Flagrei a crente dando, filmei, chantageei e comi.

Meu nome é Sebastião, sou mulato, 45 anos, altura média , magro, trabalho numa creche, sou porteiro.

Lá trabalha uma mulher crente, casada, chamada Regina, tem seus 47 anos, branca, baixa, cabelo castanho escuro comprido que ela sempre prende. Usa como uniforme uma calça de malha e uma camiseta comprida que tapa o bundão dela, tem os peitos grandes e a cintura fina, é bonita e gostosa, já toquei muita punheta pensando nela. Ela é tipo monitora das crianças, pra não fazerem bagunça.

Um dia desses eu vi ela chegando no pátio se ajeitando e olhando desconfiada para os lados, achei estranho, me lembrei que as vezes ela sumia uns vinte, trinta minutos, mas nunca estranhei , até aquele dia.

Marquei ela em cima, dois dias depois ela saiu do pátio olhando pros lados, disfarcei e fui atrás. Ela entrou no depósito, dei um tempinho, dei a volta e olhei por um buraco na janela, que cena linda, Regina ajoelhada no chão sem camiseta e sem sutiã chupando a vara de um zelador. Que peitões lindos, brancos, redondos, deliciosos. Ela mamava feito uma bezerra louca, enfiava tudo na boca, depois tirava deixando só a cabeça que ela sugava forte. Com as mãos, ela alisava as bolas, até o zelador encher a sua boca de porra. Deve ter sido muita porra, ela engolia aos goles, escorria porra pelos cantos da boca. Botei o pau pra fora e toquei uma até melar a parede. Depois ela ficou de pé, que peitos lindos, o zelador continuava de pau duro e todo babado pela mamada gostosa que a Regina deu.

Ele abraçou ela que encostou os peitões nele, que falava que queria fuder ela, que dizia que não, era só chupada, que não podia, era um pecado maior ainda. Ele insistiu, enfiou a mão dentro da calça dela e alisou a buceta dela. Ela olhou pros lados conferindo se tinha alguém, debruçou na mesa e abriu as pernas, o zelador abaixou a calça e a calcinha dela, deu pra ver a boceta peluda, ficou atrás e meteu a vara nela.

Conforme ele socava os peitões dela balançavam. Eu tinha que fuder aquela crente puta. Tive uma ideia, peguei o celular e filmei a foda.

Enquanto isso ele enfiava a piroca no bucetão cabeludo dela e eu tocava outra punheta. Ela gemia, se mexia, até ele encharcar a Regina de porra quente.

Ela limpou a porra que tinha na buceta, se vestiu e foram embora. E eu também.
Cheguei em casa dei uma foda na minha mulher pensando nos peitões e no bucetão cheio de porra da Regina.

Era uma sexta, passei o sábado e o domingo pensando nela. Segunda a creche estava vazia, só tinha a diretora e mais três pessoas em reunião, e eu e Regina no resto da creche.

Falei pra ela que ia mandar um vídeo legal pelo Zap. Quando ela viu arregalou os olhos, ficou branca, parecia que ia desmaiar. Perguntou o que era aquilo, eu falei que era ela fudendo. Ela chorou, pediu pelo amor de Deus pra eu apagar, se o marido visse largava ela , e ela seria expulsa da igreja e podia perder o emprego. Falei pra ela ficar tranquila que ninguém veria o vídeo. Mas tinha um preço, queria fuder ela. Ela disse que não, que não podia, pra eu não fazer isso com ela. E eu disse ou ela trepava comigo ou eu mandava o vídeo pro marido. Ela disse que me chupava até eu gozar, eu disse que queria enfiar na buceta dela.

De tanto chantagear ela cedeu. Fomos pro depósito, botei o cacete pra fora, ela se ajoelhou e mamou, tirei a camiseta dela, o sutiã e finalmente apertei aquelas mamas deliciosas que pareciam dois melões.

Levantei ela, deitei ela numa mesa, tirei a calça e a calcinha, abri as coxas maravilhosas dela, vi aquele bucetão peludo e melado, cai de língua, chupei até ela se tremer toda e gozar na minha boca.

Coloquei ela de pé, debruçada na mesa e soquei meu caralhão na xerecona da Regina, que crente de buceta quente.

Socava com toda força, ela gemia como puta. Os melões sacudiam , que delícia, eu olhava minha rola entrando e saindo dela.

Ela mastigava minha rola com a buceta, mandava parar mas estava gostando. Fazia ela rebolar na vara.

Não aguentei mais, deu um gemido alto e enchi a buceta da puta da Regina de muita porra quente. Deixei escorrer tudo dentro dela.

Botei a crente de cócoras, arreganhada, me chupando, minha porra escorria pelas pernas dela, agora queria o cu daquela crente gostosa.

Meu pau ficou duro, coloquei ela na posição de novo, ela falava que não queria mais, não dei ouvidos, enfiei tudo de uma vez na buceta lambuzada da Regina.

Soquei um pouco melando meu caralhão, tirei e coloquei na portinha do cu dela, ela tentou sair, reclamou, implorou pra não fuder o cuzinho dela, disse que era virgem, mas eu fui forçando, enfiando, parecia virgem mesmo, ela começou a chorar, sentia o rabo dela se rasgando na cabeçona da minha pica. De repente entrou de uma vez, ela gritou, as pernas dela tremiam, segurei ela pelos cabelos e deixei ir fundo, parei um pouco, ela relaxou e comecei a fuder seu cuzinho apertado, socava forte nela.

Enfiei os dedos no bucetão dela que apertava com força. Socava cada vez mais forte, apertava os peitões, mordia as costas, ela deu um suspiro forte e eu enchi o rabo apertado dele de leite quente.

Quando tirei o pau tinha um pouco de sangue, arregacei o cu da crente piranha. Ela se limpou de tanta porra que derramei nela, se tremendo toda.

Comi ela mais algumas vezes usando o vídeo como chantagem.

Depois pensei em passar o vídeo pra outro e ganhar alguma coisa com isso. Se conseguir eu conto para vocês.

Flagrei minha esposa dando, e acabei dando também.

Meu nome é Sergio e a história que vou contar é muito estranha, uma coisa que pretendo esquecer.  Tenho 33 anos e sou casado com Bárbara, 29 anos, morena de olhos azuis, 1,75 m, corpo de modelo, coxas lisas e bem definidas, seios tipo pera, bunda no tamanho ideal, nem grande nem pequena, uma bocetinha carnuda e muito molhadinha, um rosto lindo emoldurado por um cabelo preto, comprido e bem lisinho, uma mulher muito bonita e deliciosa.

Somos casados há 5 anos e como todo corno nunca desconfiei que Bárbara tivesse coragem de me trair. Tenho 1,70, sou branco, cabelos castanhos e um corpo bem cuidado.

Eu trabalho de segunda a sexta feira em horário comercial, e a Bárbara dia sim, dia não, pois é enfermeira. No dia fatídico, me aborreci no trabalho e voltei para casa um pouco antes do almoço, era o dia da Bárbara estar em casa. Cheguei, entrei no apartamento, e ouvi um gemido de mulher, a voz de um homem e um barulho de corpos se batendo numa foda. Quase morri do coração, não era possível o que estava pensando.

Fui direto para o quarto e a cena que vi me deixou sem chão. Minha Bárbara nua, de quatro na beirada da cama e um negro enorme, musculoso, em pé por trás dela enfiando a rola na minha esposa. Ele tinha uma das mãos na boceta dela e a outra a segurando pelos cabelos, ele me viu e continuou socando com força dentro dela, depois de uns segundos ela me viu, arregalou os olhos, se levantou, empurrou o seu macho, se desencaixando da rola dele e veio em minha direção.

Me abraçou e eu comecei a chorar, ela disse que me amava, mas sentia necessidade de ter um macho pirocudo para foder ela. Eu era o amor dela e o negão o macho que dava prazer. Eu só chorava e a abraçava. Então ela tirou minha roupa, e me colocou sentado em uma cadeira de frente para cama, se deitou e mandou o negão acabar de foder ela. Ele montou na minha esposa e enfiou um puta pedaço de ferro dentro dela. Era uma caralha preta, grande, grossa e com uma cabeça gigantesca.

O negão socava sem piedade na Bárbara que pedia mais, miava feito uma puta, dava soco nas costas do macho, trançava as coxas em volta dele, revirava os olhos e gritava que estava gozando. Eu me acabava na punheta vendo minha Bárbara trepar. Ele olhava pra mim e dizia que estava comendo minha mulher, depois me chamava de corno e que estava enchendo minha puta de porra quente. E encheu, quando ele sacou a vara era muita porra escorrendo da boceta da Bárbara.

Minha mulher continuava de pernas abertas, boceta arreganhada, deixando o leite escorrer. Me chamou para perto dela, e mandou que eu limpasse a sujeira que o negão tinha feito dentro dela. Fiquei atônito, ela insistiu e eu cai da língua na boceta dela, lambi tudo, sugava toda porra que escorria dela.

Então ela sentou na beirada da cama, me fez sentar na frente dela, passou suas pernas em volta da minha cintura, me abraçou por trás com uma das mãos e com a outra segurou forte meus cabelos. Chamou o macho dela que veio em minha direção com a pica preta, que já estava dura novamente. Ele me segurou pela cabeça com as duas mãos, Bárbara pedia que eu chupasse o macho dela, eu balançava a cabeça que não. Ele esfregava o cabeção na minha boca, que eu tentava manter fechada a todo custo. Ela me pedia, quase implorava que queria me ver chupando o homem dela, que a rola dele estava com o gosto dela.

Então, Bárbara tapou meu nariz, fiquei sem ar e acabei abrindo a boca e a piroca grossa do negro foi até minha garganta. Ele socava forte e eu sem saber o que fazer. Ele foi parando, tirou um pouco e eu comecei a mamar, meio sem jeito, mas fui me acostumando e passei a chupar igual uma puta, Bárbara me soltou, se ajoelhou e me fez um boquete delicioso, me chupava e me olhava chupando seu macho.

Tirei um pouco a boca e chupei com vontade a cabeça da pica até ele jorrar um litro de porra quente e deliciosa na minha boca, foi minha primeira vez. Assim que engoli tudo, Bárbara se deitou e me mandou foder ela. Subi na minha puta e enfiei com vontade. Virei ela de costas e coloquei no rabo dela, o negão entrou por baixo e ocupou por completo a buceta dela. Ficamos os dois metendo na minha mulher.

Gozei muito no cuzinho dela, puxei a pica do negro de dentro dela e mamei de novo. Depois mandei ele me comer. Queria sentir o que minha esposa sentia, a vara preta no rabo.

Foi uma sensação incrível, ele me preencheu todo por dentro. Depois de um pouco de dor o prazer foi o máximo, Barbara me chupava enquanto eu era enrabado.  Meu tesão estava no máximo. Ele me chamava de puta, de vadia e socava tudo dentro.

Senti um jorro de porra quente me enchendo, e soltei mais uma dose de porra na boca da puta da Bárbara.

Foi uma experiência incrível, mas que tento esquecer. Minha deliciosa mulher no mesmo dia me fez virar corno e viado.

Fiquei engatada pelo cu com meu dog.

Oi queridinhos, meu nome é Jeniffer e tenho 23 aninhos, sou moreninha clara, cabelos pretos compridos e ondulados. Tenho seios fartos e duros, cintura fina e bunda grande. Coxas grossas, tenho 1,57 m. Tenho muito tesão e quando estou sem namorado uso uns brinquedinhos que adoro para me saciar. Minha bocetinha e bem pequena, mas, como fico muito molhadinha acabo conseguindo engolir umas varas bem grossas.

O fato que vou contar aconteceu justamente em um período em que estava sem namorado. Estudando, trabalhando, ajudando meus pais em casa e na loja, minha vida estava uma loucura.

Um sábado cheguei em casa logo após o almoço, estava exausta e cheia de tesão, tinha um tempinho que não transava nem usava meus brinquedinhos. Tomei um banho quente bem demorado, como estava sozinha, vim pra sala só de calcinha e um topezinho, e me joguei no sofá.

Temos um cachorro enorme, um dinamarquês, se chama Thor. Deixei a porta da sala que dá para o quintal aberta e Thor entrou. Eu estava com as pernas esticadas com os pés no chão, Thor veio e deitou-se nos meus pés. Ele estava de lado, fiquei vendo o pirocão que ele tem. Grande e grosso, mesmo encapado. Conforme eu olhava ia ficando com mais tesão ainda, comecei a imaginar aquilo dentro de mim. Já me apertava de vontade.

Então, me ajoelhei ao lado dele e comecei a fazer carinho na picona dele, que logo foi saindo da capa. Era grande, grossa e brilhava de tão melada que estava. Peguei uma vasilha com água, um paninho e dei uma limpada nela. Conforme ia limpando ele parecia ficar excitado, fazia um movimento como que bombando uma cadela.

Não resisti, caí de boca, fui lambendo, lambendo até colocar tudo na boca e chupar com vontade, ele ia soltando um líquido aos jatos na minha boca. Enfiei os dedos na minha xaninha toda melada e toquei uma siririca deliciosa. Mais um pouco de chupada e ele jogou litros de porra quente, que eu engoli tudinho, tinha um sabor diferente da porra de homem, sei lá, era mais gostosa.

A essa altura eu já estava descontrolada, queria rola canina dentro de mim. Corri no quarto, peguei um par de meias grossas, e fita cola, li isso em um conto, coloquei as meias nas pata da frente do Thor e enrolei com fita, para ele não arranhar minhas costas. Sentei no sofá, tirei a calcinha que já estava toda encharcada, abri as pernas e chamei o totó. Thor começou a me lamber, que língua gostosa, eu me tremia toda, danei a gozar na língua dele, que quando sentiu meu cio ficou louco, queria montar em mim.

Me ajoelhei no chão, coloquei a barriga apoiada no sofá, e deixei ele me fazer de cadela. Ele subiu em mim, colocou as patas na minha cintura e começou a tentar enfiar em mim, sentia a ponta da caceta dele batendo em tudo que é lugar, batia nas minhas coxas, bunda, entrada da xereca, que desespero dele querendo furar a cadela.

Coloquei minha mão entre as pernas, segurei ele e ajudei, colocando na entrada, ele deu um tranco e enfiou tudo de uma vez na minha bocetinha, fui na lua e voltei. Minhas pernas tremiam, ele bombava com força, cada vez mais forte. Senti o leite dele escorrer dentro de mim, a piroca crescia, ficava mais dura e inchada, latejando muito nas minhas entranhas. Uma bola cresceu dentro de mim, fiquei nervosa, e ele me fazendo gozar como nunca tinha gozado na minha vida.

Era um mar de porra canina enchendo meu útero, eu gritava de prazer, que foda deliciosa. Até ele parar, ficou quieto, sentia muita porra escorrer. Ele passou a perna por cima de mim e ficou de costas, estávamos engatados. Fiquei muito nervosa, ele queria me arrastar, me agarrei no sofá, segurei ele pelas pernas e ficamos assim parados engatados em tempão. Uma hora ele puxou e a pica saiu, fez um estalo. Fiquei completamente arrombada pela bola dele.

Caí ali mesmo deitada quase desmaiada. Thor veio me lamber limpando toda porra que ele mesmo jogou dentro de mim. Aquilo me deixou louca, queria mais.

Fiquei de quatro de novo como se fosse a cadela dele e deixei ele a vontade. Montou imediatamente em mim e começou a me fuder. Eram pinceladas que entrava e saiam da minha xaninha. Até que numa dessas ele acertou meu cu, foi tudo dentro, que dor, dei um berro, me agarrei no sofá tentando tirar ele de dentro do meu rabo mas não deu, era relaxar e deixar ele me enrabar.

Enquanto ele estocava meu rabo eu me masturbava, era uma gozada atrás da outra, estava molinha de tanto gozar. Minhas coxas eram uma cachoeira de melzinho descendo.

Sentia meu cuzinho se encher de porra quente, era muita porra, aí a bola dele foi crescendo dentro. Fiquei apavorada, se na boceta foi aquele estrago, imagina no cu?

Não tinha jeito, era deixar ele esvaziar o saco dentro do meu rabo. Muitos jatos de porra depois, ele se virou de costas para mim e fiquei engatada pelo cu. Ele saiu me arrastando, tentei me segurar de novo, mas, não consegui, fui atrás dele feito uma cadela engatada. Ele foi na direção da porta, o desespero foi enorme, se ele me arrasta para o quintal e alguém me vê engatada nele. Não sabia o que fazer. Saímos porta a fora, eu pelada engatada pelo cu com um cachorro. Me ralei toda, até ele parar no meio do quintal, não conseguia sair, estava presa.

Passaram pessoas na calçada, mas para minha sorte não olharam pelo portão, o quintal eatava escuro com as luzes apagadas. Finalmente a pica dele saiu, meu arrombou o cu todo. Escorria muita porra de dentro de mim. Se eu me levantasse iam me ver. Fui rastejando até a varanda e entrei em casa, ninguém me viu. Limpei tudo aos trancos.

Tomei um banho, os rombos na frente e atrás eram muito grandes, estava ardendo e doendo, dava para colocar a mão. Fui para o quarto e desmaiei na cama até o dia seguinte, nem vi meus pais chegarem. De manhã olhei o Thor lembrando os momentos maravilhooosos e o susto que ele me deu.

Não conseguia mais me segurar de vontade de cruzar com ele, sempre corria para casa para ser a cadela do Thor, mas, passei a tomar cuidado de fechar a porta antes.

Deixem seus comentários que vou adorar ler.

Minha mulher me trai por um aplicativo de paquera.

Tenho lido aqui algumas histórias de traição, flagra de marido na mulher, e fico rindo, achando as situações absurdas só podendo ser ficção, coisa da cabeça de escritores de contos eróticos. Sei que quem ler minha história, assim como eu, vai achar que é ficção, mas não é, aconteceu realmente.

Tenho 33 anos e sou casado com, vamos chama-la de Marília (nome fictício), uma negra mignon de 26 anos, 1,55m, peitinhos durinhos, bundinha empinada, cinturinha, muito meiga e quente, adora chupar e ser comida diariamente. Nossa vida sexual é muito ativa, sou louco pelo seu corpinho.

Tenho um amigo de muito tempo chamado Kleber (nome fictício), prefiro não dizer os nomes verdadeiros, ele é um verdadeiro gigante, 1,87m, louro, olhos claros, quase 100 kg de puro músculo que ele faz questão de exibir. Kleber se separou há pouco, mora sozinho. Sempre saímos juntos, eu, Marília, Kleber e a esposa. Depois de sua separação continuamos saindo os três. Às vezes ficava desconfiado que a Marília tivesse uma quedinha pelo Kleber, mas era coisa da minha cabeça.

Um dia desses o Kleber me chamou na casa dele, me disse que tinha uma coisa para me contar. Fui lá. Ao chegar, ele sem saber como falar, começou com rodeios, falei que fosse direto ao assunto.

Ele me falou que usa um aplicativo no smartphone, chamado Happn, que é um aplicativo de paquera, que mostra, no caso dele, as mulheres que cruzam com ele pelo caminho durante o dia. Se você gostar de alguma aperta um coração e dá um like nela. Ela só vai saber do seu like se coincidir dela também dar um like em você. E o que eu tinha com isso?

Ele me disse que minha mulher estava aparecendo no aplicativo. Não acreditei, ele me mostrou e fiquei achando que era fake. Só tinha um jeito de saber. Como sempre achei que Marília tinha uma queda por ele, se ele desse um like e ela também nós iriamos saber se era verdade. Ele não gostou da ideia, éramos amigos há muito tempo, não seria legal.

Depois de insistir muito ele topou, fiquei olhando e ele deu o like, na mesma hora veio a mensagem que ela já tinha dado um like nele e abriu um janela de bate papo. Falei para ele conversar, ver se era ela mesmo, e era. Os dois conversando e eu do lado. Fiz ele dizer que queria fazer sexo com ela e chama-la para a casa dele. Ela topou na hora. Kleber não sabia o que fazer, e quando ela chegasse? Disse para ele foder ela que eu ia ficar no armário olhando, ele não queria, eu insisti muito e ele topou. Eu queria filmar, o Kleber não aceitou de jeito nenhum, mas eu queria ficar assistindo tudo.

Me escondi dentro de um closet que era grande e tinha umas frestas na porta, o que me dava uma visão privilegiada da cama. Ela chegou, Kléber foi recebê-la na sala, logo entraram no quarto, ela rindo, agarrando ele, arrancou a blusa e a saia, ficando de calcinha e sutiã, tirou a blusa e a bermuda dele, se ajoelhou no chão, colocou a caceta do Kleber para fora, e que caceta, ela, e eu dentro do armário, arregalamos os olhos, e abocanhou de uma só vez, como aquela boquinha engoliu aquela vara de cavalo eu não sei.

Meu pau ficou mais duro do que estava. Ele acariciava a cabeça dela que tratou de tirar a bermuda do Kleber. Ele tirou o sutiã dela, e enquanto ela o chupava ele alisava os peitinhos dela. Um tempo após ela se levantou, tirou a calcinha, deitou na cama de pernas abertas e pediu para ser chupada. Kleber caiu de boca na bocetinha de minha neguinha, eu tremia de nervoso. Ela se contorcia e apertava a cabeça dele com as coxas.

Depois de muita chupada e de fazer ela gozar até não poder mais, ele subiu na cama para atender os pedidos dela para ser comida. O ângulo era perfeito, vi cada milímetro da imensa caceta do Kleber ir entrando lentamente na bocetinha da minha mulher, ela dava gemidos agudos de prazer. O saco dele encostou no rabo dela e começou um vai e vem, um entra e sai frenético, cada vez que a caceta saia trazia as carnes dela para fora, o pau do Kleber brilhava com o líquido do prazer da minha mulher que era a puta dele. Peguei um pano para gozar, não aguentava de tanto tesão.

Ele foi enfiando cada vez mais rápido e mais forte, os gemidos eram mais altos, ela mandava ele foder com mais força, gritava que estava gozando feito uma puta. Comecei e ver a porra grossa do Kleber escorrer de dentro dela. Ele estava enchendo a bocetinha dela de porra. Eu também gozei feito um cavalo de ver minha mulher ser preenchida de porra. Os movimentos foram diminuindo, diminuindo, até eles ficarem parados, extasiados.

Um tempinho depois ela se levantou e foi ao banheiro, ele veio até o closet falar comigo, pedi para ele comer o cuzinho dela. Meu tesão era incontrolável.

Ela voltou do banheiro e o Kleber pegou-a e a jogou na cama, ela já caiu de pernas abertas, ele caiu de boca na bocetinha dela. Direcionou a caceta enorme para a boquinha dela que mamou mais uma vez a pirocona do nosso amigo. Era só gemido e barulho de chupada. Eu estava louco de tesão.

Kleber a colocou por cima e mando ela cavalgar, o que ela sabia fazer como poucas, eu via minha neguinha subindo e descendo no caralhão do Kleber alucinadamente. A cabeça dela sacodia para os lados, os olhos reviravam, ela gozava muito.

Kleber a colocou de quatro e começou a preencher o rabo da Marília com aquela vara imensa, não aguentei e gozei de novo. Kleber empurrava a pica sem piedade na Marília, que pedia mais, e ele socava mais forte ainda. Muitas socadas depois Kleber tirou a rola de dentro dela, posicionou no rostinho da minha mulher e jorrou um mar de esporra na carinha de puta dela, que lambia tudo que escorria. Era muita porra, que felicidade dela. A visão da boceta dela arreganhada, arrombada pelo pirocão do Kleber me fez gozar de novo.

Ela foi embora, eu sai do closet e fiquei imaginando com quantos outros homens do aplicativo ela já tinha fodido. Fica o alerta para os maridos, se sua mulher ficar muito no celular, CUIDADO!

 

Para ganhar um aumento, botei minha mãe na suruba.

Olá pessoal, me chamo Ricardo, tenho 21 anos, não tenho nenhum atrativo que mereça descrever. Moro com minha mãe, que é separada de meu pai, ela tem 41 anos, é bem branquinha, 1,70m mais ou menos, gosta de se cuidar para poder paquerar, cintura fina, bunda grande, peitão, coxa grossa, bonita, cabelos pretos e compridos, e geralmente é uma pessoa muito simpática com todos.

Um dia desses foram lá em casa o Antônio, meu chefe direto, Paulo Cesar, o chefe dele e dois colegas de setor, Zé Carlos e Celsinho, para tomarmos umas cervejas. Minha mãe preparou uns petiscos, levamos as cervejas e começamos a beber. Minha mãe nos acompanhou, ela gosta de tomar uma cerveja, estava com um vestidinho apertado, que delineava bem seus peitões e seu rabão, comprido e aberto do lado, que às vezes deixava suas pernas de fora. Muito simpática, conversava e brincava com todos, notei alguns olhares de tesão para ela, o que achei normal, eu mesmo morria de tesão por ela. Numa determinada hora, ela já meio alegrinha falou que ia dormir, pois já estava bem alta. Todos riram e ela se foi.

O pessoal falou que ela era legal, e bonita, um falou que ela era gostosa, que sem ela ali não tinha graça, fiquei meio puto com esses elogios. Vi que se ela desse mole eles comiam minha mãe.

Em um dado momento, com todos já bem levados pelo álcool, Antônio meu chefe falou que se comesse minha mãe me dava um aumento, o chefe dele, Paulo Cesar, falou que cobriria o aumento se eu arrumasse para ele comer minha mãe.

Minha cabeça imaginou mil coisas, pedi licença e fui lá em cima onde ficam os quartos. Devagar, abri a porta do quarto da minha mãe, ela estava com uma calcinha enfiada na bunda e uma camisetinha, deitada de bruços bem arreganhada, num sono pesado, roncava direto.

Perguntei para eles se era verdade a história do aumento e eles confirmaram. Então falei que ia arrumar as coisas naquele momento, eles não acreditaram. Fiz uma caipivodka bem forte, coloquei numa garrafinha pet e subi. Levantei a cabeça dela e a fiz tomar tudo para ficar bem bêbada. Ela gosta de caipivodka e já estava pra lá de alta, bebeu tudo e apagou de vez.

Chamei o pessoal. Entraram no quarto e viram ela deitada, não entenderam nada. Falei pra eles aproveitarem que ela não ia acordar tão cedo. Ninguém acreditou. Então, fui até ela e puxei a calcinha para o lado deixando seu bocetão aparecendo, abri mais suas pernas e chamei o Antônio, ele veio desconfiado, peguei a mão dele e coloquei na bunda dela que nem se mexeu.

Ele tomou coragem e enfiou os dedos nela, depois abriu mais um pouco a caiu de boca no bocetão dela. Os outros se aproximaram e tiraram a blusa e a calcinha deixando minha mãe pelada, coloquei o pau duro para fora e fiquei vendo tudo.

Zé Carlos colocou o pau na boca da mamãe, que começou a chupar instintivamente, o Paulo Cesar a virou de barriga para cima, ficou pelado, e montou nela, me aproximei e puder ver a rola dele penetrando a bocetona da minha mãe. Ele socou muito e com força nela enchendo sua buça de porra. Quando tirou vi a goza dele escorrer de dentro dela.

Agora era a vez do Antônio foder mamãe, mas, antes ele me fez pegar papel toalha e limpar a porra de dentro dela, eu enfiei os dedos com papel toalha no bocetão quente e melado dela e limpei tudo, eu já estava quase gozando, enquanto isso Zé Carlos e Celsinho gozaram enchendo sua boca e lambuzando a cara dela de porra.

Antônio a colocou de bruços pôs dois travesseiro embaixo dela montou e meteu por traz na boceta, ele suspendia ela pela cintura e socava a rola, eu queria gozar, não aguentava mais, ia esperar Antônio acabar para eu gozar dentro dela.

Depois de muita socada Antônio gozou muito no bocetão. Não aguentei mais, subi na minha mãe e enfiei a rola dura na boceta toda esporrada dela, foram duas ou três estocadas e gozei litros na mamãe. A galera queria mais, ela não tinha reação, só gemia.

Celsinho sentou na cama de pau duro para cima, o Zé Carlos e o Paulo Cesar a pegaram e a colocaram sentada no colo dele de frente com as pernas dobradas, ele meteu na boceta dela e a puxou para seu peito ficando os dois deitados e ela de bunda para cima. Zé Carlos se ajoelhou por trás e meteu no cu da minha mãe. Ficaram os dois enfiando nela até gozarem. A cama estava toda melada, aquela altura minha mãe já tinha levado seis esporradas.

Alguém foi pegar cerveja, e eu e Antônio demos uma arrumada nas coisas, tomamos uma para refrescar, e o PC a colocou para mamar deitada de bruços, não fiz por menos, deitei por cima e fodi aquele rabão que me fez ter mil sonhos eróticos por toda vida. Quanto mais pensava que estava fodendo minha mãe com mais força socava no rabo dela. Maravilhosos. Enchi o cu da minha mãe de porra quente.

Agora era a vez do PC  foder o cu dela, que estava imóvel, fazíamos o que queríamos com ela, era nossa escrava. Sempre tinha dois dentro dela, um na boceta e outro no cu, sem contar que as rolas não paravam de entrar na boca da mamãe.

Perdi as contas de quantas vezes cada um fodeu ela. Eu tinha dado três na minha mãe, acho que cada um deu três, quatro, acho que o Zé Carlos varou minha mãe cinco vezes.

Todos se foram deixando o quarto e minha mãe em petição de miséria, era porra para todo lado, lençol, fronha, tapete, tudo. Ela era um poço de porra, estava toda lambuzada, a boceta inchada e o cu todo arregaçado, o cheiro de porra e sexo era enorme. Já eram umas três horas da madrugada, ela não ia acordar tão cedo. Tinha que organizar tudo.

A peguei no colo e a coloquei dentro da banheira, eu continuava nu, e no auge de meus 21 anos três gozadas não era nada, meu pau estava completamente duro.  Dei banho nela, tinha que limpar ela toda, enfiava o dedo nela para tirar a porra e não aguentei, entrei na banheira e deu mais uma esporrada dentro dela. Consegui terminar o banho. Levei-a para o quarto, troquei as roupas de cama, deitei ela e quando ia vesti-la o pau subiu de novo, porra estava tudo limpinho e eu ia melar tudo. Meti no bocetão dela e fiquei lá dentro um tempão, socando devagar as vezes com força, mas sozinho era a paz que eu queria para comer minha mãe. Na hora de gozar tirei, coloquei em sua boca e jorrei tudo garganta abaixo.

A vesti e fui para meu quarto tomei um banho e deitei sem conseguir dormir o restinho de madrugada, não parava de pensar em tudo aquilo.

Pela manhã ela acordou reclamando de ressaca e de um gosto esquisito na boca. Não sei se ela sentiu a boceta e o cu doendo. Acho que não desconfiou de nada, agiu normalmente comigo.

O aumento? Os filhos da puta não me deram, mas foi a melhor sacanagem que fiz na vida.

Se você já passou por coisa parecida, conta aí nos comentários.

Rejane, a crente puta, dando para o pastor.

Oi pessoal, meu nome é Rejane, sou crente e por um descuido desses da vida, num dia muito ruim para mim, acabei traindo meu marido pela primeira vez, e depois desse dia muitas transas foram acontecendo sem que eu procurasse, simplesmente aconteceram e eu me entregava. Minha consciência de mulher crente pesou e contei tudo para meu marido, pedindo seu perdão. Depois de um bom tempo ele me falou que relatou minhas histórias aqui para vocês.

Para quem não leu, vou me apresentar, sou morena, bonita, tenho 1,65m, cabelo preto, comprido e ondulado, cintura fina, bunda grande e arrebitada, coxas torneadas, seios volumosos e firmes, boceta carnuda apertada e fica molhada facilmente, tenho 40 anos, mas corpo de 25/27 anos, sou casada e temos duas filhas. No final dessa história vou colocar os links das historias que meu marido contou.

Depois de contar tudo para ele e pedir seu perdão ele acabou me perdoando. Mas, a carne é fraca e o gosto pelo prazer me fez pecar novamente.

Depois do perdão de meu marido, precisava do perdão do meu pastor. Marquei com ele na igreja em um dia que não tinha atividade para que eu pudesse contar tudo sem interrupção ou o risco de alguém ouvir. Fui para a igreja com uma roupa digna da ocasião, saia até o joelho, e uma blusa larguinha, roupas que não mostravam nada do meu corpo. Meu cabelo estava preso, só um batonzinho claro e um pozinho no rosto, e um perfume bem suave.

Ele já estava me esperando. É um homem alto, mulato, forte, trabalha como pedreiro, o que ajuda no físico, seus 50 e poucos anos. Gentilmente mandou que eu entrasse e me sentasse, ele se sentou de frente para mim, e pediu que eu começasse a relatar os fatos.

Expliquei a ele que tinha, num momento muito ruim do meu casamento, traído meu marido com um colega de trabalho que ficava dando em cima de mim. E que depois outras situações foram acontecendo e por mais que eu não quisesse, acabava cedendo e gostando, depois me arrependia, mas já tinha feito. Ele me pediu detalhes dos acontecimentos, em que situação aconteceu a primeira e as outras em consequência.

Ele me pediu que contasse como foi a primeira vez. Fiquei envergonhada, mas ele me disse que eu teria que abrir meu coração para poder ser perdoada.

Contei para ele que eu estava chorando por causa de uma briga com meu marido, meu colega chegou por traz me consolando, depois me abraçou se encostando forte em mim, senti que ele estava excitado, e deixei. Então ele me abraçou por completo, apertou meus seios, e rapidamente abriu minha roupa.

Então, o pastor me perguntou em que momento e de que forma ele me penetrou. Nesse momento senti que ele estava com tesão em mim, sua voz parecia tremula. Fiquei muito desconcertada, afinal ele é um pastor. Ele foi perguntado e eu respondendo, comecei a ficar melada, reparei que um volume se formou na calça dele. Então em um determinado momento, já a fim de foder com ele, pedi permissão para mostrar como foi que começou, a posição que fizemos, me levantei, pedi que ele se levantasse, mandei ele me abraçar por traz, ele não pensou duas vezes e me agarrou, encostei minha cabeça no peito musculoso dele peguei uma de suas mãos e coloquei em baixo da minha saia, e falei que foi assim que meu colega fez.

Me calei e deixei por conta dele. A mão cheia de calos dele foi subindo pelas minhas coxas que eu as abria lentamente, minha boceta carnuda e raspada estava melada e latejando, corria um melzinho pelas minhas pernas. Ele colocou a mãozona em cima de minha xana e ficou alisando. Abri minha blusa e soltei o sutiã, fazendo meus peitões duros e suculentos saltarem. A pica dele por baixo da calça parecia enorme. O coração do pastor parecia que ia saltar do peito, sua respiração ofegante era alta. Coloquei uma de minhas mãos entre nós e abria sua calça, colocando a mão dentro e segurando sua enorme rola, dura e quente, muito quente. Ele gemendo e me chamando de irmã me deixava louca.

A mão dele foi entrando na minha calcinha, gozei me melando toda, ele me sentiu quente e molhada e enfiou um dedo em mim, minhas pernas tremeram quase cai no chão, foi o segundo dedo e o terceiro. Eu tocava uma punheta nele, queria aquela vara na minha boca. Me ajoelhei e paguei um boquete que acho que ele nunca tinha recebido. A caceta áspera e cheia de veias dele latejava e lambuzava minha boca.

Ele me deitou no chão, abriu minhas pernas, se deitou por cima de mim, e com virilidade, mas com carinho, foi enfiando aquele pedaço de ferro dentro de minha boceta melada. Que delicia, quando senti o cabeção me arregaçando gozei de novo. Devia ter algum tempo que ele não transava, mal conseguiu entrar todo em mim, ele me esporrou feito um pônei no cio. Foi um mar de porra quente me inundando, senti meu útero encher, vazou pelos lados melando o chão.

Ele se levantou rapidamente assustado, parecia que ia correr, o segurei e disse que queria mais. Ele me chamou de pecadora, que eu exalava sexo, meu cheiro deixava ele de pau duro.

Sem que ele terminasse o discurso, abocanhei a vara dele e disse que ia leva-lo para o pecado comigo. A picona dele pulou e endureceu em minha boca. Dei um chupada maravilhosa, lambendo e colocando as bolas dele na boca, depois sugando o cabeção, o fazendo uivar de prazer. Agora foi a minha vez de deita-lo no chão e montar nele, segurei o cacete me ajeitei e fui descendo lentamente deixando a piroca entrar no meu bocetão que já estava aberto.

Fui cavalgando lentamente, e aumentando o ritmo aos poucos, já estava completamente nua, meus melões suculentos sacudiam e pulavam no mesmo tempo que eu cavalgava. Ele os agarrou parecendo que ia arrancar de mim.

Eu esguichava de prazer na rola dele, minha boceta latejava, piscava, eu gozava feito uma louca. Cada vez eu pulava mais com o pau do pastor atolado em minha xana. Me deitei sobre ele e falei muita sacanagem em seu ouvido. Ele puxava meu cabelo e me tratava como uma puta. Eu comia a caceta dele com a boceta esfomeadamente, até ele gritar que estava enchendo a boceta dessa puta de porra. Cavalguei até ele ficar totalmente mole, saiu porra para todos os lados, lambuzando o chão com nosso pecado.

A rola saiu de dentro de mim, me sentei em suas coxas, me tremia toda de prazer, de repente começou a esguichar meu gozo de dentro da minha boceta melando ele todo. Nunca tinha acontecido, foi demais.

Ele se levantou, pegou um pano para se limpar, limpou o chão da igreja e me pegou pelo braço toda lambuzada e nua e me expulsou de lá, me vesti rápido e fui embora. Achei que ia ser expulsa da igreja, mas ele também seria. Preferiu fazer de conta que nada daquilo aconteceu.

Depois outras coisas aconteceram que eu contarei com tempo para vocês.

Deixem seus comentários que eu vou adorar ler.

Leiam as histórias que meu marido contou para vocês:

Minha esposa crente, foi comida pelo colega de serviço.

Minha esposa crente, foi comida pelo diretor da escola.

Arrombaram minha esposa na suruba

Comeram minha esposa crente no trem

Um aluno fodeu a puta da minha esposa na escola

Minha esposa crente, cada vez mais puta.

Comi o traveco, e ele comeu minha noiva

Eu sempre tive vontade de participar de uma sacanagem total, e outra tara era de ver alguém foder minha noiva. Ela não topava nenhuma de minhas sondagens para isso.

Deixa eu me apresentar. Tenho 32 anos sou branco, olhos castanhos claros, 1,75m, físico atlético. Minha noivinha, Fabiana, tem 25 anos, 1,56m, lourinha, cabelinho curto, olhos verdes, peitinhos durinhos, rosadinhos apontando para o céu, coxas grossas, cintura fina e bunda grande, uma bocetinha minúscula, raspadinha e que fica melada logo, logo. Linda e muito deliciosa, todos mexem com ela na rua.

Um sábado a tarde fomos à casa de uma colega de trabalho tomar umas cervejas, minha noiva estava com um vestidinho curto, mostrando bem suas pernas maravilhosas e suas curvas estonteantes. Essa minha colega é lésbica e mora com uma menina deliciosa. Ficamos os quatro bebendo e conversando, mais tarde chegou uma amiga de minha colega, uma morena alta, linda, com um cabelão cacheado, peitos grandes, bundão, com uma bermuda de malha bem apertada, que logo notamos ser um travesti.

Não nos importamos e continuamos a nos divertir, bebendo e rindo bastante. Notei que minha colega sapata não tirava os olhos de Fabiana, que olhava para a traveca toda hora, parecia observar algo. A traveca também notou, em um determinado momento ela rindo perguntou para Fabiana se ela estava procurando o pau dela. Ela riu sem graça, a traveca disse que não tinha problema que era uma curiosidade de muitas pessoas, saber como eles escondiam o pau.

Fabiana confirmou a curiosidade de saber, e ela falou que mostraria se eu deixasse. Como a bebida já falava mais alto, as fantasias que eu costumava ter vieram na cabeça, concordei. A traveca tirou a bermuda mostrando uma bunda maravilhosa, melhor do que muita mulher, estava com uma calcinha de renda minúscula, não dava para ver o pau. Então ela abaixou a calcinha, se virou e mostrou para minha noiva. O casalzinho de lésbicas também se aproximou para ver, e eu não tirava os olhos do rabo da traveca, nunca tinha fodido uma, mas como ia fazer na frente da minha noiva? Só tinha um jeito, botar ela para rolo.

Comecei a dar corda para a sacanagem, pedi que a traveca tirasse o pau e prendesse de novo para todos verem como era. E ela fez. Quando tirou o pau, foi um espanto geral, era um puta cacetão, enorme, grosso e cabeçudo. Fabiana arregalou os olhos e riu, incentivei, perguntei se minha noiva podia segurar, e ela deixou. Fabiana pegou com vontade e deu uma punhetada, o cacete da traveca endureceu na hora. O meu também. Ela me olhava como que querendo minha permissão. Abaixei a calça, fiquei com o pau para fora, abracei a traveca por traz encostando o pau em seu rabão, peguei sua pica, segurei a nuca da minha noiva e coloquei a rola da traveca em sua boca. Ela arregalou os olhos, mandei ela chupar, e ela começou a mamar.

Arranquei minha roupa e a da traveca, as lésbicas ajudaram Fabiana a tirar a dela, ficamos todos nus. Eu me esfregava no rabo e apertava os peitos da traveca, minha noiva devorava a rola dela e as lésbicas, uma chupava os peitinhos de minha noiva e a outra sugava sua bocetinha. Delicia total.  Meu pau parecia que ia explodir. Ver minha noivinha linda chupando um travesti e sendo chupada por duas lésbicas era demais. Meu coração parecia que não ia aguentar. Fabiana delirava de prazer, seu corpo tremia de tesão, esguichava na boca da sapatona. Eu queria o cu da traveca. Coloquei a cabeça na entrada, ela se inclinou um pouco, abriu bem as pernas e me deixou penetrar. Que rabo gostoso, quente e piscava mordendo meu pau.

Comecei a foder aquele rabo, e em pouco tempo já dava estocadas violentas fazendo com que sua rola fosse ate a garganta da Fabiana. As duas sapatas se lambuzavam todas sugando minha noiva como duas vampiras. Gozei feito um cavalo, derramando porra quente no rabo dela. E cai sentado no chão.

As lésbicas abriram as pernas da minha noiva e mandaram a traveca meter a rola gigante na bocetinha dela que aquela altura já estava toda melada. O traveco montou nela, enfiou tudo na bocetinha e ficou metendo com força. Quase desmaiei de ver um travesti, de cabelão, peito e bunda fodendo minha noivinha que eu tirei o cabaço.  Ela gemia feito uma puta. Mandava meter mais forte. Minha colega veio me chupar me deixando preparado, mandou a mulherzinha dela montar em mim, e foder gostoso. Fique ali um bom tempo fodendo, mas queria mesmo o traveco. Sai de dentro dela e fui de novo no rabo do travesti que estava engatado em Fabiana. Enfiei tudo, enquanto eu  fodia ele, ele fodia minha noiva.

Esporrei com tudo no rabão dela, era tanta porra que saiu escorrendo pelo saco dele e melando a Fabiana , rapidamente o traveco encheu a bocetinha dela de muita porra gosmenta e quente, minha noiva ficou louca com aquilo. Caímos uns por cima dos outros de tanto prazer.

Descansamos um pouco, fui tomar um banho, minha colega foi atrás de mim, entrou no chuveiro comigo. Ficamos de sacanagem, meti um pouco nela sem gozar, e fui pra sala. Que cena maravilhosa, Fabiana ajoelhada em uma mesinha chupando a sapata que estava na mesa grande de perna aberta, a traveca de vara dura se preparando para meter na Fabiana, me viu chegando e falou para eu ver minha noivinha ser enrabada por um travesti.

Me ajoelhei por traz deles para ter a visão completa, a traveca melou a rola na boceta da Fabiana e empurrou tudo no cuzinho dela, de uma só vez, ela deu um gritinho e voltou a chupar a bocetinha. O traveco pegou ela pela cintura e levantou, mandou em me sentar de frente para ela e foi descendo Fabiana na minha vara, arreganhei bem ela e preenchi a sua boceta. Lá dentro dava para sentir a vara do traveco no cu dela. Fabiana parecia em transe, possuída, preenchida por duas varas. O travesti bombava muito nela, eu só parado deixando o balanço trazer e levar ela do meu cacete.

Quase que ao mesmo tempo enchemos os dois buracos da minha noivinha que eu tinha colocado para ser puta de traveco.