Uns eternos segundos se passaram. Ela veio na minha direção totalmente transtornada, segurou meu pau com força, com a outra mão se apoiou em mim e se ajoelhou, deixei a calcinha cair, ela pegou e me devolveu. E num bote, enfiou meu pau todo na boca, foi até a garganta. Começou a chupar desesperadamente, como se nunca tivesse feito. Deslizou o pau para for até a cabeça e chupou forte, deslizando para dentro novamente. Abri a blusa dela, tentei abrir o sutiã, não consegui e arrebentei na frente, soltando aqueles imensos melões duros e suculentos, que eu amassava com muito tesão.
Depois de muita chupada, ela se levanta, e me leva para a cama. Tiramos todas as roupas entre beijos e carícias desesperadas. Joguei-a na cama e comecei a chupar sua bocetona carnuda e com os pelinhos aparados, ela não se depila. A fazia gozar como louca, gritava, me chamava de macho gostoso, esporrava abundantemente em minha boca, aos esguichos, o grelo estava enorme, vermelho, pulsando.
O corpo dela tremia, se contorcia, abraçava minha cabeça com as coxas e se levantava em desespero de prazer. Fui subindo minha boca lambendo lentamente cada centímetro de seu corpo, ela parecia que estava tendo convulsões. Gritava que ia morrer de tanto gozar.
Cheguei até seus peitos, suculentos, grandes e macios. Mamava igual um louco, esfregava minha pica em sua boceta completamente encharcada, estava desesperada para ser penetrada. Passei a morder seu pescoço, lamber os ouvidos, cada vez Dri se tremia e gozava mais.
Comecei a penetra-la, devagar, aproveitando cada pedacinho da carne dela que eu entrava. Estava completamente encharcada, toda lambuzada. Cada pedaço meu que entrava em seu corpo era um gemido. As lágrimas desciam pelo seu rosto, talvez pelo pecado que estava cometendo. Entrei todo em minha cunhadinha deliciosa. Esperei ela se acostumar, e comecei a bombar devagar, até aumentar a força. Muitas socadas depois a coloquei de quatro e chapei no bocetão arreganhado. A visão daquela bunda linda sacudindo era maravilhosa. Meus dedos tocavam uma siririca para deixa-la mais louca de prazer. A outra mão apertava seus melões, que balançavam deliciosamente no ritmo de minhas estocadas. Gritos, gemidos, jorros de porra feminina escorrendo pelas coxas. O cheiro e o clima de prazer eram inigualáveis. Dei um gemido e enchi completamente suas entranhas de porra quente, abundante, escorria pelas coxas tremulas dela, já completamente arrasada de tanto prazer.
Caímos para os lados extasiados. Quase sem conseguir respirar. Refizemos-nos, tomamos um banho entre abraços fortíssimos e beijos quentes, que anunciavam mais uma seção de sexo.
Voltamos para cama onde ela devorou meu cacete com uma chupada louca, devolvi a gentileza chupando a boceta dela toda arregaçada. Ela continuava a gozar desesperadamente.
Fui para dentro dela socando como louco, desesperado de fome de carne de cunhada. Trocamos de posição, agora era ela por cima, cavalgando feito louca, pulava, os peitões subiam e desciam, eu os apertava, a puxava pelo cabelo e a beijava na boca.
Coloquei-a de quatro e mandei ferro no bocetão, que já estava inchado. Agora era a hora de cobrar por todo aquele prazer que eu tinha dado a ela. Aquele bundão, que eu durante anos olhava e desejava, seria meu agora.
Coloquei a cabeça do pau toda melada na entradinha do cuzinho que ela acabara de me dizer que era virgem, mas que me daria como premio, e fui forçando. Ela se contraia, sentindo dor, eu parava de forçar e logo ela relaxava. Aos poucos ela foi sendo minha, fui entrando entre dor, ardência e prazer. Quando percebemos, minhas bolas já batiam em suas coxas. Deixei que se alargasse aos poucos para enfim começar a comer aquele rabo tão desejado. Meus dedos davam a ela o prazer para que relaxasse e aproveitasse o momento. Fui fodendo ela cada vez mais forte, apertava seus peitos, sua cintura, mordia suas costas, a pele branca dela ficou muito vermelha. Nesse ritmo, gozei demasiadamente no cuzinho de minha cunhada. Foi maravilhoso.
Agora, entre idas suas a igreja para pedir perdão e fodas maravilhosas comigo, vamos levando a vida.

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