Fui comer a vizinha gostosa e acabei enrabado por ela.

Meu nome é Márcio, sou mulato, 35 anos, baixo, forte, faço academia, casado e pai de três filhas. Minha mulher é linda, mas não vou falar dela. Ao lado de nossa casa mora uma morena linda, Valéria, 1,65m, bunda empinada, seios não muito grandes, cabelo encaracolado, entra e sai de casa de carro, não fica no portão, mas é simpática, acena para todos, cumprimenta e só.
Um sábado pela manhã estava sozinho em casa, varrendo o portão quando Valéria me pediu ajuda na cozinha da casa dela. Entrei, resolvi o problema rapidamente e ela me convidou para um café. Sentamos na sala conversamos um pouco, ela estava com um short larguinho e uma camiseta sem sutiã, não parei de olhar as coxas lindas e os seios que apareciam sempre.
Já não estava aguentando de tesão, resolvi ver o que acontecia. Cheguei para perto, continuamos a conversa, e vez por outra colocava a mão nas coxas dela que deixava. Resolvi atacar. Apertei a coxa e me aproximei de seu rosto para beija-la.
– Não Marcio, você é casado, mora ao lado, não quero problema com sua esposa.
– Não haverá problema algum, é só ela não saber.
– Não, não sei, não quero problemas.
Ela dizia não querer, mas sem muita convicção, estava fazendo charminho. Ataquei com tudo, beijei, apertei, ela dizendo não, mas deixando.
– Para Marcio, não faz assim. Para. Marcio, eu tenho um probleminha.
– Depois eu te ajudo a resolver.
– Não Marcio me escuta, eu tenho um pequeno problema. Você precisa saber.
Não dei ouvidos, o único problema que eu queria resolver era esvaziar meu tezão dentro daquela delicia. Coloquei a mão dentro do short, enfiei na calcinha e descobri qual era o problema, e não era pequeno. Valéria tinha uma rola de mais ou menos 20 cm. Fiquei estatelado, olhos arregalados e segurando a rola daquela gostosa.
– Eu tentei te avisar.
– Você é um travesti???
– Por favor, fica calmo, sem violência.
Começamos a conversar, ela estava de pau duro. Eu também continuei. Depois de um pouco de conversa ela veio me beijar, a empurrei, ela insistiu, ninguém ficaria sabendo. Estava curioso, nunca tinha ficado com um traveco. Ela era linda, cheirosa, fêmea. Era uma mulher que tinha uma pica.
Deixei me envolver. Ficamos nos beijando muito. Ela pegou na minha rola e colocou para fora. Colocou a dela também, pegou minha mão e me fez segurar sua enorme pica. Ficamos ali no sofá nos beijando e tocando uma punheta um no outro.
Ela se levantou e me puxando pelo pau, fomos para cama. Nos deitamos e ela fez um boquete maravilhoso, como nunca uma mulher tinha feito. Ela dirigiu a cecetona dela para minha boca, pediu que eu chupasse, nunca tinha feito aquilo, mas o clima era delicioso. Cai de boca, chupei meio desajeitado no inicio, mas logo me acostumei e mamei igual uma puta. Sentia-a latejar na minha boca e eu na dela. Algum tempo depois, explodimos num gozo maravilhoso, ela encheu minha boca de porra quente, grossa e abundante, achei uma delicia. Minha porra também encheu a boca de Valeria. Bebemos todo aquele leite, continuamos nossa chupada em busca mais prazer.
Quando já estamos em ponto de bala, Valéria ficou de quatro e mandou eu entrar nela. Fui com tudo naquele rabo maravilhoso. Ela me aceitou todo dentro. Minhas bolas batiam na bunda dela, socava sem pena. Ela gemia, rebolava, fazia tudo para me dar prazer. Me empurrou de costas na cama, sentou de frente pra mim, e cavalgou feito louca, sua rola balançava e batia na minha barriga, num movimento alucinante. Eu apertava as coxas e os peitos dela. Via minha rola entrando e saindo daquele cuzão. Comecei a punhetar a piroca de Valeria, que balançava totalmente dura. Me contorci todo, dei um urro e jorrei litros de porra quente dentro do rabo da traveca deliciosa. Sai de dentro dela e me deitei, Valéria veio por cima de mim e tentou me penetrar, me assustei, nunca tinha me imaginado naquela situação. Ela me beijou a nuca, fez carinho nas costas e disse que ia ser bom, tínhamos que terminar o que começamos. Relaxei e deixei Valéria me possuir.
A dor era enorme, ardia muito, sentia Valéria me rasgar, era minha primeira vez e com um cacete avantajado. Mas ela sabia trabalhar, foi enfiando, me ajeitando, me colocando de quatro, ardia, mas estava uma delicia. Sentia as bolas de Valeria, bater em minha bunda. Estava feito, tinha sido enrabado.
Valéria foi aumentando o ritmo, foi bombando cada vez mais forte até socar com toda força. Eu gemia de dor e prazer. Valeria me colocou sentado de frente para ela e me fez cavalgar. Cavalguei igual uma vadia, eu era a puta de um traveco. Minha rola batia na barriga dela. Cada vez cavalgava mais forte, sentia o pau me rasgar, entrando e saindo. Valéria me punhetava, e empurrava a vara toda em mim. Estava quase desmaiando. Me tremi todo e esporrei a barriga toda dela. Senti pela primeira vez meu cu sendo encharcado de porra quente. Maravilhoso. Ficamos abraçados um tempo, tomamos um banho e voltamos para mais prazer.
Começamos uma seção de boquete maravilhosa. Duros novamente Valéria sentou em mim a cavalgou feito uma puta louca, gritava gemia. Me virou de quatro e enfiou seu cacete no meu cu já todo arrombado. Depois me sentei nela e cavalguei. Ela me chamava de puta. E gozamos desesperadamente.
Fui embora para casa, sabendo que nada seria como antes. Agora eu era uma puta.
Sempre que podia visita Valéria. A traveca que me arrombou.

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