Segurou a esposa para eu foder.

Pessoal esse fato ocorreu comigo  há pouco tempo, agora que passei a ler contos eróticos tomei coragem para contar.

Tenho 35 anos, 1,78m, 70 kg, moreno de cabelos preto e físico normal. Sou casado e nessa época procurei por um pedreiro conhecido para fazer um serviço lá em casa, era bastante serviço e daria uma grana.

Falei com o João, um pedreiro de seus 54 anos, bem forte, meio bronco, que já tinha feito serviço pra mim, e pedi um orçamento. Estava com pressa e liguei para ele que me pediu que passasse a tardinha em sua casa para combinarmos.

Chegando lá, falei que iria procurar por outros pedreiros para avaliar o melhor preço e daria uma resposta em breve, João queria de qualquer maneira a obra.

A esposa dele, Sofia, estava fazendo seus afazeres domésticos. Parecia ter uns trinta e poucos para quarente anos. Morena, cabelos compridos presos, bunda e peitos grande. Ela estava de saia, conforme ia trabalhando suas pernas as vezes ficavam um pouco a mostra. Apesar de não ter uma vida muito confortável era uma mulher gostosa e bonita. Fiquei olhando para ela tentando disfarçar, cheguei a ver até quase a calcinha dela.

João notou que eu disfarçava e olhava para mulher dele. Pediu que a esposa fosse comprar duas cervejas para bebermos, falei que não precisava, mas ele insistiu e ela foi.

Quando ela saiu ele disse que reparou que eu olhava para mulher dele, fiquei sem graça e ele disse: O Dr. gostou? Podemos fazer um acordo. O senhor come ela em troca da obra.

Achei que ele estava puto, me fiz de indignado, mas ele disse que estava tudo bem, que ela tinha que dar a cota dela de sacrifício para conseguir um trabalho para o sustento da casa. Então perguntei se ela concordaria, ele disse que achava que não, mas daria um jeito. Pediu que quando ela chegasse eu fosse ao banheiro e voltasse logo.

Aquela situação me deixou doido, de pica muito dura e latejando. Era uma situação muito estranha.

Quando ela voltou com as cervejas fui ao banheiro e deixei os dois na sala, voltei logo como ele me pediu. Ela estava sentada no sofá grande e não gostou nada da ideia. Fala que não, não, então cheguei e João mandou eu sentar. Ela tentou levantar para sair e ele a segurou. Tentou de novo e ele a jogou deitada no sofá e a segurou pelos pulsos, ela esperneava, se batia, enquanto João tentava levantar a saia dela e dizia deixa o Dr. te comer.

Então ele rasgou a saia dela, a blusa e arrebentou o sutiã, deixando-a só de calcinha e com os peitões de fora. Mandava em meter a vara nela. Que tesão, ela se esperneava e me pedia para não fazer. Não adiantou, tirei a calça, fui pra cima dela que começou a chorar, tirei a calcinha dela, e vi um bocetão bem peludo, com sinais que estava molhado, enfiei os dedos e depois meti a rola nela. Estava melada sim, João a segurava e mandava eu meter com força na égua dele. Mandava eu foder o bocetão dela. Encher a esposa dele de porra. João delirava com a cena.  Enquanto eu bombava na boceta, mamava os melões suculentos dela, que estava assustada e muito ofegante.

João a segurou com uma das mãos e com a outra botou a vara pra fora e começou a tocar uma punheta. Dizia que seu sonho era ver outro macho foder e encher de gala a xana da mulher dele. Depois de socar muito enchi as entranhas dela de porra quente numa gozada deliciosa. Sai de dentro dela e João esporrou a cara da esposa, a lavando com um banho de porra.

Ele a segurando pelos braços a fez se ajoelhar na minha frente que estava sentado no sofá, e a botou para mamar minha caceta. Mesmo forçada ela chupou com muita vontade. Meu pau pulou de novo.

João colocou a esposa debruçada no braço do sofá, de bunda para cima, sentou e a colocou para chupar sua rola, e mandou que eu enfiasse no cu dela. Cheguei por trás, abri as pernas e coloquei a cabeça, ela tentou sair, mas a segurei junto com João, enfiei até o talo na bundona dela. Comia aquele rabo com vontade.

João mandou que eu a levantasse pela cintura, e se sentou, eu engatado no rabo dela a levei até João que veio puxando na direção dele, eu fui para frente preso nela e desci até ela ficar sentada de frente com o marido que preencheu sua xana com o cacete dele. Sofia estava empalada pelas nossas rolas duras.

Eu socava no cuzinho, apertava os peitões dela, enquanto João mamava de socava na bocetona cabeluda de Sofia, que a essa altura tinha se entregado ao prazer e gozava feito uma puta. Puxei seu cabelo para trás e chupei seu pescoço deixando marcas do meu tesão em seu corpo.

Após um tempo nessa foda maravilhosa, eu e João encharcamos Sofia com nossa porra quente, deixando ela toda lambuzada, quando se levantou nossa porra escorria pelas pernas dela. Ela correu para o banheiro e eu e João fomos tomar nossa cerveja e fechar o negócio da obra.

Depois, por vontade dela fizemos a mesma sacanagem umas três vezes.

Fodi a mãe do meu amigo

Olá pessoal, meu nome é Paulo, e a história que vou narrar aconteceu há 10 anos, quando eu tinha 17 anos. Na época eu era magro, e já bem alto. Tinha uma pica grande, mas não muito grossa.

Tinha um amigo chamado Carlinhos, estávamos sempre juntos. A mãe dele tinha seus 50 anos mais ou menos, era uma senhora gordinha, um pouco alta, bunda grande e seios fartos, cabelos encaracolados, branca de olhos castanhos claros, mas nunca a olhei com maldade.

Nesse dia eu e Carlinhos fomos a uma festa e como acabaria tarde dormi em sua casa. A mãe dele, Dna. Carminha preparou a minha cama no sofá da sala, me deitei e me cobri com um lençol. Carlinhos dormia com o irmão em um quarto e Dna Carminha, que era separada do marido, sozinha em outro.

Naquela época eu estava numa maré de azar com mulher, não pegava ninguém, na festa que fomos, até dei uns beijinhos, mas não foi além disso, então estava com um tesão tremendo, meu pau estava duro, e eu doido pra tocar uma. A luz da cozinha ficava acesa e iluminava levemente um pedaço da sala.

A porta do quarto de Dna. Carminha abriu, fingi estar dormindo, mas com os olhos entre abertos, vendo o que acontecia. Ela passou para cozinha, estava com uma camisola curta e transparente, dava pra ver que ela tinha as coxas bonitas. Passou um monte de coisa pela minha cabeça, mas era bobagem.

Quando ela voltou, parou em frente a mim e ficou uns segundos me olhando e foi para o quarto. Um tempinho depois voltou ela. Foi na cozinha e na volta parou de novo e ficou me olhando, esfregou a boceta por cima da camisola, olhou para os lados como se fosse fazer alguma coisa e voltou para o quarto. Meu pau quase explodiu, a vontade de foder aquela coroa invadiu minha cabeça, tive vontade de ir ao quarto dela, mas tive medo de dar merda. Então fiz o seguinte, tirei o lençol, fiquei de barriga para cima e coloquei meu pau duro para fora.

Não demorou e ela saiu de novo. Quando viu meu pau seus olhos arregalaram, ela parou em frente, olhou para os lados, levantou a camisola e enfiou a mão dentro da calcinha, tocando uma siririca. Eu estava doido de tesão, meu pau latejava. Ela se aproximou, para ver se eu estava dormindo, eu estava com os olhos entre abertos o suficiente para ver tudo. Então, ela foi até o quarto dos filhos, olhou e voltou se aproximou de mim e segurou meu pau, enquanto tocava uma punheta nele, ela olhava pra mim e tocava uma siririca com a outra mão.

Segurei ela pela nuca, que se assustou, e a levei em direção ao meu cacete, ela abocanhou com a boca quente e molhada, que delícia, deu umas três chupadas e enchi sua boca de porra quente, muita porra quente, que ela engoliu tudo.

Meu pau continuava duro e latejando, ela me pegou pelo braço e levou para seu quarto. Lá, tirou a roupa, ela tinha uma bunda enorme e os peitões grandes, tirei minha roupa e deitei na cama e ela fez outro boquete delicioso, enquanto eu alisava seus peitos. Coloquei ela deitada de pernas abertas, montei nela e enfiei em seu bocetão peludo que a essa altura estava todo melado. Meu tesão era enorme, mamava seus melões, mal comecei a socar e esporrei igual a um cavalo no bocetão da coroa. Senti que meu pau estava meio duro ainda. Continuei socando até ficar duro de novo. O barulho da porra dentro da xereca dela conforme eu socava era excitante.

Sai de cima dela, deitei de pica para cima e mandei ela montar. Ela montou em mim, abriu o bocetão e colocou minha vara toda pra dentro. Dna. Carminha cavalgava cada vez mais forte, cada vez mais alucinada. Seus melões gigantescos subiam e desciam freneticamente. Seus olhos reviravam, mordia os lábios e gemia como uma louca, mesmo com o ventilador ligado, ela suava muito, escorrendo pelos peitos. Eu ajudava empurrando a rola fundo nela, com uma das mãos apertava as tetas e com a outra esfregava o grelo dela. O barulho de nossos corpos batendo um no outro era alto. A minha porra que estava dentro dela e o gozo da Dna. Carminha escorria fazendo uma poça na minha barriga. Ela tremia o corpo todo de prazer e cansaço, estava extasiada.

Coloquei ela de quatro, com o rabo para cima e enfiei no bocetão com vontade, estava super lambuzada. Ela socava a cama, puxava o lençol, quase levantava o colchão, era uma loucura.

Saquei a rola de dentro e coloquei no cú dela, que nem reclamou, engoliu minha pica toda de uma vez, acho que ela já tinha dado muito o cú. Enterrei tudo, me debrucei por cima dela e me agarrei aos tetões, enfiei minha mão toda dentro de sua boceta molhada e soquei como nunca tinha feito antes no seu rabo, ela só gemia e recebia minhas furadas. Apertei com força, quase arrancando os melões dela e soltei um gemido seguido de uma inundação de gala quente e grossa nas entranhas da velha. Quando tirei o pau ela caiu de bruços na cama como se estivesse desmaiada.

Peguei meu short e fui tomar um banho, e enquanto me ensaboava fiquei de pau duro. Queria foder mais a coroa. Voltei para o quarto e ela estava do mesmo jeito, de bunda pra cima, toda esporrada. Deitei ao seu lado que se virou de costas para mim. Abri suas pernas e coloquei no bocetão todo melado. Ficamos engatados de ladinho fodendo bem devagar.

Depois ela me colocou de pau pra cima, sentou de costas para mim cavalgando com o pau na boceta. Um tempinho e ela colocou meu pau no cuzão de novo. Me sentei agarrei seus peitões e deixei ela se acabar com meu pau no cú. Ela jogava a cabeça para trás e gemia enquanto rebolava. Minha mão trabalhava seu grelo fazendo com que tivesse gozadas descontroladas.

Jorrei mais uma enxurrada de porra dentro da coroa. Que se deliciava a cada gozada minha.

Até começar a amanhecer dei mais duas gozadas nela, que ficou toda esporrada, em todos os buracos de seu corpo. A cama era porra pura, meu gozo e o dela se misturavam deixando o lençol todo lambuzado.

Fui para sala deitar e não conseguindo dormir, pois já era manhã. Levantamos e ela meia atordoada de tanto foder preparou nosso café. Trocamos alguns olhares de cumplicidade sem que ninguém notasse. Nunca mais a fodi, mas ficou marcado na minha memória até hoje.

Adoro chupar minha esposa esporrada por outro

Meu nome é Adriano, tenho 38 anos, sou mulato e um corpo normal. Minha esposa se chama Patrícia, tem 34 anos, morena 1,72m, falsa magra, comum corpo bem torneado, coxas roliças, peito pequeno e durinho, cabelos compridos e lisos. Uma bocetinha bem apertada e molhadinha, sempre depilada.

Somos casados há 6 anos e nunca tive nenhum motivo para desconfiar dela, sempre muito séria e recatada com os outros.

Um dia cheguei em casa bem mais cedo para fazer-lhe uma surpresa, queria dar uma boa trepada com ela, mas, ela não estava. Não dei importância. Passou algum tempo e ela chegou, fiquei empolgado, já estava de pau duro esperando por minha mulherzinha. Ela parecia meio desconcertada ao me ver em casa, agarrei ela e fomos para o quarto e ela insistindo muito que queria tomar banho, eu brincando a abraçando querendo meter nela e a insistência dela em tomar banho começou a me incomodar.

Joguei-a na cama, comecei a tirar sua roupa, e ela lutava para não deixar, fiquei furioso, arranquei a saia e a calcinha dela a força, ela trancava as pernas que eu tentava abrir para chupa-la.

Tinha alguma coisa estranha, abria suas coxas a força e caí de boca, sua boceta estava melada de porra, um gosto de macho tomou conta da minha boca. Fiquei furioso, perguntava o que tinha acontecido, ela muito nervosa, eu gritava e ela chorava.

Apesar de ter certeza que minha esposa tinha acabado de ser enchida de porra por outro homem, fiquei com muito tesão, abri suas pernas e chupei sua boceta encharcada de porra com uma vontade enorme, quanto mais gosto de macho eu sentia mais forte eu chupava. Ela gritava de prazer, chorava e gozava feito uma puta. Montei nela e enfiei o cacete na sua boceta melada como se ela fosse uma puta. Socava forte, arrancando gemidos de prazer e dor. Fazia aquela puta gozar como nunca. Enchi sua boceta de muita porra quente, como nunca.

Sai de cima dela, que se virou para o lado e caiu numa choradeira enorme. Me pedia perdão, dizia que tinha sido só aquela vez, que me amava. Eu saí do quarto para refletir, a raiva de ser traído por quem nunca imaginei me consumia, mas o tesão que senti por ela estar toda esporrada era inexplicável.

Voltei para o quarto um tempo depois e falei que a perdoaria com uma condição, que ao menos uma vez por semana ela chegaria em casa recheada de porra para eu chupar e foder ela. Ela se espantou, achou que era um teste, disse que não faria de novo, mas insisti. Queria uma vez por semana sentir gosto de porra de outro macho na boceta da minha esposa.

Passaram uns dez dias e nada, perguntei pra ela quando seria, e ela mandou eu esquecer aquilo, então eu a abracei fiz um carinho e disse que estava tudo bem, que eu queria, que tinha me dado um tesão que nunca tinha sentido. Depois de muita conversa ela aceitou, falou que no dia seguinte eu me preparasse.

No dia seguinte ela chegou da rua, me pegou pelo braço sem dizer nada, me levou para o quarto se deitou, tirou a calcinha e abriu as pernas, que visão maravilhosa, a boceta da minha esposinha cheia de gala de outro macho. Abri bem a bocetinha dela, fiquei um tempinho olhando e caí de boca, me deliciava com aquele gosto de porra. Meu pau latejava, pulava, eu chupava e engolia a esporra que outro macho tinha depositado nela. Depois de limpar tudo montei nela e a enchi de porra quente.

Uma vez por semana ela recheava a bocetinha pra eu me deliciar. Durante uns meses isso me dava um prazer maravilhoso, e a ela também.

Depois de um tempo eu queria mais, já não me contentava em sentir o gosto de um macho nela. Queria a ver sendo fodida, queria beber porra fresca que acabasse de ser entornada nas entranhas da minha esposa. Ela relutou em concordar, mas acabou aceitando.

No dia seguinte chegou em nossa casa o comedor dela, me cumprimentou com um sorriso de deboche e perguntou como seria. Falei para ele fazer tudo que estava acostumado a fazer, que depois eu limpava a bagunça.

Tirei a roupa, me sentei em uma cadeira e observei. Ele foi tirando a roupa dela e dele, beijava minha mulher no pescoço e depois na boca, tirou seu sutiã e apertou seus lindos peitos, tirou a calcinha dela e a sua sunga. Ele tinha um pau grande e grosso, esfregava nela que se revirava toda. Era excitante demais ver minha mulher nas mãos de outro.

Ele a colocou na cama de pernas abertas e chupou minha mulher. Depois de um tempo ela se sentou na cama, ele de pé colocou a rola na sua boca que engoliu de uma vez.

A colocou de quatro na beira da cama e a penetrou aos poucos, eu vi cada pedaço dele desaparecer dentro dela. Minha mulher era fodida cada vez mais forte, gemendo, socando a cama, puxando o lençol. Mandei ela deitar de barriga para cima para não escorrer nem uma gotinha de esporra de dentro dela. Mais umas socadas e ele gemeou e encheu a buça dela.

Puxei ele de cima dela, me ajoelhei e saboreei aquela porra ainda quente, que delícia, uma mistura da porra dele com o gozo dela dava um sabor maravilhoso. Tinha muita goza dentro dela. Engoli tudo, coloquei ela de quatro e enfiei tudo no rabo da minha puta. Mal entrei e já fui gozando. E ele assistindo aquilo ficou de pau duro. Joguei a puta de perna aberta na cama e mandei ele encher de novo.

Ele parecia um cavalo esporrando minha mulher, e lá fui eu de novo beber aquela porra quente. Nesse dia ele deu três gozadas nela que eu bebi todas.

Isso durou alguns meses, eu queria mais emoção. Mas, é assunto para outra hora.

Flagrei a crente dando, filmei, chantageei e comi.

Meu nome é Sebastião, sou mulato, 45 anos, altura média , magro, trabalho numa creche, sou porteiro.

Lá trabalha uma mulher crente, casada, chamada Regina, tem seus 47 anos, branca, baixa, cabelo castanho escuro comprido que ela sempre prende. Usa como uniforme uma calça de malha e uma camiseta comprida que tapa o bundão dela, tem os peitos grandes e a cintura fina, é bonita e gostosa, já toquei muita punheta pensando nela. Ela é tipo monitora das crianças, pra não fazerem bagunça.

Um dia desses eu vi ela chegando no pátio se ajeitando e olhando desconfiada para os lados, achei estranho, me lembrei que as vezes ela sumia uns vinte, trinta minutos, mas nunca estranhei , até aquele dia.

Marquei ela em cima, dois dias depois ela saiu do pátio olhando pros lados, disfarcei e fui atrás. Ela entrou no depósito, dei um tempinho, dei a volta e olhei por um buraco na janela, que cena linda, Regina ajoelhada no chão sem camiseta e sem sutiã chupando a vara de um zelador. Que peitões lindos, brancos, redondos, deliciosos. Ela mamava feito uma bezerra louca, enfiava tudo na boca, depois tirava deixando só a cabeça que ela sugava forte. Com as mãos, ela alisava as bolas, até o zelador encher a sua boca de porra. Deve ter sido muita porra, ela engolia aos goles, escorria porra pelos cantos da boca. Botei o pau pra fora e toquei uma até melar a parede. Depois ela ficou de pé, que peitos lindos, o zelador continuava de pau duro e todo babado pela mamada gostosa que a Regina deu.

Ele abraçou ela que encostou os peitões nele, que falava que queria fuder ela, que dizia que não, era só chupada, que não podia, era um pecado maior ainda. Ele insistiu, enfiou a mão dentro da calça dela e alisou a buceta dela. Ela olhou pros lados conferindo se tinha alguém, debruçou na mesa e abriu as pernas, o zelador abaixou a calça e a calcinha dela, deu pra ver a boceta peluda, ficou atrás e meteu a vara nela.

Conforme ele socava os peitões dela balançavam. Eu tinha que fuder aquela crente puta. Tive uma ideia, peguei o celular e filmei a foda.

Enquanto isso ele enfiava a piroca no bucetão cabeludo dela e eu tocava outra punheta. Ela gemia, se mexia, até ele encharcar a Regina de porra quente.

Ela limpou a porra que tinha na buceta, se vestiu e foram embora. E eu também.
Cheguei em casa dei uma foda na minha mulher pensando nos peitões e no bucetão cheio de porra da Regina.

Era uma sexta, passei o sábado e o domingo pensando nela. Segunda a creche estava vazia, só tinha a diretora e mais três pessoas em reunião, e eu e Regina no resto da creche.

Falei pra ela que ia mandar um vídeo legal pelo Zap. Quando ela viu arregalou os olhos, ficou branca, parecia que ia desmaiar. Perguntou o que era aquilo, eu falei que era ela fudendo. Ela chorou, pediu pelo amor de Deus pra eu apagar, se o marido visse largava ela , e ela seria expulsa da igreja e podia perder o emprego. Falei pra ela ficar tranquila que ninguém veria o vídeo. Mas tinha um preço, queria fuder ela. Ela disse que não, que não podia, pra eu não fazer isso com ela. E eu disse ou ela trepava comigo ou eu mandava o vídeo pro marido. Ela disse que me chupava até eu gozar, eu disse que queria enfiar na buceta dela.

De tanto chantagear ela cedeu. Fomos pro depósito, botei o cacete pra fora, ela se ajoelhou e mamou, tirei a camiseta dela, o sutiã e finalmente apertei aquelas mamas deliciosas que pareciam dois melões.

Levantei ela, deitei ela numa mesa, tirei a calça e a calcinha, abri as coxas maravilhosas dela, vi aquele bucetão peludo e melado, cai de língua, chupei até ela se tremer toda e gozar na minha boca.

Coloquei ela de pé, debruçada na mesa e soquei meu caralhão na xerecona da Regina, que crente de buceta quente.

Socava com toda força, ela gemia como puta. Os melões sacudiam , que delícia, eu olhava minha rola entrando e saindo dela.

Ela mastigava minha rola com a buceta, mandava parar mas estava gostando. Fazia ela rebolar na vara.

Não aguentei mais, deu um gemido alto e enchi a buceta da puta da Regina de muita porra quente. Deixei escorrer tudo dentro dela.

Botei a crente de cócoras, arreganhada, me chupando, minha porra escorria pelas pernas dela, agora queria o cu daquela crente gostosa.

Meu pau ficou duro, coloquei ela na posição de novo, ela falava que não queria mais, não dei ouvidos, enfiei tudo de uma vez na buceta lambuzada da Regina.

Soquei um pouco melando meu caralhão, tirei e coloquei na portinha do cu dela, ela tentou sair, reclamou, implorou pra não fuder o cuzinho dela, disse que era virgem, mas eu fui forçando, enfiando, parecia virgem mesmo, ela começou a chorar, sentia o rabo dela se rasgando na cabeçona da minha pica. De repente entrou de uma vez, ela gritou, as pernas dela tremiam, segurei ela pelos cabelos e deixei ir fundo, parei um pouco, ela relaxou e comecei a fuder seu cuzinho apertado, socava forte nela.

Enfiei os dedos no bucetão dela que apertava com força. Socava cada vez mais forte, apertava os peitões, mordia as costas, ela deu um suspiro forte e eu enchi o rabo apertado dele de leite quente.

Quando tirei o pau tinha um pouco de sangue, arregacei o cu da crente piranha. Ela se limpou de tanta porra que derramei nela, se tremendo toda.

Comi ela mais algumas vezes usando o vídeo como chantagem.

Depois pensei em passar o vídeo pra outro e ganhar alguma coisa com isso. Se conseguir eu conto para vocês.

Flagrei minha esposa dando, e acabei dando também.

Meu nome é Sergio e a história que vou contar é muito estranha, uma coisa que pretendo esquecer.  Tenho 33 anos e sou casado com Bárbara, 29 anos, morena de olhos azuis, 1,75 m, corpo de modelo, coxas lisas e bem definidas, seios tipo pera, bunda no tamanho ideal, nem grande nem pequena, uma bocetinha carnuda e muito molhadinha, um rosto lindo emoldurado por um cabelo preto, comprido e bem lisinho, uma mulher muito bonita e deliciosa.

Somos casados há 5 anos e como todo corno nunca desconfiei que Bárbara tivesse coragem de me trair. Tenho 1,70, sou branco, cabelos castanhos e um corpo bem cuidado.

Eu trabalho de segunda a sexta feira em horário comercial, e a Bárbara dia sim, dia não, pois é enfermeira. No dia fatídico, me aborreci no trabalho e voltei para casa um pouco antes do almoço, era o dia da Bárbara estar em casa. Cheguei, entrei no apartamento, e ouvi um gemido de mulher, a voz de um homem e um barulho de corpos se batendo numa foda. Quase morri do coração, não era possível o que estava pensando.

Fui direto para o quarto e a cena que vi me deixou sem chão. Minha Bárbara nua, de quatro na beirada da cama e um negro enorme, musculoso, em pé por trás dela enfiando a rola na minha esposa. Ele tinha uma das mãos na boceta dela e a outra a segurando pelos cabelos, ele me viu e continuou socando com força dentro dela, depois de uns segundos ela me viu, arregalou os olhos, se levantou, empurrou o seu macho, se desencaixando da rola dele e veio em minha direção.

Me abraçou e eu comecei a chorar, ela disse que me amava, mas sentia necessidade de ter um macho pirocudo para foder ela. Eu era o amor dela e o negão o macho que dava prazer. Eu só chorava e a abraçava. Então ela tirou minha roupa, e me colocou sentado em uma cadeira de frente para cama, se deitou e mandou o negão acabar de foder ela. Ele montou na minha esposa e enfiou um puta pedaço de ferro dentro dela. Era uma caralha preta, grande, grossa e com uma cabeça gigantesca.

O negão socava sem piedade na Bárbara que pedia mais, miava feito uma puta, dava soco nas costas do macho, trançava as coxas em volta dele, revirava os olhos e gritava que estava gozando. Eu me acabava na punheta vendo minha Bárbara trepar. Ele olhava pra mim e dizia que estava comendo minha mulher, depois me chamava de corno e que estava enchendo minha puta de porra quente. E encheu, quando ele sacou a vara era muita porra escorrendo da boceta da Bárbara.

Minha mulher continuava de pernas abertas, boceta arreganhada, deixando o leite escorrer. Me chamou para perto dela, e mandou que eu limpasse a sujeira que o negão tinha feito dentro dela. Fiquei atônito, ela insistiu e eu cai da língua na boceta dela, lambi tudo, sugava toda porra que escorria dela.

Então ela sentou na beirada da cama, me fez sentar na frente dela, passou suas pernas em volta da minha cintura, me abraçou por trás com uma das mãos e com a outra segurou forte meus cabelos. Chamou o macho dela que veio em minha direção com a pica preta, que já estava dura novamente. Ele me segurou pela cabeça com as duas mãos, Bárbara pedia que eu chupasse o macho dela, eu balançava a cabeça que não. Ele esfregava o cabeção na minha boca, que eu tentava manter fechada a todo custo. Ela me pedia, quase implorava que queria me ver chupando o homem dela, que a rola dele estava com o gosto dela.

Então, Bárbara tapou meu nariz, fiquei sem ar e acabei abrindo a boca e a piroca grossa do negro foi até minha garganta. Ele socava forte e eu sem saber o que fazer. Ele foi parando, tirou um pouco e eu comecei a mamar, meio sem jeito, mas fui me acostumando e passei a chupar igual uma puta, Bárbara me soltou, se ajoelhou e me fez um boquete delicioso, me chupava e me olhava chupando seu macho.

Tirei um pouco a boca e chupei com vontade a cabeça da pica até ele jorrar um litro de porra quente e deliciosa na minha boca, foi minha primeira vez. Assim que engoli tudo, Bárbara se deitou e me mandou foder ela. Subi na minha puta e enfiei com vontade. Virei ela de costas e coloquei no rabo dela, o negão entrou por baixo e ocupou por completo a buceta dela. Ficamos os dois metendo na minha mulher.

Gozei muito no cuzinho dela, puxei a pica do negro de dentro dela e mamei de novo. Depois mandei ele me comer. Queria sentir o que minha esposa sentia, a vara preta no rabo.

Foi uma sensação incrível, ele me preencheu todo por dentro. Depois de um pouco de dor o prazer foi o máximo, Barbara me chupava enquanto eu era enrabado.  Meu tesão estava no máximo. Ele me chamava de puta, de vadia e socava tudo dentro.

Senti um jorro de porra quente me enchendo, e soltei mais uma dose de porra na boca da puta da Bárbara.

Foi uma experiência incrível, mas que tento esquecer. Minha deliciosa mulher no mesmo dia me fez virar corno e viado.

Fiquei engatada pelo cu com meu dog.

Oi queridinhos, meu nome é Jeniffer e tenho 23 aninhos, sou moreninha clara, cabelos pretos compridos e ondulados. Tenho seios fartos e duros, cintura fina e bunda grande. Coxas grossas, tenho 1,57 m. Tenho muito tesão e quando estou sem namorado uso uns brinquedinhos que adoro para me saciar. Minha bocetinha e bem pequena, mas, como fico muito molhadinha acabo conseguindo engolir umas varas bem grossas.

O fato que vou contar aconteceu justamente em um período em que estava sem namorado. Estudando, trabalhando, ajudando meus pais em casa e na loja, minha vida estava uma loucura.

Um sábado cheguei em casa logo após o almoço, estava exausta e cheia de tesão, tinha um tempinho que não transava nem usava meus brinquedinhos. Tomei um banho quente bem demorado, como estava sozinha, vim pra sala só de calcinha e um topezinho, e me joguei no sofá.

Temos um cachorro enorme, um dinamarquês, se chama Thor. Deixei a porta da sala que dá para o quintal aberta e Thor entrou. Eu estava com as pernas esticadas com os pés no chão, Thor veio e deitou-se nos meus pés. Ele estava de lado, fiquei vendo o pirocão que ele tem. Grande e grosso, mesmo encapado. Conforme eu olhava ia ficando com mais tesão ainda, comecei a imaginar aquilo dentro de mim. Já me apertava de vontade.

Então, me ajoelhei ao lado dele e comecei a fazer carinho na picona dele, que logo foi saindo da capa. Era grande, grossa e brilhava de tão melada que estava. Peguei uma vasilha com água, um paninho e dei uma limpada nela. Conforme ia limpando ele parecia ficar excitado, fazia um movimento como que bombando uma cadela.

Não resisti, caí de boca, fui lambendo, lambendo até colocar tudo na boca e chupar com vontade, ele ia soltando um líquido aos jatos na minha boca. Enfiei os dedos na minha xaninha toda melada e toquei uma siririca deliciosa. Mais um pouco de chupada e ele jogou litros de porra quente, que eu engoli tudinho, tinha um sabor diferente da porra de homem, sei lá, era mais gostosa.

A essa altura eu já estava descontrolada, queria rola canina dentro de mim. Corri no quarto, peguei um par de meias grossas, e fita cola, li isso em um conto, coloquei as meias nas pata da frente do Thor e enrolei com fita, para ele não arranhar minhas costas. Sentei no sofá, tirei a calcinha que já estava toda encharcada, abri as pernas e chamei o totó. Thor começou a me lamber, que língua gostosa, eu me tremia toda, danei a gozar na língua dele, que quando sentiu meu cio ficou louco, queria montar em mim.

Me ajoelhei no chão, coloquei a barriga apoiada no sofá, e deixei ele me fazer de cadela. Ele subiu em mim, colocou as patas na minha cintura e começou a tentar enfiar em mim, sentia a ponta da caceta dele batendo em tudo que é lugar, batia nas minhas coxas, bunda, entrada da xereca, que desespero dele querendo furar a cadela.

Coloquei minha mão entre as pernas, segurei ele e ajudei, colocando na entrada, ele deu um tranco e enfiou tudo de uma vez na minha bocetinha, fui na lua e voltei. Minhas pernas tremiam, ele bombava com força, cada vez mais forte. Senti o leite dele escorrer dentro de mim, a piroca crescia, ficava mais dura e inchada, latejando muito nas minhas entranhas. Uma bola cresceu dentro de mim, fiquei nervosa, e ele me fazendo gozar como nunca tinha gozado na minha vida.

Era um mar de porra canina enchendo meu útero, eu gritava de prazer, que foda deliciosa. Até ele parar, ficou quieto, sentia muita porra escorrer. Ele passou a perna por cima de mim e ficou de costas, estávamos engatados. Fiquei muito nervosa, ele queria me arrastar, me agarrei no sofá, segurei ele pelas pernas e ficamos assim parados engatados em tempão. Uma hora ele puxou e a pica saiu, fez um estalo. Fiquei completamente arrombada pela bola dele.

Caí ali mesmo deitada quase desmaiada. Thor veio me lamber limpando toda porra que ele mesmo jogou dentro de mim. Aquilo me deixou louca, queria mais.

Fiquei de quatro de novo como se fosse a cadela dele e deixei ele a vontade. Montou imediatamente em mim e começou a me fuder. Eram pinceladas que entrava e saiam da minha xaninha. Até que numa dessas ele acertou meu cu, foi tudo dentro, que dor, dei um berro, me agarrei no sofá tentando tirar ele de dentro do meu rabo mas não deu, era relaxar e deixar ele me enrabar.

Enquanto ele estocava meu rabo eu me masturbava, era uma gozada atrás da outra, estava molinha de tanto gozar. Minhas coxas eram uma cachoeira de melzinho descendo.

Sentia meu cuzinho se encher de porra quente, era muita porra, aí a bola dele foi crescendo dentro. Fiquei apavorada, se na boceta foi aquele estrago, imagina no cu?

Não tinha jeito, era deixar ele esvaziar o saco dentro do meu rabo. Muitos jatos de porra depois, ele se virou de costas para mim e fiquei engatada pelo cu. Ele saiu me arrastando, tentei me segurar de novo, mas, não consegui, fui atrás dele feito uma cadela engatada. Ele foi na direção da porta, o desespero foi enorme, se ele me arrasta para o quintal e alguém me vê engatada nele. Não sabia o que fazer. Saímos porta a fora, eu pelada engatada pelo cu com um cachorro. Me ralei toda, até ele parar no meio do quintal, não conseguia sair, estava presa.

Passaram pessoas na calçada, mas para minha sorte não olharam pelo portão, o quintal eatava escuro com as luzes apagadas. Finalmente a pica dele saiu, meu arrombou o cu todo. Escorria muita porra de dentro de mim. Se eu me levantasse iam me ver. Fui rastejando até a varanda e entrei em casa, ninguém me viu. Limpei tudo aos trancos.

Tomei um banho, os rombos na frente e atrás eram muito grandes, estava ardendo e doendo, dava para colocar a mão. Fui para o quarto e desmaiei na cama até o dia seguinte, nem vi meus pais chegarem. De manhã olhei o Thor lembrando os momentos maravilhooosos e o susto que ele me deu.

Não conseguia mais me segurar de vontade de cruzar com ele, sempre corria para casa para ser a cadela do Thor, mas, passei a tomar cuidado de fechar a porta antes.

Deixem seus comentários que vou adorar ler.

Minha mulher me trai por um aplicativo de paquera.

Tenho lido aqui algumas histórias de traição, flagra de marido na mulher, e fico rindo, achando as situações absurdas só podendo ser ficção, coisa da cabeça de escritores de contos eróticos. Sei que quem ler minha história, assim como eu, vai achar que é ficção, mas não é, aconteceu realmente.

Tenho 33 anos e sou casado com, vamos chama-la de Marília (nome fictício), uma negra mignon de 26 anos, 1,55m, peitinhos durinhos, bundinha empinada, cinturinha, muito meiga e quente, adora chupar e ser comida diariamente. Nossa vida sexual é muito ativa, sou louco pelo seu corpinho.

Tenho um amigo de muito tempo chamado Kleber (nome fictício), prefiro não dizer os nomes verdadeiros, ele é um verdadeiro gigante, 1,87m, louro, olhos claros, quase 100 kg de puro músculo que ele faz questão de exibir. Kleber se separou há pouco, mora sozinho. Sempre saímos juntos, eu, Marília, Kleber e a esposa. Depois de sua separação continuamos saindo os três. Às vezes ficava desconfiado que a Marília tivesse uma quedinha pelo Kleber, mas era coisa da minha cabeça.

Um dia desses o Kleber me chamou na casa dele, me disse que tinha uma coisa para me contar. Fui lá. Ao chegar, ele sem saber como falar, começou com rodeios, falei que fosse direto ao assunto.

Ele me falou que usa um aplicativo no smartphone, chamado Happn, que é um aplicativo de paquera, que mostra, no caso dele, as mulheres que cruzam com ele pelo caminho durante o dia. Se você gostar de alguma aperta um coração e dá um like nela. Ela só vai saber do seu like se coincidir dela também dar um like em você. E o que eu tinha com isso?

Ele me disse que minha mulher estava aparecendo no aplicativo. Não acreditei, ele me mostrou e fiquei achando que era fake. Só tinha um jeito de saber. Como sempre achei que Marília tinha uma queda por ele, se ele desse um like e ela também nós iriamos saber se era verdade. Ele não gostou da ideia, éramos amigos há muito tempo, não seria legal.

Depois de insistir muito ele topou, fiquei olhando e ele deu o like, na mesma hora veio a mensagem que ela já tinha dado um like nele e abriu um janela de bate papo. Falei para ele conversar, ver se era ela mesmo, e era. Os dois conversando e eu do lado. Fiz ele dizer que queria fazer sexo com ela e chama-la para a casa dele. Ela topou na hora. Kleber não sabia o que fazer, e quando ela chegasse? Disse para ele foder ela que eu ia ficar no armário olhando, ele não queria, eu insisti muito e ele topou. Eu queria filmar, o Kleber não aceitou de jeito nenhum, mas eu queria ficar assistindo tudo.

Me escondi dentro de um closet que era grande e tinha umas frestas na porta, o que me dava uma visão privilegiada da cama. Ela chegou, Kléber foi recebê-la na sala, logo entraram no quarto, ela rindo, agarrando ele, arrancou a blusa e a saia, ficando de calcinha e sutiã, tirou a blusa e a bermuda dele, se ajoelhou no chão, colocou a caceta do Kleber para fora, e que caceta, ela, e eu dentro do armário, arregalamos os olhos, e abocanhou de uma só vez, como aquela boquinha engoliu aquela vara de cavalo eu não sei.

Meu pau ficou mais duro do que estava. Ele acariciava a cabeça dela que tratou de tirar a bermuda do Kleber. Ele tirou o sutiã dela, e enquanto ela o chupava ele alisava os peitinhos dela. Um tempo após ela se levantou, tirou a calcinha, deitou na cama de pernas abertas e pediu para ser chupada. Kleber caiu de boca na bocetinha de minha neguinha, eu tremia de nervoso. Ela se contorcia e apertava a cabeça dele com as coxas.

Depois de muita chupada e de fazer ela gozar até não poder mais, ele subiu na cama para atender os pedidos dela para ser comida. O ângulo era perfeito, vi cada milímetro da imensa caceta do Kleber ir entrando lentamente na bocetinha da minha mulher, ela dava gemidos agudos de prazer. O saco dele encostou no rabo dela e começou um vai e vem, um entra e sai frenético, cada vez que a caceta saia trazia as carnes dela para fora, o pau do Kleber brilhava com o líquido do prazer da minha mulher que era a puta dele. Peguei um pano para gozar, não aguentava de tanto tesão.

Ele foi enfiando cada vez mais rápido e mais forte, os gemidos eram mais altos, ela mandava ele foder com mais força, gritava que estava gozando feito uma puta. Comecei e ver a porra grossa do Kleber escorrer de dentro dela. Ele estava enchendo a bocetinha dela de porra. Eu também gozei feito um cavalo de ver minha mulher ser preenchida de porra. Os movimentos foram diminuindo, diminuindo, até eles ficarem parados, extasiados.

Um tempinho depois ela se levantou e foi ao banheiro, ele veio até o closet falar comigo, pedi para ele comer o cuzinho dela. Meu tesão era incontrolável.

Ela voltou do banheiro e o Kleber pegou-a e a jogou na cama, ela já caiu de pernas abertas, ele caiu de boca na bocetinha dela. Direcionou a caceta enorme para a boquinha dela que mamou mais uma vez a pirocona do nosso amigo. Era só gemido e barulho de chupada. Eu estava louco de tesão.

Kleber a colocou por cima e mando ela cavalgar, o que ela sabia fazer como poucas, eu via minha neguinha subindo e descendo no caralhão do Kleber alucinadamente. A cabeça dela sacodia para os lados, os olhos reviravam, ela gozava muito.

Kleber a colocou de quatro e começou a preencher o rabo da Marília com aquela vara imensa, não aguentei e gozei de novo. Kleber empurrava a pica sem piedade na Marília, que pedia mais, e ele socava mais forte ainda. Muitas socadas depois Kleber tirou a rola de dentro dela, posicionou no rostinho da minha mulher e jorrou um mar de esporra na carinha de puta dela, que lambia tudo que escorria. Era muita porra, que felicidade dela. A visão da boceta dela arreganhada, arrombada pelo pirocão do Kleber me fez gozar de novo.

Ela foi embora, eu sai do closet e fiquei imaginando com quantos outros homens do aplicativo ela já tinha fodido. Fica o alerta para os maridos, se sua mulher ficar muito no celular, CUIDADO!