Finalmente arrombei a delícia da minha enteada

Meu nome é Marcelo, tenho 45 anos e sou casado com Clara de 42. Quando nos casamos ela já tinha uma filha, Jéssica, de 2 anos. Jéssica, que hoje tem 18 aninhos, linda, morena, 1,75m de altura, coxas bem desenhadas, cintura fina, peitos duros e volumosos, nariz arrebitado, olhos negros iguais aos cabelos que são encaracolados e compridos.
Sempre tive fantasias de comer Jéssica desde novinha, mas tinha medo de dar merda. As vezes ela parecia se exibir, me provocar, mas meu tesão nela era tanto que achava que era coisa da minha cabeça.
Uma manhã estávamos só nos dois em casa, eu estava sentado na sala, ela saiu do quarto com uma camisolinha muito pequena e transparente. Dava para ver as curvas da bunda deliciosa dela. A transparência deixava a mostra suas tetas duras e suculentas. Ela sentou na cozinha e tomou café, e em seguida foi lavar um pouca de louça que tinha.
De onde eu estava tinha uma visão completa da pia. Ela de costa para mim se afastou da pia para não se molhar, empinou bem a bunda, dava para ver a calcinha enfiada no rabo, ficou assim. Um tempinho depois ela levantou um pouco a camisola deixando a bunda toda exposta. Não aguentei, era a hora, não dava mais para esperar. Fui ate a pia pegar um copo e fiquei atrás dela. Estiquei-me para pegar o copo e encostei levemente o pau nela, que sorriu. Era agora ou nunca, ou comia a Jéssica ou dava merda.
Encostei de vez nela, falei que não aguentava mais de tanto desejo. Imprensei-a contra a pia, Jéssica começou a ficar ofegante. Beijava o pescoço dela que inclinava para eu beijar melhor. Comecei a colocar uma das mãos dentro da calcinha e a outra subindo em direção as tetas deliciosas. Quando cheguei na boceta raspadinha dela, já estava toda melada. Ela colocou a mão para trás e enfiou dentro da minha bermuda achando minha caceta completamente dura por causa dela. Ficamos assim um tempinho, depois a levei para sala. Puxei o sofá cama e coloquei Jéssica deitada. Tirei a camisolinha e devorei seus peitões lindos e deliciosos. Fui descendo, tirei a calcinha, abria as pernas e chupei feito um louco a boceta toda molhada dela.
Ela me chamava de papai e pedia para fazê-la gozar muito, para foder ela, arrumbar tudo. Eu temia de emoção, meu sonho se realizando. Jéssica começou a me chupar feito uma louca, eu não conseguia tirar a boca da boceta dela que esporrava em minha boca como eu nunca tinha visto.
Fui subindo em cima dela, era a hora, ela ia ser minha.
– Descabaça sua filhinha, você me criou para me comer. Tira meu selinho
Fui enfiando a rola dura naquela bocetinha virgem, esta difícil entrar, muito apertada mas bem melada. Senti cada centímetro de minha vara entrar em Jéssica. Ela gemia, chorava, gozava, falava que estava doendo. Isso me deixava mais louco ainda. Senti uma resistência, era o cabacinho dela barrando minha entrada. Abracei-a com todo carinho, a fiz relaxar, falei que era o momento e com uma estocada firma arrombei minha enteada. Ela deu um gritinho, gemeu, virou os olhos e sabia que era mulher. Bombei devagar, mais rápido, fui aumentando a frequência ate socar com força, os gemidos eram fortes, os dois totalmente entregues aquela loucura. Dei um urro como um animal e enchi a bocetinha de minha enteada com uma quantidade de porra que eu nunca vi. Ela grita, mandava encher, dizia sentir minha porra quente inundando ela.
Ficamos parados curtindo aquele momento mágico. Quando tirei o pau de dentro dela, estava lambuzado de sangue, sangue da virgindade dela. Nos abraçamos emocionados.
Jéssica me pediu que tirasse a virgindade do cuzinho dela. Começou a me chupar deixando a pica mais dura que antes. Chupei a boceta dela ainda toda esporrada e com sangue do cabacinho, ela ia a loucura, gemia me chamava de macho dela, que sempre quis aquilo, desde pequena.
A coloquei de quatro, ajoelhada no colchão e com o ombro na poltrona, comecei a enfiar a cabeça no cuzinho. Tira, metia na boceta para melar e tentava de novo. Fui entrando aos poucos, Jéssica se abria ao máximo para me receber. Num passe de mágica entrei todo nela. Gritinho de dor dela misturado com prazer, e comecei a socar com força, cada vez mais forte. Suas tetonas saltavam num movimento maravilhoso. Depois de um tempo sentei no colchão e ela sentou por cima e cavalgou o cuzinho como louca na minha pica. Eu agarrava os melões dela como se fosse arranca-los.
Comecei a tremer, a sentir que a porra ia vir forte como antes, abracei Jéssica com força pela cintura, amassei suas tetas, e enchi o rabo dela com porra quente. Ela saiu e debruçou na poltrona, fiquei vendo aquele rabo delicioso que eu acabara de arrombar escorrendo minha porra de dentro. Ela se tremia toda.
Daquele dia em diante, Jéssica virou minha mulher, minha puta, minha paixão.

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