Minha mãe e a amiga gostosa se chupando.

Meu nome é José Carlos, mas todos me chamam de Zequinha, hoje estou com 25 anos, e história que vou contar aconteceu quando eu tinha 14 anos.

Minha mãe tinha 29 anos, morena clara, 1,70 m, cabelos lisos, castanhos, corpo bem desenhado, bunda pequena mas arrebitada, seios firmes e médios, coxas torneadas. Na época uma amiga dela, Sandra, ia muito lá em casa. Sandrinha era da mesma idade da mamãe, lourinha, cabelinho curto, peitos durinhos, uma bunda linda devia ter 1,64m mais ou menos.

As duas ficavam tomando banho na piscina, que ficava nos fundos. Sandrinha trocava de roupa no quarto da mamãe, que ficava no segundo andar, e deixava a roupa lá. A janela do banheiro da suíte dava para piscina. Quando elas chegavam na piscina eu dizia que ia na casa de um amigo, corria para o quarto para ver a Sandrinha de biquíni na piscina, me acabava na punheta. Um dia mexi nas coisas dela e achei sua calcinha, fui para o banheiro esfregar a calcinha na minha pica e depois gozar sentindo o cheirinho perfumado da bocetinha dela.

Era uma quarta feira, elas sempre tomavam banho de piscina dia de semana, meu pai trabalhava, Sandrinha chegou e como fazia sempre, trocou de roupa e desceu para piscina, eu avisei que estava saindo, corri para o quarto, peguei a calcinha dela e fui para o banheiro olhar pela janela.

Estavam nadando, minha mãe veio para beira da piscina apoiou os braços e encostou os peitos na beirada. Sandrinha veio por trás dela e se encostou, na hora não entendi, mas Sandrinha começou a fazer carinho na minha mãe e tirou a parte de cima do biquíni dela a deixando com os peitinhos a mostra. Sandrinha apertava os peitinhos de minha mãe com as duas mãos, minha mãe gostava e deitava a cabeça no ombro dela.

Sandrinha tirou a parte de cima de seu biquíni e esfregou os peitinhos deliciosos nas costas da mamãe. Não aguentei ver aquilo e enrolei a calcinha da Sandrinha na minha pica e pela primeira vez enchi ela de porra, mas era muita porra.

Minha mãe se virou de frente e as duas ficaram se esfregando e se beijando na boca. Sandrinha lentamente lambia o biquinho do peito da minha mãe, primeiro um e depois o outro, para em seguida chupar as tetas dela com muito tesão. Minha mãe retribuiu passando a língua bem devagar nos peitinhos da Sandrinha e mamando um por um arrancando gemidos que do segundo andar eu ouvia.

Naquela loucura, uma enfiou a mão dentro do biquíni da outra tocando uma siririca ao mesmo tempo em que chupavam seus peitinhos.

Mamãe sentou na beira da piscina e Sandrinha tirou a parte de baixo do biquíni dela, abriu suas pernas e enfiou a boca na xana dela, que colocou os braços para trás se apoiando e trançou as coxas em volta do pescoço da Sandrinha. Minha mãe se tremia toda na boca da amiga. Gozava feito uma puta lésbica.

Trocaram de posição, agora era Sandrinha de perna aberta e minha mãe a chupando. Ela colocou os pês no ombro da mamãe e gozava como uma louca. Era uma coisa deliciosa ver aquelas duas mulheres se lambendo e gozando uma na boca da outra. Aquela altura dos acontecimentos a calcinha da Sandrinha tinha virado um pano de chão de tanta porra que eu tinha jorrado nela.

A entrega delas era tanta que não resistiram e saíram as duas da piscina, deitaram no chão e se chuparam ao mesmo tempo. Era um sessenta e nove feminino maravilhoso. Elas se contorciam e rolavam pelo chão encaixadas com as bocetas na boca da outra. Dava para ver os corpos delas tremerem de tanto gozar.

Minha mãe se levantou, foi até a cadeira e pegou um frasco plástico, não deu para ver de que, mas era grosso e comprido, abriu as pernas da Sandrinha e enfiou nela, tirava e botava devagar, e foi aumentando até socar o tubo todo dentro e tirar, cada vez mais rápido. Sandrinha gritava de prazer.

Sandrinha tirou o tubo de dentro da boceta, dava para ver ele todo lambuzado com a esporra dela, e socou na mamãe, fez a mesma coisa, começou devagar até foder ela com muita força, arrancando gritos de tesão dela. Quando ela sacou o tubo da boceta da mamãe ela esguichava  gozo como se estivesse mijando, Sandrinha mantinha as pernas dela abertas para ver o gozo espirrar.

Logo em seguida as duas se chuparam, pareciam insaciáveis no prazer, não queriam parar de gozar, até caírem para o lado, quase desmaiadas de tanto êxtase.

Ficaram paradas um tempo, tinha acabado. Aí me dei conta da merda que tinha feito na calcinha, gozei umas seis ou sete vezes, sei lá, limpei, tentei secar, mas não deu. Coloquei no lugar toda molhada.

Elas colocaram os biquínis, Sandrinha subiu, trocou de roupa e notou que a calcinha estava melada, ela sabia que tinha sido eu, que eu tinha esporrado nela. Como eu sei disso? Bom, isso é outra história que vou contar depois.

Meu pai me deu como escrava sexual para o patrão

A história que vou relatar aconteceu há mais de vinte anos, na época eu tinha 13 anos, sou bem morena, tinha cabelos cheios e bastante cacheados, peitinhos durinhos acabando de desabrochar, coxas já bem desenhadas e com pelinhos bem leves, e bundinha arrebitada, minha bocetinha era gordinha e com poucos pelinhos. Era virgem, já sentia minha xerequinha latejar e escorrer um melzinho de vontade de brincar com ela, usar com outros garotos.

Despertava alguns olhares de meninos e de homens mais velhos, inclusive do patrão do meu pai, Seu Amadeo, dono de um mercadinho. Devia ter uns 60 anos na época, era gordo, fedia a suor e a bebida. As vezes mexia comigo, tentava fazer um carinho em mim, mas eu tinha nojo dele. Vivia pedindo ao meu pai para me deixar ir para casa dele, meu pai até concordava, mas minha mãe não. Eu tinha medo, sabia que ele queria me foder.

O mercadinho entrou em uma crise grande e vários funcionários foram demitidos. Seu Amadeo falou claramente com meu pai que para manter o emprego ele me queria, queria me levar para casa dele e me comer.

Meu pai concordou, mas tinha que falar com minha mãe. Seu Amadeo foi com ele falar com a mamãe que não gostou nada da ideia, acabaram discutindo e Seu Amadeo mandou meu pai embora do serviço.

Meu pai brigou muito, falou que iriamos passar fome, que nem ele nem minha mãe iam arrumar emprego e eu como a mais velha dos quatro filhos tinha que fazer esse sacrifício por todos. Minha mãe acabou cedendo, para o meu desespero, não conseguia imaginar aquele homem horrível, gordo e fedendo tirando meu cabacinho, metendo e gozando dentro de mim, não parava de chorar.

Minha mãe mandou meus irmãos irem para minha tia e esperou que Seu Amadeu voltasse para me levar. Para nossa surpresa ele disse que por causa da humilhação que minha mãe fez ele passar as coisas teriam outro preço. Ele queria me foder ali, em casa, na frente dos meus pais. Meu coração estava acelerado de medo, a hora de entrar na vara estava se aproximando.

Ele foi para o quarto dos meus pais, que era o único que tinha cama de casal, meu pai levou umas cervejas e minha mãe mandou que eu tomasse banho, e foi comigo para eu não demorar. Voltei enrolada só na toalha, ele estava de cueca. Me pegou pelos braços e tirou a toalha me deixando nua. Sentei na cama e tentei cobrir minha xereca e meus peitinhos com as mãos.

Estava morrendo de vergonha, olhei para o lado, minha mãe estava parada e meu pai apertava o pau por cima da calça, gostado de ver aquele lixo começar a foder a filha dele.

Ele tirou a cueca e eu vi uma rola muito grossa, mas curta, bem dura, ele era todo peludo, com uns pentelhos enormes, que nojo. Veio com a rola em minha direção e esfregou em meu rosto, eu tentava virar para outro lado, ele me segurou pelos cabelos e forçou a cabeça da pica na minha boca. Apertou minha nuca eu abri a boca e ele colocou a pica suja dentro. Tinha um gosto horrível, suja. Me obrigou a chupar.

Meu pai estava com a pica para fora se masturbando levemente e minha mãe com a mão por baixo da saia.

Enquanto eu chupava ele alisava meus peitinhos. Depois me jogou deitada na cama de pernas abertas e se ajoelhou para chupar minha xaninha. A língua dele era grossa e áspera, enchia minhas entranhas de saliva, eu chorava de nervoso e nojo, sentia um melzinho começar a escorrer de mim, me tremia toda. Não acreditava que iria perder a virgindade para aquele porco.

Depois de um tempo ele veio para cima de mim, lambendo minha barriga, meu umbigo, passando a língua entre meus peitinhos durinhos e eriçados. Caiu de boca neles, sugando minhas tetinhas, me fazendo ficar louca, justiça seja feita, ele sabia chupar.

Deitou aquele corpo cheio de pelos e suado sobre mim, me beijando na boca, chupando minha orelha e dizendo que ia me foder.

Eu estava toda arreganhada em baixo dele que colocou a mão entre nós dois, segurou a rola e começou a roçar na entrada da minha bocetinha. Esfregava mais e mais, começando a forçar a cabeça para dentro dela. Eu já estava mais que dominada, minha mãe e meu pai se extasiavam de tanto gozar me vendo ali.

A cabeçona começou a entrar, sentia minha bocetinha se abrir, se rasgar, parecia que ele enfiava varias giletes em mim. Ele pegou minhas pernas e colocou em volta de sua cintura para eu ficar mais aberta ainda.

Resolvi não lutar mais, relaxei e deixei a caceta dele me arrombar. Ia entrando em mim e eu me melando de uma mistura de pavor e prazer. Sentia cada pedacinho dele entrando. Seu Amadeo suava feito um porco me molhando toda, fedia a bebida e gemia feito um bicho.

A cabeça entrou toda, e a pica foi escorregando lentamente para dentro de mim. Os meus quadris estavam se dilatando, e ele enfiando. Senti uma dor aguda como uma agulhada, dei um gritinho, meu cabacinho tinha arrebentado. Ele deu um gemido dizendo que agora eu era a putinha dele.

Alguns segundos depois de me arrombar ele começou a tirar e botar o pau dentro de mim. No início eram movimentos lentos, mas foram aumentando até ele começar a socar com muita força. Lambia meu pescoço, gemia, suava, me chamava de delícia, putinha e socava a rola em mim.

Eu perdi o controle sobre meu corpinho que tremia de prazer de sentir aquele homem me comendo. Estava toda melada e gozava muito. Minha xerequinha piscava apertando o cacete do velho nojento, e isso fazia ele ir a loucura e socar mais forte e morder meu pescoço numa ânsia louca de prazer.

O nojo, o desespero, ver meus pais se gozarem todos assistindo eu ser comida me davam muito, mais muito tesão, eu gozava sem parar, não pensava em nada, só na pica entrando e saindo de mim.

De repente Seu Amadeo empurrou a piroca com vontade para dentro de mim e deixou no fundo, soltou um urro igual de um animal que me assustou, na mesma hora senti minha boceta se encher de uma gosma quente que não parava de sair, era ele me esporrando toda, era muita porra. Ele gemia e gritava que estava gozando, que estava enchendo minha boceta.

O corpo dele foi relaxando em cima de mim, ele foi ficando mole, sem reação, sussurrava no meu ouvido “gostosa”, e ficou parado, até rolar para o lado.

Levantei correndo, quase não consegui ficar em pé, minhas pernas estavam bambas, fui me arrastando para o banheiro, um mar de porra e sangue escorriam pelas minhas pernas. Entrei de baixo do chuveiro, conforme passava a mão sentia placas de porra sair, minha boceta estava um buraco, totalmente arrombada.

Chorava sem parar, sabia que a sacanagem estava apenas no começo. O dia ainda ia demorar muito para acabar.

Virei escrava sexual daquele homem.

Depois conto como continuei a ser fodida naquele dia com a ajuda dos meus pais.

Mamei nos peitos da mãezinha na van

Um dia desses estava voltando para casa em uma van, que faz transporte alternativo. Ao meu lado tinha uma jovem mãe com uma criança de uns dois anos no colo, mulatinha, bonita, estava de saia de um tecido fino, que subia a todo movimento da menina, deixando umas coxas gostosas aparecendo.

Eu sou branco, magro, tenho 48 anos e boa aparência.

A viagem era um pouco longa, estávamos no último banco, que tinha três lugares, ela estava na janela, eu no meio e uma senhora no corredor.

Era noite, as luzes estavam apagadas, ficando acesa só uma perto do motorista, que clareava levemente a van. Mais para frente a senhora desceu e eu cheguei para o corredor deixando a mãe mais a vontade.

A van foi esvaziando e ainda tinha muito chão pela frente. A mãe pegou um pacote de biscoito e uma garrafinha e deu para menininha, que era boazinha, toda hora batia no meu braço me oferecendo as coisas. Eu ria, agradecia, e continuava mexendo no celular.

Uma hora ela bateu no meu braço, quando olhei ela estava mamando no peito da mãe, tirou a boca, segurou o peito e me ofereceu. Fiquei de olho arregalado, sem ação.  A mãe sorriu e disse: “Criança tem cada ideia.” Eu sorri sem graça e tirei os olhos por respeito, mas, confesso que não parava de pensar naquele peitão redondo, moreno cheio de veias, escorrendo leite.

Depois de mamar, a garotinha dormiu a mãe a deitou no banco próximo a janela e veio par o do meio, ao meu lado. Começou a puxar assunto comigo, que entrei na conversa, sempre olhando os melões dela. Ela viu que eu estava olhando e ficou me encarando, gelei quando notei. Ela falou simplesmente: “Gostou”? eu balancei a cabeça que sim. Então, sem dizer nada ela colocou o peitão para fora e me olhou, fiquei sem ação, quando me refiz coloquei a mão e fiz um carinho, o peito dela estava duro de tanto leite e quente, meu pau quase estourou a calça. Ela fechou os olhos encostando a cabeça no meu ombro. Eu apertava o peito que espirrava leite, parecia estar ordenhando uma vaca.

Não resisti e cai de boca naqueles melões redondos que pareciam ovos de páscoa que jorravam leite. Mamava nos dois, o leite escorria pela barriga dela, molhando sua roupa. Ela primeiro apertou meu pau por cima da calça, depois a abriu e colocou minha caceta dura para fora e punhetou, sua mão quente e úmida me levava à loucura. Só tínhamos nós e o motorista.

Sua saia era de um tecido leve o que facilitou para eu colocar a mão em suas coxas e ir subindo até chegar em seu bocetão carnudo e quente, alisei por cima da calcinha que estava ensopada, depois coloquei a mão por dentro e esfreguei carinhosamente seu grelo que estava bem duro.

Senti ela gozar em meus dedos que os enfiei dentro dela. Sua boceta apertava meus dedos e quanto mais eu esfregava mais sentia jatos de gozo saindo dela. Seus tetões em minha boca eram sugados até a exaustão. Chegava me engasgar de tanto leite que ela soltava.

Já muito cheia de tesão, ela caiu de boca na minha rola, chupando com vontade. Sugava a cabeça e depois deixava entrar toda até a garganta, voltando para cabeça. Enquanto mamava ela esfregava os peitões em minha calça, me melando todo de leite, e eu trabalhando sua xana melada.

Não demorou muito naquela chupada e eu enchi sua boca de muita porra quente. Há muito tempo eu não esporrava tanto em uma vadia. Segurei ela pela nuca e a forcei para baixo, esporrando em sua garganta, que engoliu tudo.

Ela pegou uma toalhinha na bolsa, limpou os cantos da boca lambuzados de porra, limpou os peitões molhados de leite, ajeitou a blusa, a calcinha, a saia, pegou a filha que dormia ao lado e desceu.

Não tive tempo de saber seu nome, nem trocar telefone ou zap, nunca mais vi a gostosa dos peitões cheios de leite.

Mãe fodendo com os pedreiros e o filho vendo.

Quando eu tinha 16 anos, estava no auge da vontade de foder, era uma média de 4 a 5 punhetas por dia, não podia ver nada de mulher que lá ia eu para algum lugar tocar uma.

Nunca poderia imaginar que a vez que mais toquei punheta em minha vida foi por causa da minha mãe.

Minha mãe na época tinha uns 42 anos, mulata, baixa, bunda e peitos grandes, bonita, cabelos cheios e cacheados, nesse dia vi que ela que tinha um corpo bonito. Meu pai tinha uma oficina mecânica, era 10 anos mais velho que ela, e bebia muito, apesar de não ser violento, não ligava para ela que devia estar subindo pelas paredes de tesão.

Minha casa estava em obra, tinha um pedreiro e um ajudante trabalhando lá. Eu e minhas duas irmãs estudávamos a tarde. Nesse dia não tive aula, voltei para casa e mais tarde iria buscar minhas irmãs que ficaram na escola.

Eram por volta de umas 14 horas, tinha massa pronta no quintal, a porta estava aberta e os pedreiros não estavam. Entrei sem desconfiar de nada e fui direto para meu quarto. O quarto dos meus pais era depois do meu, a porta estava entre aberta e vinha um gemido de lá. Fiquei parado ouvindo, tinham outros barulhos. Olhei pela fresta da porta e vi que os pedreiros estavam lá dentro com minha mãe, mas não dava para ver o que faziam.

Sai devagar de casa, dei a volta correndo pela lateral, eu sabia que tinha um buraco na parede do quarto onde fixaram a janela nova, rezei para não terem fechado ainda, e lá estava ele aberto.

Olhei pelo buraco, não tinha como eles me verem. Estavam nus, o ajudante, que era um mulato forte e baixo, tinha uma pica pequena mais muito grossa. O pedreiro era um negro alto e bem forte também, tinha uma pica de cavalo, grande e grossa. Minha mãe estava completamente nua, sentada na cama de pernas abertas, dava para ver os peitões e o bocetão dela arreganhado. Na mesma hora coloquei a caceta para fora e sem fazer nada já gozei.

O ajudante se ajoelhou no chão de frente para ela, colocou as pernas da mamãe nos seus ombros e chupou sua boceta. O pedreiro colocou ela para chupar o cassetete preto, ele a segurava pelos cabelos a puxando ao encontro do caralho. Ela engolia tudo.

Depois trocaram de posição, na hora da troca vi que sua xana estava escorrendo mel. Me esporrei de novo.

O negro colocou minha mão de quatro na cama, e chapou a vara na sua boceta, enfiava nela como se fosse um cavalo fodendo uma égua, ela parecia estar se esbaldando de prazer, seus peitões balançavam para todos os lados. O mulato sentou de frente para ela e a puxou em direção a sua vara grossa, que ela engoliu totalmente, colocando seu saco na boca também.

O negro começou a fazer movimentos mais lentos enfiando a vara e deixando mais tempo no fundo e dava tapas na bunda dela. Gritava: “Vou encher sua boceta de porra sua puta”, ela com a boca cheia balançava a cabeça que sim. Ele encheu tanto a boceta da minha mãe que quando tirou o caralho caia placas de porra na cama. Gozei pela terceira vez.

O mulato veio para trás dela, pegou um pano, limpou a xana esporrada e meteu a vara, o negro sentou para ser chupado.  Ele socava com tanta força nela que a rola do negro ia até a garganta da minha mãe. Não demorou muito e ela estava com a boceta cheia de esporra grossa outra vez.  O negro gozou de novo, dessa vez na sua boca, era tanta goza que escorria pelo canto da boca e pelo queixo da puta da mamãe, lambuzando seios melões. E eu esporrava na parede sonhando com o bocetão dela.

Depois de engolir toda a porra que tinha na boca, ela ficou em pé, pegou uma toalhinha, abriu as pernas e se limpou. Os dois estavam sentados na cama relaxando, ela se ajoelhou e começou a mamar as cacetas deles, se revezando entre uma e outra, que logo estavam duras. O mulato, que só tinha gozado uma vez, resolveu empatar a sacanagem, a pegou e a colocou entre suas pernas, botando a rola no meio dos peitões dela e apertando, fazendo movimento como se estivesse fodendo. Foi esporra até na cara da mamãe, ela ficou toda lambuzada.

O negro a pegou pelos braços e mesmo toda esporrada a colocou para cavalgar na rola dele. Ela montou, engoliu a vara toda com a xereca e cavalgou, que tesão de ver minha mãe cavalgando com seus peitões melados de porra balançando. Queria muito foder aquela puta.

O mulato se ajoelhou por trás dela fazendo-a deitar no peito do negro e levantando bem sua bunda, e colocou a vara no cu dela. Estavam os dois fodendo minha mãe ao mesmo tempo. Era demais para mim. Achei que ia morrer de tanto tocar punheta.

Os dois estavam fazendo um sanduiche com ela, que rebolava feito louca, gemia, meus olhos não saiam dos peitões dela, eram lindos, grandes, suculentos. Quase que ao mesmo tempo eles gozaram, encheram os buracos dela de suco de pica. Saíram de dentro da minha mãe, deitaram ela de barriga para cima e cada um segurou por uma coxa, arreganhando ela toda, via escorrer um mar de porra dos buracos dela.

Minha mãe se levantou, colocou a mão entre as pernas, para não sujar o chão de porra, e correu para o banheiro. Os pedreiros voltaram para o trabalho, e eu, tremendo depois de tocar muita punheta, gozei oito vezes, entrei em casa tentando fazer de conta que não tinha acontecido nada.

Gritei para minha mãe que tinha chegado, ela saiu do banho e veio para sala. Não conseguia parar de pensar nela fodendo feito uma puta. Cada vez que a via lembrava de seus peitões balançando, da porra escorrendo neles, dos dois ao mesmo tempo enfiando nela, que doidera, nunca desejei tanto uma vadia, como desejava minha mãe. Os dias passavam e eu lembrava dela e me acabava na punheta. Tinha que arrumar uma forma de foder aquela puta que estava ali pertinho de mim.

E consegui, mas, isso eu conto depois.

A menina dos chocolates do trem, minha melhor foda.

Oi galera, meu nome é Sergio, tenho 40 anos, tenho 1,80m e porte físico normal, nem magro nem gordo, sou branco de cabelos e olhos castanhos, mas vamos ao que interessa.

Trabalho no centro do Rio de Janeiro e moro na Zona Oeste, por questão de trânsito viajo de trem. Numa sexta-feira dessas voltava para casa bem tarde, era o último trem do dia. Umas três estações antes da minha passou no vagão, que já estava bem vazio, uma menina vendendo chocolate, morena, cabelos cheios e encaracolados, estava com uma calça comprida bem apertada que desenhava a bunda arrebitada, e uma blusinha com a barriguinha chapada aparecendo, o desenho dos seios pequenos e durinhos era nítido. Um rostinho lindo aparentava ter 16 ou 17 aninhos, mas ela me disse ter 20, Soraya seu nome.

A chamei para comprar chocolate e ela sentou do meu lado com ar de cansada e preocupada. Puxei conversa e ela me disse que estava desde cedo vendendo e que tinha pegado o trem errado, e pelo adiantado da hora não daria para ela voltar e pegar o trem que a levaria para casa.

Falei que morava em frente a uma estação, se ela quisesse poderia ir para minha casa, tomar um banho, jantar e descansar até a hora de voltar. Ela disse que não, perguntei como ela iria fazer, ela disse não saber.

Insisti para ir para minha casa, ela perguntou: “Moço o senhor quer me comer né?”. Dei um sorriso e falei para ela ficar despreocupada que não faria nada com ela. Ela foi para outros vagões continuar vendendo o chocolate e quando se aproximou da minha estação ela voltou:

“Jura que não vai me comer a força”?

“Juro”.

“Então vamos”.

Chegamos ao meu AP, dei uma camiseta, um short e uma toalha para ela e indiquei o banheiro para tomar um banho. Enquanto isso preparei algo para comermos. Não demorou muito e ela veio do banho só de camiseta que ficava grande nela, me devolveu o short, e perguntou se podia colocar a calcinha e o sutiã dela para secar atrás da geladeira. Ela estava somente com a camiseta em cima do corpo desnudo. Cheirosa, tinha me pedido para usar uns perfumes que estavam no banheiro.

As pernas lindas, lisinhas e grossas, bem torneadas, os peitinhos furando o pano, apontados para cima, a bunda arrebitada levantava a parte de trás da camiseta.  Estava difícil cumprir a promessa de não come-la.

Jantamos, ela ajudou a lavar a louça, preparei a cama dela na sala, tomei um banho e me deitei para ver um pouco de TV. Ela perguntou se podia ver TV comigo, deitou ao meu lado e encostou a cabeça no meu peito. Meu pau disparou na hora, ficando duro igual uma barra de ferro.

Ela se acomodou em meu peito, colocando a coxa sobre minhas pernas, na hora ela sentiu minha caceta. Sua respiração ficou um pouquinho mais ofegante.

A abracei acariciando suas costas com a mão, bem devagar fui puxando a camiseta dela para cima. A bunda linda e lisinha dela começou a aparecer. Continuei puxando, ela esticou os braços me deixando retirar por completo a camiseta. Seu rostinho encostado ao meu peito demonstrava um sinal de timidez.

Com sua ajuda retirei meu short, minha vara dura pulou e encostou-se às suas carnes quentes.

Nos beijamos na boca deliciosamente, um beijo doce e molhado. Minha mão entrou entre suas pernas e pude sentir os pelinhos que cobriam a boquinha da sua xereca todos lambuzados. Coloquei o dedo nela, já toda melada de tesão. Ela apertava meu pau e mordia meu peito toda vez que eu esfregava seu grelinho.

Lentamente a fui virando de barriga para cima, beijando sua orelha e lambendo seu pescoço. Seu corpo era simplesmente lindo, moreno, sem estria, nem celulite, nem marcas, só as marquinhas de sol nos peitinhos, na bundinha e na bocetinha.

Comecei a chupar aqueles peitinhos que pareciam duas perinhas suculentas e deliciosas, arrancando gemidinhos daquela menina deliciosa.

Percorri com a boca cada milímetro de seu corpinho, lambendo tudo. Gastei tempo na barriguinha de Soraya beijando e chupando cada espacinho. Abri suavemente suas coxas e lambi em volta da vagina completamente melada e já bastante gozada dela mesma. Ela implorava para chupar sua boceta. Fiz sua vontade, enfiei a língua lentamente dentro da bocetinha, trazia a língua e lambia o grelinho duro e eriçado. Isso a fazia se contorcer de tesão, apertar minha cabeça com as coxas, gemendo baixinho, quase miando. Esguichos de gozo saiam de dentro dela, estava no vigor do tesão.

Fui mudando de posição sem parar de chupar sua xaninha, direcionei minha piroca para sua boquinha que abriu e acolheu tudo. Que delicia, boquinha apertada, molhada e quente, ela chupava bem devagar fazendo eu me tremer dos pés a cabeça. Chupava lentamente a cabeça e depois engolia a vara toda. Não queria gozar ainda. Tirava o pau, respirava fundo e colocava de volta na sua boca.

Depois de muito tempo, subi nela, seu corpo estava quente, muito quente e não parava de tremer. Apesar de ser uma noite fresca, estávamos molhados de suor. Me coloquei entre suas pernas, segurei o caralho e esfreguei na entradinha dela. Senti ela se abrir lentamente, parecia me puxar. Empurrei aos poucos, senti a cabeça entrar, deslizando facilmente, apesar de bem apertada estava muito melada, fui entrando todo sem maiores problemas, até chegar ao fundo. Ela era quente, molhada, encharcada e muito apertadinha, sua xereca latejava, quase esmagando minha caceta, uma delícia sem palavras para descrever.

Comecei bombando devagar, fui aumentando o ritmo, os gemidos dela foram aumentando, o barulho de nossos corpos se chocando era cada vez maior, sua bocetinha latejava freneticamente, ela mandava eu foder ela muito. Eu enfiava com toda força, meu corpo tremia, o gemido dela virou gritos de prazer, nos agarramos com toda força, beijamos na boca como se fossemos nos engolir e gozamos alucinadamente, despejei jatos e mais jatos de porra quente e grossa dentro da deliciosa boceta da Soraya. Nossos corações quase pularam do peito. Caímos praticamente desacordados na cama. Tentei me levantar, as pernas bambearam, olhei para Soraya que estava estatelada na cama de olhos fechados e as pernas abertas, minha porra escorria como um rio de dentro de sua boceta.

Conseguimos ir tomar banho, a porra escoria pelas pernas dela até os pés, era muita esporra.

Voltamos para cama, depois de uma sacanagem no chuveiro  partimos para mais uma seção de foda.

Sentei na cama ela se ajoelhou no chão e fez um boquete maravilhoso, melhor que o primeiro.

Trocamos de posição, agora era eu ajoelhado no chão, ela arreganhada, com as pernas no meu ombro e minha língua lambendo seu sexo. A fazia gozar muito.

Deitei-me e Soraya montou em mim, cavalgando com minha vara em sua xana, como ela sabia mexer, toda a timidez tinha ido embora. Ela rebolava, subia, descia, fazia tudo. Seu gozo escorria pela minha pica. Seus peitinhos tremulavam enquanto ela pulava, eu os agarrava e acariciava como de fossem duas joias raras.

Muito depois, a coloquei de quatro e meti de uma vez em sua boceta, peguei-a pela cintura e enfiava tudo e trazia até quase sair e enfiava de novo.

Debrucei em suas costas, uma das mãos dedilhava seu grelinho, a outra amassava os peitinhos durinhos e delicados.

Ela me pedia para chama-la de minha putinha. Estava enlouquecido com aquela ninfeta.

Tirei o pau de dentro dela e coloquei na entradinha de seu cuzinho. Forcei a entrada, mas era muito pequenininho, não podia imaginar minha rola grossa naquele buraquinho. De início ela reclamou, mas, me deixou ir até o fim. Se a bocetinha era apertada, o cuzinho nem se fala, foi difícil, mas com calma e jeito, entrei todo, até minhas bolas baterem no rabinho dela.

Meu pau estava ardendo de tão apertado. Fomos nos acostumando e fui aumentando o entra e sai. Era gostoso demais. Agarrei-a pela cintura, nos levantamos com meu pau encaixado eu seu cuzinho, fui até a sala a coloquei em uma mesinha e detonei seu rabo. Soraya chorava de tanto levar no rabo. Dava soco na mesa. Ao mesmo tempo eu esfregava com a mão seu grelinho fazendo com que gozasse sem parar. A menina tinha orgasmos múltiplos. Seu corpo pegava fogo, parecia estar com febre.

Minha vista escureceu, soltei um urro como um animal no cio e gozei no cuzinho de Soraya, parecia que não iria mais parar de sair esporra do meu saco, era muita. Enchi o rabo dela literalmente.

Quando puxei a caceta, ela deu um gritinho e voou porra longe. Um rio escoria de dentro dela. Ela sangrava um pouquinho, cuidei dela e dormimos como nunca tínhamos dormido antes.

Pela manhã preparei um café da manhã para ela que já tinha perdido a hora de trabalhar. Saiu correndo para comprar mais chocolate para vender. Deu um dinheiro a ela para ajudar, mas, ela se recusou a receber, disse que não era puta. Perguntou antes de ir se podia voltar, então, toda sexta é meu dia de comer minha Soraya, a menina dos chocolates do trem.

Segurou a esposa para eu foder.

Pessoal esse fato ocorreu comigo  há pouco tempo, agora que passei a ler contos eróticos tomei coragem para contar.

Tenho 35 anos, 1,78m, 70 kg, moreno de cabelos preto e físico normal. Sou casado e nessa época procurei por um pedreiro conhecido para fazer um serviço lá em casa, era bastante serviço e daria uma grana.

Falei com o João, um pedreiro de seus 54 anos, bem forte, meio bronco, que já tinha feito serviço pra mim, e pedi um orçamento. Estava com pressa e liguei para ele que me pediu que passasse a tardinha em sua casa para combinarmos.

Chegando lá, falei que iria procurar por outros pedreiros para avaliar o melhor preço e daria uma resposta em breve, João queria de qualquer maneira a obra.

A esposa dele, Sofia, estava fazendo seus afazeres domésticos. Parecia ter uns trinta e poucos para quarente anos. Morena, cabelos compridos presos, bunda e peitos grande. Ela estava de saia, conforme ia trabalhando suas pernas as vezes ficavam um pouco a mostra. Apesar de não ter uma vida muito confortável era uma mulher gostosa e bonita. Fiquei olhando para ela tentando disfarçar, cheguei a ver até quase a calcinha dela.

João notou que eu disfarçava e olhava para mulher dele. Pediu que a esposa fosse comprar duas cervejas para bebermos, falei que não precisava, mas ele insistiu e ela foi.

Quando ela saiu ele disse que reparou que eu olhava para mulher dele, fiquei sem graça e ele disse: O Dr. gostou? Podemos fazer um acordo. O senhor come ela em troca da obra.

Achei que ele estava puto, me fiz de indignado, mas ele disse que estava tudo bem, que ela tinha que dar a cota dela de sacrifício para conseguir um trabalho para o sustento da casa. Então perguntei se ela concordaria, ele disse que achava que não, mas daria um jeito. Pediu que quando ela chegasse eu fosse ao banheiro e voltasse logo.

Aquela situação me deixou doido, de pica muito dura e latejando. Era uma situação muito estranha.

Quando ela voltou com as cervejas fui ao banheiro e deixei os dois na sala, voltei logo como ele me pediu. Ela estava sentada no sofá grande e não gostou nada da ideia. Fala que não, não, então cheguei e João mandou eu sentar. Ela tentou levantar para sair e ele a segurou. Tentou de novo e ele a jogou deitada no sofá e a segurou pelos pulsos, ela esperneava, se batia, enquanto João tentava levantar a saia dela e dizia deixa o Dr. te comer.

Então ele rasgou a saia dela, a blusa e arrebentou o sutiã, deixando-a só de calcinha e com os peitões de fora. Mandava em meter a vara nela. Que tesão, ela se esperneava e me pedia para não fazer. Não adiantou, tirei a calça, fui pra cima dela que começou a chorar, tirei a calcinha dela, e vi um bocetão bem peludo, com sinais que estava molhado, enfiei os dedos e depois meti a rola nela. Estava melada sim, João a segurava e mandava eu meter com força na égua dele. Mandava eu foder o bocetão dela. Encher a esposa dele de porra. João delirava com a cena.  Enquanto eu bombava na boceta, mamava os melões suculentos dela, que estava assustada e muito ofegante.

João a segurou com uma das mãos e com a outra botou a vara pra fora e começou a tocar uma punheta. Dizia que seu sonho era ver outro macho foder e encher de gala a xana da mulher dele. Depois de socar muito enchi as entranhas dela de porra quente numa gozada deliciosa. Sai de dentro dela e João esporrou a cara da esposa, a lavando com um banho de porra.

Ele a segurando pelos braços a fez se ajoelhar na minha frente que estava sentado no sofá, e a botou para mamar minha caceta. Mesmo forçada ela chupou com muita vontade. Meu pau pulou de novo.

João colocou a esposa debruçada no braço do sofá, de bunda para cima, sentou e a colocou para chupar sua rola, e mandou que eu enfiasse no cu dela. Cheguei por trás, abri as pernas e coloquei a cabeça, ela tentou sair, mas a segurei junto com João, enfiei até o talo na bundona dela. Comia aquele rabo com vontade.

João mandou que eu a levantasse pela cintura, e se sentou, eu engatado no rabo dela a levei até João que veio puxando na direção dele, eu fui para frente preso nela e desci até ela ficar sentada de frente com o marido que preencheu sua xana com o cacete dele. Sofia estava empalada pelas nossas rolas duras.

Eu socava no cuzinho, apertava os peitões dela, enquanto João mamava de socava na bocetona cabeluda de Sofia, que a essa altura tinha se entregado ao prazer e gozava feito uma puta. Puxei seu cabelo para trás e chupei seu pescoço deixando marcas do meu tesão em seu corpo.

Após um tempo nessa foda maravilhosa, eu e João encharcamos Sofia com nossa porra quente, deixando ela toda lambuzada, quando se levantou nossa porra escorria pelas pernas dela. Ela correu para o banheiro e eu e João fomos tomar nossa cerveja e fechar o negócio da obra.

Depois, por vontade dela fizemos a mesma sacanagem umas três vezes.

Fodi a mãe do meu amigo

Olá pessoal, meu nome é Paulo, e a história que vou narrar aconteceu há 10 anos, quando eu tinha 17 anos. Na época eu era magro, e já bem alto. Tinha uma pica grande, mas não muito grossa.

Tinha um amigo chamado Carlinhos, estávamos sempre juntos. A mãe dele tinha seus 50 anos mais ou menos, era uma senhora gordinha, um pouco alta, bunda grande e seios fartos, cabelos encaracolados, branca de olhos castanhos claros, mas nunca a olhei com maldade.

Nesse dia eu e Carlinhos fomos a uma festa e como acabaria tarde dormi em sua casa. A mãe dele, Dna. Carminha preparou a minha cama no sofá da sala, me deitei e me cobri com um lençol. Carlinhos dormia com o irmão em um quarto e Dna Carminha, que era separada do marido, sozinha em outro.

Naquela época eu estava numa maré de azar com mulher, não pegava ninguém, na festa que fomos, até dei uns beijinhos, mas não foi além disso, então estava com um tesão tremendo, meu pau estava duro, e eu doido pra tocar uma. A luz da cozinha ficava acesa e iluminava levemente um pedaço da sala.

A porta do quarto de Dna. Carminha abriu, fingi estar dormindo, mas com os olhos entre abertos, vendo o que acontecia. Ela passou para cozinha, estava com uma camisola curta e transparente, dava pra ver que ela tinha as coxas bonitas. Passou um monte de coisa pela minha cabeça, mas era bobagem.

Quando ela voltou, parou em frente a mim e ficou uns segundos me olhando e foi para o quarto. Um tempinho depois voltou ela. Foi na cozinha e na volta parou de novo e ficou me olhando, esfregou a boceta por cima da camisola, olhou para os lados como se fosse fazer alguma coisa e voltou para o quarto. Meu pau quase explodiu, a vontade de foder aquela coroa invadiu minha cabeça, tive vontade de ir ao quarto dela, mas tive medo de dar merda. Então fiz o seguinte, tirei o lençol, fiquei de barriga para cima e coloquei meu pau duro para fora.

Não demorou e ela saiu de novo. Quando viu meu pau seus olhos arregalaram, ela parou em frente, olhou para os lados, levantou a camisola e enfiou a mão dentro da calcinha, tocando uma siririca. Eu estava doido de tesão, meu pau latejava. Ela se aproximou, para ver se eu estava dormindo, eu estava com os olhos entre abertos o suficiente para ver tudo. Então, ela foi até o quarto dos filhos, olhou e voltou se aproximou de mim e segurou meu pau, enquanto tocava uma punheta nele, ela olhava pra mim e tocava uma siririca com a outra mão.

Segurei ela pela nuca, que se assustou, e a levei em direção ao meu cacete, ela abocanhou com a boca quente e molhada, que delícia, deu umas três chupadas e enchi sua boca de porra quente, muita porra quente, que ela engoliu tudo.

Meu pau continuava duro e latejando, ela me pegou pelo braço e levou para seu quarto. Lá, tirou a roupa, ela tinha uma bunda enorme e os peitões grandes, tirei minha roupa e deitei na cama e ela fez outro boquete delicioso, enquanto eu alisava seus peitos. Coloquei ela deitada de pernas abertas, montei nela e enfiei em seu bocetão peludo que a essa altura estava todo melado. Meu tesão era enorme, mamava seus melões, mal comecei a socar e esporrei igual a um cavalo no bocetão da coroa. Senti que meu pau estava meio duro ainda. Continuei socando até ficar duro de novo. O barulho da porra dentro da xereca dela conforme eu socava era excitante.

Sai de cima dela, deitei de pica para cima e mandei ela montar. Ela montou em mim, abriu o bocetão e colocou minha vara toda pra dentro. Dna. Carminha cavalgava cada vez mais forte, cada vez mais alucinada. Seus melões gigantescos subiam e desciam freneticamente. Seus olhos reviravam, mordia os lábios e gemia como uma louca, mesmo com o ventilador ligado, ela suava muito, escorrendo pelos peitos. Eu ajudava empurrando a rola fundo nela, com uma das mãos apertava as tetas e com a outra esfregava o grelo dela. O barulho de nossos corpos batendo um no outro era alto. A minha porra que estava dentro dela e o gozo da Dna. Carminha escorria fazendo uma poça na minha barriga. Ela tremia o corpo todo de prazer e cansaço, estava extasiada.

Coloquei ela de quatro, com o rabo para cima e enfiei no bocetão com vontade, estava super lambuzada. Ela socava a cama, puxava o lençol, quase levantava o colchão, era uma loucura.

Saquei a rola de dentro e coloquei no cú dela, que nem reclamou, engoliu minha pica toda de uma vez, acho que ela já tinha dado muito o cú. Enterrei tudo, me debrucei por cima dela e me agarrei aos tetões, enfiei minha mão toda dentro de sua boceta molhada e soquei como nunca tinha feito antes no seu rabo, ela só gemia e recebia minhas furadas. Apertei com força, quase arrancando os melões dela e soltei um gemido seguido de uma inundação de gala quente e grossa nas entranhas da velha. Quando tirei o pau ela caiu de bruços na cama como se estivesse desmaiada.

Peguei meu short e fui tomar um banho, e enquanto me ensaboava fiquei de pau duro. Queria foder mais a coroa. Voltei para o quarto e ela estava do mesmo jeito, de bunda pra cima, toda esporrada. Deitei ao seu lado que se virou de costas para mim. Abri suas pernas e coloquei no bocetão todo melado. Ficamos engatados de ladinho fodendo bem devagar.

Depois ela me colocou de pau pra cima, sentou de costas para mim cavalgando com o pau na boceta. Um tempinho e ela colocou meu pau no cuzão de novo. Me sentei agarrei seus peitões e deixei ela se acabar com meu pau no cú. Ela jogava a cabeça para trás e gemia enquanto rebolava. Minha mão trabalhava seu grelo fazendo com que tivesse gozadas descontroladas.

Jorrei mais uma enxurrada de porra dentro da coroa. Que se deliciava a cada gozada minha.

Até começar a amanhecer dei mais duas gozadas nela, que ficou toda esporrada, em todos os buracos de seu corpo. A cama era porra pura, meu gozo e o dela se misturavam deixando o lençol todo lambuzado.

Fui para sala deitar e não conseguindo dormir, pois já era manhã. Levantamos e ela meia atordoada de tanto foder preparou nosso café. Trocamos alguns olhares de cumplicidade sem que ninguém notasse. Nunca mais a fodi, mas ficou marcado na minha memória até hoje.