Minha esposa crente, foi comida pelo diretor da escola.

Na historia anterior contei como minha mulher me traiu pela primeira vez, no trabalho dela. No dia seguinte, ela e o homem que a tinha comido se entreolhavam dividindo a cumplicidade pelo que haviam feito no dia anterior. Rejane ainda estava com a boceta inchada e uma pouco esfolada pela foda maravilhosa que havia levando com direito a duas gozadas na boceta e uma no cuzinho que ficou bem largo.

Anderson queria mais, pediu que ela esperasse por ele na mesma hora e lugar, ela disse não, que tinha sido um erro um pecado e não esperaria. Mas sua bocetona dizia o contrario, pedia por mais pica. Ela passou o dia agoniada, sem saber o que fazer, e resolveu se submeter a mais uma seção de pica na boceta.

Foi tomar banho quando quase todos tinham saído. Ela usa no trabalho um jaleco até um pouco acima do joelho, de um pano grosso, e abotoado de cima até em baixo na frente. Para adiantar, após o banho ela vestiu somente o jaleco, sem nada por baixo além de facilitar na hora da trepação, não corria o risco de ir pra casa de novo com a roupa esporrada.

Ao sair do vestiário dá de frente com o diretor da escola que pede que ela vá ate a sala dele, pois precisa falar com ela com urgência.

Anderson encontra com os dois e o diretor fala que ele pode ir embora, pois ele próprio fecharia a escola. Sem poder dizer não, Anderson olha pra minha mulher, cheio de tesão e vai embora. Ela vai para sala e fica sentada esperando, se lamentando da foda que não ia dar. Lembra de que está sem nada por baixo, mas como o jaleco é grosso, o diretor não perceberia.

O diretor entra na sala, tranca a porta, senta na cadeira dele e começa a falar:

– Dona Rejane, estou decepcionado com a senhora.

– Porque diretor? O que eu fiz?

– Eu vi tudo ontem.

-Tudo o que? (Já apavorada)

– Não se faça de sínica. Você e o Anderson trepando na cozinha.

Ela fica sem saber o que dizer. O coração dispara, as pernas tremem. Não tinha como negar. Ele continua:

– Isso é motivo para eu dar justa causa nos dois. E contar para seu marido. A senhora acha que aquilo foi correto? O que a senhora tem a dizer? Não vai falar nada?

Ela tremendo dos pés a cabeça pensa: Por que ele só esta falando isso agora depois do dia inteiro? Já mandou todos saírem. Liberou o Anderson como se não houvesse nada. Ai ela teve a impressão que seria fodida mais uma vez, por outro homem.

– Vou ser obrigado a lhe dar uma advertência pelo seu péssimo comportamento. Vem aqui Dona Rejane, assine esse documento.

Ela se levanta, da a volta na mesa, o diretor puxa a cadeira para trás, se afasta e ela vê que ele está com o pau pra fora completamente duro. Tem certeza, vai ser fodida de novo.

– O que é isso diretor? Pelo amor de Deus, eu sou mulher séria, casada, não faz isso. Ontem foi um momento de fraqueza.

– Eu vi a sua seriedade ontem, até o cuzinho você deu para ele. Fiquei louco de vontade, quando vi seus peitões balançando falei que você seria minha. É isso ou demito vocês dois e conto para o seu marido.

Sem nenhuma opção, ela se ajoelha e começa a fazer um boquete, no inicio meio sem jeito, contrariada, mas vai melhorando com o tempo. Descobre que o pau do diretor apesar de ser menor que o do Anderson, é bem mais grosso. Enquanto ela chupa, fica imaginando aquele pau grosso na sua boceta ainda inchada de ontem. Ele começa a desabotoar o jaleco e vê que ela esta nua por baixo:

– Está sem nada por baixo? Ia foder de novo com o Anderson de novo, sua puta?

Ela balança a cabeça que sim, sem tirar a boca do pau.

– Hoje quem vai foder você sou eu, piranha safada.

– É isso que você quer? Então fode, mete essa rola grossa em mim.

Ela gostou de ser chamada de piranha. E já estava toda melada. O diretor a colocou sentada na mesa e começou a chupar seu bocetão carnudo, todo lambuzado, e apertava seus peitões, que era o sonho de consumo de todos na escola. Ela gemia e apertava a cabeça dele com as coxas. Depois de bastante tempo sendo chupada, o diretor a pega pelo braço e a leva ate o sofá, a coloca sentada na beirada de pernas abertas, se ajoelha no meio e começa a enfiar o cacete grosso nela. Ela arregala os olhos achando que não ia conseguir engolir aquela coisa grossa, ainda mais que sua boceta estava bem inchada do dia anterior. Mas com muito tesão, toda melada, ela se ajeita e consegue assimilar a caceta do diretos toda. Ele a trata como uma puta aperta seu corpo com força, esmaga as tetas com as mãos, soca a rola com vontade, bate na cara dela que fica calada por estar nas mãos dele.

Trocam de posição e ela, já totalmente dominada pelo tesão, cavalga como uma selvagem.

– Por favor, Seu Antunes, pelo amor de Deus, não goza dentro de mim.

– Claro que sim, vou gozar muito nessa boceta de puta.

E explode numa gozada gigantesca, como a muito ele não dava, que encheu a boceta dela de porra. Ela cai aos prantos, arrependida por esses dois dias de sexo selvagem. Preocupada com tanta gozada que tinha levado dentro. Sua boceta, completamente inchada, escorre um rio de porra jorrado pelo diretor.

Parecia que o diretor havia tomado algum remédio, pois apesar de ser mais velho, sua pica já estava dura de novo. Sem se compadecer da choradeira dela, ele a segura com força pelos cabelos e enfia a rola em sua boca. Ela pede, implora para parar mas nada, ele queria mais. Sem outra saída, ela chupa mais uma vez, a porra escorrendo pelas pernas, ela a joga no braço do sofá de bruços e começa a meter no cuzinho. Ela chora mais, implora mas sente cada vez mais a rola entrando. A única coisa a fazer era gozar.

E foi o que ela fez, enquanto ele botava no cuzinho dela sem piedade, ela colocou a mão entre as pernas, se masturbando e gozando. Ele saiu de dentro dela, sentou no sofá e mandou-a montar nele, de costa cavalgando com o ferro grosso no rabo, já completamente alucinada de tesão, a bunda balançando e os peitões subindo e descendo. Ela começou a falar:

– Me fode seu filho da puta, não era isso que queria? Fode ate não poder mais.

– É isso que você quer sua puta? Então toma. Vou arregaçar você, piranha.

Jogou ela de quatro no chão e socou com toda força no cu dela que gritava de dor e prazer. Gozava feito uma louca, mais que no dia anterior. A sensação de ser forçada a fazer aquilo era maravilhosa. A dor no cu era quase insuportável. De repente ele sacar a rola de dentro dela que sente um alivio, vira ele de barriga para cima, se deita por cima e enfia tudo na boceta. As lagrimas escorrem num misto de dor e prazer. A boceta estava em estado de miséria de tanto pau que levou nesses dois dias. O útero dela latejava, a ardência era grande, achava que ia desmaiar, quando ele falou que ia gozar e encheu mais uma vez a boceta de minha esposa. A quantidade de leite que ela levou esses dois dias dava pra encher uma garrafa.

Ele cai extasiado no chão, ela aproveita pega o jaleco  sai correndo nua pela escola até o banheiro pra tomar um banho e ir para casa. Ele ainda entro no banheiro fodeu ela mais um pouco mas sem gozar, ela se arrumou e foi correndo embora. Andava pela rua com as pernas meio abertas, a boceta totalmente inchada e esfolada e o cuzinho mais do que arregaçado. Tentava andar rápido, mas as pernas tremiam, estava extasiada de prazer, como nunca tinha ficado antes.

 

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