Depois da sacanagem no trem, comi minha cunhada na varanda

0,,44207145,00

Gente, a melhor coisa do mundo é comer a cunhada, não tem coisa melhor, carne de cunhada é uma delícia. Vou contar para vocês como comecei a comer a minha.
Tenho 38 anos, 1,75m, branco, cabelo castanho, corpo normal, nem gordo nem magro. Sou casado, a irmã da minha esposa tem 30 anos, casada, baixinha, branquinha, loura de olhos verdes, seios pequenos, bunda arrebitada e uns pelinhos douradinhas nas coxas grossas e bem desenhadas.
Trabalhamos no centro do Rio de Janeiro e moramos na Zona Oeste, indo e vindo de trem. Eu saio as 22 h e ela bem mais cedo. Nesse dia ela me ligou dizendo ter se atrasado muito e que iria me esperar na Central do Brasil, para irmos juntos. Ao chegar lá a encontrei e fomos para nossa plataforma. Tinha chovido muito e a estação estava lotada, mal dava para entrar no trem, mas tínhamos que ir por ser o último trem do dia.
Entramos do jeito que deu, a empurrei para um cantinho entre a porta e um vidro lateral dos bancos, fiquei de frente para ela a um dedo mais ou menos de distancia. O cheiro dela era uma delícia, ela falava comigo quase encostando a boca na minha, o cheiro do batom dela me deixava louco, já estava com o pau pra lá de duro. Ela apoiava uma das mãos no meu peito, e a outra abaixada.
Na hora de fechar a porta para sair, mais pessoas entraram me empurrando de vez para cima dela, ficamos colados e ela sentiu minha dureza. Pedi desculpas a ela, disse que não era minha culpa, era involuntário, estar colado com uma mulher gostosa me deixava assim. Ela me perguntou se eu a achava gostosa, respondi que sim, ela sorriu e encostou a cabeça no meu peito. Senti a mão dela entrar por baixo da minha camisa e alisar minhas costas. Coloquei a minha mão nas costas dela e fique fazendo carinho.
O trem estava cheio demais, e um pouco escuro, não dava para ninguém ver o que fazíamos. Desci a mão que estava em suas costas, até a bunda. Com os dedos fui puxando a saia curta e larguinha que ela usava, até ficar com a mão direta no rabão. A calcinha estava toda enfiada, só aquele triangulozinho de fora. Ela se esfregava em mim discretamente. Estávamos tão apertados que dava para sentir o coração dela disparado. A respiração de ambos muito ofegante.
Fui passando a mão para frente, até em cima da bocetinha dela já bem molhadinha. Puxei a calcinha para o lado e alisei o grelinho dela. Enfiei um dedo, depois dois na sua bocetinha, ela se molhava toda, apertava meus dedos com várias contrações, seu melzinho escorria pelas coxas, às vezes sentia uns esguichos quentes em minha mão. Ela me dava mordidinhas no peito, de tesão. Gozava disparadamente, sentias as pernas dela se dobrarem, as vezes, quase caindo, mas estava tão apertado que nem para cair dava.
Ela abriu minha calça, colocou meu pau para fora. Abaixou um pouco a cintura da saia e o apertou contra a barriguinha. Ficou segurando e apertando contra a barriga, bem perto da bocetinha. Que loucura. Enfiava os dedos sem parar, o grelinho dela estava grande e duro. Começou a me punhetar levemente, foi aumentando até que esporrei como nunca nas mãos, barriga, saia dela, minha porra quente escorreu para cima da bocetinha. Dava para sentir o cheiro do nosso gozo. Ela pegou uma calcinha na bolsa e limpou toda aquela porra. Quando ela passou a calcinha no meu pau, ficou duro na hora. Meus dedos continuavam trabalhando dentro dela. Continuamos naquela sacanagem até eu gozar de novo e esporrar ela toda. Ela me disse que nunca tinha gozado tanto assim na vida. Eu queria come-la de qualquer jeito, mas ali não tinha posição.
Chegamos a nossa estação, descemos os dois de pernas bambas. Fui leva-la em casa, ruas desertas o tempo estava chuvoso. Fomos vendo um lugar para completar nosso desejo.
Chegamos ao portão dela, que me puxou pela mão e mandou que esperasse na varanda. Já era mais de meia noite. Ela deu a volta na casa, entrou pelos fundos, viu que todos dormiam, apagou a luz da varanda onde eu estava e veio. Parou de frente para mim, tirou a calcinha, se ajoelhou e começou a chupar deliciosamente. Ia à loucura. Chupava a cabeça, depois engolia tudo, voltava para cabeça, depois as bolas.
Levantou-se, sentou no murinho e abriu as pernas. Foi minha vez de chupa-la, quase devorei aquela bocetinha, ela esguichava na minha boca, a porra dela escorria pelo meu queixo. Apertava as coxas no meu rosto, puxava meu cabelo. Nem nos importava que o marido dela dormisse ali dentro. Fiz que gozasse muitas vezes. Sentia seu corpo tremer todo.
Me levantei e enfiei tudo nela, foi direto, estava um pântano de porra feminina. Ela passou as pernas em volta da minha cintura, socava cadenciadamente, arrancava gemidos abafados dela, nos beijávamos como loucos na boca. Aumentei o ritmo aos poucos, aos poucos, até socar com força. Ela mordia meu peito, arranhava minhas costas, pedia para eu arregaçar minha cunhadinha. Chupa os peitinhos dela. Não enxergava nada em volta. Até meu pau latejou com muita força, senti que iria gozar, avisei a ela que me mandou encher a bocetinha dela. Foi o que fiz, não pensei que fosse tanto, mas enchi de transbordar pelas coxas dela com minha porra quente. Ficamos abraçados nos beijando mais um pouquinho. Depois saí correndo para casa.
Foi a primeira de maravilhosas aventuras com minha cunhadinha deliciosa.

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s