Minha esposa crente, foi comida pelo colega de serviço.

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Meu nome é Paulo, tenho 45 anos e sou casado com Rejane, 40 anos, uma crente, que apesar de não ser mais uma menina, tem um corpo bastante apetitoso. 1,65 de altura, cabelos pretos compridos e ondulados, um rosto bem bonito, cintura fina, coxas bem desenhadas, bunda grande, redonda e bem arrebitada, seios maravilhosamente suculentos, grandes, redondos, firmes e com o bico apontando pra cima, apesar de ter amamentado duas filhas, e uma deliciosa boceta, grande, carnuda, apertada, bem suculenta, que ela mantem sempre bem raspadinha.

Somos casados há vários anos, e como todo casamento longo, acaba caindo no desgaste natural, pouco sexo, algumas brigas e vamos levando.

Um dia desses tivemos uma briga pela manhã antes de irmos para o trabalho, ela saiu bastante nervosa e assim passou o dia. Os colegas notaram a chateação dela que preferiu não comentar nada.

Por ser a chefe da cozinha, ela é sempre a ultima a sair de lá, conferindo se está tudo certo. Nesse dia ela já havia tomado banho e trocado de roupa, estava com uma calça de malha azul apertada que mostrava bem suas curvas, e uma camiseta comprida e larga, ficou com a sensação que tinha esquecido alguma coisa e retornou na cozinha, ao ver que estava tudo correto começou a chorar vendo que nossa briga tinha afetando o seu trabalho. Nesse momento Anderson, o zelador da escola que era o ultimo a sair para fechar as portas se aproximou dela

– Que foi Re? Porque está chorando?

– Briguei com meu marido, já não aguento mais isso.

– Calma, não fique assim, casamento é complicado mesmo. (Enquanto falava, Anderson a acariciava de leve nas costas.)

– Você pode contar comigo sempre que estiver assim. (E subiu a mão para o pescoço)

Sem que Rejane falasse nada, nem demonstrasse, qualquer incomodo com o carinho, Anderson, que já estava de pau duro resolveu ousar,  encosta-se na bunda dela.

– Esse cara é um bobo, fica brigando ao invés de aproveitar a mulher maravilhosa que tem. (Ajeita o pau no meio da bunda dela)

Como ela deixou e não esboçou nenhuma reação, ele começa a se esfregar lentamente de um lado para o outro. Ela corresponde e faz um movimento contrario ao dele. Ele a abraça pela cintura, que acaricia seu braço. Agora Anderson tinha certeza, Rejane seria comida. Com um dos braços fortemente em volta da cintura, a outra mão sobe até os melões suculentos de Rejane, primeiro por cima do sutiã, depois direto neles, sentindo seus mamilos eriçados, prova real do tesão que ela sentia. Beija freneticamente seu pescoço, sua nuca. Aperta com força seus peitos, como se fosse tirar leite.

– Re, eu sempre quis sentir esses peitões em minhas mãos e em minha boca, são firmes e macios.

– Ai Anderson, isso é errado, eu sou casada, sou crente.

Sem rebater o que Rejane disse, ele coloca o pau pra fora da calça, pega a mão dela e coloca em cima, ela aperta com toda força.

– Para Anderson, não posso. Ai meu Deus, é tão quente e duro, está latejando.

– É por você Re, não estou mais aguentando, há muito que te quero.

– Nem eu, estou tremendo, toda molhada de tesão.

Não tinha mais jeito, em poucos momentos minha esposa seria fodida por outro homem, e ela estava adorando aquilo. Ela empurrava a bunda ao encontro do pau dele como se estivesse pedindo para ser fodida.

Anderson começa a deslizar a mão que estava na cintura dela por dentro da calça, da calcinha e chega até o bocetão carnudo com os pelinhos da ultima depilação começando a crescer, e totalmente melada de tesão.

– Re, isso é um sonho, que delicia de boceta gostosa, toda molhada.

– Isso, esfrega, esfrega com força meu grelo, me faz gozar na sua mão. Ai que delicia seu dedo entrando em mim. Estou me lambuzando toda. Isso é pecado.

A respiração ofegante de Rejane parece uma suplica para ser comida. Anderson, de uma só vez, abaixa a calça e a calcinha dela até os pés.

– Pelo amor de Deus Anderson, isso não, só carinho, não me come não.

Sem responder Anderson a inclina para frente fazendo com que se apoie com as mãos na pia. Já estava com os peitões de fora, com a blusa e o sutiã levantados, ele abre bem as pernas dela e com bastante habilidade começa a colocar aquele cacete enorme dentro da bucetona carnuda e molhada da minha mulher, pela primeira vez ela me traia.

– Eu te imploro Anderson, para, não faz isso.

– Não dá mais Re, nós queremos, eu sei que você quer, fica calma, relaxa, está entrando. Você está muito melada, vai ser fácil.

– Meu Deus, estou sentindo você me penetrar, eu sou casada. Aiii está entrando tudo.  Por favor, tira, não faz isso comigo.

– Aproveita Re, aproveita esse momento, sente minha rola toda entrando na sua boceta.

– Estou sentido, cada centímetro. É pecado. Voce me transformou em puta. Agora me fode com força, mete tudo. Faz valer a pena.

– Estou todo dentro de você minha gostos, toma caralho nessa boceta.

– Me faz gozar como eu nunca gozei.

E assim Rejane goza quatro, cinco vezes com Anderson socando a vara nela por traz, ela se treme toda, seus peitões balançam com o movimento e batem um no outro como que aplaudindo aquele prazer que sua dona estava sentindo. Ela mal consegue continuar em pé de tanto que as pernas tremem.

– Anderson, pelo amor de Deus não goza dentro de mim, eu não tomo remédio. Pelo amor de Deus.

– Aaaah Re, agora é tarde, já foi tudo dentro. Gozei na sua bocetona quente.

– Meu Deus, não acredito. Estou cheia da sua porra quente.

Minha mulher acabara de ter suas entranhas totalmente preenchidas de porra grossa, quente e numa quantidade que ela nunca tinha sentido.

Quando ele puxa a rola de dentro dela faz um barulho de rolha saindo da garrafa e começa a escorrer porra pelas pernas dela em grande quantidade, molhando toda sua calça e calcinha que estão nos pés. Muito nervosa ela pede uns guardanapos de papel para se limpar, e senta num banquinho quase desfalecida, tremendo por causa da foda em pé que ela acabara de tomar. Anderson acaba de tirar a roupa dos dois, pega um copo d’água para ela, que segura com as mãos tremulas, vê que Anderson continua de pau duro. Ele vai na direção dela e esfrega o pau duro no seu rosto e sua boca, depois coloca entre seus peitões e fica fodendo aquelas maravilhas. Ela vira o rosto, balança a cabeça que não, mas abocanha e começa uma chupeta maravilhosa, sugando o restinho de porra que ainda tinha ficado no canal.

Depois de algum tempo, Anderson a pega no colo e a coloca de pernas abertas em cima de uma mesa.

– Não, de novo não. Foi um erro, não vamos repetir. Para Anderson. Ai, tá entrando em mim de novo. Seu puto, fingindo que era meu amigo, que queria me consolar, mas só queria me foder.

– Gostosa você queria isso tanto quanto eu, eu sei. Sinto seu corpo tremer todo de prazer, sua boceta espremer meu pau.

Anderson mata o desejo e chupa desesperadamente as suculentas tetas de Rejane. As lágrimas rolavam pelo rosto dela enquanto sua boceta carnuda era fodida sem piedade por ele. Já estava toda ardida de levar aquela pica enorme dentro, há batente tempo nós não fodiamos. Agora eles mudam de posição, ele senta numa cadeira e ela senta de frente para ele, bem arreganhada e engole toda a rola com a boceta já totalmente encharcada. Cavalga feita louca, gemendo, beijando, mordendo, pedindo pra ser chamada de puta. Suas tetas são devoradas sem piedade. Num gesto rápido ela se levanta e senta de costas para ele e continua a cavalgar, mostrando o bundão para ele que segura ela pelos cabelos e com a outra mão esfrega com força seu grelo que está três vezes maior que o normal, pelo tesão, os peitões balançam freneticamente no ritmo.

– Estou gozando feito uma louca, nunca gozei tanto. Encharca minha boceta de porra quente. Era isso que você queria, então vai.

E ele atende ao pedido e jorra porra que não acaba mais dentro da minha mulher que grita de prazer, se treme toda, ela solta os cabelos dela que cai de quatro no chão com a boceta toda encharcada.

– Que é isso? Estou me tremendo toda, não consigo me levantar! Nunca senti isso antes.

Ao vê-la ali de quatro Anderson, em um ultimo suspiro de tesão, não perde tempo e com o pau ainda duro, se ajoelha atrás dela, mete na boceta para melar, e começa a forçar a cabeçona em seu cuzinho virgem, (ela nunca tinha me dado o cuzinho).

– Isso não Anderson, você conseguiu tudo de mim, mas isso eu nunca fiz, para tá doendo, para.

– Relaxa Re, relaxa, eu vou entra em seu cuzinho, relaxa e aproveita, vai ser bom

Mas totalmente dominada por ele que a segura forte pela cintura, e pelo tesão, deixa que ele termine o trabalho e foda o seu cuzinho, deixando ele bem arrombado depois de um frenético vai e vem que acabou com mais um banho de porra.

Rejane sai correndo para o banheiro para tomar um banho se arrumar e ir para casa, sua calça ainda estava molhada pela porra que escorreu pelas suas coxas na primeira gozada. E sai pela rua, tremendo ainda de prazer.

Fonte: Minha esposa crente, foi comida pelo colega de serviço.

 

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3 comentários em “Minha esposa crente, foi comida pelo colega de serviço.

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